Olá caros leitores, essa é a parte 3 da história, onde irei contar como iniciamos uma amiga. Se você não leu as partes anteriores, sugiro voltar e ler antes de prosseguir.
Lúcia estava de quatro na cama do motel, com a cabeça colada na cama e a sua bunda empinada e aberta, sendo auxiliada pelas suas mãos. Me posicionei logo atrás dela, com o membro ereto e pulsando. A Fer ficou de joelhos sobre a cama, com uma das mãos segurou meu pau e com a outra, começou a abrir massagear o buceta de Lúcia. Eu segurava Lúcia pelos quadris, que começou a empurrar sua bunda mais para trás, em busca do membro.
- Olha como ela está sedenta por Pau, Rafa. Disse a Fer com uma voz bem safada.
- Que gostosa hein…
Fer começou a brincar, pincelando meu pau na entrada da buceta de Lúcia, que estava totalmente aberta e arreganhada, esperando ser penetrada. Fer posicionou o meu membro exatamente na entrada e deixou o movimento de Lúcia fazer o resto.
Nesse momento ela soltou um gemido forte.
- Aiiiiiiii, me come vai, gostoso.
- Vou foder você com gosto, safada.
Fui penetrando ela lentamente, segurando pelos quadris ainda, e a cada rebolada o pau entrava mais. Cheguei até o fundo, com meu pau todo dentro dela.
- Que putinha ela é Rafa, fode logo, ela gosta com força!
- Vai Rafa, me come…
Não precisou pedir duas vezes, comecei as estocadas mais fortes, bombando até o fundo de sua buceta encharcada, ela gemia e rebolava com prazer. Fer ainda assistia tudo de perto, acariciando a bela bunda da Lúcia, que estava deliciosa com aquela marca de bronzeado.
O instinto de sempre foder a Fer com mais força e ser quase animalesco tomou conta e por um momento esqueci que era outra mulher ali de quatro sem fodida. Soltei um tapa que estalou na bunda da Lúcia, segurando firme e espalmando minha mão inteira em seu traseiro, num reflexo ela tentou jogar o corpo pra frente… porém sem sucesso, pois estava sendo firmemente segura pela minha outra mão.
- Puta é assim, tem que foder apanhando.
- Ai, assim você judia de mim, disse a Lúcia com uma voz sussurrante.
- Para de frescura, você gosta sim, sua vadia. Interrompeu a Fer, segurando ela pelos cabelos, como quem segura uma rédea.
Ergui a mão e soltei outro tapa, agora no outro lado de sua bunda, que estalou ao mesmo tempo que Fer puxava o cabelo dela, enrolando-o em suas mãos, como se fosse uma corda.
- Assim vocês vão acabar comigo, seus safados…
- Ta gostando? Perguntei segurando ela pela cintura e aumentando as estocadas.
- Estou amando tudo isso, me fode vai…
Continuei o ritmo firme, com tapas firmes no seu traseiro. Ela estava apoiada sobre seus cotovelos e olhava para trás, com uma cara de puta. Não resisti e dei o tapa, com menor intensidade, no seu rosto.
- Ai seu puto, quer me deixar toda marcada
- Você gosta né piranha, segurei seu cabelo com firmeza entre minhas mão, você é nossa putinha agora, não tem mais volta.
Fer se deitou ao lado de Lúcia e passou a se tocar, ela sempre me dizia que dava muito tesão me ver comendo outra mulher.
- Ai, deixa eu te chupar, adorei sua bucetinha amiga. Disse Lúcia, quase implorando, após ver a Fer a se tocando bem do seu lado.
Tirei um pouco o pau de dentro dela, permitindo as duas se arrumarem na cama. Lúcia se acomodou novamente entre as pernas da Fer e caiu de boca em sua buceta, sugando cada centímetro dela. Eu aproveitei para me colocar entre suas pernas semi aberta e com um único movimento, soquei tudo até o final.
- Aiiii Ohhhh, puto
O som do ploft, ploft da penetração aumentou e a Lúcia sugava a Fer, enquanto eu me acabava em sua buceta. Senti o corpo dela começar a estremecer e a sua bucetinha se contrair involuntariamente no meu pau, nem precisava avisar, mas ela exclamou:
ahhhh, to gozando
Isso, goza no meu pau, sua cadelinha
ahhhh me come com força vai
Segurei ainda mais firme sua bunda e mantive as estocadas fortes. O corpo dela estremeceu ainda mais e os gemidos anunciaram que estava gozando, talvez como a muito tempo não gozava.
aiiiii, aahhh, aihhhhh!
Isso sua safada, goza no pau no meu macho! Disse a Fer segurando os cabelos dela para ver a cara da Lúcia.
aiiiii, aahhh, aihhhhh!
Ela fode gostoso né, Rafa?
Sim, ela é muito gostosa mesmo, Fer. Respondi.
Lúcia com um gemido mais forte, soltou todo o corpo em cima da Fer, meu pau saiu todo melado de sua buceta e vi a Fer a puxar para cima, com e deu um beijo com muita volúpia.
Que safadinha, gozou gostoso.
Adorei amiga, que marido você tem hein.
Eu não havia gozado ainda, então me levantei e parei ao lado das duas, colocando um dos meus joelhos sobre a cama e dizendo:
Ah que bonitinho, mas eu ainda não terminei. Segurei o meu pau próximo do rosto das duas e fazendo um leve movimento de vai e vem.
A Fer foi logo pegando e tirando minha mão.
Vem cá, quero sentir o gosto dela em você. Disse colocando sua língua para fora e lambendo a cabeça, limpando tudo.
Lúcia também não ficou para trás, pegou também no meu pau e passou a chupa-lo com vontade. As duas ficavam intercalando entre si, com meu pau quase explodindo já, disse:
Se continuar assim vou gozar em vocês.
Calma aí, não goza ainda, disse a Fer. Lúcia Saiu de seus braços e disse:
Quero mais, porém vou por cima dessa vez.
Me deitei ao lado das duas, e com o pau ainda duro como rocha, Lúcia foi sentando e se arrumando em cima de mim, e com uma delicadeza, colocou meu membro na sua entrada e foi soltando o corpo lentamente. A Fer aproveitou para continuar a beijá-la e passar a mão em todo seu corpo.
Eu passei a penetrar a Fer com uma das minhas mãos, introduzindo dois dedos na sua bucetinha encharcada. Ela soltou um gemidinho e disse.
Ai safadinho, você já me come todos os dias, hoje quero que você foda apenas ela, não vai me comer aqui.
Não questionei e apenas continuei a me concentrar na Lúcia, que rebolava de gemia no meu Pau, com movimentos lentos e cadenciados. Eu segurava seus seios e acariciava os mamilos, enquanto a Fer a beijava e sugava sua boca.
Que gostosa, rebola pra mim vai!
A Lúcia apenas gemia e murmurava, afinal não tinha como sair som nenhum com a Fer literalmente comendo sua boca.
Comecei a sentir que iria explodir num gozo e disse:
Estou quase gozando, suas putas.
Não goza dentro de mim, por favor, disse Lúcia saindo de cima de mim.
Levantei na cama, e passei a punhetar com as duas ainda se beijando e se pegando na minha frente. Quando anunciei que iria vir o primeiro jato, Fer virou a cabeça de Lúcia pra mim e disse:
Quero que goze na boca dela…
Explodi numa gozada, enchendo sua boca, língua e rosto do líquido viscoso e viril. Fer segurou meu pau e colocou ainda pulsando dentro da boca da Lúcia, após ela sugar quase tudo, Fer a puxou de volta e disse:
Quero sentir o gosto dele na sua boca agora, e voltou a beijá-la limpando todos os vestígios do semem que escorria pelo canto da boca e queixo.
Olha só como são safadas…
Vi que elas estavam concentradas demais para prestar atenção em mim, então me levantei da cama e fui pegar outra cerveja, afinal já tinha notado que as duas não iriam parar mesmo.
Fer empurrou a Lúcia para se deitar na cama e foi a vez dela ir para cima. Ela subiu por cima, montando sobre o ventre de Lúcia e passou a sugar longamente os dois peitos da amiga. Ora mamando em um e acariciando o outro, ora invertendo as carícias. Lúcia delirava de prazer e segurava a cabeça da Fer contra seus peitos com uma das mão e com a outra devolvia a carícia no peito da Fer.
Fer se afastou um pouco, ergueu uma das pernas da Lúcia acima dos seus ombros e passou a sua perna por entre as da amiga, colocando ventre com ventre e buceta com buceta. Lúcia soltou um gemidinho, enquanto a Fer comandava o movimento, esfregando e pressionando-se contra o corpo dela.
Gostosa que fode bem, disse a Fer entre os movimentos, ainda segurando a perna da amiga.
Aiiii, aiiiii, aahhh.
Lúcia agora mal conseguia se expressar, enquanto Fer montava nela, comandava e fodia ela. Era como se houvesse um pau imaginário ali, pelo tanto que a Fer aumentava o ritmo de vai e vem.
Notei que ambas estavam prestes a gozar novamente, quando vi a Fer saindo da posição e sobre o rosto da amiga, se apoiando em uma parte do espelho que estava à frente da cama.
Vou gozar na sua boca, putinha.
Vem cá, deixa eu chupar sua bucetinha linda, disse Lúcia já com a Fer totalmente em cima dela.
Fiquei olhando a cena por alguns minutos, sentado na poltrona ainda com a cerveja. Ouvia os gemidos e respirações ofegantes de ambas, explodindo em outro gozo. O Ar Condicionado pouco efeito fazia no quarto, pois as duas estavam completamente suadas e meladas, com saliva e gozo se misturando pelo corpo delas. Minha cerveja estava pela metade quando notei que meu pau já dava sinais de vida.
Comecei a punhetar levemente, enquanto meu pau já se enrijeceu novamente. As duas estavam deitadas agora, com a Fer de lado, deitada sobre a amiga. Lúcia com um braço contornava a cintura da Fer e com o outro livre trocava carícias, em meio a beijos e generosas lambidas nos seios. Já a Fer com seu braço esquerdo se apoiava na cama com a cabeça da Lúcia em cima dele. A outra mão livre dedilhava cuidadosamente a buceta, acariciando o clitoris e fazendo pequenos movimentos de penetração.
Eu não queria interromper, mas eu já estava ficando maluco para comer elas novamente. Eu tenho o tesão também de olhar e me deleitar apenas com a visão de minha esposa sentindo e dando prazer. Lúcia se contorcia e gemia, com seu corpo se estremecendo na cama, tentava sugar tudo que podia da Fer.
Rafa, agora acredito que ela esteja pronta para o segundo tempo com você. Disse a Fer com a amiga se contorcendo em seus braços.
Só então pude notar o que ela fazia. Eu estava tão hipnotizado com a cena que não percebi a hora que a Fer tirou os dedos da buceta da amiga e introduzira no seu orifício anal. Não apenas um, mas dois dedos dela invadiam e alargavam o anus de Lúcia. Por isso que ela estava gemendo mais e se contorcendo, conforme ela mesma nos relatou depois, há muito tempo ninguém a penetrava assim. O último havia sido seu ex-marido, mas confessou que havia feito poucas vezes e sob muita insistência dele.
Os dois dedos da Fer, lubrificados pelo próprio líquido da amiga, já entravam e saiam com mais facilidade quando me aproximei mais das duas para observar mais de perto. Eu já estava completamente excitado e com meu pau duro igual uma rocha, quando ouvi
Agora fica de quatro, safada, que pra foder direito conosco, tem que dar o cu pra ele também.
Lúcia obedeceu sem hesitar, ficando indo mais para a beirada da cama, arreganhando mais as pernas, com a Fer ainda sobre uma delas. Vi a entrada do seu orifício, bem meladinho.
Calma, deixa eu lubrificar melhor ele. Ordenou a Fer, cuspindo na ponta dos dedos e molhando a cabeça do meu pau. Ela se desvencilhou da amiga, se abaixou, deu uma bela chupada no cuzinho da Lúcia e abriu bem as duas bandas da bunda da amiga.
Agora você pode comer o Cu dela e quero ver bem de pertinho você esfolar ela, come sem dó Rafa.
Lúcia estava ofegante já, mas não questionou a ordem da Fer, pelo contrário, segurou as próprias pernas para cima, quase tocando os ombros com os joelhos. Fer sentada de lado na beira da cama, posicionou o meu pau rígido na entrada, pronta para assistir de perto eu deflorar a amiga dela.
Continua…