A descoberta de Alberto

Categoria: Heterossexual
Contém 3105 palavras
Data: 22/02/2026 18:40:56

A Descoberta de Alberto

Olá, amigos e amigas, meu nome é Alberto! Tenho 38 anos, sou advogado criminalista e sou gay! Bem... talvez bi, né?! Mas, antes, eu com certeza era gay. Confuso? Bem, é disso que se trata.

A verdade dos fatos é que sempre me relacionei com homens. Nunca havia beijado uma mulher, tão pouco tive qualquer contato sexual com uma. Me casei com um amigo dos tempos de escola quando completei meus 24 anos e, desde então, vivi esse relacionamento até que ele se encerrou no ano passado.

O término não foi por motivos pesados — sem traição, sem nada do tipo. O relacionamento esfriou, o sexo era muito por obrigação, já não tinha prazer de fato, aquela vontade, sabe? Isso se perdeu. Eu diria que foi o melhor para ambos que terminasse assim.

Meus amigos mais próximos falavam que eu era um "gay estranho", talvez por aquele preconceito bobo de achar que todo gay passivo tem que ser espalhafatoso ou muito feminino. Eu era apenas um cara; não queria me sentir feminino ou coisa do tipo. Não, eu era um homem que se relacionava com outro homem.

Mas uma coisa que chamava a atenção das pessoas mais próximas de mim era o fato de que eu era virgem... Bem, pelo menos "do pau". Minha rola nunca tinha sido usada sexualmente. Meu ex-marido nunca gostou de sexo oral, então nem isso teve. Meu pau era invicto sexualmente.

O término do meu casamento marcou uma virada muito grande na minha vida. Foram anos de relacionamento com uma só pessoa, sempre a mesma rotina. Eu já estava caminhando para os 40 e sentia que faltava mais emoção na minha vida, sabe? Um pouco mais de adrenalina.

Comecei timidamente a sair para bares gays, boates e etc., mas os caras que chegavam em mim não me chamavam a atenção. Muitos eram iniciantes na causa, kkkkk, ou eram aqueles "machões" que querem te fazer de mulherzinha a todo custo. Isso eu não curtia; eu queria uma conexão.

Numa dessas idas a boates, acabei entrando em uma boate comum (hétero), já que a que eu frequentava estava fechada. Não fui na esperança de achar alguém, já que dificilmente encontraria alguém ali; fui mais por já estar arrumado e não querer perder a viagem. Por que não tomar umas e ir para casa?

Entrei, pedi uma bebida e fiquei ali olhando o pessoal. Uns se pegando, outros saindo com cara de que iam aprontar muito na noite, kkkkk. Fiquei ali só analisando, até que se aproximou de mim uma loirinha com um sorriso muito lindo. Eu ri por dentro, pois sabia que ela não percebia que eu era gay.

Isso acontecia com muita frequência, e eu acabava me divertindo. Deixava rolar e depois contava. Algumas não achavam muita graça, mas a maioria levava numa boa e ficava surpresa; era bem legal, conversávamos e tudo. Já fiz até amizades duradouras começando assim.

O nome dela era Malena. Achei bem incomum, mas bonito. Malena era de São Paulo e estava de férias aqui em Fortaleza. Ela me contou que era médica e veio passar um tempo com a irmã. Ela parecia uma mulher muito legal e, embora eu não fosse de reparar muito em mulheres, não sou do tipo que nega o óbvio.

Malena era uma mulher muito linda. Era loira, com cabelos um pouco abaixo dos ombros, mas o destaque estava em suas pernas e seu lindo rosto. Tinha uma pele branquinha, meio rosada, e um par de pernas torneadas que se juntavam a uma linda bunda empinada.

Ela era tão boa de papo que decidi me adiantar logo e contar que eu era gay, para que surgisse uma amizade, já que gostei dela.

Alberto: — Malena, antes de a nossa conversa continuar, tenho que te falar uma coisa...

Malena: — Claro, pode falar, kkkk. Estamos aqui para isso, não?

Alberto: — Eu sou gay!

Malena: — Ah, fala sério? Porra, kkkkk! Bem que tinha algo estranho...

Alberto: — Como assim? Estranho como?

Nesse momento, Malena abriu um pouco mais as pernas e se inclinou para frente. Não entendi o movimento na hora, mas ela logo explicou:

Malena: — Viu?! Kkkk. Daí dava para você ver minha calcinha e, com uma viradinha, meus peitos, mas você nem fez menção disso, kkkkk. Estamos conversando há uma hora e você não me "secou" em nenhum momento. Eu estava pensando que tinha encontrado o homem com o maior autocontrole do mundo, ou que você era casado e sua mulher estava por perto — tem muitos desses por aqui, kkkkk. Mas gay? Não me passou essa vibe. Mas não se preocupe, acho que já perdi muito tempo com você aqui, então não vou te abandonar agora, kkkkk.

Ela era muito legal. Continuamos a conversar e, sinceramente, me abri demais. Pensei que ela era a pessoa perfeita para eu me abrir de verdade, já que provavelmente não a veria mais tão cedo. Contei toda a minha história para ela, inclusive a parte da virgindade.

Já estava ficando tarde e Malena me perguntou se poderíamos terminar o papo na minha casa. Ela estava muito entretida com a minha história, mas, ao mesmo tempo, tinha medo de voltar para casa tarde. Pelo que ela falou, a irmã dela morava perto de onde eu morava, então eu poderia levá-la mesmo que o papo terminasse tarde da madrugada.

Acabei aceitando. Chegando em casa, bebemos mais e continuamos a conversar. Malena me contou que já teve alguns relacionamentos sérios, porém muitos casuais; dizia que a vida profissional dificultava bons relacionamentos e que ela acabou se conformando.

Depois de muita conversa, estávamos bem próximos no sofá, quando do nada ela me beijou... Meu primeiro beijo com uma mulher foi com uma doidinha que me roubou um beijo do nada, kkkkk. Eu fiquei meio sem entender. Ela se desculpou, disse que me achava muito bonito e que a bebida influenciou...

Falei para deixarmos para lá e que eu a levaria em casa andando, já que tínhamos bebido bastante. Mas, depois que ela explicou onde era de fato a casa da irmã, percebi que não dava para ir andando, kkkkk. Então, a convidei para dormir lá. Mostrei o quarto de hóspedes e, quando ia saindo, ela me segurou pelo braço e me envolveu em outro beijo, mas dessa vez bem mais feroz, mais lascivo e gostoso. Não dava para negar que ela beijava muito bem; seu toque era experiente, o jeito que sua língua tocava a minha... era especial.

Mas eu me soltei dos seus braços e falei:

Alberto: — Malena, acho que não é só a bebida que tá causando isso. Eu já te falei que sou...

Malena: — Sim, você já falou que é gay. Eu entendo, tá? Mas você também me falou que quer mais aventura, viver mais, sair da concha. Eu entendo que abrir mão do que você tem como sua sexualidade pode parecer errado, mas olha, somos nós dois nessa casa agora. O que acontecer aqui, vai ficar aqui. Nós não vamos mais nos ver tão cedo, gato. Não quer experimentar?

Na verdade, o motivo eu desconhecia, mas ela me deixou curioso. A beleza dela me encantava; o jeito distinto do meu, tão direta, alegre e desinibida... Eu queria dizer que sim, mas nem saberia ao certo como desenrolar aquilo. Era verdade que eu queria uma emoção a mais e, para ser sincero, aqueles minutos com ela na porta daquele quarto já me trouxeram mais emoção do que meus anos recentes...

Alberto: — Não vou dizer que não gostei do teu beijo, Malena, nem que não estou tentado a aceitar. Porém, isso é um passo muito importante, uma decisão que eu não deveria tomar de forma tão espontânea, depois de uma rodada de cervejas e com uma mulher que, com todo respeito, é uma desconhecida. Isso não deveria ser assim. Não sei nem se deveria acontecer, Malena.

Malena: — O fato de ser tão espontâneo pode ser o que torna tudo ainda melhor!

Ela voltou a me beijar, mas dessa vez minha guarda já estava mais baixa e deixei rolar. Ela me puxou para dentro do quarto e me deitou na cama. Eu tentei dizer: "Malena, acha mesmo que devíamos...", mas ela nem deixou eu terminar. Voltou a me beijar com força. Meu coração acelerava e meu pau já dava sinais de vida; na verdade, ele já estava completamente duro. Eu já sentia a cabeça da minha rola começar a molhar minha cueca, com o corpo dela por cima de mim, o calor da sua pele macia pressionando contra o meu peito, e o cheiro doce do seu perfume misturado ao suor leve da noite.

Ela deixou a alça esquerda do vestidinho azul cair, revelando um lindo peito, do tamanho perfeito — bem perfeito para mim. Era quase uma obra de arte. Ela parou de me beijar e segurou o peito, apontando-o para minha boca.

Alberto: — Malena, eu não sei...

Malena: — Cala a boca e chupa!!!

Ela falou de forma forte, com uma autoridade que eu não sabia que ela tinha...

Alberto: — Olha, não é porque sou gay ou... que você vai fazer isso e...

Ela segurou meu rosto e olhou no fundo dos meus olhos.

Malena: — Não é por você ser gay, Alberto. É por você ser um virgem inexperiente com qualquer mulher. Nesta cama eu mando agora, e você vai aprender que dar prazer a uma mulher pode ser muito prazeroso! Você já fez sexo oral no seu ex-marido?

Alberto: — Sim... ele não gostava de retribuir, mas eu...

Ela me deu um tapa no rosto — leve, mas ainda assim um tapa.

Malena: — Responde diretamente só o que eu perguntei!! Sem enrolar! Agora pensa nos meus peitos como se fossem a rola do seu ex, pensa nos bicos como se fossem a cabeça da rola dele... e chupa!!

No momento em que ela me deu aquele tapa, senti uma onda pelo meu corpo, algo inexplicável. O rosto dela com aquele sorriso sádico, a forma como mudou de personalidade tão drasticamente... com certeza não era a primeira vez dela dominando.

Resolvi que, como estava na chuva, ia me molhar. Fiz o que ela mandou: chupei aqueles peitos lindos, passando a língua nos bicos rosados e olhando o rosto dela. A textura macia e quente da pele dela na minha boca era nova, os bicos endurecendo sob a minha língua, enviando arrepios pelo meu corpo enquanto eu sugava devagar, sentindo o gosto levemente salgado da sua excitação. Ela gemia baixo, apertando meu cabelo, guiando minha cabeça para alternar entre os dois peitos, mordiscando levemente os bicos e fazendo ela arquear as costas. Mas, com certeza, não se comparava ao prazer de chupar uma pica. Olhar nos olhos de um macho, de baixo para cima, enquanto sente aquela rola gostosa na boca era bem melhor que chupar o peito de uma mulher — pelo menos para mim.

Malena então me mandou parar. Ficou em pé na cama, com as pernas abertas, e tirou a calcinha — uma calcinha branca com costura azul e estampa de girassóis pequenos. Ela trouxe a calcinha até meu rosto, colocando a parte de cima no meu nariz.

Malena: — Cheira!

Eu cheirei, mas não senti nada além de um bom perfume. Mas ela pegou e colocou o fundo da calcinha no meu nariz. Estava molhada e, dessa vez, tinha um cheiro diferente. Não era ruim; muito pelo contrário, era fraco, mas dava para diferenciar. Aquilo fez meu pau se mexer ainda mais; parecia que aquele cheiro tinha um efeito direto nele, um aroma almiscarado e doce que invadia minhas narinas, fazendo meu corpo inteiro formigar de desejo inesperado.

Malena: — Agora vamos ver o que você tem negligenciado por tanto tempo!

Malena abaixou minha calça junto com a cueca. Logo meu pau saltou livre, batendo na minha barriga. Meu pau tinha 16cm e era bem grosso. Malena me deu um sorriso e não falou nada, só o pegou na mão e praticamente abocanhou meu pênis!!!!

A sensação foi incrivelmente avassaladora. Era diferente de bater punheta enquanto era penetrado. A boca quente dela, a língua passando pela cabeça, a forma como me olhava faminta... agora era o inverso: eu estava recebendo aquele prazer e não o proporcionando! Sua língua rodopiava devagar na glande, lambendo o pré-gozo que escorria, enquanto sua mão apertava a base com firmeza, fazendo as veias pulsarem. Ela alternava entre sucções profundas, engolindo quase todo o comprimento até sentir a garganta apertar, e lambidas leves nas bolas, chupando uma de cada vez com um pop molhado que ecoava no quarto.

Não tinha nem um minuto com ela ali e eu já estava prestes a gozar. Eu avisei, mas foi como nada; ela nem me olhou. Continuou a mamar de forma agressiva e frenética. Logo avisei que iria gozar, mas ela não parou, e eu gozei muito forte na boca dela. Já fazia um tempo que eu não gozava assim. Ela logo engoliu, mas ainda escorreu um pouco pelo canto daquela boca linda, o jato quente explodindo na sua língua enquanto meu corpo convulsionava, ondas de prazer irradiando da minha virilha até os dedos dos pés.

Ela veio e começou a me beijar, compartilhando o restinho da minha porra, e foi muito incrível. O gosto salgado misturado ao dela na minha boca, nossas línguas dançando em um beijo pegajoso e faminto.

Malena: — Não pense que acabou, kkkk.

Agora ela tinha voltado a ser aquela Malena de antes, mais calma e menos intensa. Fazia carinho no meu rosto enquanto me beijava.

Malena: — Você não é o melhor pau que já tive, mas com certeza tá no Top 3. E acredite, isso é muito, kkkkkk.

Malena não tinha vergonha de demonstrar que era muito vivida sexualmente.

Malena: — Eu quero ser a primeira. Quero você dentro de mim agora!

Alberto: — Mas eu acabei de...

Malena: — Eu sei um jeito de ativar esse menino de novo rapidinho, kkkk. E com você isso é bem mais simples. Você me disse que ia em uma boate gay, mas estava fechada. Você se preparou?

Ela estava se referindo a se eu tinha feito todo o preparo (a chuca) para sexo anal. E sim, eu tinha feito; na esperança de rolar algo, tinha que estar preparado!

Alberto: — Sim!

Ela deu um sorriso e foi para o meio das minhas pernas. Levantou-as e começou a beijar a entrada do meu cu, passando a língua e deixando bem babado. Começou a passar o dedo em volta sem penetrar, enfiando só a pontinha na entrada e tirando, circulando devagar e pressionando levemente, fazendo meu corpo se contorcer com o formigamento familiar e excitante.

Enquanto fazia isso, já foi voltando a me chupar. Meu pau começou a endurecer lentamente. Ela deu uma breve parada na mamada, botou dois dedos na boca, babando-os todos, e deixou a saliva cair dos dedos para a minha rola, me olhando... Aquela mulher estava me destruindo. A saliva quente escorrendo pela minha pele, misturando-se ao resquício de gozo anterior, enquanto seus olhos travessos me desafiavam.

Voltou a chupar e, com os dois dedos, foi pressionando a entrada do meu cu, que não ofereceu resistência. Ela com certeza não era inexperiente nisso. Logo enfiou os dois dedos até o talo e começou um vai e vem, curvando-os para dentro e acertando aquele ponto sensível que me fazia gemer alto, ondas de prazer subindo pela minha espinha enquanto sua boca engolia meu pau inteiro, sincronizando os movimentos para me levar à loucura.

Meu pau já estava completamente duro na boca dela de novo. Ela então tirou os dedos do meu cu e os colocou na minha boca, fazendo eu chupar o gosto do meu próprio corpo, salgado e íntimo, enquanto vinha por cima de mim, posicionando meu pau na reta daquela bucetinha rosada e molhada. Dava para sentir o quão quente estava mesmo antes de penetrar, o calor úmido pulsando contra a cabeça da minha rola.

Malena: — Aaaaah!!!

Ela soltou um gemido safado quando metade da rola adentrou nela. Eu segurei os braços dela com força, marcando-os, e gemi também. A sensação era frenética, meu coração batia muito rápido. Eu começava a sentir aquela buceta apertando em torno do meu pau, as paredes quentes e escorregadias se ajustando perfeitamente, como um abraço molhado e pulsante que me sugava para dentro. Logo ela desceu tudo, mostrando que aguentava rola como ninguém. Começou a subir e descer com as mãos apoiadas no meu peito, jogando a cabeça para trás e gemendo gostoso, rebolando os quadris em círculos lentos para sentir cada centímetro, sua bunda batendo contra minhas coxas com um som ritmado e erótico.

Aquela foda já estava me levando ao limite de novo, e ela não parava, rebolando de leve toda vez que subia e chegava na ponta da rola, apertando os músculos internos para me massagear de dentro, enviando choques de prazer que faziam minhas bolas se contraírem. Eu a virei de lado por um momento, impulsionando de baixo para cima, sentindo seus peitos balançarem contra meu peito, mas ela logo reassumiu o controle, montando mais rápido, alternando entre quicadas profundas e reboladas lentas que roçavam seu clitóris na base do meu pau. Eu não sabia se toda foda com mulher era assim, mas de uma coisa eu sabia: Malena era a melhor foda que eu já tinha tido em toda a minha vida. Não passou tanto tempo e eu já estava pronto para gozar de novo, o que, pensando hoje... me envergonha um pouco, kkkk.

Mas tudo aquilo era novo para mim. Avisei que estava quase no limite. Ela prestou mais atenção em mim dessa vez e saiu de cima, mas não para respirar; logo voltou a me chupar no mesmo momento, sem me deixar descansar. Ela sugava minha alma, literalmente!!! Quando eu estava gozando, ela colocou a boca na cabeça da minha rola e deu um chupão, sugando forte enquanto sua mão bombeava a base, fazendo o gozo jorrar em pulsos quentes que enchiam sua boca, meu corpo tremendo inteiro, a visão borrando com o êxtase avassalador.

Era incrível. Malena se deitou ao meu lado e me beijava com muito carinho...

Malena: — Eu amei ser sua primeira... Não sei o que você vai fazer a partir deste momento, já que percebi que curtiu bastante, mas você tem uma amiga que vai entender qualquer decisão sua e estará ao seu lado para te ajudar, mesmo que à distância. Claro, se você quiser, né? Kkkkk.

Eu olhei para ela e sorri... Para bancar o durão? Não, kkkk. Era porque eu só tinha forças para isso.

Essa não foi a última aventura que vivi com Malena. Nossa "amizade" passou por um baque meses depois, mas talvez isso seja papo para outro conto, caso vocês queiram, né... kkkkkk. Até logo, pessoal!

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