Fantasiamos com outro, e a Lisiane decidiu provar. (3)

Um conto erótico de Gardel (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 3615 palavras
Data: 22/02/2026 15:09:12
Última revisão: 22/02/2026 16:34:07

Parte 3.

Sandino abraçou a Lisiane, puxando-a contra seu peito e eles além de se beijarem intensamente, se acariciavam com muita entrega. Vi minha esposa mergulhar os dedos sob o cabelo, com a mão na nuca do Sandino e o puxar para poder beijar com força. Ele por sua vez acariciava as costas nuas dela, com uma das mãos, e com a outra, apalpava o seio sob o vestido. Eu fiquei literalmente sem ar, e se eu não fosse um homem maduro e bastante equilibrado, teria pulado sobre eles, e os separado com força e brutalidade. Não dá para descrever o impacto emocional que é ver um outro homem tomando posse do corpo de sua esposa, na sua frente. Mas o tesão também toma conta.

O que me ajudou a me conter, foi que eu sabia e percebia que a Lisiane estava completamente animada com aquilo e se entregava sem restrição. Perceber o tesão dela criou uma onda de excitação em mim, pela certeza de que a minha mulher desejava aquilo e não queria que eu interferisse.

Me segurei, assistindo, por quase um minuto. Até que a Lisiane parou de beijar o Sandino, e virando-se para mim, perguntou:

— Tudo bem, amor?

— Eu não tinha voz para falar. Meu ar entrava nos pulmões e parecia não querer sair. Mas a minha excitação era a causa daquele estado. Demorou uns cinco segundos para eu fazer que sim com a cabeça, e balbuciei um “sim” meio fraco, quase inaudível.

Isso fez com que a Lisiane realmente prestasse mais atenção em mim, e o Sandino também me olhava, apreensivo.

Fiz um esforço e consegui falar:

— Tudo bem. Só foi uma emoção muito forte, que me travou o ar nos pulmões.

O Sandino perguntou:

— É mesmo a primeira vez?

— Sim, claro que sim, disse a Lisiane.

— Nunca fizemos nada isso. – Eu completei.

Sandino se explicou:

— Vocês estavam tão à vontade, falando com tamanho desprendimento, que eu imaginei que você já fosse corno dela antes, e com mais experiência.

Eu respondi:

— Nunca, nunca fizemos nada.

Ele perguntou:

— Mas, você sente vontade? Está com tesão? Que ver a sua esposa comigo?

Eu percebi que as perguntas dele, eram reflexo de sua preocupação em não provocar algo danoso, e não fazer com que aquilo causasse uma comoção. O amante de casadas, experiente, estava preocupado em não estragar o clima. Tentei explicar:

— Eu fantasiei com a Lisiane, ela dando para outro, vendo vídeos de sexo, e ficamos muito excitados, e curiosos. A vontade dela me despertou um tesão louco. Mas, ver acontecer diante dos olhos, mexe bastante...

A Lisiane, preocupada, perguntou:

— Mas, está com tesão, amor? Podemos continuar? Você está disposto a ser corno? É isso que ele quer saber, meu amor.

Eu estava com tesão, chegava a tremer, como se tivesse febre, e meu pau duro latejava. Eu disse:

— Nossa! Estou com febre de tanto tesão. E vocês nem começaram direito e já fiquei maluco.

O Sandino respirou mais aliviado ao me ouvir, e falou:

— Olha, na primeira vez, o corno pode se excitar muito, mas pode também sentir muito ciúme e ficar revoltado, ou deprimido. Por favor, vou avançar, e vocês vão me dizendo se está bom. Não quero estragar uma coisa que está tão gostosa e excitante.

A Lisiane tentou tranquilizá-lo:

— Tudo bem, sei que o Gardel tem muito tesão de me ver com outro. Ele quer isso. Vai ficar muito tarado, pode acreditar.

O Sandino perguntou:

— E você, está cheia de tesão? Quer ser inteiramente minha nesta noite, na frente do corno?

Eu vi que ele experimentava excitar a ela e por extensão a mim. E já assumia me chamar de corno, que é uma forma de ocupar o posto do comedor, que domina a fêmea e o casal. Eu sabia daquilo, por ter lido vários relatos, sobre a primeira vez de muitos casais, e as reações dos maridos e das esposas. A Lisiane beijou novamente o Sandino e depois disse:

— Estou com muito tesão! Hoje eu sou sua, inteiramente, me ajude a viver essa entrega, pois fiquei alucinada de vontade, desde ontem. Quero muito foder com você.

O Sandino estava apertando os seios dela, soltando o laço das alças do vestido, atrás da nuca, e falou:

— Você é uma loucura alucinante, e eu vou transformar você numa esposa safada, bem devassa, louca para gozar com outro, na frente do seu marido corno. Vamos deixar o safado com muito tesão também. Você quer?

Em seguida, ele desnudou os seios da Lisiane e passou a acariciar e beijar os mamilos arrancando gemidos e suspiros da minha mulher. Lisiane ofegante falou:

— Eu quero! Quero muito… que gostoso!

Ele chupava os seios dela e a Lisiane já procurava com uma das mãos, apalpar o pau do Sandino ainda dentro das calças.

Ouvi o safado falando para ela:

— Você vai ser uma esposa muito safada, bem putinha, e eu vou fazer você gozar como nunca gozou na vida. Você quer?

— Sim, ahhh, eu quero. – Disse a Lisiane num gemido de prazer, com a chupada no seio.

Lisiane adora ser chupada nos seios, e muita vezes eu a fiz gozar somente assim.

O Sandino estava provocando, e pediu:

— Então fala, diz o que quer. Vai ser minha putinha?

Ela suspirava com as chupadas, e respondeu:

— Vou! Quero gozar muito com você.

— Fala que vai ser minha putinha hoje. – Ele pediu.

Lisiane hesitou um pouco, gemendo, talvez em dúvida de dizer aquilo. O Sandino insistiu:

— Fala, sua tesuda! Está louca para dar para o seu novo macho, na frente do corno, então, vai ser a minha putinha. Assume. Quero ouvir você falar, isso me dá tesão, e o corno também fica tarado de ver a esposa virar putinha do comedor.

Lisiane não resistiu mais e disse:

— Vou ser a sua putinha, hoje, vou dar na frente do meu corno.

Nossa, eu pensava que não era possível ficar mais tarado, mas naquele momento eu tinha a sensação de estar assistindo ao vídeo que eu tinha visto com a Lisiane, e estava quase gozando só de ver e ouvir os dois ali na minha frente.

Para não gozar, eu tive a ideia de pegar o meu telefone, e começar a gravar. Foi automático. O Sandino me viu com o telefone na mão, e falou:

— O corno está gravando. Vai guardar as imagens do dia que a sua esposa vira putinha do novo macho.

A Lisiane me deu uma olhada, mas ela estava tão tomada pela volúpia que não disse quase nada, apenas gemeu:

— Que loucura… Filma sim, meu corno, que eu quero ver depois.

Nesse momento o Sandino se levantou do sofá e fez com que a Lisiane ficasse de pé diante dele. Ele deixou que o vestido dela caísse ao chão, e foi quando eu vi que ela não usava calcinha. Estava completamente nua ali, diante do Sandino que a admirava como se visse uma miragem. O Sandino exclamou:

— Que safadinha, sem calcinha sem nada... Uma delícia.

Ela gostou de ouvir, e respondeu:

— Gostou? Fiz morrendo de tesão, sabendo que ia provocar.

Eu percebi que tanto pelo efeito da bebida, como pela excitação de estar realizando aquela fantasia, a Lisiane estava cada vez mais solta e atirada.

Eu também exclamei:

— Que safada mesmo!

Ela se virou para mim:

— Se é para ser safada, e virar a putinha do Sandino, eu vou pras cabeças, meu amor, agora, sai de baixo, e se você queria ser meu corno, vai ser, completamente. Agora aguente, que eu estou sem freio e sem juízo. E louca para ser a putinha do meu macho!

Eu ouvia minha esposa falando daquele jeito, e ao mesmo tempo em que me excitava só de ver sua extroversão, também me preocupava um pouco com a possível escalada daquelas atitudes dela. Me preocupava, eles fazerem algo que me desagradasse profundamente, e eu teria uma reversão do tesão. Mas, decidi ficar firme e apenas disse:

— Estou admirado. Se soltou mesmo.

— Agora aguente, meu corno. Eu estou devassa! – Ela gemeu.

O Sandino já passava a mão no corpo dela, na bunda, no meio das coxas, beijando os seios, chupando, beijando o pescoço, deixando a Lisiane cada vez mais ofegante. Até que ele a colocou sentada no sofá, e se ajoelhou na frente dela, entre as pernas abertas e foi beijando nos joelhos, nas coxas, até chegar na virilha. Lisiane soltou um gemido prolongado e erguendo um pouco as pernas, apoiando a ponta dos dedos dos pés no chão, se abriu para que ele a chupasse na bocetinha. Ela exclamou:

— Ah… safado, chupa… como eu gosto disso!

Foi quando eu vi que a Lisiane estava completamente depilada, havia retirado aquele filete de pentelhos aparadinhos que ficava no púbis, na vertical, até perto do começo da xoxota. Ela realmente estava decidida a embarcar completamente na mesma fantasia que tivemos ao ver os vídeos.

Sandino lambia e dava beijinhos na bocetinha dela, que uivava de prazer. E ele sabia o que estava fazendo pois quando começou a chupar a boceta a Lisiane soltou um grande gemido: “Arrrgghhhh...

Depois ela pediu:

— Isso, meu macho, chupa gostoso! Que delíiiciaaa!

Em um minuto de chapadas eu vi que a Lisiane estava entrando em orgasmo. Virava os olhos, batia a cabeça de um lado pro outro, gemia, se tremendo inteira. E exclamou:.

— Ah… que loucura, estou gozando… gozandooooo!

Foi o primeiro orgasmo, e eu já estava quase entrando em pane, pois o enorme tesão de ver aquela nossa fantasia acontecer ao vivo, na minha frente, também se equiparava ao impacto emocional de ver que ela havia dado o passo que não tinha mais volta. Tudo indicava que ela ia dar para o Sandino, tudo que ele quisesse.

Sandino a beijou na boca, e falou:

— Gostei da sua bocetinha minha putinha tesuda. Estou louco para penetrar nela.

Quando a Lisiane estava começando a respirar mais compassadamente, meio minuto após o orgasmo, ele se ergueu, e pediu:

— Agora é a minha vez. Vem… Mama na minha pica.

Lisiane se inclinou para frente, sentada no sofá, e soltou o cinto da bermuda do Sandino, abriu o zíper, revelando uma cueca cinza chumbo com a marca Calvin Klein visível no elástico. Ela despiu a bermuda e o pau duro do Sandino estava ali, fazendo um grosso volume cilíndrico que ia da virilha até a lateral direita da cueca. A Lisiane deu uma cheirada na virilha dele e exclamou:

— Adoro esse cheiro de macho com tesão!

Ela não esperou mais nada e abaixou logo a cueca, liberando a rola grande e grossa do Sandino. Na mesma hora ela pegou com a mão esquerda, deu um beijinho na cabeça rombuda da pica, e me olhou, com expressão de tarada:

— Aiii, que delícia isto, olha só, amor. Que pau lindo!

Eu gravava a cena com o telefone e não respondi, mas o Sandino falou:

— Então, mostra pro seu corno como você gosta de fazer na pica do seu macho.

Lisiane estava decidida. Lambeu o pau dele, com vontade, passou a língua em torno da cabeça, depois tentou colocar na boca, mas era grande. Ficou chupando só a cabeça por uns segundos, olhando para ele, tomada pelo desejo. Eu registrei aquela cena, tremendo inteiro. A vontade era de bater uma punheta. Mas sabia que gozaria logo, se fizesse. Continuei filmando, e vi como minha esposa se dedicava, procurando provocar o máximo de prazer para o seu comedor. O Sandino exclamou:

— Que delícia, putinha! Assim que eu gosto! Mama na pica do seu no macho. Mostra para o seu corno, como você está tesuda!

Lisiane chupava e lambia com vontade e aos poucos foi enfiando a boca naquela rola grande e grossa, que a obrigava a abrir bem a boca. Algumas vezes ela olhava para mim, mas continuava a chupar, e depois olhava para ele, que gemia. Outras vezes o Sandino retirava a pica da boca e batia com ela no rosto de minha esposa, falando:

— Gosta de rola grande? Gostou da rola do seu novo macho?

Ela respondia sem timidez:

— Uma delícia. Adorei essa pica grande. Eu nunca provei outra, esta é a segunda rola que eu conheço. Estou encantada.

— Agora é sua, putinha. Diz o que você quer com essa pica. – Ele provocou.

— Quero gozar gostoso, quero sentir essa pica entrando na minha bocetinha. Desde ontem que eu estou louca de vontade. – Respondeu a Lisiane.

O Sandino deixou que ela chupasse e lambesse, babando, enfiando a pica até em sua garganta, e se engasgando. Eu continuei filmando, tarado, mas sem me concentrar muito na filmagem, pois a cena era muito excitante. Era como se a minha esposa tivesse incorporado aquela mulher do vídeo de sexo e se entregava completamente.

Até que o Sandino percebeu que, se a deixasse continuar a mamar na rola, iria acabar gozando. Então, dando umas pancadas com a pica no rosto da Lisiane, disse:

— Agora você vai dar gostoso para o seu macho.

Ele a colocou meio deitada no sofá, encostada no meu colo. E se ajoelhou no meio das coxas, com o pau empinado. Me lembrei da camisinha, mas esperei para ver se a Lisiane se tocava. O Sandino pegou o pau duro e bateu na testa da bocetinha, arrancando um gemido da minha esposa. Ela, ofegante, me olhou de lado, e falou:

— Ah, amor, que tesão que eu estou! Vou dar para ele bem juntinho de você. Fala que você está gostando. Me ajudando a ser bem putinha.

Eu respirei fundo. Estava a ponto de gozar. Consegui murmurar:

— Estou maluco de tesão! Nunca pensei sentir isso...

O Sandino ouvindo aquilo, falou:

— O corno está delirando de ver a putinha louca para ser fodida pelo comedor. Fala, corno, o que você quer? Quer me ver fodendo essa safada?

Eu estava travado, a garganta meio bloqueada de emoção. Demorei para reagir. Vi o Sandino batendo com o pau na bocetinha depilada da minha esposa. Aquilo era de enlouquecer de tesão. A Lisiane pediu:

— Fala, amor. Quero ouvi também. Diz para ele que você quer que ele me foda gostoso, com esse pau enorme, me faça gozar muito nesse cacete.

Consegui gemer, e articular:

— Ahhh, caralho, que tesão! Quero sim, quero ver você fodendo a Lisiane bem gostoso. Quero ver a safada gozando nesse seu pau grande.

Conforme eu conseguia dizer, assumir, parece que o tesão ficava mais solto, menos travado, e fui perdendo a vergonha. A Lisiane pedia:

— Vem, tesudo, meu macho gostoso, vem meter na minha bocetinha, vem! Meu corno também está cheio de tesão para ver isso.

Foi quando eu consegui dizer:

— A camisinha… não esquece a camisinha!

O Sandino falou:

— Estou são, estou limpo, faço exames regulares. Sou obrigado a isso. Posso garantir.

A Lisiane pediu:

— Mete, mete sem, eu quero sentir essa pica na minha boceta. Sem nada para atrapalhar.

Eu fiquei calado. Sem reação. O tesão tirava qualquer capacidade de pensar com um mínimo de juízo. Deixei rolar.

O Sandino ficou brincando de passar a cabeça da pica na rachinha, que soltava uma baba incolor toda viscosa. Eu vi que a pica era mesmo grande perto da bocetinha dela. Exclamei:

— Caralho, amor, essa rola é enorme, vai arregaçar você...

A safada da minha mulher, gemendo, tarada perguntou:

— Você quer, meu corno? Quer que ele me arregace? Ver a sua esposa virar putinha na rola grossa do macho comedor?

Em vez de responder, perguntei:

— Você quer mesmo fazer assim? Sem nada?

— Eu quero sim, amor, sentir esse pau tesudo me invadindo. Você quer ver? Fala amor, tem tesão de ver sua esposa bem putinha? Eu quero ouvir você dizer. – Ela respondeu.

O Sandino forçava um pouco, punha a cabeça da pica na entrada, ouvia a Lisiane gemer, e retirava. Minha esposa implorava:

— Mete, safado! Come a minha boceta! Vai... me fode! Estou louca para dar para você... Seu safado gostoso, de pica grande.

O Sandino deu até uma risadinha, e ofegante, falou:

— Olha aí, que delícia! A putinha louca para dar, na frente do corno. Está gostando corninho? Sente tesão em ver e ouvir isso dela?

Eu já estava com tanto tesão de ver aquilo, como a minha esposa estava louca em dar para ele, que meu pau chegava a babar, de tão tarado. Eu confirmei:

— Nossa! Nunca pensei que desse tanto tesão!

Ele então disse para a Lisiane:

— Pede para o seu corno, faz ele mandar eu foder você, putinha. Quero ouvir ele pedindo também!

— Vai, amor, pede logo, corninho, pede para ele foder a putinha! Diz para ele me comer que eu estou louca de vontade!

Eu estava envolvido naquela foda até na raiz dos meus pentelhos. Não segurei e disse:

— Vai, Sandino, fode essa safada! A putinha está louca para dar essa boceta.

Sandino pegou nos quadris da Lisiane e foi empurrando a pica, que foi escorregando apertada, para dentro da boceta. Ouvi a Lisiane gemer pedindo:

— Vai caralho, que rola é essa! Está me arrombando!

O Sandino exclamou:

— Você pediu, vai ter. Vou atolar essa bocetinha. Vai ficar arrochada na minha pica.

Conforme ele ia enfiando a pica, lentamente, e recuava um pouco, a Lisiane suspirava, e gemia, com tesão. Ela rebolava. Quando eu reparei, já tinha metade da piroca dentro dela. Minha esposa ofegante suspirava:

— Ah... que delícia! Que tesão... Isso, mete, mete tudo na minha bocetinha. Eu quero ser atolada nessa piroca tesuda!

O Sandino me provocou:

— Está vendo, corninho? Como a safada gosta de uma rola grossa! Estava precisando.

Eu já estava envolvido naquela loucura tesuda:

— Eu sempre soube que ela gostava! Faltava ter coragem de experimentar.

— Agora, ela vai viciar, corninho. Se prepara que essa putinha vai ficar cada dia mais safada e louca por gozar muito na minha rola.

Ele já estava metendo mais firme e o pau foi se afundando, até entrar inteiro. Ele disse:

— Olha só, aguentou a piroca inteira!

— Ah, me afundou o útero, seu safado! Que coisa mais tesuda! Me fode, me fode agora, que eu quero gozar muito. – Exclamou a Lisiane.

Sandino passou a meter com ritmo, ia fundo, esperava, retirava, metia de novo. A Lisiane ofegava a cada enterrada, e suspirava quando a pica recuava. Eu vi que ela estava tremendo inteira, e ia gozar novamente. Lisiane começou a gemer e rebolar, e o Sandino exclamou:

— Isso, rebola, se entrega, putinha! Agora sim, vai gozar muito gostoso na pica do seu macho.

Eu estava tão tarado, que chegava a ter calafrios que me agitavam o corpo. Na minha mão, o telefone continuava gravando aquela cena. Mas eu estava quase como um zumbi, admirado ao ver a primeira vez que a minha esposa estava fazendo sexo com outro macho, bem-dotado, e experiente. A sensação era incrível, muito provocante. Meu pau soltava umas gotas de pré-gozo, e eu não tinha controle sobre aquilo.

Até que a minha esposa começou a gemer em voz alta, exclamando:

— Ahhh, isso! Fode! Fode gostoso! Como é bom! Estou gozando no seu pau, meu macho tesudo! Goza comigo, goza na sua putinha… Ahhh me enche de porra, meu macho, eu não aguento mais de tesão!

Ao ver minha esposa em êxtase total, estremecendo e rebolando com o pau do Sandino atolado até o saco na bocetinha dela, eu não consegui segurar meu próprio orgasmo, e senti também meu pau gozando, sem sequer tocar nele. Exclamei:

— Ah, caralho! Acabei gozando também, só de ver e ouvir essa gozada!

Sentia minha bermuda toda melada por dentro. Eu ainda fiquei filmando um pouco a Lisiane se rebolando, toda extasiada na pica do Sandino, e depois desliguei a câmera, ficando meio largado no sofá, com minha esposa recostada sobre o meu colo. E o Sandino retirou o pau dela, ainda duro, todo melado.

Houve um momento de pausa nas nossas ações, só se ouvia a música tocando, e nossa respiração ofegante. O Sandino chegou perto do rosto dela e deu o pau para ela lamber e chupar. Lisiane fez aquilo com prazer, sugando a cabeça e murmurando:

— Nossa! Que pau maravilhoso! Que delícia!

O Sandino se afastou e ela se virou para mim, ficou de joelhos no sofá, de bunda para o Sandino. Me deu um abraço e me beijou, dizendo a seguir:

— Pronto, corninho, agora sim, você já sabe a putinha que tem em casa! Estou muito tarada amor, não quero mais parar de foder com esse tesudo do meu novo macho. Você vai ser meu corno mais tesudo.

Na mesma hora, o Sandino pegou-a por trás e encaixou a rola na boceta. Ela ofegou e pediu:

— Mete, mete de novo, meu macho tesudo! Meu marido agora já sabe como é ser corno. Você gostou amor?

Eu ainda estava me recuperando, me sentia meio zonzo, o tesão havia dado uma esmaecida, e beijava a Lisiane, sentindo o cheio e o gosto de sexo na boca que me beijava. Mas, não me intimidei, e nem me furtei daquilo. Me recordei na mesma hora, dos contos eróticos que havia lido, onde essa situação é muito referida. É uma sensação de cumplicidade tremenda, como se a esposa estivesse compartilhando com o marido o gosto e o cheiro da pica que a deixou muito tarada.

Peguei o telefone e voltei a gravar. Não deu tempo de dizer nada, pois o Sandino já socava a pica nela por trás, Lisiane de quatro sobre o sofá, me beijando cheia de prazer. Ela sussurrava:

— Ah, corninho, que tesão, que delícia, que pica maravilhosa! Eu amo você, por me deixar fazer isso.

Eu mal tinha gozado, e já estava novamente ficando de pau duro. Ouvindo o Sandino dar tapas na bunda da minha esposa, e chamando de safada putinha, cadelinha no cio.

Todos estávamos tomados novamente pelo tesão.

Continua na parte 4.

Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 429Seguidores: 952Seguindo: 218Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

Foto de perfil de P.G.Wolff

O clima de tesão aumentou, e a esposa está gozando fortemente com o novo macho. Despertou a putinha que estava escondida dentro dela.A noite promete várias horas de sexo selvagem.🌟🌟🌟

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E o que eu costuma dizer. Quando se abre a janela da liberação, muita coisa guardada e reprimida aparece. Mas, a emoção desse momento de início, é mesmo inigualável. Obrigado.

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Foto de perfil de Majases ♠️♥️♠️

Deliciaaa inesquecível da primeira vez de um casal maduro como nós.

Muito excitante e libertador a entrega hedonista e devassa.

Adoramos a narrativa.

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É sempre bom recordar esses momentos das primeiras fodas ao se iniciar no mundo liberal. Obrigado pela leitura e comentário. Abraço e beijo.

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