Capítulo 13: Duas Irmãs, Duas Mentiras e 19 Anos

Um conto erótico de João Vitor
Categoria: Heterossexual
Contém 2650 palavras
Data: 20/02/2026 17:15:08

Outubro chegou ao Rio de Janeiro com aquele mormaço pesado, mas no apartamento da Tijuca, o ar era irrespirável por outros motivos. Fazia apenas alguns meses que eu tinha retornado daquela câmara frigorífica em Curitiba, mas a sensação era de que eu vivia naquela casa há uma eternidade. O João que desembarcou em junho, buscando um recomeço limpo, tinha sido devorado pelo prazer doentio de possuir as próprias irmãs. Minha vida se tornou um jogo de xadrez erótico, onde eu era o único mestre movendo as peças em dois tabuleiros de carne.

A mudança de Ana Beatriz foi o que mais me deixou atordoado. A mulher de gelo, que me tratava com um desprezo arrogante, tinha sido quebrada. Agora, ela me buscava com uma doçura submissa que beirava a adoração. Sempre que estávamos sozinhos, ela me tratava com um carinho quase maternal, ajeitando meu colarinho ou trazendo um café, mas seus olhos verdes carregavam uma promessa de perversão que me fazia latejar instantaneamente.

Em uma tarde de terça, ela me chamou ao quarto com a desculpa de "ajudar com um armário". Assim que a porta foi trancada, a Dra. Ana Beatriz desmoronou. Ela se ajoelhou no chão, segurando minha cintura com uma reverência pecaminosa. — "Eu não aguentava mais esperar, meu dono... eu passei o dia sentindo o cheiro do seu suco na minha boca..." — sussurrou ela, antes de abrir meu zíper e me abocanhar com uma técnica desesperada. Eu a joguei no tapete felpudo e a comi com uma selvageria que misturava carinho e posse. Eu a penetrava com estocadas lentas e profundas, sentindo o calor daquela buceta de advogada me apertar enquanto eu sussurrava no ouvido dela: "Olha pra você, Ana... a general da casa toda aberta pro caçula. Você gosta de ser minha cadela, não gosta?" — "Gosto, João... me fode, meu amor... me rasga com esse pau que eu sou sua!" — ela gemia, com o rosto enterrado no travesseiro para não alertar ninguém, entregando-se a um sexo denso e suado que terminava comigo gozando jatos quentes na garganta dela enquanto ela me abraçava com uma ternura assustadora.

Por outro lado, eu ainda tinha que dar conta da voracidade de Mariana. Com ela, não havia submissão; era uma guerra de corpos e fluidos. Mariana me caçava pela casa com um instinto predatório. Se a Ana me dava carinho, a Mariana me dava fogo e sujeira. Transávamos em cada canto que o risco permitia. Em uma tarde, enquanto a Ana estava no banho, Mariana me prensou contra a pia da cozinha, levantando a saia e me fazendo penetrá-la ali mesmo, entre os pratos. — "Eu sinto que você anda distraído, João... mas eu vou te lembrar quem é que realmente te fode de verdade," — ela sibilava, sentando com força no meu pau, o bumbum imenso batendo com um som úmido contra as minhas coxas. Eu a possuía com uma pressa doentia, sentindo a urgência dela em marcar território. O sexo com a Mariana era barulhento, agressivo, cheio de "me fode, seu moleque safado, me arromba todinha". Eu vivia em um estado de exaustão, precisando gerenciar os cheiros e as marcas para que uma não descobrisse o rastro da outra.

A casa tinha se tornado um campo de batalha. Ana e Mariana não podiam se cruzar sem que uma farpa voasse. As brigas eram constantes, por qualquer motivo idiota, mas o fundo era o instinto de duas fêmeas sentindo o cheiro do mesmo macho. Camila, minha mãe, estava exausta. Ela via as filhas se matarem em discussões vazias e notava o meu isolamento "estudantil". Decidida a acalmar os ânimos, ela decretou o meu aniversário de 19 anos. — "Chega! Essa casa parece um campo de guerra! João, seu aniversário vai ter festa sim. Vamos abrir esse apartamento, música, alegria... eu preciso que vocês voltem a ser uma família de verdade!" — disse ela, sem imaginar que a "alegria" que ela buscava era o que alimentava o caos.

Eu não queria a festa. Sabia que colocar as duas sob o efeito de álcool, no mesmo ambiente e com a presença da Vitória — a morena da faculdade que já despertava o ódio das duas — seria como riscar um fósforo em um galpão de pólvora. Mas a decisão estava tomada. O Dono da República teria que dar o maior show de cinismo da sua vida no dia em que completaria 19 anos, gerenciando o segredo de estar enterrando o pau nas duas irmãs enquanto recebia os parabéns da família.

O dia do meu aniversário de 19 anos amanheceu com o céu azul metálico do Rio, mas o clima dentro do apartamento era de uma calmaria que antecedia o desastre. Camila passou a manhã radiante, decorando a sala e organizando as bebidas, crente de que aquela celebração seria o bálsamo para as feridas da casa. Mal sabia ela que a "união familiar" que buscava estava sendo forjada no fogo do pecado.

À noite, o apartamento na Tijuca fervia. Música alta, o cheiro de salgadinhos e o som de conversas cruzadas preenchiam o espaço. Meus amigos da faculdade chegaram em peso, e com eles, a Vitória. Ela estava simplesmente de tirar o fôlego: um vestido preto justo que desenhava suas curvas e um sorriso que exalava uma pureza que eu já não possuía mais. Quando ela me abraçou e disse "Feliz aniversário, João", senti o peso do mundo nos ombros. O flerte era nítido, as risadas dos amigos davam a entender que éramos o casal da noite, mas eu sentia dois pares de olhos me perfurando as costas como adagas.

Ana Beatriz e Mariana eram dois polos de fúria contida. O ciúme delas pela Vitória era algo doentio. Ana mantinha a postura de anfitriã perfeita, mas seus dedos apertavam a taça de vinho com uma força que quase a quebrava. Mariana, por outro lado, bebia cerveja direto na garrafa, me lançando olhares que prometiam castigo e recompensa em partes iguais.

A maratona de segredos começou quando a festa estava no auge. Ana Beatriz aproveitou o momento em que todos cantavam uma música alta na sala e passou por mim, roçando o corpo de leve. — "O meu quarto está aberto. Quero te dar o seu primeiro presente, meu dono..." — sussurrou ela, com a voz rouca de desejo.

Entrei no quarto dela e ela trancou a porta. Ana não perdeu tempo com preliminares de advogada. Ela levantou a saia lápis e se ajoelhou à minha frente com uma submissão que me enlouquecia. — "Eu passei a noite vendo aquela garotinha te tocar... agora você vai me mostrar de quem você é..." — ela sibilou, antes de me abocanhar com uma técnica agressiva, sugando meu pau com uma fome que me fez morder o lábio para não gritar. Eu a joguei sobre a mesa de mogno, espalhando processos pelo chão, e a possuí com uma selvageria silenciosa. Eu a esfolava com estocadas violentas, sentindo o calor daquela buceta apertada me esmagar enquanto eu sussurrava: "Olha pra você, Ana... dando pro seu irmão enquanto a nossa mãe está lá fora com os convidados. Você é uma safada submissa!" — "Sou, João... sou sua puta! Me fode com força, meu amor!" — ela gemia baixinho, gozando sucessivas vezes antes de eu descarregar jatos quentes na garganta dela. Ela se limpou, ajeitou o coque e saiu com a máscara de gelo intacta.

Eu ainda estava tentando controlar a respiração, sentindo o rastro do calor da Ana Beatriz ainda presente na minha pele, quando, no corredor, Mariana me interceptou. Ela me puxou para o banheiro social com uma força bruta e trancou a porta, os olhos cor de mel brilhando com um ódio possessivo que me fez estremecer.

— "Você acha que eu sou idiota, João?" — ela sibilou, encostando o nariz no meu pescoço e aspirando profundamente. — "Eu sinto esse cheiro... esse perfume doce e feminino impregnado em você. É dela, não é? Daquela sonsa da Vitória!"

O pânico ameaçou subir, mas eu mantive a máscara. Ela sentia o perfume, mas a mente dela, cega pelo ciúme da garota da faculdade, não conseguia processar que o cheiro era, na verdade, da própria irmã que acabara de sair do escritório.

— "Você estava se esfregando naquela garotinha enquanto eu estava aqui, morrendo de vontade de você!" — Mariana rosnou, as mãos trêmulas de raiva. — "Pois agora eu vou te dar um motivo pra esquecer que qualquer outra mulher existe. Eu preparei um presente que você nunca vai esquecer, João... hoje o pirralho vira homem de verdade."

Ela não esperou resposta. Mariana arrancou a calcinha com um rasgo e saltou para cima da pia de mármore, ficando de costas para o espelho. Ela se inclinou para frente, apoiando as mãos na louça gelada e empinando aquele bumbum monumental na minha direção. Foi então que vi o brilho do lubrificante que ela já havia passado estrategicamente.

— "Eu nunca fiz isso direito, João... mas hoje o meu cu é seu presente de aniversário. Me arromba, meu amor. Me marca pra sempre."

O desafio dela foi o gatilho. Aproximei-me, sentindo o calor que emanava daquela fenda apertada e brilhante. Comecei massageando com o polegar, sentindo a resistência da carne que não estava acostumada àquela invasão. Mariana soltou um gemido agudo, a cabeça jogada para trás, vendo pelo espelho a minha ereção latejar pronta para o abate.

— "Para de enrolar... enfia essa porra logo!" — ela sibilou entre dentes.

Mirei no anel apertado e empurrei a cabeça do meu pau com uma pressão firme. Mariana deu um urro abafado, cravando as unhas no mármore enquanto eu vencia a primeira barreira. Entrei milímetro por milímetro, sentindo o aperto absurdo e seco do cu dela esmagar o meu membro. Quando meu pau entrou até o talo, ela esticou o corpo todo, as pernas grossas tremendo sob o impacto.

— "Puta que pariu, Mariana... você tá muito apertada," — rosnei no ouvido dela, segurando-a pelos quadris e começando um movimento rítmico e cruel.

O sexo anal com a Mariana era uma guerra de resistência. Eu a esfolava sem dó, ouvindo o estalo da minha carne contra as nádegas dela ecoar entre os azulejos. A dor dela logo se transformou em uma luxúria primitiva. Ela começou a rebolar contra mim, buscando cada vez mais profundidade.

— "Isso, João! Me rasga! Me fode como a sua putinha! Diz que esse cu é seu!" — ela gritava, o rosto transfigurado de prazer e dor no espelho.

Eu a puxei pelos cabelos, forçando-a a olhar para a própria degradação enquanto eu a socava por trás. A visão era surreal: a pele clara da bunda dela ficando vermelha pelos meus tapas, enquanto meu caralho sumia e aparecia naquele buraco proibido. Eu a virei de frente na pia, com as pernas lá no alto, e continuei o trabalho na frente, alternando entre a buceta ensopada e o cu latejante. O cheiro de sexo e lubrificante era inebriante.

No auge da loucura, eu a joguei de novo de quatro e mirei novamente no alvo preferido da noite. Comecei as estocadas finais, rápidas e profundas, sentindo o cu dela pulsar em volta do meu caralho como se quisesse ordenhar cada gota de mim.

— "Vou descarregar tudo aí dentro, Mariana! Olha bem!"

Disparei jatos quentes e intermináveis de porra diretamente no fundo do cu dela. Mariana urrou, o corpo tendo espasmos violentos enquanto sentia o preenchimento total da minha semente. Quando retirei o pau, vi o meu leite escorrer devagar daquela entrada dilatada e vermelha.

O silêncio voltou, quebrado apenas pela respiração pesada de nós dois e o som da água da torneira que eu abrira para disfarçar a bagunça. Mariana, ainda ofegante e com os olhos nublados pelo orgasmo, deslizou da pia. Toda a fúria anterior se dissipou, dando lugar a uma vulnerabilidade que me pegou de surpresa. Ela me abraçou com uma força desesperada, enterrando o rosto no meu peito suado.

— "Não me deixa, João... por favor," — ela sussurrou, a voz embargada. — "Eu fico maluca só de pensar em outra pessoa te tocando. Eu te amo tanto que chega a doer. Você é a minha vida."

Aquelas palavras, carregadas de um amor proibido e absoluto, pesaram mais do que qualquer culpa. Eu a beijei na testa, sentindo o coração dela bater contra o meu, enquanto a festa continuava lá fora. Eu tinha 19 anos e estava vivendo o paraíso e o inferno simultaneamente, dividindo o meu sêmen e as minhas mentiras entre as duas mulheres que mais deveriam estar protegidas de mim. Eu era o mestre daquela república de pecado, e o banquete estava apenas começando.

Segurei o rosto da Mariana com as mãos, olhando fixamente naqueles olhos cor de mel que ainda brilhavam com o rastro do orgasmo. O peso da declaração dela ecoava nas paredes frias do banheiro, e eu senti que precisava alimentá-la com a mentira que ela queria ouvir para manter o meu império intacto.

— "Ninguém vai tirar o que é seu, Mariana. Relaxa... eu sou o dono da sua vida tanto quanto você é dona da minha," — sussurrei, selando a promessa com um beijo lento e profundo. Ela sorriu, vitoriosa, acreditando que tinha vencido a batalha contra o fantasma da Vitória.

Ajeitei a roupa, lavei o rosto com água gelada para tirar o calor do pecado e saí do banheiro primeiro. Minutos depois, voltei para o centro da sala. A festa continuava em seu auge. O cheiro de cerveja, salgadinhos e perfumes misturados pairava no ar. Encontrei o olhar de Ana Beatriz no canto da sala; ela estava segurando uma taça de vinho, a postura impecável e os lábios perfeitamente pintados, mas o brilho de submissão nos olhos dela, um segredo só nosso, era o meu troféu silencioso.

Vitória se aproximou de mim, rindo, com aquele jeito leve que quase me fazia esquecer o pântano em que eu estava metido.

— "Onde você se meteu, aniversariante? Sumiu por uma eternidade!" — brincou ela, tocando meu braço.

— "Coisas de anfitrião, Vitória... resolvendo problemas domésticos," — respondi, mantendo uma distância segura

Eu via Mariana e Ana me vigiando como leoas em direções opostas. Se eu desse um passo em falso com a Vitória, se eu cedesse ao impulso de beijá-la ali, a festa terminaria em sangue. Evitei qualquer contato mais íntimo, agindo com a cortesia de um "bom moço", enquanto por dentro eu ainda sentia o gosto da Ana e o calor da Mariana.

Chegou a hora dos parabéns. Todos se reuniram ao redor da mesa. Minha mãe, Camila, estava radiante, batendo palmas com um orgulho que me doía na alma. À minha direita, Ana; à esquerda, Mariana. O retrato da família perfeita sob a luz das velas de 19 anos. Apaguei as chamas com um sopro, fazendo um desejo que eu sabia que nenhuma lei divina atenderia: que aquele castelo de cartas não desmoronasse.

Aos poucos, os convidados foram embora. Vitória se despediu com um beijo casto no rosto e uma promessa de nos vermos na aula de segunda. Fechei a porta e o silêncio finalmente tomou conta do apartamento na Tijuca. Minha mãe, exausta e feliz, se recolheu. As irmãs trocaram olhares rápidos comigo — um misto de posse e cansaço — e também foram para seus quartos.

Deitei na minha cama, no escuro, ouvindo apenas o zunido do ventilador de teto. Meu corpo estava exausto, drenado por duas maratonas de sexo selvagem e por uma atuação digna de Oscar. Eu processava cada detalhe daquele jogo duplo. Eu era o calouro de Direito, o orgulho da mãe... mas, acima de tudo, eu era o mentiroso que enterrava o pau nas próprias irmãs sob o mesmo teto.

A vida que eu levava era uma bomba-relógio, uma teia de mentiras tão complexa que eu já não sabia onde terminava o João Vítor e onde começava o monstro que eu criei. Mas, enquanto o sono não vinha, a única coisa que eu conseguia sentir era a adrenalina viciante de saber que, naquela república de pecado, as regras eram minhas. Eu tinha 19 anos, e o meu maior presente de aniversário era o poder absoluto sobre o proibido.

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