Oi, me segue no twitter/X: @zune_blueMeu pai sempre teve seus segredos, mas nunca imaginei que um deles seria tão explícito e perturbador. Tudo começou quando recebi um vídeo no meu celular, enviado por um número desconhecido. Quando abri, vi meu pai, de joelhos, chupando avidamente um pauzão de outro macho. Ele estava sendo filmado, e o cara que ele chupava ria, "Olha só, filhão, seu papai aqui é um verdadeiro baitola, adora uma piroca".
A mensagem que veio junto era uma facada no meu coração: "Seu papai é um viadinho, filhinho, ele gosta mesmo é de rola, não liga pra buceta da sua mãe." Era do homem no vídeo, e ele continuava, "Ele só se satisfaz com macho, com um cacetão dentro dele". Eu fiquei chocado, um misto de nojo e raiva me atravessou, mas ao mesmo tempo, algo me prendeu ao vídeo, me forçando a assistir até o fim.
Os vídeos não pararam por aí. Outros homens começaram a me enviar vídeos similares, cada um mais degradante. Em um deles, meu pai falava diretamente comigo: "Filhão, quero que você veja, eu amo ser puta, ser um boiola pra macho." Ele se humilhava na frente da câmera, "Eu não sou homem de verdade, filhinho, sou um viadinho".
Eu queria desligar, apagar tudo, mas algo me impedia. Era como se eu estivesse preso em um pesadelo do qual não conseguia acordar. Meu pai continuava, "Eu gosto mesmo é de rola, filhão, não da buceta da sua mãe. Eu sou um baitola, sou só um cuzinho pra esses homens." Ele se rebaixava, se humilhava, e fazia questão de que eu visse, confessando uma verdade profunda e obscura.
Em outro vídeo, ele estava sendo fodido, de quatro, enquanto olhava para trás, na direção da câmera, "Eu sou um viado, filhão, um baitola que só se satisfaz com macho, com um pauzão dentro de mim." O homem atrás dele ria, "Ele é um viadão safado, não é, papai? Ele adora ser o boiola desse cacetão."
Minha raiva se misturava com uma tristeza profunda. Eu via o homem que me criou, que me ensinou a ser forte, se desfazer em submissão e prazer, revelando uma identidade que ele escondeu por tanto tempo. "Eu sou um viadinho, filhão, e quero que você saiba, que você veja" ele repetia, como se fosse um mantra, enquanto era usado de todas as formas possíveis.
Apesar do choque, do nojo e da raiva que me consumiam, eu não conseguia parar de assistir. Era como se eu estivesse preso em um ciclo de horror e revelação, cada vídeo me puxando mais fundo na compreensão da verdadeira natureza do meu pai. A humilhação dele se tornava minha, a exposição de sua vida sexual secreta uma ferida aberta na nossa relação. Eu sabia que deveria parar, mas algo me impulsionava a continuar, talvez a necessidade de entender, de aceitar essa parte dele que ele tanto queria que eu visse, mesmo que isso me destruísse por dentro.
Recebi outro vídeo, dessa vez meu papai estava sendo comido, de quatro, com um pauzão dentro do cuzão dele. Ele olhava diretamente para a câmera, com um olhar de prazer e humilhação, e começou a falar os maiores absurdos: "Filhão, olha só, seu papai aqui adora levar no cuzinho, eu sou um baitola que geme como uma puta quando me comem." Ele continuava: "Eu não sou homem, filhão, sou um viadinho que só se satisfaz com um cacetão dentro de mim, arrombando meu cuzinho."
Ele não parava, a cada estocada ele soltava mais absurdos: "Eu gosto de ser um boiola pra esses pauzudos, filhinho, adoro quando me chamam de viado enquanto me fodem. Eu sou uma cachorra no cio, um cuzinho pra ser usado." E continuava: "Seu papai aqui é um branquelo viadinho, filhão, que ama ser humilhado, que adora quando me dizem pra abrir bem o cuzão pra receber tora."
Ele parecia se perder no prazer, mas mantinha o olhar fixo na câmera, "Eu sou um baitola que implora por mais, filhão, eu quero que você veja como eu gosto de levar no cuzinho, como eu sou uma puta louca por cacetão." E entre gemidos, "Eu não presto pra nada, filhão, só sirvo pra ser um boiola doido por pauzão, pra ser fodido no cuzão."
Cada palavra era uma faca no meu coração, mas ele continuava, "Eu sou um cuzão que adora ser arrombado, filhinho, eu sou um viadinho que se sente completo só quando tem um pau dentro de mim." E finalizava, "Eu sou um cuzinho pra macho, filhão, um viado que vive pra isso, pra ser a puta do cacetão."
Eu estava paralisado, assistindo meu pai se humilhar, revelando sua verdadeira natureza de uma maneira tão crua e explícita. A cada frase, ele se rebaixava mais, expondo sua submissão e seu desejo de ser dominado, de ser o boiola, o viadinho para qualquer homem que quisesse usá-lo. E eu, apesar de todo o choque, nojo e raiva, não conseguia parar de assistir.
Nos próximos vídeos que recebi, a situação tomou um rumo ainda mais perturbador. Meu pai, ainda na mesma posição de submissão, falava diretamente para a câmera, "Filhão, você também vai acabar como eu, é de família, é o seu destino." Ele continuava, com um tom de certeza que me gelava o sangue, "Você vai se render ao poder de uma rola grossa e preta, filhinho, vai ver como é bom ser um viadinho como seu papai."
Meu choque foi ainda maior ao ouvir essas palavras. Eu tenho namorada, sou hetero, ou pelo menos, sempre pensei que fosse. Mas ver meu próprio pai, o homem que sempre foi meu exemplo de masculinidade, naquela situação, estava mexendo comigo de maneiras que eu não conseguia compreender.
Ele continuava, "Você vai descobrir, filhão, que ser um boiola, um baitola, é o que realmente te completa. Vai sentir o prazer de ser dominado, de abrir seu cuzinho pra um pauzão preto." Cada palavra era como uma profecia sinistra, uma previsão do meu futuro que eu não queria aceitar.
"Eu sei que você tem namorada, filhinho, mas isso não muda nada. A genética não mente, você é um viadinho em potencial, seu cuzão tá só esperando pra ser arrombado," ele dizia, rindo enquanto era fodido, "Você vai ver, vai acabar amando ser a puta de um cacetão, assim como eu."
Eu estava dividido entre o nojo, a raiva e uma curiosidade mórbida que me fazia continuar assistindo. A ideia de que eu poderia seguir o mesmo caminho, de que meu destino era me tornar um viadinho, um boiola, me assombrava. "Você vai se render, filhão, ao poder de uma piroca que vai te mostrar quem você realmente é" ele finalizava, com um olhar que parecia ver através de mim, como se já soubesse que eu estava começando a questionar minha própria identidade.
Cada vídeo era uma tortura, uma mistura de humilhação e previsão que me deixava sem chão. Meu pai, na sua submissão, estava plantando sementes de dúvida na minha mente, me forçando a encarar uma realidade que eu nunca quis admitir poderia ser minha. E apesar de tudo, eu não conseguia parar de assistir, preso entre o horror da situação e a necessidade de entender o que ele queria dizer com "é de família".
Quando meu pai voltou pra casa, a tensão no ar era palpável. Eu o vi pela primeira vez depois de assistir aqueles vídeos, e ele agia como se nada tivesse acontecido, como o macho alfa de família que sempre foi aos meus olhos. Isso me deixava com uma raiva intensa, uma revolta por ele manter essa fachada de normalidade.
A noite caiu e, durante a madrugada, ele entrou silenciosamente no meu quarto. O ambiente ficou carregado de uma tensão sexual que eu nunca tinha sentido antes. Ele se sentou na beira da minha cama, olhando para mim com um olhar que misturava vergonha e desejo.
— Filhão — ele começou, a voz baixa — eu preciso te dizer, eu sou uma putinha. Eu amo rola, filhinho, eu sou um viadinho, um boiola que adora ser dominado.
Ele continuou, falando coisas ainda mais absurdas do que nos vídeos.
— Eu gosto de ser um boiola pra pauzudões, filhão, de ser usado como uma puta por um cacetão veiudo. Eu sou um cuzão que se abre pra qualquer macho que me queira. — Ele se inclinou mais perto, sussurrando — Eu quero que você saiba, filho, que eu gosto de ser humilhado, de ser chamado de viado enquanto sou fodido. Eu sou um só um cuzinho sempre pronto pra ser arrombado, um branquelo viadinho que vive pra isso.
A cada palavra, eu sentia uma mistura de choque e excitação crescendo dentro de mim. Não consegui segurar meu pau, que ficou duro instantaneamente com a confissão dele. Ele notou, um sorriso malicioso se espalhando pelo seu rosto.
— Vejo que você está gostando, filhão. Talvez você também goste de rola, talvez você também seja um viadinho no fundo — ele provocou, enquanto sua mão se aproximava, roçando suavemente sobre meu pau duro por cima do lençol.
A situação tomou um rumo surreal quando ele puxou o lençol, expondo meu pau ereto.
— Vamos ver, filhão, se você é mesmo um macho alfa ou se você também gosta de ser dominado — ele disse, enquanto começava a me masturbar lentamente.
Eu estava paralisado, a raiva se transformando em uma curiosidade ardente, o choque misturado com um desejo que eu não sabia que existia dentro de mim.
Ele continuou:
— Eu quero te mostrar, filhão, como é ser uma putinha, como é se render ao prazer de uma rola longa, grossa e preta.
E então, ele fez algo que eu nunca esperava: ele se inclinou, aproximou seus lábios da minha virilha e começou a chupar meu pau, olhando para mim com olhos que brilhavam de excitação.
— Isso, filhão, geme como uma puta, deixa o papai te mostrar como é bom ser um viadinho — ele murmurava entre chupadas.
Eu estava perdido em sensações conflitantes, a raiva se dissipando em um mar de prazer enquanto ele me levava ao limite.
— Você vai ver, filhão, vai acabar amando ser o boiola do seu papai — ele disse, antes de me fazer gozar com uma intensidade que eu nunca tinha experimentado.
A tensão sexual que pairava no ar se transformou em uma realidade tangível, uma noite que mudou tudo entre nós, me deixando com mais perguntas do que respostas sobre quem eu realmente era.
No outro dia, acordei com uma sensação estranha, como se a noite anterior fosse um sonho, mas ao olhar para a mesinha de cabeceira, vi que era real. Meu pai tinha deixado um presente para mim: um grande dildo realístico e preto, cheio de veias proeminentes e grandes bolas, que parecia quase vivo em sua detalhada fabricação. Primeiro, senti um nojo profundo ao vê-lo, mas ao mesmo tempo, havia algo irresistível naquele objeto, algo que me puxava para ele.
Passei muito tempo na cama, lutando contra o impulso de tocá-lo, mas a curiosidade e uma sensação de inevitabilidade me venceram. Minhas mãos tremiam enquanto eu o pegava, sentindo o peso e a textura realística. O nojo inicial se misturava com uma excitação que eu não conseguia entender. Lentamente, levei o dildo até minha boca e, com uma mistura de repulsa e fascínio, comecei a chupá-lo. Era uma sensação nova, algo que eu nunca havia feito, e a combinação de nojo e prazer me confundia profundamente.
Eu chupava, sentindo cada veia, cada detalhe, imaginando o que meu pai quis dizer com "é de família". O ato me dava uma sensação de submissão, de estar explorando uma parte de mim que eu sempre neguei. Mas quando tentei usar o dildo no meu cu, o medo e a dor física me pararam. Não consegui ir além da ponta, a sensação era muito intensa, muito dolorosa, e eu me retraí, deixando o dildo de lado.
Não sabia o que estava acontecendo comigo. Estava dividido entre a repulsa por estar seguindo os passos do meu pai, por estar me rendendo a algo que sempre vi como errado, e uma curiosidade ardente, um desejo de entender essa parte de mim que parecia estar emergindo. A presença do dildo no meu quarto era um lembrete constante daquela noite, da confissão do meu pai, e de como minha vida estava sendo virada do avesso.
Eu me olhava no espelho, tentando encontrar respostas no meu reflexo. "O que está acontecendo comigo?" eu me perguntava, enquanto o dildo, ainda visível na minha visão periférica, parecia me chamar de volta. Era como se ele fosse um portal para uma parte de mim que eu estava apenas começando a explorar, uma parte que me assustava tanto quanto me intrigava. E apesar de tudo, eu sabia que não poderia simplesmente ignorar esse presente, essa provocação, essa descoberta de mim mesmo que meu pai, de maneira tão perturbadora, havia iniciado.
Alguns dias se passaram desde aquele momento inicial de descoberta com o dildo. Eu tentava lutar contra o impulso, me convencer de que aquilo era errado, que eu não era como meu pai, mas a cada noite, antes de dormir, eu me via novamente com o dildo na mão. A sensação de chupá-lo enquanto batia punheta se tornava um ritual noturno, algo que eu fazia em segredo, escondido sob as cobertas, onde ninguém poderia ver minha vergonha e meu prazer conflitantes.
Minha relação com minha namorada começou a ficar estranha. Estávamos juntos há mais de um ano, desde os meus 17 anos, mas agora eu me sentia distante, como se estivesse vivendo uma mentira. Quando estávamos juntos, eu não conseguia me concentrar, minha mente divagava para o dildo, para o que eu estava fazendo sozinho no escuro. O sexo com ela, que antes era algo natural e prazeroso, agora parecia uma obrigação, um ato que não me satisfazia como antes. Eu me sentia culpado, como se estivesse traindo não só ela, mas também a imagem que eu tinha de mim mesmo.
Ela notou a mudança, começou a perguntar se algo estava errado, se eu estava infeliz com ela. Eu mentia, dizia que era só o estresse do trabalho, mas sabia que estava me afastando dela, que a distância entre nós crescia a cada noite que eu passava com aquele dildo, explorando partes de mim que eu não entendia.
Cada sessão noturna com o dildo era uma mistura de nojo e prazer, uma luta interna que eu não conseguia vencer. Eu chupava com uma intensidade crescente, imaginando cenários que me deixavam ainda mais confuso, enquanto minha mão trabalhava no meu pau, me levando ao clímax com uma força que o sexo com minha namorada não conseguia mais proporcionar.
Eu sabia que estava me perdendo, que estava me afundando em algo que não compreendia completamente. A vergonha de estar seguindo os passos do meu pai, de estar me tornando algo que eu sempre neguei, era esmagadora, mas o impulso era mais forte. E assim, a cada noite, eu me entregava mais, me distanciando da vida que conhecia, da pessoa que eu pensava ser, enquanto minha namorada, alheia a tudo isso, continuava a tentar me alcançar, sem saber que eu estava em uma jornada de autodescoberta que poderia mudar tudo entre nós.
Uma noite, enquanto eu estava imerso na minha rotina secreta, batendo punheta e chupando o dildo com uma intensidade que eu não conseguia controlar, meu pai entrou no quarto de repente. O som da porta se abrindo me pegou de surpresa, e eu não sabia o que fazer. Tentei rapidamente esconder o dildo debaixo da coberta e negar o que estava acontecendo, gaguejando.
— Eu não sou um viado como você, isso é nojento, você não vale nada!
Mas, para minha surpresa, em vez de raiva ou vergonha, vi um brilho de tesão nos olhos dele. Ele se aproximou, arrancando a coberta de cima de mim com uma força que não deixava espaço para negação. Lá estava eu, exposto, com o dildo ainda brilhando com a minha saliva, um testemunho silencioso do meu desejo secreto. Meu pai, sem hesitar, pegou o dildo e, para meu choque absoluto, o levou à boca, lambendo-o lentamente, saboreando a minha saliva com um prazer visível em seu rosto.
Eu fiquei paralisado, um misto de horror e excitação me atravessando. Meu pau, que tinha amolecido com o susto inicial, voltou a ficar duro ao ver meu pai se deliciar com o que eu tinha deixado no dildo. Ele então me olhou, com um sorriso que misturava malícia e desejo.
— Você já enfiou ele no rabo, filhão? — perguntou, sua voz carregada de uma curiosidade lasciva.
Eu, ainda em choque, respondi a contragosto e em um sussurro.
— Não... é muito grande, dói.
Minha voz tremia, não só pelo medo de ser descoberto, mas pela sensação de vulnerabilidade que me envolvia. Meu pai, vendo minha reação, pareceu ainda mais excitado.
Ele se sentou na beira da cama, ainda segurando o dildo molhado, e começou a passar a ponta dele suavemente pela minha perna, subindo até chegar perto do meu pau duro.
— Você precisa aprender a relaxar, filhão — ele disse, com um tom quase paternal, mas carregado de uma conotação sexual que me deixou ainda mais confuso. — Vamos, deixa eu te mostrar — ele continuou, enquanto eu sentia uma mistura de medo e curiosidade.
Ele então começou a lubrificar o dildo com a própria saliva, passando-o lentamente ao redor da entrada do meu cuzinho, me fazendo estremecer com a sensação.
Cada toque era uma mistura de dor e prazer, algo que eu nunca tinha sentido antes. Meu pai, vendo minha reação, sorriu.
— Vai doer um pouco no começo, mas depois você vai gostar, filhão. É só relaxar.
Ele pressionou a ponta do dildo contra mim, e eu, apesar do medo, senti meu corpo responder, meu pau pulsando com a expectativa do que viria. A sensação era intensa, e eu estava dividido entre querer que ele parasse e uma curiosidade ardente de continuar, de explorar essa nova dimensão de prazer e dor que meu pai estava me introduzindo.
Eu hesitei e me afastei, expulsando ele do meu quarto com uma mistura de raiva e uma confusão que me consumia por dentro. Quando a porta se fechou com um clique suave, olhei para o dildo ainda coberto pela baba do meu pai, e uma sensação estranha, quase hipnótica, me envolveu. Apesar do nojo que senti, havia algo irresistível naquele ato proibido. Não aguentei e, lentamente, levei o dildo à boca, saboreando o sabor da saliva do meu pai. Era repulsivo, mas ao mesmo tempo, havia uma excitação perversa que me dominava, me fazendo chupar com uma intensidade que refletia minha luta interna.
Uma semana depois, minha mãe viajou, deixando eu e meu pai sozinhos em casa. O clima entre nós estava pesado, quase não nos falávamos, a distância entre nós era palpável. Para escapar dessa tensão, eu disse a ele que iria passar alguns dias na casa da minha namorada e fui. Estar com ela foi um alívio; transamos, e o prazer foi intenso, o gozo me trouxe uma sensação de normalidade que eu tanto precisava. Foi gostoso, e por um momento, senti que poderia voltar ao que era antes.
Mas naquela noite, enquanto estava na cama com minha namorada, recebi um vídeo de um número desconhecido. Fazia quase dois meses desde que recebi o primeiro vídeo do meu pai sendo um baitola nojento, e eu pensei que talvez isso tivesse acabado. Me escondi no banheiro para ver o vídeo, com o coração batendo forte de ansiedade e medo.
Quando abri o vídeo, o choque foi imenso. Lá estava meu pai, deitado na minha cama, no meu quarto, com um negão que tinha a maior piroca que eu já vi na vida. A iluminação do quarto era baixa, criando sombras que dançavam sobre os corpos deles, intensificando a cena. O negão, com um corpo musculoso e uma presença dominante, estava completamente nu, sua pele escura brilhando com um leve suor. Meu pai estava de bruços, com as pernas abertas, expondo-se completamente.
O negão começou a penetrar meu pai com uma lentidão torturante, cada movimento era capturado pela câmera com uma clareza que me fazia sentir como se estivesse lá. Meu pai gemia, seus olhos fechados em uma mistura de dor e prazer, enquanto o negão aumentava o ritmo, cada estocada mais profunda, mais intensa. Mas o que mais me deixou perplexo foi quando o negão pegou o dildo que meu pai me deu. Ele não o usou para penetrar, mas para uma humilhação ainda mais profunda.
Com um sorriso cruel, o negão começou a bater no rosto do meu pai com o dildo, cada tapa fazendo a cabeça do meu pai virar para o lado, a saliva espirrando. "Abre a boca, viadinho," ele comandava, e meu pai, obediente, abria, recebendo o dildo molhado em sua boca, chupando-o como se fosse uma ordem divina.
O negão então mudou o foco, passando a bater nas bolas do meu pai com o dildo, cada golpe fazendo meu pai gritar, a dor visível em seu rosto contorcido. "Grita, putinho, deixa teu filhão ouvir" ele dizia, rindo, enquanto continuava o castigo.
A cena era uma mistura de brutalidade e submissão, a câmera captava cada detalhe: o brilho do suor na pele do negão, o tremor nos músculos do meu pai, a umidade do dildo refletindo a luz. Eu queria vomitar, mas uma parte de mim, uma parte que eu tentava negar, estava fascinada, presa naquele momento de dominação e submissão, como se assistisse a um ritual secreto que me chamava para dentro.
Mesmo que uma parte de mim gritasse para eu ficar, para continuar assistindo, eu simplesmente dei uma desculpa esfarrapada para minha namorada e voltei para casa. O caminho de volta foi uma mistura de raiva, confusão e uma necessidade urgente de confrontar meu pai. Cheguei em casa no meio da noite, o silêncio era opressor. Subi as escadas até meu quarto, o coração batendo forte, e ao abrir a porta, encontrei meu pai ainda na cama, sozinho agora, o dildo ao lado dele, ainda molhado.
Ele me viu e não disse nada, apenas me olhou com um misto de vergonha e desafio. Eu estava sem palavras, a imagem do vídeo ainda fresca na minha mente, a sensação da baba dele no dildo ainda em minha boca. A tensão sexual e emocional no quarto era densa, e eu sabia que nossa relação nunca mais seria a mesma.
Sentei do lado dele, o colchão afundando ligeiramente com o meu peso. O ar estava pesado, carregado de uma tensão que parecia física, palpável. O dildo ainda estava ali, ao lado dele, brilhando com a umidade da saliva do meu pai, um testemunho silencioso da nossa complexa dinâmica. Eu não podia mais controlar o impulso que me dominava, peguei o dildo ainda babado, sentindo a textura lisa e ao mesmo tempo realística contra meus dedos. Olhando nos olhos dele, que refletiam uma mistura de surpresa e excitação, levei o dildo à minha boca e comecei a chupá-lo, a sensação da saliva mista nos unindo em um ato silencioso de aceitação.
Respirei fundo, o medo e a curiosidade se entrelaçando dentro de mim, criando uma tempestade de emoções.
— Pai? — eu disse, minha voz tremendo — Me ajuda a colocar tudo dentro de mim?
Foi um pedido que carregava o peso de uma confissão, de uma rendição àquela parte de mim que eu vinha negando.
Ele me olhou por um momento, como se estivesse avaliando a seriedade da minha solicitação, então, sem dizer uma palavra, ele se levantou, pegando o dildo da minha mão com uma delicadeza que contrastava com a brutalidade que eu tinha visto no vídeo.
— Vem cá, filhão — ele disse, sua voz suave, quase paternal, mas com um tom que indicava que estávamos entrando em um novo território.
Ele me guiou para deitar de lado na cama, arrumando travesseiros para me apoiar, garantindo que eu estivesse confortável.
— Relaxa, vai doer um pouco no começo, mas depois você vai gostar. — ele explicou, enquanto lubrificava o dildo com um gel que tirou da cômoda ao lado da cama. A sensação do gel frio contra a minha pele quente me fez estremecer.
Com uma mão, ele afastou minhas pernas gentilmente, expondo meu cuzinho. Eu podia sentir meu coração batendo forte, o medo misturado com uma excitação que eu não sabia que existia dentro de mim. Ele começou a massagear a área ao redor da minha entrada com o dildo lubrificado, seus movimentos circulares e lentos me fazendo relaxar, apesar do nervosismo.
— Respira fundo, filhão — ele instruiu, e eu obedeci, sentindo o dildo pressionar contra mim.
A sensação inicial foi de uma pressão intensa, quase insuportável, mas ele foi paciente, empurrando lentamente, me permitindo me ajustar a cada milímetro que entrava. A dor veio, aguda e penetrante, mas ele parava, me dava tempo, sussurrando palavras de encorajamento.
— Está indo bem, filhão, só mais um pouco — ele disse, enquanto eu sentia o dildo deslizar mais fundo, a dor se transformando em uma sensação de plenitude que eu nunca tinha experimentado.
Ele continuava a me guiar, a me encorajar, até que finalmente, o dildo estava todo dentro, uma sensação que misturava dor com um prazer que eu não sabia que poderia sentir.
Ele manteve o dildo ali por um momento, me deixando me acostumar com a sensação, então começou a movê-lo lentamente para dentro e para fora, cada movimento me enviando ondas de sensações conflitantes. Eu gemia, não só de dor, mas de um prazer que me surpreendia, enquanto olhava para ele, procurando em seus olhos uma confirmação de que estava tudo bem, de que eu não estava sozinho nessa loucura.
E ali, naquele momento, com meu pai me ajudando a explorar essa nova dimensão de mim mesmo, eu senti uma conexão profunda, uma aceitação mútua que transcendeu a vergonha e o nojo, transformando-se em algo mais complexo, mais íntimo.
A dor era intensa, quase insuportável no início, mas conforme o tempo passava, algo começou a mudar dentro de mim. Eu comecei a gemer, não só de dor, mas de um prazer que emergia das profundezas da minha submissão. Meu pai, percebendo essa mudança, começou a usar as mesmas humilhações que eu tinha visto nos vídeos, mas agora direcionadas a mim.
— Você gosta disso, não é, filhinho? Gosta de ser fodido como uma putinha? — ele disse, sua voz carregada de um tom de dominação que me fazia estremecer.
Enquanto ele movia o dildo dentro de mim, ele continuava
— Olha só pra você, todo machão, mas agora tá gemendo igual um boiola enquanto recebe um pauzão no cuzinho.
Suas palavras eram como chicotadas, mas cada uma delas parecia intensificar o tesão que começava a dominar meu corpo.
Ele estava duro, eu podia ver através do tecido fino da sua cueca, a excitação evidente em sua ereção pulsante. Ele se inclinou mais perto, o dildo ainda dentro de mim, e sua saliva começou a escorrer pelo canto da boca enquanto ele continuava sua humilhação.
— Você é um viadinho igualzinho ao papai, filhão. Um cuzão que adora ser arrombado. — ele disse, rindo enquanto eu me contorcia, a sensação do dildo agora misturada com um prazer que eu não podia negar.
Com o passar dos minutos, o tesão tomou conta do meu corpo, transformando a dor em um combustível para um desejo que eu nunca soube que existia. Eu comecei a me auto-humilhar, as palavras saindo da minha boca como se fossem arrancadas de mim pela intensidade do momento.
— Sim, pai, eu sou um viadinho, um cuzão pra ser fodido — eu gemia, a vergonha se misturando com o prazer de forma indissolúvel.
— Você é uma puta sedenta por pau, filhão, um baitola que geme com dildo preto atolado no cu — ele continuava, cada palavra me empurrando mais fundo naquele abismo de submissão.
— Abre mais esse cuzinho, deixa eu te mostrar como é ser uma verdadeira putinha — ele comandava, enquanto aumentava o ritmo, o dildo deslizando dentro de mim com uma facilidade que me surpreendia.
Eu, perdido no prazer e na humilhação, continuava.
— Eu sou só um cuzinho, pai, um pedaço de carne, um viadinho que ama ser humilhado.
Minha voz era um misto de súplica e confissão, cada palavra me libertando de uma parte da vergonha que eu sentia, mas também me prendendo mais profundamente nesse novo papel que eu estava descobrindo.
Meu pai, vendo minha rendição completa, sorriu.
— Isso, filhão, geme, implora por mais. Você não é mais aquele machão, agora você é só a putinha do papai.
E eu, sem poder me conter, implorei.
— Por favor, pai, mais, me humilha mais, me transforma no seu boiola.
O tesão era agora uma força dominante, me levando a um clímax que eu sabia que seria diferente de tudo que eu já tinha experimentado, uma mistura de dor, prazer e uma humilhação que eu agora abraçava com um fervor que me assustava e excitava ao mesmo tempo.
Gozei com o dildo enfiado no cu, uma explosão de prazer que me atravessou como um relâmpago, nunca gozei tanto e nunca senti tanto prazer na vida. Foi uma sensação avassaladora, que me deixou sem fôlego, meu corpo tremendo com a intensidade do orgasmo.
Mas após o clímax, uma onda de vergonha me envolveu, e eu pedi para ele sair do meu quarto, incapaz de olhar na cara dele, a mistura de emoções me deixando confuso e vulnerável.
Se passaram alguns dias, e eu não conseguia parar de ruminar sobre o que havia acontecido. Tentei me sentir seguro com minha namorada, buscar conforto na normalidade da nossa relação, mas algo havia mudado dentro de mim. Meu cu coçava, pedindo por mais, uma sensação que me fazia querer sentir de novo, mas dessa vez, eu queria uma rola de verdade dentro do meu cu. A curiosidade e o desejo se tornaram uma necessidade ardente.
Foi então que, ao chegar em casa, encontrei uma cena que me deixou congelado na porta: meu pai estava de joelhos, mamando um pirocudo que parecia desafiar as leis da física com seu tamanho. O homem a quem ele servia era robusto, sua presença dominante enchendo o quarto. Eles me viram, mas ao invés de pararem, continuaram, como se eu fosse parte daquele ritual de humilhação que eu tinha visto tantas vezes nos vídeos.
Meu pai, com o pau enorme na boca, olhava para mim com um olhar que misturava desafio e submissão.
— Olha só, filhão, seu pai é uma puta mesmo — disse o homem, sua voz profunda ecoando no quarto. — Ele adora uma rola grande, não é, viadinho?
Meu pai apenas gemeu em concordância, sem tirar o pau da boca, seus olhos brilhando com um prazer que eu não podia negar que me afetava.
As humilhações começaram, as mesmas falas degradantes que eu ouvia nos vídeos agora eram proferidas na minha frente.
— Você também quer uma rola assim, não é, moleque? Quer ser um boiola igualzinho ao seu pai, não quer?"
O homem continuava, enquanto meu pai chupava com uma devoção que me deixava sem palavras. Mesmo paralisado, eu não pude controlar minha ereção, que crescia visivelmente dentro da minha calça, traindo meus sentimentos conflitantes.
— Ele está duro, olha só! — o homem riu, apontando para mim — Venha cá, moleque, deixa eu te mostrar como é ser fodido de verdade.
Meu pai, ainda de joelhos, tirou o pau da boca por um momento.
— Vem, filhão, não resiste, você sabe que quer — ele disse, sua voz rouca de excitação.
Eu estava preso entre o choque e um desejo que me consumia. A cena diante de mim, a humilhação, as falas degradantes, tudo isso me puxava para dentro de um mundo que eu tinha medo de explorar, mas que agora parecia inevitável. Meu corpo respondia por mim, meu pau duro era um testemunho silencioso da minha rendição àquele desejo profundo e proibido.
Assistindo àquela cena, um turbilhão de emoções me atravessava. O choque inicial de ver meu pai de joelhos, subjugado por aquele homem imponente, deu lugar a uma curiosidade ardente e a um desejo que eu não conseguia mais reprimir. O convite para participar, vindo tanto do homem quanto do meu próprio pai, foi como um chamado irresistível. Lentamente, como se estivesse em transe, avancei pelo quarto, meus passos silenciosos sobre o carpete.
Cheguei perto deles, o ar carregado de tensão sexual e submissão. Meu pai, ainda com o pau enorme na boca, me olhou com um brilho de excitação nos olhos, um olhar que parecia dizer que eu estava prestes a entrar em um novo mundo. Eu me ajoelhei ao lado dele, sentindo o calor do corpo do homem e o cheiro pungente de sexo no ar. O pau, que meu pai chupava com tanto fervor, estava agora a centímetros do meu rosto, brilhando com saliva e desejo.
Com uma mistura de medo e excitação, eu estendi a mão, tocando-o primeiro, sentindo a textura firme e quente sob meus dedos. O homem gemeu, um som profundo que parecia encorajar minha ação. Então, sem mais hesitação, levei minha boca até ele, meus lábios encontrando a cabeça larga daquele pirocudo. O gosto era salgado, misturado com a saliva do meu pai, uma combinação que me fazia sentir parte de algo proibido e intensamente íntimo.
Eu chupava, meus movimentos hesitantes no início, mas ganhando confiança com o tempo. Meu pai e eu estávamos agora dividindo o mesmo pau, nossos lábios se tocando ocasionalmente, uma dança erótica de submissão compartilhada.
— Isso, filhão, chupa essa jeba junto com o papai — ele murmurou, tirando o pau da boca por um momento para me guiar, antes de voltar a chupar, nossos olhos se encontrando em um momento de cumplicidade perversa.
O homem soprava palavras de encorajamento e humilhação.
— Dois viadinhos chupando meu pau, que cena linda — ele dizia, sua voz grossa de prazer. — Aproveitem, putinhos, porque logo vocês vão querer mais.
Eu sentia a rigidez do pau em minha boca, a veia pulsante contra minha língua, enquanto meu pai e eu nos alternávamos, às vezes ele me deixava chupar sozinho, às vezes ele se juntava a mim, nossas línguas se encontrando ao redor daquela carne dura.
Eu não conseguia me segurar, a excitação me dominava, e eu gemia ao redor do pau, sentindo meu próprio pau pulsar de desejo dentro da calça. Meu pai, percebendo minha necessidade, começou a me ajudar a desabotoar minha calça, libertando meu pau duro.
— Mostra pra ele, filhão, como você está gostando — ele disse, antes de voltar sua atenção para o homem, que agora estava completamente entregue ao nosso serviço.
Enquanto chupava, eu sentia a mão do meu pai deslizando pelo meu pau, me masturbando lentamente, aumentando meu prazer. O homem, sentindo nossa dedicação, começou a mover seus quadris, fodendo nossas bocas com uma intensidade crescente.
— Vocês são umas putas perfeitas — ele grunhiu, enquanto eu e meu pai continuávamos nosso ato de submissão, dividindo não apenas o prazer, mas também a humilhação.
A cena era suja, explícita, e eu estava completamente imerso nela, chupando, sendo chupado, participando de uma intimidade que transcendia o tabu. Cada gemido, cada toque, cada olhar compartilhado com meu pai era uma confirmação de que eu estava entrando em um novo capítulo da minha vida sexual, um onde a vergonha se misturava com um prazer que eu nunca tinha conhecido.
Após aquela sessão intensa de chupadas compartilhadas, o homem decidiu levar as coisas a um patamar de degradação que eu nunca poderia ter imaginado. Ele nos ordenou, com uma voz que não admitia desobediência, a nos deitarmos na cama, lado a lado, nossos corpos nus e expostos. Ele começou a nos comer, alternando entre mim e meu pai com uma ferocidade que parecia querer nos rasgar ao meio. A sensação do seu pau grosso entrando e saindo de nós era uma mistura de dor aguda e um prazer que nos fazia perder a noção do tempo.
— Olha só, um pai e seu filhinho, dois viadinhos se entregando pra mim como as putas mais patéticas — ele dizia, enquanto nos penetrava com força, nos fazendo gemer, nossos corpos se contorcendo sob seu domínio.
Ele comandava, e nós obedecíamos, sem questionar, nossas vontades completamente subjugadas pela sua autoridade cruel.
As ofensas que ele proferia eram palavras que cortavam fundo.
— Vocês são uns boiolas inúteis, uns cuzões que só servem pra serem fodidos.
Ele gritava, enquanto nos batia, cada golpe deixando marcas roxas em nossa pele, a dor física se somando à humilhação. Ele nos tratava como se fôssemos menos que humanos, objetos para seu prazer e raiva.
Em um ato de extrema degradação, ele nos forçou a nos beijar, nossas bocas se encontrando em um beijo forçado, cheio de saliva, suor e vergonha, mas também de uma excitação que nos fazia sentir ainda mais sujos.
— Beijem-se, seus viadinhos nojentos, mostrem o quanto vocês são uns pervertidos — ele comandava, enquanto continuava a nos foder, alternando entre nossos cuzinhos com uma brutalidade que nos fazia perder o controle, nossos gemidos se misturando com os sons molhados da penetração.
Depois, ele nos obrigou a chupar o cu um do outro enquanto ele comia um de nós.
— Chupa o cuzinho do seu pai, filhão, e você, pai, vai chupar o cuzinho do seu filho, mostrem pra mim como vocês são umas putas sujas — ele ordenava.
Eu me inclinei, minha língua explorando o cuzinho do meu pai, sentindo o gosto amargo do lubrificante misturado com o suor, enquanto ele fazia o mesmo comigo, sua língua entrando e saindo do meu cu, uma sensação que misturava nojo com um prazer proibido.
Gozamos, nossos corpos tremendo com o clímax forçado pela humilhação e pelo prazer físico. E então, quando ele sentiu que estava no limite, ele gozou na nossa cara, uma quantidade enorme de porra quente e espessa cobrindo nossos rostos, escorrendo pelas nossas bochechas, nos deixando marcados com sua dominação.
— Lambam, putinhos. — ele disse com um riso cruel, e nós, ainda sob seu comando, começamos a esfregar nossos rostos um no outro, misturando sua porra com nossas lágrimas de vergonha e excitação, o cheiro pungente do sêmen impregnando nossos sentidos.
Ele nos obrigou a nos olhar nos olhos, nossos rostos lambuzados de porra, e dizer um ao outro o quanto éramos patéticos e viados.
— Diga pra ele, filhão, que você é um viado patético, que você ama ser humilhado. — ele ordenava, e eu, com a voz trêmula de vergonha, olhei para meu pai.
— Pai, eu sou um viado patético, eu amo ser humilhado assim.
Meu pai, com o mesmo tom de derrota e submissão, me respondeu.
— Filho, você é um viado patético, igual ao seu pai, e nós dois amamos isso.
A cena era de uma degradação absoluta, mas dentro dessa humilhação, havia uma conexão estranha, uma aceitação mútua de nossa nova realidade. Nós éramos dois homens, pai e filho, reduzidos a meros objetos de prazer e humilhação, unidos por um segredo que agora nos definia de uma maneira que nunca poderíamos desfazer, nossas almas marcadas por aquela noite de sujeira e submissão.
Após sermos humilhados daquela maneira extrema, o homem finalmente se foi, deixando para trás um silêncio pesado que enchia o quarto. Eu e meu pai, agora completamente entregues à nossa nova realidade, nos levantamos lentamente da cama, nossos corpos ainda tremendo com a intensidade do que tínhamos vivido. O olhar entre nós era de uma cumplicidade silenciosa, uma compreensão mútua que transcendia qualquer palavra.
Caminhamos juntos até o banheiro, o som dos nossos passos suaves no chão. Entramos no chuveiro, a água quente caindo sobre nós, lavando não só a sujeira física, mas também tentando limpar a vergonha e a humilhação que ainda se agarrava à nossa pele como um fantasma. Nós nos lavamos um ao outro, nossos toques agora gentis, contrastando com a brutalidade que tínhamos acabado de experimentar. Era um momento de cuidado, de cura, onde a água quente parecia nos unir ainda mais.
Depois do banho, secamos-nos em silêncio, o ar entre nós carregado de uma nova intimidade. Voltamos para o meu quarto, onde a cama ainda guardava o calor e as marcas da nossa submissão. Sem dizer nada, nos deitamos na minha cama, nossos corpos se encaixando como se fôssemos peças de um quebra-cabeça. Abraçadinhos, eu senti o peito do meu pai se movendo com sua respiração, uma sensação de segurança que contrastava com a vulnerabilidade que tínhamos mostrado.
Nós dormimos assim, abraçados, a escuridão do quarto nos envolvendo, mas não nos isolando. Havia uma estranha paz naquele abraço, uma aceitação de que, apesar de tudo, tínhamos encontrado algo que nos unia de uma maneira que nunca poderíamos ter previsto. Nossas respirações se sincronizaram, e lentamente, o cansaço nos levou para um sono profundo, onde, por algumas horas, poderíamos esquecer a realidade e encontrar conforto um no outroGostou? Não se esqueça de deixar suas estrelas!