Os dias que se seguiram foram um vórtice de desejo insaciável, cada hora do dia carregada de memórias que faziam o corpo de Eleanor pulsar. Seus mamilos endureciam ao lembrar da pelagem áspera da besta roçando sua pele, sua vagina se contraía involuntariamente ao pensar no pau colossal de Kwame esticando-a até o limite, e uma fome voraz crescia em seu ventre, exigindo ser alimentada sem piedade.
Naquela tarde , com o céu de Yorkshire quase sem nuvens e os ventos uivantes já começando a soprar pelas frestas da mansão, Eleanor decidiu cavalgar para tentar acalmar o fogo que a consumia. Vestiu um traje de montaria apertado — calças de couro preto que moldavam perfeitamente suas coxas longas e torneadas, blusa branca fina que se colava aos seios fartos, os mamilos visíveis sob o tecido —, e dirigiu-se aos estábulos. O cheiro forte de feno, couro, suor animal e esterco invadiu suas narinas, despertando algo primitivo e incontrolável.
Thomas, o cocheiro, estava lá: um homem de meia-idade, corpo robusto e forte, braços grossos como troncos, peito largo coberto por uma camisa aberta que revelava uma mata densa de pelos negros e cacheados descendo pelo abdômen até desaparecer na calça. Ele empilhava fardos de feno com movimentos brutais, músculos flexionando, suor escorrendo pelos pelos eriçados. Eleanor parou na entrada, olhos azuis flamejantes fixos nele. Aquela pelagem espessa, áspera, selvagem… era quase idêntica à do lobisomem. Seu clitóris latejou instantaneamente.
Eleanor parou na entrada, fingindo observar os cavalos, mas seus olhos azuis percorreram-o devagar, demorando-se na pelagem densa que cobria o peito e os braços.
“Boa tarde, Thomas”, disse ela com voz suave, quase melódica, aproximando-se um passo. “Está um dia tão… agitado. Os cavalos parecem inquietos.”
Ele ergueu o olhar, limpando o suor da testa com o antebraço peludo. “Sim, milady. O vento às vezes os deixa nervosos. Como a senhora.”
Eleanor sorriu levemente, inclinando a cabeça para o lado, deixando um cacho dourado cair sobre o ombro. “E você? Também fica inquieto com os ventos?” Thomas hesitou, olhos descendo por um instante para o decote sutil da blusa, onde os mamilos se marcavam contra o tecido fino. “Às vezes, milady. Depende do que o vento traz.”
Ela deu mais um passo, parando perto o suficiente para que o cheiro dele — suor, feno, macho — a envolvesse. Passou a mão devagar pela crina de um cavalo próximo, dedos longos traçando o pelo macio. “Você cuida tão bem deles… deve ter mãos fortes. Imagino que saiba domar qualquer coisa selvagem.”
Ele engoliu em seco, o pau já começando a inchar sob a calça grossa. “Faço o que é preciso, milady.” Eleanor virou-se devagar, ficando de perfil para ele, o quadril ligeiramente empinado. “E o que é preciso para domar uma lady inquieta, Thomas? Alguém que sente o chamado da lua cheia… que sonha com coisas proibidas?”
Seus olhos encontraram os dele, sustentando o olhar por longos segundos. Ela lambeu os lábios devagar, um gesto quase inconsciente, mas deliberado. Thomas respirou fundo, o peito peludo subindo e descendo mais rápido. “Talvez… alguém que não tenha medo de ser selvagem”, respondeu ele, voz mais rouca.
Eleanor aproximou-se mais um passo, o corpo agora a poucos centímetros do dele. Passou os dedos levemente pelo braço peludo, traçando os músculos tensos. “Você tem tantos pelos… tão grossos, tão… masculinos. Faz uma mulher se perguntar como seria senti-los contra a pele nua", ela disse ainda mais ousada. Ele não resistiu mais. A mão grande agarrou o pulso dela, puxando-a para si com firmeza controlada.
“Milady… está brincando com fogo.”
“Talvez eu queira me queimar”, sussurrou ela, erguendo o rosto, lábios entreabertos a centímetros dos dele.
Foi o gatilho. Thomas a agarrou pela cintura, girou-a de costas contra a divisória de madeira e pressionou o corpo peludo contra o dela. Suas mãos rasgaram a blusa fina, expondo os seios fartos; mamilos duros foram imediatamente capturados por dedos calejados que os torceram com força, arrancando um gemido rouco dela. Ele desabotoou as calças de couro com urgência, libertando o pau grosso e pesado, veias salientes, glande vermelha e brilhante. Esfregou-o contra a bunda dela, roçando os pelos pubianos eriçados contra sua pele sensível.
“Você pediu por isso”, rosnou ele, puxando as calças dela para baixo e penetrando-a de uma estocada profunda e brutal. Eleanor gritou de prazer, unhas cravando na madeira enquanto ele a fodia com força selvagem, estocadas ritmadas que faziam seus quadris largos quicarem, seios balançando violentamente. Os pelos do peito dele colavam em suas costas suadas, ásperos e quentes, evocando a pelagem da besta com tanta intensidade que ela gozou quase imediatamente, paredes internas contraindo em espasmos violentos ao redor do pau grosso.
“Mais forte… me fode como um animal…”, implorou ela, empinando os quadris, empurrando para trás para encontrar cada investida. Thomas rosnou, mãos enormes apertando seus quadris, puxando-a contra si, o saco pesado batendo ritmicamente contra seu clitóris inchado. Os pelos do peito dele colavam em suas costas suadas, ásperos e quentes, evocando vividamente a besta da floresta. Cada roçada fazia Eleanor gemer mais alto, o prazer crescendo em ondas violentas.
Ao lado, o garanhão preto no box relinchou alto, excitado pelo cheiro forte de sexo que enchia o ar. Seu pau equino emergiu da bainha: monstruoso, rosa-escuro, grosso como o antebraço de um homem, veias pulsantes, glande achatada e brilhante de pré-ejaculatório. Eleanor fitou-o, olhos nublados de luxúria insana. “Deus… como seria sentir isso dentro de mim…”, pensou, a obscenidade a deixando ainda mais molhada.
Sem pensar, estendeu a mão delicada e envolveu o membro colossal do cavalo, masturbando-o com movimentos lentos e firmes, sentindo o calor pulsante, o tamanho impossível pulsando em sua palma. O animal bufou, empurrando os quadris, e Eleanor gemeu alto, excitada pela depravação. Thomas, percebendo, acelerou as estocadas, fodendo-a por trás como uma égua no cio, mãos cravadas em seus quadris, puxando-a para trás com força bruta enquanto ela masturbava o garanhão com mais intensidade, o sêmen pré-ejaculatório do animal escorrendo viscoso por sua mão, pingando no chão.
“Você é a fera, não é?”, perguntou ela entre gemidos roucos, voz entrecortada pelas estocadas. “Pode me contar… eu quero saber… quero que você me foda como no bosque…”
Thomas riu gutural, estocadas ainda mais violentas, pau batendo fundo contra seu colo do útero. “Não sei do que fala, milady… mas posso te foder como uma fera.”
Sem que Eleanor percebesse, Reginald esgueirara-se até a porta entreaberta dos estábulos, atraído por gemidos altos. Escondido nas sombras, viu tudo: sua esposa sendo possuída brutalmente pelo cocheiro peludo, gritando de prazer, bunda empinada, e masturbando o pau gigantesco do garanhão como uma vadia insaciável. Seu próprio pau endureceu dolorosamente na calça. Ele abriu as calças, masturbou-se com fúria, olhos fixos na cena profana, gozando em jorros quentes na mão enquanto via Eleanor gozar violentamente, corpo convulsionando, leite escorrendo pelas coxas, unhas arranhando a madeira.
Quando Eleanor voltou ao quarto, corpo suado, marcado por mordidas e arranhões, sexo latejando e cheio de sêmen fresco, encontrou Reginald na cama, olhos brilhando com uma excitação febril e doentia. Sem dizer nada, ele a puxou para si, deitou-a de costas e mergulhou o rosto entre suas coxas longas. Lambeu avidamente a buceta gozada, língua mergulhando fundo, sugando o sêmen grosso do cocheiro misturado ao dela, lambendo o clitóris inchado com fome desesperada, dentes roçando os lábios sensíveis. Eleanor arqueou as costas, gemendo alto, mãos agarrando os cabelos dele enquanto gozava na boca do marido, leite quente escorrendo por seu queixo.
Depois, Reginald penetrou-a com urgência, estocadas rápidas e desesperadas, mas gozou em poucas investidas, jorros fracos que mal a tocaram. Eleanor, ainda tremendo, adorou a língua dele — o primeiro prazer oral verdadeiro que ele lhe dava. Reginald ergueu o rosto, olhos nublados. “Eu vi você… no estábulo. Vi você ser fodida como uma cadela pelo cocheiro… vi você masturbar aquele pau de cavalo como se quisesse ser montada por ele. E eu… gozei assistindo. Gozei forte.”
Ela congelou, mas ele continuou, voz rouca e excitada: “Pode fazer mais, Eleanor. Pode foder quem quiser... Thomas, qualquer um. Pode se entregar a qualquer pau que desejar. Mas deve me deixar assistir. E depois… deve me deixar chupar você. Me deixar provar o sêmen deles escorrendo da sua buceta. Me deixar limpar você com a língua.”
Aquela noite, ela voltou ao quarto de Kwame — mas acompanhada por Reginald, que se sentou em uma cadeira no canto, pau já duro na mão, olhos famintos. Kwame entendeu o jogo imediatamente e sorriu predatório. Fodeu Eleanor com intensidade selvagem: primeiro de quatro na cama, estocadas brutais que faziam a estrutura ranger, pau colossal batendo fundo, mãos enormes apertando seus quadris largos enquanto ela gritava. Depois contra a parede, pernas dela enroladas em sua cintura, ele a erguendo e baixando como uma boneca, penetrando-a com força que fazia seus seios balançarem violentamente. Por fim, ela montou nele no chão, quadris girando em círculos frenéticos, moendo o clitóris contra a base grossa, gozando três vezes seguidas, corpo convulsionando em espasmos. Reginald masturbava-se devagar, gemendo baixo, olhos fixos em cada detalhe.
Quando Kwame ejaculou dentro dela, enchendo-a até transbordar, sêmen grosso escorrendo pelas coxas longas, Reginald aproximou-se imediatamente, ajoelhando-se entre suas pernas e lambendo tudo — língua mergulhando fundo, sugando o sêmen quente, lambendo o clitóris sensível até ela gozar novamente na boca dele, tremendo inteira.
Deitada na cama, corpo exausto, suado e satisfeito por ora, Eleanor fitou o teto escuro. “Devo contar a ele sobre o lobisomem?”, pensou. “Sobre a noite na floresta, sobre como a besta me possuiu de forma que nenhum homem consegue?” O segredo queimava, excitante e perigoso — o último tabu que ela ainda guardava só para si.
A próxima noite seria lua cheia. Os ventos uivantes já uivavam pelas janelas da mansão, chamando-a. Eleanor sentiu um arrepio profundo percorrer sua espinha, o sexo latejando de antecipação. O que aconteceria quando a besta retornasse? E se Reginald visse? E se o lobisomem fosse um deles… ou algo muito mais selvagem?
Ela fechou os olhos, mão deslizando entre as coxas, dedos mergulhando no sexo ainda cheio e úmido. A lua cheia se aproximava. E ela estava pronta para responder ao chamado.
Continua.