[REAL] Como Eu Fudi A Minha Tia (E Vida) - Pt. 1

Um conto erótico de sobrinhotarado
Categoria: Heterossexual
Contém 1787 palavras
Data: 16/01/2026 08:07:03

**Obs: troquei os nomes de todos os envolvidos e as localizações! Para não comprometer ninguém!**

*Betim, Minas Gerais – Agosto do ano passado*

O calor daquela tarde de sábado era o tipo de calor que transforma Minas Gerais num forno a lenha. O relógio marcava quarenta e três graus no painel do Gol que minha mãe me emprestara, mas a sensação térmica devia passar dos cinquenta. O ar condicionado rangia feito velho asmático, soprando um jato de ar morno que mal movimentava o suor grudado nas minhas costas. A camisa branca da empresa — aquela polo ridícula com o logo da Tech4You estampado no peito — já tinha manchas de transpiração sob os braços e nas costas. Eu devia ter mudado antes de sair de casa, mas tia Mariana ligara desesperada e eu saí no automático.

— Felipe, meu filho, você tem um tempinho hoje? O Wi-Fi aqui em casa está uma droga, o Pedro não consegue baixar o material da faculdade e está quase surtando. Você que entende disso, pode dar uma olhada?

A voz dela no telefone tinha aquele tom melodioso de quem sempre pede coisas assim, como se fosse a coisa mais natural do mundo. E pra mim era. Sempre fomos muito próximos — a casa dela na Vila Amélia era praticamente uma extensão da minha. Minha mãe, a irmã mais nova dela, trabalhava em turnos infernais na fábrica da FIAT, e tia Mariana sempre me acolhia quando precisava, me dava atenção, me tratava como se eu fosse parte essencial da família. Até hoje, aos quarenta e três anos — e ela parecia ter trinta e poucos, porra, a mulher era uma fenomenal — ela me chamava de "meu menino" com um carinho que me fazia me sentir especial.

Aceitei sem pestanejar. Na verdade, eu já estava indo antes mesmo de desligar a chamada. A casa dela ficava a uns vinte minutos da minha, num condomínio fechado onde até a água da piscina parecia mais azul. Eu tinha acesso livre. Chave reserva. Portal code. Tudo. Era família.

Quando parei o Gol na garagem, vi que o Civic do tio Roberto não estava lá. Ele era gerente comercial pra uma multinacional de insumos agrícolas e passava mais tempo no aeroporto de Confins do que em casa. O primo Pedro, o filho deles, também estava fora — semana de provas na faculdade de Medicina na UFMG, ele praticamente morava na biblioteca central. Só ela em casa, então.

Bati na porta de madeira envernizada. Esperei. Ouvi passos descalços se aproximando. A porta abriu.

Tia Mariana estava de short jeans desfiado nas barbas — aquele modelo antigo, talvez dos anos 90, que marcava as coxas de forma indecente — e uma regata branca de algodão, solta, que deixava ver a pele bronzeada dos ombros. O cabelo castanho ondulado, com aquelas mechas douradas que o sol de Minas tingia todo verão, estava preso num coque bagunçado, fios caindo na testa. Sem maquiagem, o rosto tinha uma naturalidade que fazia parecer que ela acabava de sair da praia. E sem sutiã. Eu percebi na hora. Os seios — benditos seios que eu nunca tinha reparado com tanta atenção — balançavam livres sob o tecido fino, marcando levemente o contorno quando ela se movia. Não eram seios de mídia, de silicone e academia. Era peito de mulher de quarenta anos que teve filho, que viveu, que tinha curvas reais, peso real, vida real.

— Meu menino! — ela me abraçou forte, como sempre. Mas dessa vez o corpo encostou no meu por alguns segundos mais que o normal. Senti o calor da pele dela, o suor no ombro, o cheiro doce do creme hidratante que ela usava desde que eu me lembrava — um floral suave, quase infantil, que me remetia a momentos de carinho e, paradoxalmente, me excitava como nunca. — Obrigada por vir salvá-la, viu? — disse, rindo. — Eu e tecnologia não combinamos.

Fui até a sala, onde ficava o roteador da NET. Era aquele modelo antigo, branco e prateado, com luzes piscando enfaticamente. Ela ficou por perto, encostada no batente da porta, braços cruzados embaixo dos seios — posição que inevitavelmente os projetava pra frente, fazendo a regata marcar os mamilos. Eu tentei não olhar. Falhei.

Conversei sobre o trabalho, o home office, as vidas que a gente estava levando. Enquanto eu testava a conexão no notebook, ela se queixava do calor insuportável, do trabalho na escola particular onde ela era coordenadora pedagógica, dos pais mimados que acham que professor é babá de condomínio. Eu contei sobre a Ana, sobre nossos planos de juntar dinheiro pra um apartamento no bairro Eldorado, em Contagem, onde os preços ainda estavam "razoáveis".

Terminei a configuração em vinte minutos. Era só mudar o canal do roteador pro menos congestionado e reiniciar. Ela bateu palmas, aliviada, sorrindo com aqueles olhos castanhos que tinham rugas sorridentes nos cantos.

— Você é um gênio. Fica pra jantar? Fiz lasanha de frango ontem, sobrou um pedaço enorme. E tem cerveja Heineken gelada.

Aceitei sem pensar duas vezes. Sempre aceitava. Era tia Mariana. Era família. Era casa.

Na cozinha, a mesa de madeira maciça estava posta com dois lugares, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Lasanha no centro, ainda fumegante, queijo derretido grudado nas bordas, molho vermelho denso escorrendo. Ela abriu uma garrafa de cerveja pra cada um — coisa rara, porque ela bebia pouco, normalmente só um gole de vinho no jantar. Mas hoje estava quente, e a cerveja escorria gelada pelo gargalo, formando gotas de condensação na garrafa.

Conversamos por horas. A conversa foi ficando mais profunda, mais pessoal. Ela falou do Pedro, de como ele estava estressado com a Medicina, dos pais que cobravam demais. Eu falei da Ana, de como o relacionamento tinha virado uma rotina confortável mas sem faísca. Enquanto falava, percebia que os olhos dela me olhavam com uma intensidade diferente. Ou talvez eu é que estivesse vendo pela primeira vez.

Em algum momento, ela se inclinou sobre a mesa pra pegar o saleiro, e a regata abriu um pouco. O decote estava mais largo do que parecia. Eu vi. Vi o contorno do seio esquerdo, a pele clara com sardas discretas no colo, o mamilo rosado que roçou o tecido quando ela se mexeu. Desviei o olhar rápido, mas senti um calor subir pelo pescoço, descer pela coluna, e se concentrar de forma indecente na virilha. Não era a primeira vez que via ela assim em casa, mas daquela vez meu corpo reagiu com uma traição biológica que eu não conseguia controlar. Um formigamento estranho, um aperto no peito, e o pau que começou a latejar de forma involuntária.

— Tá quente, né? — ela disse, limpando o suor da testa com a mão, o que fez a regata subir mais um pouco, expondo a linha de cintura.

— Tá um inferno — respondi, bebendo a cerveja toda de uma vez, mais pra esfriar a garganta do que qualquer coisa.

Depois do jantar, fomos pra sala. Tia Mariana pegou o controle da Smart TV da Samsung e abriu a Netflix.

— Coloca qualquer coisa, meu menino. Tô sem cabeça pra escolher.

Sentamos no sofá de suede marrom, ela do meu lado, pernas dobradas sob ela, cobertor fino de algodão sobre os joelhos. Ela tinha acabado de tomar banho, e o cabelo ainda estava úmido, solto, caindo nos ombros. O cheiro do shampoo — um cítrico amargo — misturado com o cheiro dela me deixava louco.

Assistimos uns episódios de alguma série de comédia romântica que nem prestei atenção. Em certo momento, ela apoiou a cabeça no meu ombro. Coisa de família, de sempre. Mas agora eu era um homem adulto de 23 anos, e sentia o peso da cabeça dela, o cabelo molhado roçando meu pescoço, o calor do corpo a poucos centímetros. O cheiro do creme que ela passou depois do banho — algo com amêndoas — me invadiu.

Meu corpo estava em curto-circuito completo. Eu sentia a pressão do seio dela encostada no meu braço, a respiração calma e quente no meu pescoço. O pau estava duro desde o jantar, e agora estava doendo de tão comprimido na cueca. Tive que cruzar as pernas de forma estratégica pra disfarçar.

Quando o episódio acabou, ela se espreguiçou — um movimento natural, mas que fez a camiseta subir e mostrar a barriga macia, branca, com uma linha fina de pelos loiros abaixo do umbigo. Meu olhar desceu involuntariamente. Ela percebeu. Não disse nada, mas eu vi. Vi os mamilos endurecerem visivelmente sob o tecido fino da regata. Um reflexo físico que ela não conseguiu disfarçar.

Na despedida, na porta de entrada, o abraço demorou. Ela apertou forte, o corpo todo colado no meu. Eu senti — e ela com certeza sentiu também — a ereção que eu não conseguia mais esconder. Os seios dela, especialmente os mamilos duros, pressionavam meu peito. Meu pau estava pulsando contra a virilha dela, separados apenas por tecidos finos de roupa.

Ninguém falou nada. Nenhuma palavra. O silêncio estava tão carregado que doía. Ela soltou primeiro, com um sorriso torto, um pouco sem jeito.

— Obrigada pela ajuda, meu menino. De verdade.

— Qualquer coisa, tia — respondi, a voz falhando.

— Até logo — ela sussurrou, e fechou a porta devagar.

No carro, dirigindo pra casa sob o céu estrelado de Betim, fiquei repetindo a cena na cabeça em looping infinito. A sensação do corpo dela contra o meu. O cheiro de amêndoas e cítrico. O mamilo marcado na regata. A umidade que eu sentira — ou imaginara? — entre as pernas dela quando o abraço apertou. Meu pau ainda estava duro, latejando. Senti uma culpa imediata, avassaladora — era minha tia, pelo amor de Deus, a mulher que sempre me acolhera, que me tratara com tanto carinho, que me dava conselhos de vida. Mas ao mesmo tempo senti um tesão que me consumia, uma vontade proibida que eu tentei ignorar, mas que crescia como erva daninha.

Duas noites depois, ela mandou mensagem no WhatsApp. Era uma foto dela no espelho do banheiro, só a cara, cabelo solto, sem maquiagem. A mensagem dizia:

*Oi, meu menino. O Wi-Fi está perfeito, obrigada de novo. Saudade de você.*

Eu respondi com um emoji de coração vermelho. E percebi que estava sorrindo sozinho no meu quarto, no escuro, com o celular na mão. A Ana, do meu lado, dormia de costas, roncando levemente. E eu estava ali, de pau duro de novo, pensando na minha tia.

**Três semanas depois**, ela me chamou de novo — dessa vez pra ajudar a montar uma estante da Tok&Stok que chegara pela internet. Eu fui. E dessa vez, quando ela se abaixou para pegar uma peça no chão, o short subiu e eu vi a curva da bunda, redonda e macia, marcada pela calcinha. E não consegui desviar o olhar rápido o suficiente. E ela percebeu. E o mundo que a gente conhecia até então começou a rachar.

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