Entrei no ramo de corretagem de imóveis bem cedo até porque meus pais, desde que me entendo por gente, sempre foram da área. Era a conversa que predominava na minha casa, independente do horário ou do que estávamos fazendo. Até em passeios de fim de semana surgia a tal compra, a tal venda e, de alguma forma, absorvi a profissão dos meus pais; não me via fora do ramo.
Foi uma alegria quando vendi meu primeiro imóvel. Foi um misto de satisfação e orgulho para meus pais. Comemoramos em uma pizzaria maravilhosa, escolha dos meus mentores. Sobre o relato que vou estrear reportando nestas entrelinhas, foi um ato de desespero e de tesão também. Claro que eu queria fazer o que fiz, e confesso que amei e repetiria se pudesse.
Conheci o Marcos e a esposa dele através de um amigo de infância. Eles estavam à procura de um imóvel, pois, como retornavam à nossa cidade depois de dez anos fora, perderam a referência e não sabiam a quem procurar. Esse amigo em comum passou o meu contato. Em uma tarde, recebi a ligação de um número desconhecido; imaginei que pudesse ser a pessoa que o Anderson tinha comentado e, de fato, era a Carla. Era um final de tarde em plena sexta-feira, quando eu me programava para um "bate e volta" no interior de Minas Gerais.
Resenha cancelada. Marcamos de nos encontrar no dia seguinte, até porque eles tinham celeridade em adquirir o imóvel por questões pessoais das quais não quiseram falar — e, obviamente, eu não quis saber. Para mim, o interesse era a venda. Pela conversa ao telefone, eu sabia que tinha exatamente o tipo de residência que eles procuravam.
No sábado, bem cedo, ficamos por cerca de uma hora vendo tudo. O Marcos, esposo da Carla, era um negro alto, encorpado e mais calado; já a Carla, de baixa estatura, branca, olhos claros e magra, olhava cada detalhe na casa e no quintal. Não fechamos na hora, mas eu estava certa de que iríamos fechar. Não pressionei; algo dizia que daria certo.
Na quarta-feira, quatro dias depois de eles estarem na casa, caiu um dilúvio pela manhã. À tarde, com a pausa da chuva, o Marcos entrou em contato e pediu para ir ao imóvel, pois queria ver como a estrutura resistiu à tempestade. Queria ver se tinha goteira ou se a chuva molhou a parte interna, já que "São Pedro" não estava para brincadeira — tinha sido chuva com vento.
Aceitei e, com o horário ajustado, infelizmente o Marcos chegou atrasado cerca de trinta minutos. Eu o esperava com muita ansiedade; precisava vender aquele imóvel e estava disposta a qualquer coisa, já que estava há algum tempo sem vender nada. Deixei a minha loucura fluir: fui vestida com um macaquinho de lycra verde-claro. Como sou morena, a roupa de academia dava ênfase às minhas curvas. Na casa, tirei a calcinha e a coloquei na bolsa. Passei perfume no suor; estava pronta para o crime. Pedi desculpas pela roupa e o safado não disfarçava o olhar. Parabenizou-me e disse que a saúde tem que estar em primeiro lugar; perguntou como era a academia onde eu treinava e não desviava o olhar dos meus seios, repetindo sempre que era importante se exercitar.
Aproveitando toda a investida visual, perguntei o que faltava após a visita para fechar o negócio. O Marcos disse que nada, estava satisfeito, a esposa tinha gostado e a chuva foi o "xeque-mate" para decidir. O que ele estava vendo — a casa intacta diante da quantidade de água que caíra — era o suficiente. Eu, ouvindo tudo aquilo, estava louca para fazer besteira, a última do ano. Era dezembro de 2018. Disse que ele teria um brinde. Claro que ele entendeu que o brinde era só para ele. Marcos não parava de me olhar, a casa já não tinha importância. Aproimei-me do cliente, que não fazia questão de disfarçar o olhar para os meus seios volumosos, e perguntei se ele aceitaria um boquete, já com a mão apalpando seu membro.
O cliente ficou completamente sem ação. Alguns homens são assim: nos atacam e nos cobiçam com os olhos, mas retraem quando são atacados. Já bem próxima a ele, com minha mão direita apalpando seu pau, que crescia de forma célere e volumosa, nos encaramos. O olhar do Sr. Marcos era penetrante; sentia-me nua. Quando ele tentou me beijar na boca, agachei-me e coloquei para fora, com dificuldade, a sua piroca. Na frente dele, passei a masturbá-lo e a lamber suas bolas; além de depilada, a região estava cheirosa. Era grossa e grande. O cliente me olhou enquanto eu, agachada, chupava seu pau.
O celular dele tocou. Eu o peguei no bolso da calça e o entreguei. Ele atendeu; era a esposa perguntando como estava a visita. Eu continuei chupando aquela piroca — afinal, brinde é brinde. Passei a chupar com mais vontade; a ligação me dava mais tesão para encarar aquela tromba. Engoli até onde dava, com lágrimas descendo pelo meu rosto. Chupei, lambi, e ele na ligação respondendo à esposa, que fazia várias perguntas. O pobre coitado tentava controlar o gemido. Eu, assistindo às suas reações, não parei; queria uma gozada na cara. Até que ele me passou o telefone e a Dona Carla começou a falar comigo. Enquanto ouvia seus questionamentos, mantinha a atividade e pausava para respondê-la. Ela falava e eu voltava a chupar. Suas dúvidas não findavam. Eu, sustentando o agachamento, balbuciei para o Marcos que queria o leite na boca, provocando-o enquanto ouvia a Carla perguntar sobre indicações de profissionais para reformar a casa.
Quando comecei a falar, veio o jato de porra na minha cara. Fechei os olhos e disse que tinha boas indicações. Caiu esperma no aparelho telefônico e veio mais um jato, desta vez na boca. Engasguei, recompus-me, pedi desculpas e disse que enviaria os números pelo WhatsApp. Veio mais um jato, desta vez fraco, que caiu nos meus seios. A Carla pediu para falar com o esposo novamente. O pobre coitado, com a mão na boca para prender o gemido e se contorcendo, pegou o aparelho. Passei o dedo na porra caída na minha teta, chupei os dedos e limpei a piroca do Marcos com a boca; ele tem um esperma doce e viscoso.
Dona Carla desligou. O Marcos, visivelmente aliviado, se ajeitou e me chamou para lanchar. Agradeci e disse que precisava encaminhar os papéis na imobiliária. Já de pé, recusei mais uma vez o convite, alegando não estar com a roupa apropriada, mas que aceitaria em outro momento. Ele se foi na esperança de conseguir mais um encontro a sós, e eu deixei claro que aceitaria.
A venda foi concluída. Passei a usar a estratégia de dar brindes para os clientes. Impressionantemente, a venda se concretizava mais rápido. Saí mais umas cinco vezes com o Marcos, que passou a indicar clientes. Acredito que a esposa dele sabia dos nossos encontros; eu tinha essa sensação, pois ela mantinha contato comigo por telefone. O Marcos parecia faminto, sempre muito afoito quando me comia. Acredito que não transava em casa. Obviamente, eu cobrava quando rolava sexo anal; boquete e vagina não, mas para o sexo anal eu pedia Pix, pois o tamanho dele me machucava muito.
Eu estava matando dois coelhos com uma cajadada só, como diz o ditado. Até mulher já chupei para dar o brinde e fechar a aquisição do imóvel. O inusitado aconteceu em cima da pia da cozinha; foi excitante ver a cliente se contorcendo toda, com a saia levantada e a calcinha de lado, e a minha boca na sua região íntima pequena e rosada. Isso ocorreu na casa que vendi ao lado da minha. Nunca tinha feito aquilo, mas acho que fui bem, já que a venda aconteceu.
É isso. Meu segredo de venda é dar o brinde no momento certo. Estou para fechar uma venda para um casal de homens; torço para conseguir dar o brinde. Não custa tentar. Torçam por mim! Beijos e até a próxima.
