Esta história pode parecer inacreditável, mas é verdade. Eu amo muito o exibicionismo, e este foi o meu momento mais tabu até agora, porque meu próprio filho foi o espectador!
Meu filho gosta de ficar sentado na ponta da sala lendo um livro ou mexendo no celular à noite, então decidi dar um pequeno show para ele.
Decidi que o espetáculo seria ali, na cozinha, sob a luz crua que atravessava a divisória de madeira e vidro. Chamei um amigo, sujeito de poucas palavras e muita ação, e dei o aviso: "Esqueça o menino. Faz de conta que ele não está aqui".
Começamos um jogo de mãos bobas e beijos vorazes, mas o rapaz só despertou do seu transe literário quando minha voz cortou o silêncio da casa:
— Eu quero o seu pau. Agora.
Vi, pelo reflexo do vidro, o livro baixar lentamente. Comecei a me despir com uma urgência ensaiada. Quando libertei os seios e suspendi a saia até a cintura, os olhos dele já eram dois pires, fixos na moldura da porta. Meu amigo, percebendo o jogo, puxou-me para si. Ajoelhei-me ali mesmo. Chupei o pau dele, grande, rijo e impaciente, e depois os dedos dele exploraram minha buceta já úmida.
O calor subiu. Eu já não aguentava mais, me virei de costas, as mãos espalmadas na pia fria, e ele veio por trás com tudo. O impacto daquela foda fez a louça chacoalhar discretamente. Eu via, pelo canto do olho, a silhueta do meu filho se inclinar, fascinado pelo balanço frenético dos meus peitos que saltavam a cada estocada, pela carne batendo na carne. Meu filho estava realmente encarando meus peitos balançando enquanto eu era comida.
Meu amigo gozou rápido, recompôs-se e fiz ele ir embora logo. Eu, ainda sentindo o latejar do prazer, ajeitei o vestido e fui até a sala. Encontrei o olhar do rapaz, ainda meio perdido.
— O trabalho consome a gente, meu filho. — Às vezes é preciso um descarrego desses para não enlouquecer.
Ele não deu um pio. Voltou para o livro, mas sei que as letras não faziam mais sentido algum. Para mim, ficou o alívio: agora, não preciso mais de portas fechadas.
