Enquanto as últimas pessoas saiam da sala, meu macho da vez me manteve sentava e fingiu que ia amarrar minha sandália, só pra ficar na altura certa e puxar minha calcinha, rasgando o pano que protegia minha xota daquele estranho. Era um modelo de renda, pequenininho, mas que eu gostava muito e custou caro, então era melhor aquela trepada valer a pena.
O safado olhou por cima do ombro pra confirmar que todos saíram e já foi logo metendo 3 dedos em mim com uma mão, enquanto com a outra apertava o bico do meu peito por cima da blusa.
- Veio pronta pra dar essa buceta né piranha. Tá até sem sutiã nesses peitoes.
- Não para agora, por favor!- implorei manhosa- Deixa a sua putinha gozar mais uma vez.
- Vai gozar só depois que eu deixar, sua vadia. Se gozar antes eu vou comer seu cu também. - ele ralhou enquanto apertava com mais força meu biquinho
- Isso era pra ser… uma ameaça?- falei entre gemidos
- Mas é uma vagabunda mesmo. Fica de quatro nessa cadeira pra eu te comer, antes que alguém entre.
Obedeci, como a boa menina que sou. Subi a saia e afastei os joelhos, tentando empinar minha raba o máximo possível, enquanto olhava por cima do ombro praquele poço de testosterona com carinha de menina meiga
- Bate na sua putinha amor. Eu gosto de foder com força e sentir minha bunda arder
Não precisei pedir duas vezes. Ele me deu um tapa forte do lado esquerdo e quando viu meu cu piscar plantou mais um do lado direito. A vermelhidão foi instantânea, mas ele apertou as marcas mais um pouco antes de repetir a dose e puxar o pau pra fora.
Em menos de um segundo, entre o ardor do tapa e um suspiro, eu já estava sentindo aquele caralho me alargando. Entrou fácil, porque eu estava bem molhada, mas a cada centímetro sentia minha buceta contrair pra tentar expulsar aquele corpo estranho.
- Como pode você ser tão apertada assim, morena?- ouvi sua voz ao pé do meu ouvido enquanto ele esperava eu me acostumar com o comprimento.
Fazia meses que eu não era comida, que dirá por um pau daqueles. Devia ter uns 20cm de comprimento e pelo menos uns 5cm de diâmetro, fora as veias saltadas que eu sentia inchando. Eu com certeza iria ter dificuldade pra andar depois.
- Vou devagarinho pra você acostumar- gemi sentindo aquele entra e sai lento, mas forte.
- Se você não socar essa pica com raiva na minha boceta eu vou ser obrigada a gritar pro segurança me comer no seu lugar- falei, bem afrontosa
- É isso o que você quer, gostosa? -as investidas aceleraram e eu sentia as bolas batendo no meu clítoris, enviando pequenos choquinhos pelo meu corpo.- Você é a perfeição em forma de mulher, que delícia de bucetinha
Busquei uma das mãos dele que estava na minha cintura e guiei pro meu pescoço. O cara entendeu o recado e firmou a pegada, me enforcando o suficiente pra diminuir a passagem de ar. A outra mão seguia me apertando forte na cintura ou estalando mais tapas no meu rabo.
- Que delícia amor…. Ah. Não para. Continua assim- mesmo com a enforcada meus gemidos ainda eram audíveis e o cheiro de sexo estava por toda a sala.
Pelo canto do olho vi uma movimentação no corredor do fundo, mas meu cérebro derreteu de tesão antes mesmo que eu pudesse processar o perigo. Só conseguia pensar naquele homem me levando pro céu.
- Geme baixo, desgraçada. Vão pegar a gente desse jeito. - ele usou a mão que estava no meu pescoço para tapar minha boca e continuou socando sem dó- Já to quase gozando com essa xota apertada. Goza comigo piranha. Suga toda a minha porra. Vou gozar dentro pra você ir embora lembrando do macho que te comeu
Aquelas palavras me excitaram ainda mais e senti meu líquido escorrer pelas coxas, lubrificando ainda mais nosso sexo. O som dos nossos corpos se chocando e aquele gemido rouco de Homem, que sabe que é bom no que faz, era música pros meus ouvidos. Quem me conhece sabe que eu fico de perna bamba por um cara que sabe foder e geme gostoso kk
Foram mas alguns minutos nesse frenesi até eu sentir o pau dele dilatando dentro de mim, ao mesmo tempo em que meu canal fazia força pra contrair. Meus pés começaram a formigar e eu sentia que aquele seria o orgasmo do ano. Numa última estocada com força, aquele leite quente de macho me invadiu e eu vi estrelas. Nessa hora não me importava com mais nada, só queria segurar aquela sensação de êxtase por mais alguns segundos, então contrai mais uma vez a buceta, pra extrair até a última gota de gala pra mim.
Depois de algumas respirações para recuperar o fôlego o safado tirou o pau de uma vez, me deixando com uma sensação de vazio, e já arrumou a calça. Antes de sair andando, ainda me deu um tapa estalado na cara e mais um na bunda
- Vamos marcar de assistir um filme no cinema mais vezes gostosa. Amei te fuder.
- Como que eu vou embora agora? Olha meu estado , não consigo nem fechar as pernas- perguntei ao ficar de pé e colocar a mão por dentro da saia pra segurar a porra que queria escorrer
- Posso te tirar daqui, mas vai ser direto pro meu apartamento pra comer você a noite toda. Escolhe.
- Meu Deus eu nem te conheço. Não posso entrar no seu carro e ir pra sua ca- ele me interrompeu, puxando minha mão que segurava a gala dentro da minha buceta e espalhou no meu rosto, forçando minha boca a abrir e lamber o restante
- Eu cuido do que é meu. Se quiser ir embora, vai assim toda melada pra mostrar na rua que foi usada. Mas se ficar eu te tiro daqui e você vai ser minha puta safada.
Eu não era nem louca de recusar aquela proposta. Estava toda suada, descabelada, gozada e sorridente quando o meu macho -hoje, Dono- puxou um lenço do bolso e me limpou. Me ajudou a arrumar minimamente meu cabelo e me pegou no colo, indo em direção a saída.
- Eu sou pesada. Deixa que eu vou andando. - me sentia insegura com meu peso e quis descer, mas ele apenas firmou mais as mãos ao meu redor
- Quietinha. Se um homem não puder carregar a sua mulher ele é só um moleque. Você agora é minha, vai se acostumando.
Aquilo era totalmente novo pra mim, parecia até um sonho. Uma simples ida ao cinema me rendeu meses muito intensos de foda