Minha jovem esposa e seus amantes (parte II)

Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 4215 palavras
Data: 15/01/2026 13:02:35

Como combinado, na quarta-feira preparei-me para ir à casa de Lucélia, porém, pouco depois das 18h, liguei perguntando se preferia que eu levasse uma garrafa de vinho ou cervejas, ela brincou dizendo que eu não a embebedaria, mas que era melhor cerveja pelo fato de estar bem quente. Na minha cabeça, eu tinha uma certeza, se conseguisse trepar com aquela garota, mostraria que era muito melhor que aqueles dois caras da prainha e provavelmente do que outros, pois, como citei antes, aprendi bem com uma mulher mais velha e pude ver na prática a diferença que isso fez com outras.

Às 21h em ponto cheguei à sua casa. Lucélia estava com um vestido verde escuro, cabelos bem arrumados, maquiada e cheirosa. Eu também estava bem vestido, usando uma camisa vinho de botão com dois botões abertos e calça jeans de boa qualidade. Era um imóvel simples, uma cozinha pequena, sala, dois quartos, sendo que um era maior e um banheiro, mas bem arrumados dentro das condições dela. Após conversarmos um pouco, cada um contando sobre si, ela foi à cozinha e trouxe dois pratos, um com salame e outro com queijo. Passamos a beliscar e a tomar as cervejas que eu trouxe.

Não quis tocar no assunto do namorado dela nem de tê-la visto transando com os caras na prainha, mas brevemente, Lucélia comentou que o que tinha com Giba não era nada sério, apesar dele querer que fosse.

Um tempo depois, fomos ao fundo do quintal olhar a lua, fiquei meio sem jeito de tentar algo, pois não tinha surgido uma oportunidade. Até que Lucélia passou as mãos nos cabelos jogando-os para o lado direito e me perguntou de maneira fulminante e com um tom de voz diferente, mais baixo:

-Gostou do que viu aquele dia na prainha?

Sorri um tanto sem graça e respondi, omitindo que a segui:

-Estava indo para a cachoeirinha, ouvi alguns barulhos e fui olhar, depois não deu mais para parar de assistir, e sim, adorei o que vi, nem sei o que sua amiga fez, porque só tive olhos para a sua performance.

Lucélia me olhou um tempo, nos aproximamos e nos beijamos, sem delongas. Demos uns amassos ali. Ela beijava gostoso. Um tempo depois, a imprensei contra o tanque, fazendo-a sentar na ponta dele. Comecei a beijar seu pescoço de leve e um tempo depois, deslizei minha mão por entre suas pernas, esfregando nas coxas e chegando até a sua bocetinha por cima calcinha.

A garota era mesmo do tipo que acendia logo, notei que sua feição mudou, ficou com os olhos entreabertos com expressão sofrida de desejo. Decidimos entrar e fomos para o quarto, onde rapidamente, tirei seu vestido, ela usava uma lingerie branca. Arranquei minha roupa e fiquei só de cueca. Nos beijamos deitados de lado. Um tempo depois, tirei seu sutiã e passei a acariciar seus seios de aréolas pequenas. Mamei ambos alternadamente e mordisquei-os de leve, arrancando, alguns gemidos dela.

Lucélia passou a acariciar meu pau ainda por cima da cueca e disse:

-Pelo pacote parece que é bom, quero ver...

Ela botou meu pau para fora e sorriu. Eu tinha um bom dote 18cm, bem grosso, cabeçona vermelha e totalmente depilado. Natália brincou:

-Hum! Que delícia. Vai enfiar esse pintão grosso todo dentro de mim, sem dó, vai? – disse com voz de putinha, já me punhetando com sua mãozinha delicada.

-Pode ter certeza.

Voltei a dar um trato nela, fui descendo até sua boceta, onde após beijar e lamber suas coxas, retirei sua calcinha e vi sua boceta que tinha pelos no formato de retângulo fino. Passei a chupá-la com maestria. O chamado capuz clitoriano dela era fino, bem cumprido e da cor da pele, o clitóris médio, assim como os pequenos lábios, era como se fossem um Y ao contrário bem feitinho e muito excitante.

Lucélia percebeu que meu jeito de chupar era especial, pois rapidamente passou a gemer e ficou ensopada. Fiz os truques que sabia coma língua, suguei o clitóris levemente algumas vezes, desci um pouco a até a entrada de sua boceta e bebi seu mel. Com a voz sofrida e espantada, ela disse:

-Nossa, Elder! Me chupando bem assim, não vou aguentar muito, sou transeira e gozo rápido.

-Não tem problema. Goza na minha boca, deixa eu sentir o teu cheiro e beber teu mel. Tava louco por isso.

Lucélia parece ter ficado mais excitada ao ouvir isso. Segui chupando-a sem atropelo, até que seu primeiro orgasmo veio com direito a muitos gritinhos e a ficar bem vermelha. Lambi o mel que escorria e ainda enfiei dois dedos em sua xana algumas vezes e a cada vez que os tirava cheirava e os lambia. A garota ficou impressionada com meu fetiche, mas gostou.

Recomposta da gozada, ela me beijou com vontade e apertou meu pescoço num abraço.

-Agora, você vai ver que também sei mandar bem.

Fiquei em pé ao lado na cama, ela se ajeitou de 4 e passou a me chupar. Puta que pariu! Que diferença de receber um boquete de quem sabe e tem prazer em fazer aquilo do que das que fazem de maneira mecânica sem muita técnica como era o caso das que tinham a nossa idade.

Lucélia engoliu só a cabeça do meu pau e passou a fazer uma mistura de sucção e passadas de língua por baixo da glande, senti muito tesão. Um tempo depois, ela começou o vai e vem cadenciado com a boca, tentando engolir o máximo que dava. Também passava a língua, na babe toda e até no saco. Num dado momento, já sentindo a baba do pré-gozo, ela disse:

-Que caralho gostoso, até a babinha é saborosa! – riu e voltou a mamar.

Decidi que era hora de comer aquela garota que me deixou tão doido nos últimos tempos. Ela se ajeitou na cama de pernas abertas. Eu fui por cima, sei que agi de maneira imprudente, pois apesar de ter levado na camisinha, na hora, quis enfiar no pelo. Lucélia também não falou nada. Enfiei devagar e senti aquela bocetinha mordendo meu pau. Passei a estocar de maneira cadenciada. Ficamos assim por um tempo no clássico papai e mamãe, mas a garota fazia jus ao que eu tinha visto na prainha e logo começou a gemer e a falar com uma voz diferente.

-Que gostoso...gostoso demais, eu gosto de pica, eu gosto...tá roçando no meu grelo e indo bem fundo. AIIIIIIIIIIIIII, caralho.

Decidi aumentar um pouco mais o ritmo e seus gemidos foram ficando mais intensos. Lucélia quis mudar de posição e ficou de frango assado, com as pernas abertas ao máximo e para garantir isso, colocou as mãos nas canelas para segurar naquele jeito. Fiquei de joelhos na cama e voltei a socar porém, agora mais forte, estocadas seguidas. A garota tombou a cabeça na cama e passou a berrar, alternando com mordidas no lábio inferior. Seu rosto estava transtornado de tesão e muito vermelho, de vez em quando, ela olhava tentando ver meu pau entrando e saindo dela, depois olhava para mim aflita. Acelerei ainda mais, e ela pirou:

-Isso soca esse pauzão gostoso bem fundo na minha boceta que nunca cansa de ser fodida, ela precisa de pica, pica gostosa como a tua. AIIIIIIIIIIIIIIIIIII. Porra! Como é bom isso.

Segui fodendo-a, senti que ela gozaria, sua boceta parecia apertar ainda mais meu pau, então acelerei ao máximo as estocadas e Lucélia gozou lindamente, emitindo sons ruidosos. Eu poderia ter segurando um pouco mais, mas aproveitei e decidi me soltar, gozando forte dentro dela.

Ficamos deitados por um tempo. De repente, ela me olhou, estava descabelada, suada, com o rosto bem vermelho, passou o dedo em meus lábios e disse:

-Bonito, pau num tamanho legal, grossão e ainda trepa legal, difícil isso...

Eu a beijei, mas logo, Lucélia quis mais ação e passou a me punhetar. Com 18 anos e sendo alisado por uma garota linda daquelas, em menos de 1 minuto, já estava em ponto de bala. Ela brincou:

-Parece que até mais grosso agora... eu vou ter que sentar nesse pau, quicar forte.

-Depois você senta, mas agora quero te pegar de 4, fiquei doido aquele dia na prainha te vendo dar nessa posição.

Lucélia riu e ficou de 4. Pude ver então, sua bunda perfeita, nádegas arredondas perfeitas e seu cuzinho marrom. Enfiei em sua boceta e passei a estocar. Foram alguns minutos assim, ela arfava, dando gritinhos, olhava para trás de boca aberta para me ver. Eu estava amando foder aquela boceta, o cheiro do sexo estava ficando mais intenso. Já bem à vontade, me soltei e passei a cutucar seu cuzinho com meu dedo indicador esquerdo, cheguei a enfiar quase todo.

Lucélia pediu que eu parasse, pois estava quase gozando, mas queria que fosse cavalgando em meu pau. Deitei-me na cama, ela subiu de frente para mim, encaixou o pau na entrada da boceta e desceu com tudo, até o talo. A partir daí, a garota deu um show, subia e descia com força, depois, mais devagar, rebolando suavemente com minha rola toda enterrada nela. Novamente aproveitei para socar o dedo no cuzinho de ninfeta dela. Até que ela resolveu se sentar de costas para mim e quicar meio que de cócoras, com as mãos apoiadas em meu joelho, exatamente como tinha feito na prainha. Agora, eu via sua bunda, seu cuzinho, meu pau desaparecendo e reaparecendo. Puta que pariu! Que jeito gostoso ela tinha de fazer, o tesão vinha crescendo, crescendo...até que ela praticamente passou a pular e mim, berrando até gozamos aos berros. Aquela foi a maior gozada que dei em minha vida, pensei ainda aéreo.

Decidimos tomar um banho. O banheiro era apertado, ficamos nos beijando e logo meu pau endureceu, achei que ela estivesse cansada, mas que nada, pouco depois já estávamos dando mais uma, essa na sala mesmo. Tentei comer seu cuzinho, mas a garota disse:

-A bundinha eu só libero para quem tenho um vínculo maior, quem sabe em outra ocasião eu deixe...

O jeito era foder sua boceta. A 3ª foi bem mais demorada, chupei-a novamente, inclusive seu cuzinho, trepamos em várias posições, num dado momento, Lucélia num misto de tesão e incompreensão com toda aquela luxúria, disse dando um tapa de leve em meu rosto, enquanto eu a fodia de 4, mas com o corpo curvado próximo ao ombro dela:

-Você é muito safado, cara! Veio me comer na minha casa, mesmo sabendo que tenho namorado. Me fodeu 3 vezes, seu vagabundo.

-E vou querer te comer mais, e chupar mais vezes essa bocetinha cheirosa.

-Ah é, seu puto! Vagabundo, arregaça mais ela então, me faz gozar de novo.

Passei a socar forte e um tempo depois gozamos no sofá, completamente exaustos. Conversamos um pouco, mas já era bem tarde e sabia que Lucélia precisava entrar cedo no trabalho, por isso, decidi me apressar. Finalmente, me vesti e fui embora, mas antes falei:

-A gente pode ser encontrar novamente?

-Vamos ver, ok? Com meu namorado sempre em cima, fica difícil, mas vamos nos falando.

Apesar da noite maravilhosa, fiquei meio puto pela resposta de Lucélia. Porra! A garota gozou 4 vezes, comigo, 4! Ok, que ela era do tipo que chega ao orgasmo com facilidade pelo que eu sabia e vira na prainha, mas inegavelmente, comigo foi algo bem mais intenso, ela própria disse que eu era diferenciado.

Apesar de um pouco chateado, não consegui tirar aquela garota da minha cabeça. Desde que cheguei a Ouro Belo, já tinha transado com algumas meninas lindas mesmo, Ana Paula, uma morena clara de cabelo channel, Cris, uma morena cabocla que gamou em mim e sempre vinha atrás, uma riquinha que já citei anteriormente, além de outras. Mas nenhuma me deixou assim.

Entretanto, não queria entregar que estava caído por ela, decidi dar-lhe espaço. Cinco dias depois (que para mim foram uma eternidade), Lucélia me ligou após sair do trabalho e brincou dizendo que eu sumi. Conversamos um pouco, ela fazendo um certo charme, mas acabou me chamando para ir à sua casa na noite seguinte.

E assim nos encontrarmos pela 2ª vez, repetindo as mesmas loucuras da 1ª. Além de trepar, a gente se beijava muito, com vontade, parecendo que um ia devorar o outro. Tivemos mais alguns encontros, sempre na casa dela e com uma intimidade cada vez maior, Lucélia me contou um outro lado de sua vida que me impressionou.

Seu pai era um cachaceiro que fora embora morar com outra em um sítio, deixando a esposa, ela e mais uma irmã e um irmão. Essa irmã se casou e levava uma vida humilde em Rio Preto, já o irmão tinha ido para São Paulo e raramente a visitava. Lucélia engravidou cedo e o pai da criança, que era riquinho, disse que só assumiria se fizesse um teste de paternidade. Fizeram e foi constatado que era mesmo dele. Só que para piorar tudo, quando a bebê tinha sete meses, a mãe de Lucélia, faleceu após um AVC. Isso ferrou a cabeça da garota. Nesse momento, a família do carinha fez a cabeça dela para deixar que tomassem conta da bebê por uns tempos, mas a verdade é que se apegaram à criança e não quiseram mais devolver. Deu uma briga grande na Justiça, mas como a família dele era importante acabou ganhando, o que não é comum nesses casos. Desde então, ela vivia tentando conseguir novamente ficar com a filha, mas não conseguia e até mesmo visita-la estava difícil, pois o pai da criança e a família se mudaram para uma cidade distante.

Fiquei triste pela história de Lucélia e tive vontade de cuidar dela, mas não queria forçar a barra e correr o risco de parar de fodê-la.

Após mais algumas transas, consegui comer seu cuzinho e o mais incrível é que a safada gostou e a partir daí, passamos a fazer sempre. Nos encontrávamos 3 ou até 4 vezes na semana, sempre nas noites que seu namorado estava trabalhando.

Com tamanha frequência, não demorou para que começassem alguns buxixos aqui e ali, até meu primo veio me perguntar, e por saber que ele é de confiança, contei e o mesmo riu:

-Ah! Moleque! Tá comendo bem, mas fica esperto, não vai gamar porque aquela é uma putinha e sempre quer pica nova, pode ser cara da nossa idade, trintão ou até coroa com mais de 40.

-Sério que ela também faz com caras mais velhos?

-Já viram ela mamando o doutor Saulo, médico do postinho da Vila Souza, dentro do carro dele. O cara deve ter uns 45 ou mais, e é claro que o médico já comeu também, né? Meu pai é amigo dele.

Fiquei impressionado, mas eu sabia da fama de Lucélia e decidi não pensar nisso. Até que numa quinta à noite, estávamos trepando em sua casa, quando, de repente ouvimos uma caminhonete frear bruscamente no portão. Ela saiu rapidamente debaixo de mim e disse:

-É o Gilberto! Pega suas roupas e vai para o outro quarto, quando ele entrar, você pula a janela e depois pula para a casa do seu primo.

-Mas ele não estava trabalhando?

-Tava, mas de vez em quando, pega uma caminhonete da usina e vem para cá.

Corri para o outro quarto e ouvi as batidas na porta.

Lucélia só colocou uma camisolinha e atendeu:

-Cadê ele? Sei que você está me chifrando, Lucélia!

Pensei em fazer o que ela pediu, mas temi que Giba tentasse a agredir, por isso, decidi ficar ali e se a coisa esquentasse, iria para cima dele. De repente, eu estava numa cena clássica de flagrante de traição.

-Não tô com ninguém, deixa de paranoia. – Lucélia respondeu com um tom de quem não está nem um pouco com medo.

-Ah! Não? E como explica estar assim descabelada, vermelha e suada?

-Estava dormindo, um calor do caramba, mas quer sabe de uma coisa, Gilberto? Cansei dos seus ciúmes, sempre te disse que a gente era livre, não falei em compromisso, muito menos em ser fiel, você que insiste nessa coisa romântica. O melhor é você pegar teu rumo e arrumar uma com vocação para ser obediente, servir de empregada e aguentar as suas bebedeiras, para mim já deu.

Ficou um silêncio na sala, mas logo Giba falou:

-Também não é assim, não precisamos terminar, desculpa... é foda... um cara buzinou no meu ouvido que você estava recebendo praticamente todo noite, aquele carinha que veio de São Paulo, primo do Lucas, que parece meio avoado das ideias, mas que por trás daquela sonsice, já comeu até a filha do vice-prefeito, o seu Alaor. O ciúme subiu minha cabeça e quis tirar isso a limpo

-Olha, não tô com tempo para fofocas e não admito que ninguém venha à minha casa cobrar satisfações, vamos botar um ponto final. Eu não sou santa e nunca disse que era. A partir de hoje, cada um na sua.

Giba se desesperou, tentou fazê-la mudar de ideia por um bom tempo, mas não teve jeito. Lucélia o botou para correr, e o mesmo ainda disse uns disparates:

-Todo mundo me avisou que apesar de nova, você era uma vagabunda de marca maior. Fui um trouxa, achando que mudaria comigo, comprei várias coisas para você, essa TV mesmo, ainda estou pagando e sem...

-Olha aqui, Gilberto, perdi minha mãe, minha filha, praticamente nunca tive pai, acha que estou me importando com presentes? Aproveita que está de carro e leva a TV, depois, enfia ela todinha no teu cu, liga a tomada e vê se está passando a merda de um jogo de futebol, daqueles bem arrastados que você gosta de assistir, agora dá licença que amanhã acordo às 6h.

Ouvi Gilberto chorando e pouco depois batendo forte a porta da caminhonete e arrancando. Fiquei surpreso em como Lucélia terminou num piscar de olhos com o namorado e como o mesmo aceitou tudo. Saí do quarto, mas antes notei que o mesmo tinha um berço e decoração de bebê, era como se ela ainda tivesse certeza de que conseguiria a guarda da filha.

Ao me ver, Lucélia ficou surpresa:

-Você não pulou para a casa do seu primo como falei?

-Não, achei melhor esperar, fiquei com medo dele se tornar agressivo com você.

Ela sorriu de maneira fraterna e depois disse.

-Não precisava se preocupar. O Gilberto é um idiota, mas inofensivo, bom, você sabe bem, desde o que rolou na prainha. Já estava pensando em terminar com ele e o próprio tonto me deu o motivo. Como diz uma amiga minha, só é corno quem é curioso, quem mandou vir xeretar? Agora, deixa eu só respirar um pouco e beber uma água para a gente terminar o que começou.

Voltei a ficar surpreso, depois do quase flagrante, da discussão e do término com o namorado, Lucélia ainda estava com cabeça para transar? Mas obviamente que não me opus, ao contrário, adorei.

Com o fim do relacionamento dela com Giba, passei a ter mais encontros com Lucélia e começamos a sair juntos para todos os cantos. Meu primo e mais alguns amigos comentaram que eu tinha sorte, mas não deveria me apegar, porém, eu nunca pensava no amanhã, só no próprio dia.

Lucélia foi ficando cada vez mais carinhosa comigo, seja em público ou a sós. Ela sabia fazer pratos incríveis que tinha aprendido com a mãe. Assistíamos a filmes juntos, íamos até Rio Preto para passear. Eu já estava completamente apaixonado pela garota, já tinha até a apresentado aos meus pais. Na época (2008 quase 2009), ainda não havia surgido uma atriz espanhola chamada Ester Esposito, que vem fazendo sucesso em séries na Netflix nos últimos anos, mas se já fosse conhecida, certamente, muitos notariam a incrível semelhança entre as duas, mais ou menos como nessa foto (https://www.gettyimages.com.br/detail/foto-jornal%C3%ADstica/ester-exp%C3%B3sito-attends-the-emilia-perez-red-carpet-foto-jornal%C3%ADstica/

Nossas transas eram selvagens, o pique dela era para poucos. Fodíamos pela casa toda, exceto no quarto que era para ser da filha, nos chupávamos cada vez tentando caprichar mais. Ela se cuidava e estava sempre cheirosa, às vezes, pedia para eu gozar em seu rosto e depois corria para se olhar no espelho e morria de rir do estado. Eu fazia questão que Lucélia se sentasse em minha cara e se esfregasse enquanto eu a chupava e cheirava, enfim foi um tempo muito bom.

Certo dia, meu tio me chamou em sua sala na fábrica e disse com um copo de uísque na mão:

-Senta aí, rapaz. Elder, desculpe por me meter na sua vida, já que nem na do Lucas, dou palpite, mas esse teu casinho ou namoro com a menina que trabalha aqui na fábrica, essa Lucélia, é sério mesmo?

-Não diria que é sério, sério, mas estamos juntos há uns 2 meses, na verdade, 3, mas por que a pergunta, tio?

-Não, nada...

Com receio de que ele já tivesse transado com Lucélia, falei de maneira mais enfática:

-Pode dizer, o senhor tem experiência e gostaria de ouvir seu conselho.

Meu tio me olhou por uns instantes com a cara séria:

-Bem... não se ofenda, se estiver apenas passando um tempo com ela, saiba que faria o mesmo no teu lugar, é uma menina linda... mas pense bem se estiver querendo algo mais sério, a fama dela na cidade não é das melhores...até filha na adolescência teve, mas não criou.

Fiquei irritado com aquilo e o cortei:

-Para ser sincero, tio, não estou procurando nenhuma virgem ou carola de igreja para namorar, casar ou transar, e sobre a filha dela, há muita mentira nessa história, ela é doida para conseguir ter a guarda da criança de volta, mas parece que a família do cara é poderosa.

-Sim, pode ser, mas o ponto principal aqui é que essa menina é capaz de levar desde jovens como você até maduros como eu à loucura. Sabia que ela teve caso com um médico aqui da cidade? Um cara da minha idade, meu amigo!

-Sim, o Lucas me contou, mas isso não me importa.

Meu tio deu um gole grande no uísque e seguiu:

-Tudo bem, sobrinho, só quero que saiba com quem está se metendo. Aqui na cidade, temos o doutor Saulo que sempre foi um homem sério, honrado, de princípios! (levantando a voz). Não há uma pessoa que fale isso aqui dele ó (mostrando o polegar e o dedo indicador encostados. Mas foi seduzido, enfeitiçado, sei lá por essa moleca. Tiveram um casinho rápido, coisa de 2 semanas, 3 no máximo, mas foi o suficiente para o homem pirar chegou a fazer planos: esperaria a filha mais jovem ir para a faculdade e se separaria da mulher para viver com sua amante ninfeta, mas antes disso, já estava procurando uma linda chácara na região para presenteá-la e onde futuramente se mudaria também. Só que antes da tal surpresa, a garota lhe deu um passa fora e mesmo quando Saulo contou sobre lhe dar a chácara, ela deu de ombros e dois dias depois, estava com um Zé Mané que trabalha como mototáxi na rodoviária. Ele me contou aqui onde estamos, sentado aí nessa cadeira, chorando como um condenado. Consegue imaginar isso? Um médico que tem tanto preparo psicológico para lidar com cada coisa, se desmanchando em lágrimas por causa de uma menininha. Pobre, doutor Saulo, agora que está um pouco melhor, mas ficou um trapo e por causa dela. Então, temo por você, sobrinho, se for só curtição vá em frente, mas se perceber que gosta minimamente dessa moça, fuja enquanto é tempo. A Lucélia é uma excelente funcionária, das melhores, mas ela não presta! (levantando a voz novamente)

Estranhei aquele final.

-Vou lhe perguntar uma coisa, tio, e espero que seja sincero. O senhor teve alguma coisa com ela? Se teve, a tia jamais saberá pela minha boca.

Meu tio foi enfático:

-Claro que não! No passado, já tive minhas escorregadas, mas sua tia não merece isso. Há mais de 12 anos não me deito com outra, juro pelo meu filho.

-Ok, mas então por que essa bronca dela?

-Não é bronca nenhuma, se fosse isso, a demitiria. o motivo dessa conversa é para te abrir os olhos. Mulher assim leva o homem a ruína, vai por mim, um amigo meu e de teu pai, rapaz de boa família aqui na região, com grana, caiu de amores por uma assim, dava tudo, dinheiro, roupas, presentes caros, mas um dia ela simplesmente lhe virou as costas e foi morar na casa do caralho com outro. Sabe o que ele fez? Não aguentou! Meteu uma bala na cabeça! Pergunte ao seu pai, essa história marcou a gente.

-Agradeço pela preocupação, tio, mas isso não vai ocorrer comigo.

É claro que aquele tipo de conversa me deixou chateado, ainda mais somado ao que já sabia, porém, procurei focar no momento, estava totalmente apaixonado pelo jeito de moleca e ao mesmo tempo pelo furacão que Lucélia era na cama.

Até que houve uma noite em que estávamos trepando, já era a 2ª ou 3ª e num dado momento, Lucélia disse ao meu ouvido:

-Aiiiiiii, Elder...eu te amo!

Foi como se uma bomba estourasse em minha mente. Decidi que era hora de termos uma conversa sobre onde daria nosso relacionamento. A partir dessa conversa, minha vida mudaria radicalmente.

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 304Seguidores: 806Seguindo: 12Mensagem Devido a correria, não tenho conseguido escrever na mesma frequência. Peço desculpas aos que acompanham meus contos.

Comentários

Foto de perfil de OsorioHorse

Gostei do casal.

Ponto positivo, ele gosta de sexo e ela também. Ele gostou muito de ver ela fazendo sexo na cachoeira, ele nitidamente é um vouyer, eles precisam trabalhar isso nele. Mas acho que nenhum deles percebeu isso, até pq falaram muito pouco da cachoeira.

Outro ponto positivo legal, ela pode ser uma putinha, mas ela é independente, ela teve a oportunidade de ficar com um homem "rico" mas recusou o relacionamento e as proposta, achei isso legal nela. Não é uma interesseira.

Esse "eu te amo" no final deixou tudo melhor.

Parabéns Lael.

Esse conto vai ser disponível por inteiro ?

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