Pode parecer clichê essa minha afirmação, mas eu juro: nunca pensei que trairia meu esposo.
Eu preciso confessar o que fiz.
E acredito que aqui, neste site, protegida pelo anonimato e alterando meu nome, eu possa desabafar com vocês e relatar a experiência prazerosa, perigosa e imoral que vivenciei esses dias.
Fiz coisas com aquele rapaz que jamais passaram em minha cabeça fazer na cama. Descobri novas posições, fui usada como se fosse uma vagabunda qualquer e ouvi coisas que... nossa... mexeram demais comigo.
Vou utilizar o nome fictício de “Juliana”, um nome que tenho uma certa simpatia. As descrições físicas que darei sobre mim são reais, não acho que alguém conseguirá me reconhecer; eu espero. O outro envolvido, bem, o chamarei de “Eduardo”.
Conheci o “Dudu” numa reforma que ocorreu no apartamento onde moro com meu esposo e nossos dois filhos pequenos. Um apê grande, num prédio chique da zona oeste de São Paulo. Eu não me lembro bem o que precisava ser reparado porque quem cuida dessas coisas é meu marido, porém, foi graças a essa inconveniente reforma que cometi adultério pela primeira vez.
No primeiro dia da reforma, foi quando o conheci, e não fui com a cara daquele moleque. O pedreiro era um senhorzinho de quase 60 anos, Seu Zé, muito tranquilo e bem apessoado. Demonstrava confiança no que falava e era indicação de um colega do meu marido. Agora, o seu ajudante...
Quando o vi passar pela porta, eu me questionei como o porteiro havia liberado o acesso daquele cara ao nosso luxuoso condomínio. Não quero parecer uma preconceituosa arrogante, mas para que entendam melhor o meu ponto de vista, saibam que sou descendente de orientais.
Japonesa, coreana, chinesa?
Fica para vocês imaginarem, rs.
O que quero dizer com isso é que somos mais “tradicionais”. Seja no casamento, na vida profissional ou social. Por isso, quando disse que jamais pensei que um dia trairia meu marido, eu fui sincera. Somos ensinados a respeitar o matrimônio como algo sagrado, inabalável. Nossa cultura é muito rígida em relação a vida de marido e mulher e alguns até a classificam como ultrapassada.
E sobre aparência? Bem, isso conta MUITO.
Minha realidade sendo descendente de oriental, frequentando os círculos sociais que convivo e trabalhando como gerente em uma grande empresa, me fazem manter distância de certos tipos de pessoas. Como aquele rapaz que acompanhava o Seu Zé.
Quando pus os olhos em Eduardo fiquei chocada com a quantidade de tatuagens dele, seu jeito malandro de andar, o boné virado para trás e a cara de mal elemento. Puxei meu marido de canto e sussurrei para ficar de olho no sujeitinho e que não me sentia bem com aquele tipo de pessoa dentro do meu apartamento. Ainda mais sabendo que ele ficaria alguns dias entrando e saindo enquanto estávamos fora. Meu esposo ficou todo sem graça, mas não teve muito o que fazer. Ele me convenceu que não teria problemas, pois segundo o Seu Zé, o rapaz era sobrinho dele e apesar da aparência de malandro era um “bom menino”.
Contrariada, fiquei de mãos atadas; porém, com meus olhos puxados “bem abertos”, de olho no garoto nas poucas horas que estávamos juntos.
A obra duraria uma semana e nos dias úteis eu meu marido estaríamos trabalhando, nossos filhos na escola e o apartamento vazio, exceto pela presença do pedreiro e seu duvidoso ajudante. Nossa diarista dava uma geral duas vezes por semana e pedi para que ela me relatasse qualquer comportamento suspeito do rapaz. O que não aconteceu, segundo a mesma.
Assim que a gente chegava, lá pelas 19h da noite, eles já estavam de saída e meu marido apenas trocava algumas palavras com o Seu Zé enquanto o Dudu ficava de canto, mexendo no celular.
E olhando para mim.
Por mais que tentasse disfarçar, ele me seguia com o olhar a cada movimento meu. Eu não tinha como não notar.
Como eu acabara de chegar do trabalho, estava sempre afobada, levando meus filhos para os quartos e mandando eles tomarem banho, correndo para a cozinha para arrumar a mesa do jantar, entre outras tarefas; mas percebia ele me espiando.
E olha que eu não uso nenhuma roupa chamativa. Sou discreta.
Mesmo sendo gerente, não tenho costume de usar salto alto ou roupa social. Sempre estou com uma calça folgada, raramente usando jeans. Uso tênis e camisetas sem estampa e que não marcam muito, normalmente um tamanho a mais do que deveria, pois gosto de conforto. Sei que chamo atenção dos homens pelos meus belos traços orientais e minha estatura. Sou uma mulher no meio da casa dos 40 anos e tenho 170cm e calço 37. Não faço academia, pilates, nada dessas coisas “fitness”, apenas me alimento muito bem, me cuido com produtos de beleza caros e sempre estou com as unhas feitas. Tenho uma barriga lisinha, um corpo saudável e atraente, com poucas curvas como a maioria das orientais. Meus seios são um pouco acima da média e chamam atenção, mesmo com minhas camisetas largas. São branquinhos, naturais e macios, com mamilos cor de pêssego. Meu bumbum não é muito redondo, porém, é bem carnudo e quando estou de shorts ou jeans, o contorno é sexy.
Eduardo nos poucos minutos que ficava próximo de mim me comia com os olhos. Acompanhava meus movimentos, desde o momento em que eu descalçava meus tênis e ficava andando de meias pela casa, como é nosso costume, até me ver pôr o avental de cozinha e prender meus cabelos escuros e lisos num simples coque. Enquanto meu marido conversava com seu tio.
Acreditem, eu fiz de tudo para que aquele descarado visse o menos possível de mim. Afinal, minhas roupas cobriam tudo, até de meias eu permanecia. Tenho um olhar sério e sequer o encarava de volta e fingia que ele não existia, como deveria ser: pois ele não passava de um ajudante do pedreiro com cara de trombadinha, me perdoem, mas era a impressão que eu tinha. Ao contrário de mim, que sou uma esposa tradicional, uma gerente de uma empresa de renome, fiel ao meu marido desde quando nos casamos aos 20 anos e que por mais que tivesse sido cobiçada por muitos homens durante minha vida profissional, eu jamais havia cedido para nenhum deles, mantendo os votos sagrados do meu matrimônio. E não seria aquele moleque pé-rapado que me faria adulterar pela primeira vez!
Era o que eu pensava.
Era o que eu repetia para mim mesma, sentindo o olhar desejoso dele.
Porém, o meu corpo teimava em discordar da minha mente...
Não sei qual foi o motivo... talvez a diferença social entre nós? O quanto eu o achava repugnante? A ousadia dele?
Sei lá.
O que sei, é que foi no terceiro dia que eu me dei conta que estava molhada. Ou melhor: encharcada!
Que maldito! Como? Por quê?
Aquele cafajeste se atrevia a ficar ajeitando seu “volume” por cima da calça jeans enquanto me fitava. Às vezes o flagrava lambendo os lábios e fazendo de tudo para chamar minha atenção.
O tonto do meu marido nem sequer percebia o que rolava e eu pensei em falar com ele. Contar que o ajudante do pedreiro era muito assanhado e reclamar com o seu Zé para não trazer mais o rapaz..., mas eu não consegui fazer isso. O fogo que eu sentia com aquela situação não permitiu. Naquela mesma noite eu sonhei com o filho da puta me pegando à força, me comendo, me abusando e fazendo o que queria comigo na minha própria cama!
Acordei no meio da madrugada excitada, me tremendo de tesão, fazendo meu marido se assustar e perguntar o que havia acontecido. Gemendo, eu menti que havia tido um sonho erótico com ele e o fiz me chupar, para aliviar o meu tesão até que eu gozasse em sua boca. Como há muito tempo não acontecia...
A rotina de casado é cruel e nossa vida sexual estava num momento muito fraco. Transávamos uma vez ou duas no mês, raramente fazíamos sexo oral um no outro e meu parceiro se contentava com uma punhetinha enquanto me beijava ou chupava meus peitos e depois se virava pra dormir. Eu estava ficando na mão... não atingia o clímax há meses....
E naquela noite eu só gozei porque estava pensando no ajudante do pedreiro. Não em meu marido.
Fiquei envergonhada, me senti culpada e depois que o momento de tesão passou eu me virei de costas e deixei meu esposo na mão. Ele até tentou se engraçar..., mas eu cortei e ele não insistiu. Nunca insistia.
Passei o dia seguinte no trabalho pensando que quando chegasse em casa eu sequer daria boa noite para aquele rapaz, precisava extirpar o pensamento impuro, aquele desejo pecaminoso de adultério e nunca mais sonhar com aquilo.
Eu tenho respeito próprio... Eu sou de outro patamar... Eu...
Bastou chegar em casa e ver ele sem camisa que minha xota melou.
Que ódio!
Fiquei travada perto dele, o maldito sorria maliciosamente e lambia os beiços. Antes que eu pudesse ter reação, meu marido entrou atrás de mim e fechou a porta. O moleque se virou para a parede, continuando o serviço, sabendo que havia me fisgado. Me fez olhar para seu corpo magrelo, tatuado e moreno, com algumas tatuagens daquelas que pareciam de cadeia como eu via nos documentários.
A imagem do peitoral lisinho não saía da minha cabeça.
Aquele novinho era totalmente diferente do meu marido de meia-idade e que já estava ficando bem flácido e peludo. Me peguei imaginando o tamanho do pau dele... Como seria a pegada dele na cama... Eu nunca havia sido comida por outro homem e um lado meu morria de vontade de experimentar outra rola.
Naquele dia, o quarto dia, eu facilitei para que ele me olhasse mais e até o espiei de canto de olho. Fiquei mais excitada ainda ao entrar no banheiro e ver que minhas calcinhas no cesto de roupas estavam mexidas... aquele danadinho com certeza deveria ter cheirado elas! Talvez até batido uma punheta.
Por que tanto interesse em uma oriental, casada e com mais de 40 anos?
Seu desejo por mim era intrigante. Instigante.
Naquela noite nem precisei sonhar com ele. Durante o banho me toquei até gozar intensamente debaixo das águas quentes do chuveiro. Gemendo abafado, para que meu marido e meus filhos não escutassem. Quando meu homem quis me procurar antes de dormir, eu aceitei que ele apenas me chupasse novamente, não o deixaria entrar em mim. Ele não fazia isso há quase um mês e decidi que ele havia perdido o privilégio. Quem entraria em mim seria o ajudante do pedreiro.
Passei mais uma noite apenas deixando meu marido me chupar para me aliviar e o finalizando na punheta, falando o quanto o amava e como iria sentir saudades dele no final de semana que não estaria em casa. Mal sabia ele.
Assim que o sábado raiou, tratei de despachar meus filhos para um parque de diversões com a babá. Tomei um banho premium, fiquei cheirosa e resolvi ser ousada: me vesti apenas com um pijama de verão. Shortinhos curto de seda, sem nada por baixo e uma camiseta fina, que mostrava minha barriga e fiquei descalça. Claro, fiz as unhas do meu pezinho e pintei de rosa-claro no sofá como se eu fosse uma adolescente. Estava me sentindo tão ousada...
Para vocês, danadinhos; posso parecer uma boba, mas para mim, usar aquele tipo de roupa tão íntima em casa sabendo que ficaria à sós com dois homens era o maior escândalo. Outros orientais irão entender bem...
Quando deu 10h, o horário combinado para que os pedreiros chegassem no sábado, eu terminei de escovar meu cabelo e quando a campainha tocou fui atender a porta com o sorriso mais malicioso que eu conseguia.
Imaginem minha cara de decepção quando somente o seu Zé apareceu.
Eu me desarmei toda e vi o choque no olhar constrangido daquele senhorzinho ao me encontrar quase seminua. Completamente diferente da mulher recatada que ele havia visto durante aquela semana. Seu Zé desviou o olhar para o chão e perguntou se estava tudo bem e se ele podia entrar e terminar o reparo, que só precisaria de mais algumas horas para concluir.
Questionei sobre seu ajudante e ele disse que não o chamou pois faltava tão pouca coisa que ele dava conta sozinho, e eu murchei de vez. Soltei um “ah” tristonho e o deixei entrar. Corri para meu quarto e me deitei na cama, frustrada e emputecida que o garotão não iria me ver toda exibida.
Eu iria provocá-lo o dia todo! O deixaria maluco de tesão.
Ficaria na sala, pertinho deles... agachando, me inclinando... e ao final do dia, antes de dispensar os dois e fazer o pagamento mandaria o moleque ficar. Inventaria algum motivo bobo para o Seu Zé ser dispensando antes e pela primeira vez na vida trairia meu marido.
Cravei minhas unhas no travesseiro e chorei de raiva.
Aquilo ficaria só na minha imaginação... nunca mais veria o rapaz.
Passei as próximas horas sem sequer sair do quarto até escutar uma batida tímida na porta. Seu Zé disse que precisaria ir embora pois surgiu uma emergência familiar, mas que faltava pouco para terminar o serviço e mandaria o seu sobrinho passar mais tarde, umas 15h, para buscar o pagamento e terminar o último reparo.
Eu fiquei bamba. Minhas pernas tremeram de emoção.
O acompanhei até a porta, me despedi dele agradecendo pelo bom trabalho e desejando que desse tudo certo com sua emergência enquanto já pensava que em poucas horas meu desejo seria consumado.
Seria pouco tempo para aproveitar...
Meus filhos voltariam por volta das 19h e eu não poderia ser pega em flagrante. Meu plano de deixar o moleque excitado aos poucos, não daria mais certo... eu precisava ser direta: vulgar, atirada e maliciosa.
Coisas que nunca fui, seria um desafio para mim.
Me apressei e tomei outro banho, escovei meu cabelo novamente, passei cremes, hidrantes, perfume, caprichei na maquiagem e escolhi um batom vermelho, bem sensual. Revirei meu guarda-roupas atrás das peças mais escandalosas que eu tivesse, o que não foi fácil. Realmente sou uma esposa muito padrão e reservada. O máximo que consegui encontrar foi um shorts jeans branco um pouco apertado de tão antigo, pois fazia tempo que não o usava e uma blusinha amarela desfiada, que mostrava um pouco da minha barriga e tinha um generoso decote. Coloquei aquelas roupas e obviamente nem me importei com calcinha ou sutiã. Calcei uma sandália e quando terminei de me preparar, ele tocou a campainha. Just in time.
Quando abri a porta, fiz pouco caso dele. Falei um “boa tarde” seco e nem olhei na cara do menino, desprezando-o como sempre e me virando na direção do sofá. Eu sabia que ele deveria estar impressionado. Nunca me vira tão apelativa. Caminhei lentamente rebolando devagar e me sentei. Acho que o susto foi tão grande que o moleque continuava parado na porta me fitando com cautela. Acenei com a mão, ainda mantendo um olhar de desdém sobre ele, mas o convidando para perto; bem cauteloso, ele se sentou ao meu lado no sofá.
Perguntei se o serviço demoraria muito, e ele confirmou que não. Ofereci uma água que ele recusou e prontamente foi concluir o trabalho. Eu fiz questão de permanecer no sofá, pertinho dele o tempo todo curtindo a sensação de ansiedade dele por me ver tão sensual. Dudu mal conseguia se concentrar e terminou rapidinho o pequeno reparo no rodapé da parede e se sentou ao meu lado, questionando sobre o pagamento. Foi aí que eu botei todas as cartas na mesa.
- O seu tio pediu para pagar em espécie, disse que não tem conta.
- Isso mesmo, dona – ele respondeu, sem jeito por eu estar tão próxima.
Levantei do sofá e caminhei até a bancada da cozinha, me inclinando insinuante e procurando minha carteira. Deixei-o aproveitar a visão e voltei ao sofá, sentando ao lado dele com a carteira nas mãos contando as notas e sem vergonha alguma, encostando nele. Eduardo estava só com um shorts, usando tênis e uma regata. Seu boné de malandro estava virado para trás como sempre e ele exalava um cheiro suor, que nos primeiros dias me enojou, mas que naquele momento era excitante.
Entreguei as notas para ele, ou melhor, sensualmente coloquei todas em seu bolso da bermuda e mantive meu braço em sua perna, mais do que o necessário. Desinibida, passei a acaricia-lo por cima do jeans. Passando meus dedos suavemente em sua perna. Mirando-o nos olhos com um olhar atrevido e um sorriso sacana. O moleque levou menos de 10 segundos para tomar as rédeas da situação. Um garanhão daqueles sabe muito bem como domar uma casada no cio. Sem vergonha, Eduardo se soltou no sofá e deslizou seu corpo, fazendo minha mão encontrar seu membro e soltou um gemido de prazer quando o toquei por cima da calça.
- Tu é uma danada, dona Juliana. Eu sabia que ia te comer antes dessa obra terminar!
- Cala a boca, moleque! Eu nunca traí meu marido e não sei o que me deu..., mas...
Antes que eu pudesse continuar a falar ele me encarou com um olhar de predador e eu senti seu membro enrijecendo. O volume prometia me surpreender e num movimento rápido o safado jogou o boné no chão e voou no meu pescoço, me puxando para perto dele e me beijando com vontade. Seu beijo foi tão intenso que minha bucetinha se encharcou toda em segundos enquanto aquele novinho tatuado, suado e tão diferente de tudo que já tinha visto na vida “gourmet” de uma oriental abastada, me pegava ao seu estilo. Passando as mãos ásperas pelo meu corpo, apalpando meus seios por baixo da camiseta fina e pegando em minha bunda. Como ele ousava? Meu marido a vida toda sempre me tocou com carinho... com respeito... Nunca eu meus anos de casada havia sentido aquela pegada tão bruta.
- Eu já comi muita coroa casada! Vocês são todas iguais!
Coroa???
Meu sangue começou a ferver, mas o tesão superou minha raiva ao sentir o cheiro dele no meu cangote, junto de seus beijos ardentes. Eu me sentia violada a cada passada de mão e ouvindo coisas de baixo calão no meu ouvido. Palavras que eu queria tanto escutar... e finalmente estava ouvindo.
Dudu se levantou e me mandou ajoelhar no chão. Ele deve ter adorado.
Ficar em pé e fazer sua “patroa” se colocar de joelhos diante dele. E foi o que eu fiz, bem obediente. Na sala do meu sagrado lar, onde meus filhos brincam e meu marido assiste filmes comigo, eu me pus de joelhos aos pés daquele moleque, um tipo que eu mudaria de calçada na rua se o visse.
Sabendo muito bem o que fazer, abaixei ansiosamente o shorts do garotão e sua cueca boxer também. Fazendo a rola dele pular pra fora. Dura, depilada, suculenta! Que rola grossa aquele magrelo tinha!
- Chupa, caralho! Japonesa tesuda!
Olhei ele nos olhos dele, salivando; e enfim, cometi o pecado.
Caí de boca na rola cabeçuda e tesuda de Eduardo como se eu fosse uma adolescente; desesperada e afobada. Estava tão emocionada que até me engasguei enquanto chupava, beijava, lambia e dava prazer para ele. Paguei um boquete babado, barulhento e afoito. Dudu puxava meu cabelo na medida certa, nem muito forte, nem fraco demais. Conduzia minha cabeça e entrava cada vez mais fundo na minha garganta, judiando de mim e fazendo coisas que meu marido jamais havia feito. Nunca havia tomado tapa na cara... nunca havia levado surra de pau... Pela primeira vez na vida eu experimentava outra rola e o sabor era delicioso.
- Até que a madame sabe como chupar um pau! Tá se virando...
Ele debochava e continuava em pé, me fazendo se humilhar diante dele, ajoelhada, com sua pica na boca. Eu me assustei um pouco quando ele puxou meu cabelo com tudo, forçando minha cabeça para trás e cuspindo na minha cara! Que filho da puta!
- Não faz cara feia não, patroa! Na quebrada é assim que a gente trata mulher infiel. Se quer trair é pra tomar esculacho mesmo!
E eu estava adorando mesmo... não dava pra negar...
Meu marido jamais havia me estapeado em algum ato sexual, mas aquele moleque com sua mão pesada e áspera não perdoava e batia no meu rosto me mandando chupar direito o pau dele. Aquilo me dava um medo... acendia um fogo... eu não sabia ainda do que ele era capaz. Dudu me cercou se virando e colocando meu pescoço entre o sofá e seu pênis e fodeu minha boca como quis.
Dei o meu melhor, eu sei disso. Eu não era acostumada com um pau daquele tamanho e ainda estava muito tensa por trair pela primeira vez na vida, mas acho que não estava indo muito bem... não era o que ele estava acostumado com suas novinhas. Após eu quase vomitar, fazendo sons barulhentos de ânsia, ele perdeu um pouco do tesão e eu morri de vergonha.
Frustrado com minha chupeta, Dudu tirou o pau da minha boca e se sentou no sofá. Se afastando de mim, que permaneci ajoelhada olhando para ele enquanto o moreno tirava sua camisa e agora estava completamente nu. Pelado e suado no sofá da minha sala, exceto pelo seu par de tênis.
- Eu sabia que você queria me dar. Fiquei tarado por japonesa desde que comecei a ver uns pornô de asiática. E quando te vi, meu pau fico duro no primeiro dia. Coroa gostosa do cacete!
Primeiro, que eu não sou japonesa. Nem coroa, aff.
Segundo, eu nunca ouvi tanta baixaria ou fui tão objetificada daquela maneira. Porém, não disse nada. Não conseguia. Estava excitada demais.
- Tá esperando o que parada aí? Levanta e dá um showzinho pra mim!
Envergonhada, e com uma parte de mim gritando para parar com aquela insanidade, me levantei toda sem jeito e tirei completamente minha roupa. Foi o strip-tease mais tosco que ele já vira, com certeza. Fiquei completamente nua rebolando e me exibindo para ele, toda travada, mas Eduardo parecia adorar me ver tão sem graça e dando meu máximo para seduzi-lo. O novinho se masturbava na minha frente, vigorosamente.
- Que peitão que você tem, dona! Vem aqui pra eu sentir eles!
Dei um passo à frente e ele me encarou severamente e apontou para o chão. Eu entendi o recado. Me pus de joelhos outra vez e engatinhei de quatro até ele, olhando nos olhos de cafajeste daquele moreno. Me senti uma otária ao ter que rastejar até o meu próprio sofá, o que foi muito gostoso de sentir e voltei a mamar a piroca daquele garoto, que agora, apertava meus seios. Beliscava, apalpava, judiava deles. A dor era um tesão a mais.
- Toda sem jeito... parece que nunca traiu o maridinho né? Me engana não, coroa... as madames como você são as mais safadas!
Se minha boca não estivesse ocupada com o pau dele eu até responderia.
Chupei mais um pouco e logo ele me mandou subir no sofá e me deu o melhor sexo oral da minha vida. Me chupou com tanta força, com tanta violência! Metia os dedos, a língua, mordia meu grelinho enquanto apertava o bico do meio seio e me chamava de cadela, puta suja, japa safada e vagabunda que gosta de dar pra novinho! Era desse nível pra baixo... e eu ficava cada vez mais molhada e entregue para ele. Minha xota é bem peluda, não me depilo nas partes íntimas pois meu marido gosta assim e parece que isso excitou o Dudu ainda mais... por provar uma flor oriental tão exótica.
Após prazerosos minutos sendo chupada, eu criei forças para dizer apenas quatro palavras para ele: Me fode. Por favor!
- Por favor? Tá de sacanagem, tia!
Eduardo revirou os olhos e se levantou, esfregando seu pau na minha vagina, me deixando doida para senti-lo dentro de mim, com requintes de crueldade, do jeito que só quem tem as manhas sabe fazer. O sacana me levou ao limite e só quando me viu morder os lábios e o fitar com uma cara de desespero foi quando entrou em mim.
E como entrou!
O garoto metia forte, fundo... tão gostoso!
Se eu não fosse bucetuda, estaria ferrada! O pau dele era dos grossos e grandes. O do meu marido nunca havia me satisfeito completamente... eu percebi isso naquele momento. O que eu senti com o novinho foi o preenchimento total.
Meus instintos de fêmea se apossaram de mim e eu esqueci de tudo: que estava traindo meu marido, que tinha vizinhos nos apartamentos ao lado, que meus filhos estavam pra voltar daqui a poucas horas. Tudo que eu queria era gemer, gritar, chorar e pedir pra ele me foder mais!
- Isso... me fode, Eduardo! Me come! Me esculacha!
- Eu não sou mole que nem o teu marido japa não... comigo a parada é do meu jeito! Vai me dar caladinha, sua piranha do caralho!
O novinho tapou minha boca, abafando meus gemidos e me deixando mais submissa. Meteu gostoso em mim naquele sofá me fazendo mudar de posição algumas vezes. Fizemos papai & mamãe, frango assado, cavalgada de costas. Ele não gozava nunca! Eu estava incrédula com aquilo!
A foda estava muito boa e já durava mais de 30 minutos. Algo que nunca havia vivenciado. Eu estava fazendo de tudo para agradar ao Dudu. Gemendo quando ele deixava, aceitando os xingamentos dele e até me humilhando, dizendo que era mesmo uma puta, uma coroa safada que queria dar a bucetinha para um malandrão como ele.
- Eu vou te levar lá na quebrada, pra te foder na minha cama! Depois, vou te arrastar pro baile funk e fazer você rebolar pra mim e pros meus manos. Vai pagar combo de bebida pra mim, vai buscar droga pra mim na biqueira! E quando eu te deixar cheirada de pó, vou até prostituir você... vai mamar o bonde pra fazer uma grana e me entregar tudo! Vadia mimada!
Ele falava isso enquanto me comia de quatro e batia na minha bunda, deixando-a vermelha, ardia tanto que provavelmente já estaria roxa, isso sim. Para calar minha boca, ele tirou minhas sandálias e me fez morder uma delas, eu jamais havia pensando que até esse gesto me excitaria, ter minha própria sandália em minha boca, me fazendo gemer abafado. Eu nunca tive tanto nojo de mim mesma por permitir tamanha degradação dentro da minha casa, na santidade do meu lar, mas eu não conseguia parar. Era viciante escutar ele me reduzindo à uma putinha, uma quenga de rua que ele poderia drogar, prostituir e fazer o que quisesse. Eu nunca havia sido tão humilhada psicologicamente.
Eduardo enfim me pegou no colo, me levantou como se eu fosse uma garotinha, mesmo eu tendo 170cm. Nos braços daquele moreno alto eu fui levantada e carregada até a cama king size do meu quarto. Ele queria me foder ali: na cama onde durmo com meu marido, como sonhei dias atrás.
Dudu carregou pelo meu apartamento com o pau dentro da minha xota, sem tirar. Ele deveria estar ereto há quase uma hora! Que absurdo!
- Vou te foder na tua cama, pra toda noite quando você der um beijo no teu marido antes de dormir, você lembrar o que fez com o coitado do corno!
E ele me fodeu...
Me comeu de quatro de novo, frango assado de novo, me ensinou posições degradantes e até colocou o pé na minha cabeça (ainda de tênis), me fazendo me sentir tão suja... tão violada...
Me bateu mais na bunda, puxou meu cabelo com força, estava acabando comigo! Me deixando toda suada, com a maquiagem borrada, com vermelhões e chupões pelo corpo. Eu não aguentava mais... não estava dando conta daquele novinho. Procurei e achei mais do que podia lidar.
- Goza em mim... me suja!
Comecei a pedir desesperada para que ele gozasse logo, mesmo sem camisinha, era tudo que eu queria para consumar de vez aquela traição. Ser leitada no pelo por aquele maldito.
- Tá querendo leite, né? Filha da puta, safada! Vou dar pra você, e vai ser dentro mesmo!
Eduardo me virou de frente, me puxou até a beira da cama e socou fundo enquanto chupava meus seios. Meus bicos estavam ardendo de tanta força que ele fazia com aquela chupada e eu respirava enlouquecida perto de seu ouvido, sussurrando para que ele me sujasse com sua porra. Despejasse tudo em mim.
E então, eu recebi a gozada mais gostosa da minha vida!
Farta, viscosa, duradoura. Eduardo gozou jatos e mais jatos de seu sêmen dentro da minha xota. Uma bucetinha que foi de apenas um homem à vida toda. Cansado depois de me foder tão bem, o garotou desabou em cima de mim. Ficou assim por alguns minutos e eu o abracei, emocionada e realizada, toda melecada e com porra que escorria da minha vagina estufada. Eu sentia seu pau amolecendo e pulsando dentro de mim e queria que aquilo durasse para sempre.
- Obrig... obrigada... – Sussurrei no pé do ouvido dele. - É a primeira vez que me sinto fodida de verdade, e que pude ter um orgasmo durante a penetração. Nem sei se você percebeu, mas eu gozei umas duas ou três...
Me interrompendo, ele se levantou.
- Ah, tanto faz, coroa! Vou tomar um banho e vazar daqui. É isso. – Dudu se virou e me encarou - e quero um pagamento maior...
O canalha tomou banho na suíte do quarto, me ignorando completamente enquanto eu ainda excitada me tocava. Quando ele saiu, foi para a sala, se vestiu e voltou ao quarto onde ainda nua, suada e com sua porra dentro de mim, eu abri o cofre secreto do meu marido (que o tonto acha que eu não sei a senha) e paguei uma quantia extra ao moleque. Ele merecia.
- Quando você quiser de novo, japonesa; é só me ligar que eu venho.
- Ué? Nem tenho seu contato! – sorri, intrigada.
- Já tem sim... depois olha teu celular, madame. – Ele jogou meu iPhone na cama – Só não vou levar porque você foi boazinha e fez tudo que eu mandei...
Que abusado! Era mesmo um trombadinha como eu pensava!
Quase perdi meu caro iPhone 17 que meu marido havia me dado em nosso aniversário de casamento. E eu besta, nem cheguei a por senha nele...
Vivo numa bolha mesmo, né? Podem rir!
Pior que aquilo me excitou... ser fodida tão bem, quase furtada.
- E não toma banho não... fica sujinha, com meu leite dentro de você. Deixa o corno chupar sua bucetinha quando ele voltar. Suada e suja!
- Eu pensei a mesma coisa – respondi, com meus dedos enfiados dentro da minha xota, ainda brincando com o leite dele. – Quando ele voltar da viagem, eu vou fazê-lo sentir o seu gosto... Dudu.
- É Eduardo. Eu não dei intimidade pra você.
O jeito rude dele me deixava mais maluca.
- E na próxima que eu vir aqui, você prepara bem esse rabo que eu vou comer ele! Não comi hoje porque só dando a buceta você já tava chorando... na próxima você não escapa. Vai comprando lubrificante e alargando esse cu pra mim. Quero ver sua mão toda cabendo dentro dele! Mande fotos e vídeos disso pra mim...
O moreno virou de costas e se mandou do meu apartamento.
Me deixou na cama, sozinha, ansiosa pela próxima vez e até com tarefas.
Após me recuperar da foda, tomei juízo, meus filhos estavam para chegar. Coloquei um roupão e minha calcinha, para manter o máximo do leite daquele novinho dentro de mim. Fiquei assim o restante do sábado e o domingo todo. Com meus filhos estranhando meu comportamento: sem tomar banho, sem trocar de roupa e o tempo todo no celular. Obcecada em vídeos pornôs que ensinavam tutoriais de como alargar meu ânus e se preparar para o coito anal.
Quando meu corninho... ops, marido chegou, no domingo à noite, eu o beijei na boca e tratei de arrastá-lo para o quarto.
Falei o quanto o amava, mostrei que o serviço foi concluído e me insinuei para ele. Deixei o idiota de pau duro e o mandei me chupar. O que ele fez, mansinho como sempre... mal sabia que estava sentindo o gosto do esperma seco do ajudante do pedreiro.
Eu não transei com ele naquela noite. E nem pretendo mais transar.
A cada dia que passa vou reduzindo o acesso daquele corno ao meu corpo e mantendo-o só na punheta. Enquanto eu me guardo para o Dudu e faço tudo que ele me pede...
Estou ansiosa para dar pra ele de novo. Isso não sai da minha cabeça.
Assim que ele disser que estou pronta, realizarei o sonho de dar o cu. Por enquanto, me contento em me masturbar escutando os áudios dele me degradando e falando coisas nojentas que fará comigo.
Ele será o primeiro a comer meu cuzinho.
E será aqui em casa de novo...
Luxúria Contos Eróticos
