O Vizinho HORRÍVEL Fudeu a Gostosa Da Minha Esposa - PARTE 1

Um conto erótico de querocasada
Categoria: Heterossexual
Contém 4821 palavras
Data: 14/01/2026 16:57:52

## Parte 1 ##

Minha vida inteira virou de cabeça para baixo porque eu esqueci a regra de ouro, aquela sagrada: nunca, jamais, esqueça de limpar o histórico do navegador.

Conheci a Bruna ainda na época do colégio. A gente andava com a mesma galera e fomos ficando próximos com o passar dos anos. A Bruna... olha, ela era o pecado em forma de gente, meu sonho de consumo adolescente. Ela tinha aquele rosto angelical, com lábios carnudos que davam um ar tão inocente, sabe? O sorriso dela iluminava qualquer lugar, sem esforço. Ela tinha uns 1,68m de altura e um corpo escultural. Sempre foi rata de academia, o que deixou as pernas dela torneadas, grossas na medida certa, subindo até culminar numa das bundas mais perfeitas que você já viu numa mulher. A bunda dela não era só um atributo físico; era uma obra de arte, redondinha, empinada, desafiando a gravidade. Ela tinha olhos claros, um azul meio piscina, cabelo loiro com mechas e a personalidade mais incrível do mundo. Mesmo sendo absurdamente gostosa, ela tinha uma aura meio "santa", acolhedora, que fazia você querer ficar perto dela o tempo todo. A Bruna sempre foi muito inteligente também. Eventualmente, ela passou numa federal em outra cidade, enquanto eu fiquei por aqui tocando um pequeno negócio que eu estava começando, e a gente acabou se afastando.

Lá pelos meus vinte e poucos anos, meu negócio finalmente engrenou. Com a vida financeira estabilizada, resolvi voltar a estudar. Um ano depois, entrei no "projeto verão" eterno: academia cinco vezes na semana enquanto conciliava com a faculdade à noite.

Uma noite, eu estava num barzinho tomando umas com uns amigos e, por acaso, esbarrei com a Bruna. Dizer que fiquei surpreso é pouco. A gente se atualizou rapidinho e trocamos telefone.

Ela me contou que tinha voltado para a cidade depois de se formar e estava trabalhando num hospital da região. Relembramos os velhos tempos, rimos muito; ela até me zoou sobre a noite em que ficamos numa festa de Halloween, anos atrás. Reacendemos a amizade naquela noite e voltamos a nos ver. Ela virou minha motivação, minha parceira de treino na Smart Fit. Os caras sempre quebravam o pescoço olhando para ela enquanto ela fazia agachamento, e eu, bobo, me sentia orgulhoso de estar ali com ela. Depois de algumas semanas, começamos a namorar. Ela foi uma das principais razões para eu terminar o curso e pegar meu diploma.

Avançando a fita: faço trinta anos mês que vem. Eu e a Bruna estamos juntos há mais de cinco anos, casados há três. Moramos num condomínio fechado, super tranquilo, num bairro nobre da cidade.

Eu tenho uma sorte do caralho por ter casado com alguém tão linda e incrível quanto minha mulher. Ela é minha rocha, mudou minha vida, me fez um homem melhor. Ela tem essa personalidade doce e carinhosa, mas aquele corpo absurdo... puta merda, dá vontade de fazer as coisas mais selvagens com ela. Só que ela curte "fazer amor", ser gentil; na real, ela adora o romantismo da coisa. A gente transa mais que a maioria dos casais que eu conheço e a chama não apagou, pelo contrário, só aumentou. Mas...

Às vezes, eu queria que ela fosse mais... suja. Mais provocante. Eu não quero fazer amorzinho papai-e-mamãe o tempo todo. A gente fica no básico: eu por cima, ou às vezes ela por cima — o que é raro. Enquanto o som dela gemendo baixinho de prazer faria a maioria dos caras gozar na hora, eu queria que ela gritasse, implorasse por mais, falasse putaria no meu ouvido.

Sinto que existe uma barreira com a Bruna quando o assunto é sexo mais pesado. Em cinco anos juntos, ela nunca me chupou. Ela beijou meu pau uma única vez, quando estava muito bêbada depois de um Carnaval. Foi a única vez em todo o nosso relacionamento que ela encostou os lábios ali.

A maioria dos caras focaria no lado ruim disso, mas eu sei que sou casado com uma das mulheres mais lindas e carinhosas do mundo. Sou feliz com ela. Então, raramente olho para os contras. Porém...

Eu tenho umas fantasias sexuais meio tortas que nunca contei pra quase ninguém. Minha maior fantasia — uma que carrego desde moleque e nunca contei nem pra minha esposa — é ver a pessoa que eu amo provocando, flertando e até transando com alguém que eu desprezo, ou por quem eu não sinta desejo nenhum. Mas é só isso: uma fantasia.

Como nossa vida sexual é meio "arroz com feijão", eu leio contos eróticos na internet para aliviar a tensão. Nunca esperei realizar nada disso; parecia errado demais, e eu me chamava de maluco toda vez que essas imagens pipocavam na minha cabeça.

Hoje, no entanto, minha vida mudou...

Depois de um dia longo no trabalho, cheguei em casa e o jantar estava quase pronto, mas nada da minha esposa. Procurei pela casa e a encontrei no meu escritório, no meu computador... Nada demais nisso; já vi ela usando lá antes.

Dei um beijo na bochecha dela e perguntei como foi o dia. Ela parecia tão vidrada no que estava lendo na tela que mal resmungou uma resposta. Dei uma risada, balancei a cabeça e subi para tirar a roupa do trabalho.

Quando desci, ela já estava na mesa de jantar e parecia tensa, como se tivesse algo entalado na garganta. Enquanto comíamos, ela continuou com aquela cara de preocupação. Depois de eu insistir por alguns minutos, perguntando repetidamente o que estava errado, ela finalmente me olhou. Aqueles olhos azuis cravaram nos meus.

— Você ainda me ama? — ela perguntou.

Confuso com a pergunta, estiquei o braço sobre a mesa para segurar a mão dela.

— Até o dia em que eu morrer — respondi, firme.

— Que bom, porque eu passei um tempão lendo seus continhos no histórico do navegador. Num site chamado... Literotica? Eu não acredito que você faria algo assim escondido pelas minhas costas!

Eu não sabia onde enfiar a cara.

— Eu não consegui acreditar no começo! — ela continuou. — Achei que você não me amava mais. Todas essas histórias têm a esposa transando e provocando outros homens. Mas quanto mais capítulos eu lia, mais eu percebia: você gostaria de me ver submissa a outro cara? Eu pesquisei na internet e isso é um fetiche bem popular, na verdade. Cuckold, né? Essa é uma das suas fantasias?

Meu rosto estava pegando fogo de tão vermelho. Eu continuei mudo. Estava apavorado, achando que tinha arruinado meu casamento.

Parecendo mais magoada do que eu jamais tinha visto, Bruna exigiu:

— Por que você nunca me contou?

Eventualmente, balancei a cabeça devagar e sussurrei:

— Amor, eu sempre vou te amar. É uma coisa que eu tenho desde adolescente. É só uma fantasia.

Um minuto inteiro se passou. Sem dizer mais nada, ficamos nos encarando.

Ela se levantou, caminhou até mim e subiu no meu colo, sentando de frente, com uma perna de cada lado da cadeira. Ela estendeu a mão e abriu minha calça, puxando tudo para baixo antes de começar a esfregar meu pau duro contra ela.

— É mesmo? — Bruna gemeu no meu ouvido.

Eu estava em choque.

Antes que eu percebesse, ela começou a quicar em mim: ali mesmo, na minha cadeira, na mesa de jantar. Nunca tínhamos feito nada assim; sempre foi no quarto, portas fechadas. Mas eu estava com tesão demais para me importar. A Bruna estava encharcada, molhada como nunca vi. Comecei a estocar para cima, encontrando ela no meio do caminho. Eu nunca tinha transado com ela desse jeito, especialmente com essa agressividade.

Ela se esfregava e jogava o corpo contra o meu, enquanto aquela bunda perfeita batia nas minhas coxas.

— *Ahhnn! Ohhh! Isso!* — Os gemidos dela eram música no meu ouvido.

Eu me levantei, puxando ela junto comigo e a empurrei sobre a mesa, afastando os pratos, e comecei a marretar dentro dela com força. Eu estava indo tão rápido que achei que a mesa de madeira ia quebrar. Pouco depois, soltei um grito rouco e gozamos juntos, com força. Nos olhamos, ofegantes, e rimos antes de nos beijarmos.

— Bom, isso com certeza foi diferente — Bruna disse com um sorrisinho safado.

Eu estava sem fôlego, então só concordei com a cabeça e sorri de volta.

— Ai, que nojo. Tô toda suada agora — ela reclamou manhosamente. — Vou tomar um banho de banheira, amor.

— Tudo bem, vai lá relaxar. Eu arrumo a bagunça do jantar — eu disse. Isso arrancou um sorriso lindo dela antes de me dar um selinho e correr escada acima.

Depois de limpar tudo, subi e encontrei minha mulher saindo do banho, enrolada na toalha. Colocamos um filme, deitamos e não falamos nada sobre o que tinha acontecido. Enquanto eu pegava no sono, fiquei pensando em como tocar no assunto de novo. Na manhã seguinte, ela não mencionou nada, então agi como se nada fora do comum tivesse rolado.

Um mês se passou desde que tivemos o melhor sexo da vida: na nossa mesa de jantar... depois dela descobrir minha fantasia. Nas semanas seguintes, o sexo continuou intenso; às vezes duas vezes por dia.

E agora, outro evento para mudar a vida: meu aniversário de trinta anos. Trintei.

A festa ia ser no fim de semana: um churrascão com piscina na nossa casa para uma galera grande.

Minha esposa estava no modo "anfitriã total", arrumando cada detalhe. Eu tentei ajudar, mas ela implorou para eu não atrapalhar. Fiquei perguntando qual seria meu presente e ela só dizia que eu teria que esperar para ver.

Depois de deixar a casa pronta, subimos para nos trocar. Eu fiquei pronto em trinta minutos, bermuda e camisa de linho, mas minha mulher estava demorando horrores. Bem quando os convidados começaram a tocar a campainha, a Bruna finalmente desceu.

Eu só fiquei olhando; perdi a fala.

Ela estava usando um vestido de seda vermelho que era praticamente uma segunda pele, com a bainha terminando perigosamente no meio da coxa. Quando ela andava, dava para ver o desenho das pernas torneadas de academia: uma visão que faria qualquer homem fantasiar sobre como aquelas coxas seriam macias enroladas no pescoço dele. Dava para ver, muito sutilmente, as marcas da lingerie combinando por baixo. Era absurdamente sexy, mas ainda assim, tinha classe.

A questão é: ela nunca usaria algo assim normalmente, especialmente com todos os nossos amigos e família vindo. Ela deve ter feito isso especialmente para mim, porque parecia meio tímida enquanto descia a escada.

Isso não me impediu de abrir um sorriso de orelha a orelha.

Ela deu um sorrisinho de canto, caminhou até mim, me deu um beijo na boca e deu uma voltinha para se exibir. Com uma voz rouca e sexy, ela disse:

— Gostou?

Eu balancei a cabeça, hipnotizado, pensando: *Eu sou um homem de sorte do caralho.*

Ela deu uma risadinha.

— Bom, isso é parte do seu presente de aniversário, então é bom aproveitar!

E, nossa, como eu aproveitei. A festa foi perfeita. Todo mundo apareceu, o som estava alto. Os caras encheram a cara de cerveja e caipirinha, e tinha até umas amigas correndo pela casa, encharcadas até a alma depois de pularem na piscina e na hidromassagem. Finalmente, no fim da noite, só restavam alguns amigos íntimos e familiares, mas estavam todos desmaiados nos quartos de hóspedes ou quase lá.

Minha esposa e eu fomos para a varanda dos fundos sozinhos, nos aninhamos no sofá externo para curtir o silêncio e falar sobre como a noite tinha sido foda.

Ela começou a me acariciar e se esfregar em mim até eu ceder completamente. Continuou lambendo e mordendo minha orelha, enquanto minha mão explorava a bunda dela, apertando e admirando cada curva perfeita daquele bundão empinado.

Durante a festa, eu tinha visto ela dançando com um amigo ao som de um funk. A bunda dela estava praticamente pulando para fora do vestido e eu sabia que cada cara na festa desejava estar no meu lugar. Comecei a ficar mais excitado e dei um aperto extra forte na bunda dela, mas ela afastou minha mão.

— Ai, amor, não aperta tão forte assim — ela reclamou com uma voz manhosa e sexy ao mesmo tempo.

— Desculpa, gata, mas é difícil resistir. — Sorri enquanto deslizava a mão pelas costas dela.

— Hmmm. Eu tô tão excitadaaaa. Usando essas roupas na frente de tanta gente. Eu senti os olhos de todos os caras em mim, eu queria ir me trocar, mas sabia que você estava curtindo. — Ela olhou nos meus olhos antes de me dar um beijo lento e amoroso. A mão dela começou a esfregar meu pau por cima da bermuda, me deixando ainda mais excitado.

Fiquei chocado com as atitudes dela. Ela nunca tinha sido a primeira a iniciar o sexo; porém, hoje à noite era uma história totalmente diferente. Comecei a me perguntar o que mais ela estaria disposta a fazer.

Enquanto pensava em como eu poderia tentar introduzir posições novas quando subíssemos para o quarto, tentei me levantar. Ela me empurrou de volta no sofá e se ajoelhou na minha frente. Meus olhos se arregalaram imediatamente: eu sabia o que estava vindo, mas ainda assim não conseguia acreditar. O primeiro boquete que ela me daria.

Ela puxou minha bermuda para baixo e tirou meu pau duro para fora. Eu já estava vazando pré-gozo quando ela lambeu a cabeça, arrancando um gemido profundo de mim. Ela lambeu da base até a ponta algumas vezes.

*Eu estou no céu.* Dava para ver que ela também estava curtindo, o que me excitou ainda mais, imaginando que ela poderia me chupar com mais frequência.

— Uau! Ela realmente sabe lamber um pau, hein? — Uma voz surgiu do nada.

Nós dois viramos a cabeça rapidamente, apenas para ver meu vizinho gordo, o Osvaldo, sentado num canto escuro do quintal, perto da churrasqueira. Eu e minha esposa ficamos sóbrios na hora, e eu puxei a bermuda de volta.

Guiei ela para sentar no meu colo e coloquei meus braços em volta dela, protegendo.

— Porra, cara, há quanto tempo você tá aí sentado?

Ele riu enquanto me dava um sorrisinho arrogante.

— Acho que eu bebi demais. Acordei com ela se esfregando em você antes dela tirar seu pau pra fora! Desculpa interromper o que parecia que ia ser um puta show! — Ele riu de novo, claramente bêbado.

A Bruna estava vermelha feito um pimentão, os olhos baixos, mortificada.

De todas as pessoas do mundo para nos interromper, tinha que ser ele: um homem baixinho e gordo na casa dos cinquenta anos comparado aos nossos trinta, com um narigão feio e olhinhos de porco.

Ele vivia dando em cima da minha mulher e fazendo comentários obscenos para nós dois sobre o corpo dela. Eu tinha mandado um convite pra ele só para evitar dor de cabeça, ou uma possível denúncia por barulho na administração do condomínio. Os prós superavam os contras, então eu não tinha previsto o mal em dar um convite pra ele.

Agora minha decisão tinha voltado para me morder: depois de quase cinco anos, minha esposa estava prestes a me dar o boquete da minha vida, e nosso vizinho gordo e feio tinha arruinado tudo.

Tentei me acalmar enquanto ao mesmo tempo tentava salvar o clima sexual da minha esposa.

— Vamos para o quarto — comecei a dizer para ela, mas antes que eu pudesse terminar, nosso vizinho se levantou rapidamente e sentou bem do nosso lado.

— Calma aí! Calma, não para por minha causa. Finge que eu nem tô aqui. Eu mataria pra ver sua mulher gostosa chupando um pau — ele disse com um sorriso nojento enquanto os olhos dele percorriam o corpo da minha esposa.

Antes de entrar bufando, Bruna deu um olhar raivoso que dizia: "Nos seus sonhos, tarado nojento!"

Balancei a cabeça e a segui para dentro, trancando a porta atrás de mim.

De volta ao nosso quarto, imediatamente tentei pedir desculpas e dizer que estava tudo bem. Ela deu de ombros enquanto nos preparávamos para dormir. Ela estava prestes a tirar as roupas, mas pedi para ela manter o vestido um pouco mais.

Deitado na cama, continuei admirando minha esposa naquele vestido enquanto assistíamos TV. Comecei a tocar e acariciar o corpo dela e tentar colocá-la no clima de novo. Ela se aproximou e começou a beijar e mordiscar minha orelha; passando daí para me beijar.

Essa foi minha deixa para subir em cima dela e começar a estocar fundo na buceta dela com o vestido ainda no corpo, a calcinha vermelha empurrada para o lado. As unhas dela desciam pelas minhas costas, arranhando, as pernas macias enroladas em mim.

— Isso! Isso! Caralho!! Você tá me comendo tão forte! — Bruna gemeu alto.

— Tá gostando, né?

— Porraaaaa! Meu Deus! Sim!! — ela gemeu com uma voz sexy.

Nunca falamos putaria durante o sexo. Esta noite estava completamente diferente: era tão... crua. Eu estava adorando e continuei fazendo ela falar putaria enquanto eu continuava metendo meu pau duro para dentro e para fora dela.

Justo antes de perguntar se ela queria tentar uma posição diferente, de repente imaginei nosso vizinho feio, Osvaldo, agarrando minha esposa: enfiando a boca dela no pau dele enquanto eu assistia, impotente. Imaginei ela resistindo no início, mas eventualmente entrando no clima, gemendo no pau dele e levando cada vez mais fundo na garganta... as cenas piscavam diante dos meus olhos. Não aguentei mais e gozei dentro da minha esposa, completamente exausto.

Normalmente eu durava muito mais, conseguindo fazer várias rodadas, mas estava esgotado.

A Bruna não pareceu achar nada estranho.

— Quão excitado você tava? Eu vi nos seus olhos a noite toda — ela deu risadinhas enquanto recuperávamos o fôlego, deitados um ao lado do outro.

Olhei para ela. Ela parecia incrível naquele vestido. Como eu tenho sorte e como eu sou maluco, por ter pensamentos dele e dela fazendo algo assim.

Ela me olhou.

— No que você tá pensando?

Sorri.

— Tô pensando em como eu odeio o Osvaldo por ter arruinado nosso momento.

— Momento? — Ela riu. — Você quer dizer antes de eu começar a chupar seu pau? Eu também tô chateada. Eu queria fazer seu aniversário especial. Eu até estava assistindo vídeos e praticando com bananas. Aaaah! O Osvaldo tinha que estragar tudo! — Ela fez biquinho, as bochechas corando.

Levantei uma sobrancelha.

— Praticando, é? Bom, eu não sabia que minha esposa era tão indecente!

Ela bateu no meu peito brincando.

— Agora você nunca vai saber como é.

— Não! — Gritei, pulando em cima dela enquanto ela ria. Começamos a nos beijar, e sussurrei: — Não consigo parar de pensar em como o seu boquete teria sido bom. Não acredito que aquele filho da puta nos interrompeu. Aquele era um momento especial pra gente e ele estragou tudo.

Percebendo o quanto eu estava chateado, e o que eu queria que ela fizesse, ela sussurrou:

— Desculpa, amor. Eu queria fazer algo especial pra você... e espontâneo. Se eu fizer agora não vou estar tão no clima. Eu queria te dar o melhor boquete! Te fazer... — ela pausou — *gozar na minha cara todinha!*

Engoli seco ao ouvir as palavras dela.

— Eu estava tão excitada — ela continuou. — Quero estar naquele mesmo clima quando eu tentar de novo.

Sorri para ela e beijei sua testa.

— Só não consigo acreditar que alguém feio e repulsivo como o Osvaldo me viu lambendo seu pau daquele jeito tão safado. Me deixou tão desconfortável saber que ele viu esse lado de mim.

Franzi a testa.

— Não me lembra disso. Se não fosse por ele eu teria tido o melhor boquete do mundo. Agora não consigo parar de pensar em como teria sido.

Nos beijamos mais intensamente e então de repente ela me deu um olhar longo. Então, com uma voz sexy:

— Aposto que o Osvaldo também não consegue parar de pensar em como teria sido.

Minha mandíbula caiu. Ela nunca tinha falado tão sexy e abertamente assim; essa era minha esposa doce e tímida! Se as colegas dela do hospital pudessem ouvi-la agora, pensei.

Ela riu alto da minha expressão chocada.

— Bom, eu já conheço sua fantasia torta, amor! Achei que você gostaria se eu te provocasse um pouquinho. — Ela sorriu maliciosamente, aconchegando em cima de mim.

Talvez eu ainda estivesse em choque quando expressei meu próximo pensamento. Olhei, completamente sério, para ela.

— Talvez a gente devesse mostrar pra ele que tipo de boquete você consegue dar.

Os olhos dela se arregalaram. Finalmente ela riu e sorriu.

— É, eu nunca conseguiria te chupar com alguém me assistindo. Eu já sou insegura do jeito que sou! Não conseguiria me soltar e entrar no clima, então não seria tão prazeroso pra você também. Quando eu te chupar, eu quero ser uma putinha completa pra você. Não sei como eu conseguiria fazer isso com ele me assistindo, especialmente alguém arrogante como ele.

— Caramba. Então por que você não chupa ele mesmo... — Soltei sem pensar. Agora era a vez dela ficar sem palavras.

Depois do que pareceu uma eternidade, enquanto nos encarávamos:

— Tá de sacanagem, né?! Você quer que eu chupe o pau do nosso vizinho? O Osvaldo?! Que nojo! Em vez de você? Meu marido! — Bruna perguntou incrédula.

Fiquei em silêncio e apenas olhei para ela, meu coração batendo como um cavalo de corrida. Eu tinha falado em voz alta, sem pensar nas consequências. Será que eu estava prestes a perder a confiança dela? Agora, eu não sabia o que dizer.

— Toda a minha prática e estudo pra você seria dada pra ele aproveitar? Alguém que nenhum de nós gosta: ele é tão arrogante e nada atraente. Eu nunca conseguiria fazer isso com alguém como ele. Você realmente quer isso?

De repente a beijei mais forte do que nunca, e olhei profundamente nos olhos dela. Depois de um momento, disse:

— Sim. Não sei por que me excita tanto pensar nisso. Me dá um nó no estômago imaginar você ajoelhada na frente dele. Algo que você me negou por anos seria aproveitado por um cara que eu desprezo. Mas o fato de você também não parecer gostar dele me excita ainda mais só de pensar em você chupando o pau dele.

— Eu só não entendo por que você ia querer que eu fizesse algo assim com ele, ele é tão feio e repulsivo. É-É tão errado!! — Bruna repetiu incrédula.

— É por isso que me excita. É tão arriscado e diferente de você, mas é isso que me deixa louco. Ver você satisfazendo alguém como ele — insisti.

A respiração dela ficou rápida enquanto os olhos iam de um lado para o outro processando tudo isso.

Enquanto isso, minha mente estava um caos. Isso não era fantasia, mas tinha sido trazido para a vida real. Eu não sabia o que ia fazer a seguir.

— Não acredito que a gente tá falando sobre isso de verdade! Especialmente com o Osvaldo.

Interpretei isso como uma deixa para avançar e fechar o negócio. Voltei a beijá-la, e então fiz a sugestão que a empurrou para o limite:

— Por que você não flerta com ele enquanto eu assisto, e vê o que acontece? Você tá linda nesse vestido vermelho. Vai lá, seja sexy e se divirta.

Ela olhou fundo nos meus olhos e disse, lentamente:

— Eu te amo mais que tudo. A única razão pela qual eu tô considerando algo assim é porque eu te amo demais. Quero ajudar a realizar suas fantasias, especialmente no seu aniversário. Até as mais sujas.

Ficamos ali deitados juntos enquanto eu a cobria de beijos e perguntava o que ela ia fazer. Ela continuava repetindo o quanto ele era nada atraente. Eu continuava lembrando que era exatamente por isso que era tão excitante.

Bruna suspirou.

— Espera vinte minutos antes de descer. Entra pelo portão lateral que dá pro quintal dos fundos, e se esconde em algum lugar quietinho. Não posso te prometer que qualquer coisa vai acontecer. O máximo que vou fazer é flertar e talvez mostrar um pouco de pele pra ele. Ainda não sei o que vou falar ou como vou fazer isso... então não fica com muita expectativa.

Assisti minha linda esposa escorregar dos meus braços, calçar os saltos de novo e sair do quarto, dando uma última olhada antes de virar e ir embora. A última coisa passando pela minha cabeça foi como a bunda dela parecia incrível naquele vestido vermelho.

**

Vinte minutos pareceram uma eternidade. Fiquei deitado ali, meu coração batendo descompassado, a mente girando em círculos. *O que diabos eu tinha feito?* Parte de mim queria correr escada abaixo e cancelar tudo. A outra parte—aquela parte retorcida e suja que eu escondia há anos—estava dura como pedra só de imaginar o que poderia acontecer.

Finalmente, me levantei. Coloquei uma bermuda escura e uma camiseta preta. Desci as escadas em silêncio, meus pés descalços não fazendo barulho no carpete. Abri a porta lateral da casa com cuidado, o rangido baixo me fazendo congelar por um segundo. O ar quente da noite de verão me atingiu assim que saí.

O quintal estava escuro, iluminado apenas pelas luzes externas fracas que deixamos acesas durante a festa. Andei pela lateral da casa até o portão que dava para os fundos, onde ficava a área da piscina e a varanda. Abri devagar, me esgueirando para dentro.

Meu coração estava na garganta.

Dei a volta, mantendo-me nas sombras, até encontrar um lugar perfeito: atrás de umas plantas grandes em vasos perto da churrasqueira, de onde eu tinha uma visão clara da varanda onde tínhamos estado mais cedo. A mesma varanda onde o Osvaldo tinha arruinado—ou talvez catalisado—tudo.

Foi quando eu a vi.

Bruna estava na varanda, em pé, com aquele vestido vermelho colado no corpo. Ela tinha os braços cruzados, parecendo nervosa. E lá, sentado no mesmo sofá onde eu tinha estado com ela, estava o Osvaldo. O gordo filho da puta tinha um copo na mão—provavelmente uísque ou cerveja—e um sorriso arrogante estampado na cara de porco dele.

Não conseguia ouvir direito o que estavam falando daqui, mas podia ver a linguagem corporal. Ele estava relaxado, confortável, as pernas abertas como se fosse dono do lugar. Ela parecia... tensa. Insegura.

*Vai, amor*, pensei. *Mostra pra ele.*

Como se tivesse lido meus pensamentos, vi a Bruna respirar fundo. Ela soltou os braços, deixando-os cair ao lado do corpo. Deu alguns passos em direção a ele, rebolando levemente nos saltos.

Até daqui, eu podia ver o Osvaldo praticamente babando.

Ela disse algo—não consegui ouvir—mas ele riu, aquele riso nojento e presunçoso. Ela forçou um sorriso e... sentou ao lado dele no sofá.

*Caralho.*

Minha respiração ficou presa no peito. Meu pau estava latejando contra a bermuda, duro e pesado. Eu sabia que era errado. Sabia que era doentio. Mas porra... não conseguia desviar os olhos.

O Osvaldo falou alguma coisa, gesticulando exageradamente com a mão livre, provavelmente contando alguma história idiota. A Bruna deu risada—falsa, educada—e colocou a mão no ombro dele por um breve segundo.

Ele congelou. Virou para ela, os olhinhos de porco brilhando.

Ela se inclinou um pouco mais perto, cruzando as pernas de um jeito que fez a bainha do vestido subir perigosamente. As coxas torneadas dela ficaram à mostra, a luz fraca refletindo na pele macia.

O gordo quase engasgou com a bebida.

Consegui ler os lábios dela quando perguntou algo como "Tá com calor?" enquanto ajeitava o cabelo loiro atrás da orelha. Um gesto inocente que ela sabia que era sexy pra caralho.

Ele balançou a cabeça feito um cachorro obediente.

Ela riu de novo, dessa vez mais genuíno, e se levantou. Por um segundo, achei que ela ia cancelar tudo e voltar pra dentro. Meu estômago caiu.

Mas não.

Ela caminhou até a beira da piscina, virando de costas para ele. Tirou os saltos devagar, um de cada vez, ficando descalça. Então, com um movimento fluido e deliberado, ela se abaixou—dobrando na cintura, não nos joelhos—para mergulhar os dedos dos pés na água.

O vestido subiu.

Eu vi. O Osvaldo viu.

A calcinha vermelha de renda ficou completamente exposta, emoldurando aquela bunda perfeita, redonda e firme. Ela ficou assim por vários segundos, balançando o quadril levemente enquanto testava a temperatura da água.

O Osvaldo estava petrificado, o copo esquecido na mão, os olhos grudados nela.

Ela se levantou, olhando por cima do ombro com um sorrisinho maroto, e falou algo que fez o gordo rir nervosamente.

Meu pau estava vazando. Eu estava apertando contra a bermuda, tentando aliviar a pressão, mas só piorava. Ver minha esposa—minha esposa doce, tímida e angelical—provocando aquele porco nojento estava me destruindo de um jeito que eu nunca imaginei.

Bruna voltou para o sofá, mas dessa vez sentou mais perto dele. Muito mais perto. As coxas quase se tocando.

Ele disse algo. Ela riu e... colocou a mão na coxa dele.

*Puta que pariu.*

Meu coração estava batendo tão alto que eu jurava que eles iam conseguir ouvir daqui. Fiquei completamente imóvel, mal respirando, assistindo enquanto minha esposa flertava abertamente com o homem que eu mais desprezava.

E eu estava amando cada segundo dessa merda toda.

***

>>>> CONTINUA!

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Comentários

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Que tesão absurdo! tornar-se corno é uma glória mas de um sujeito desprezível é o MÁXIMO! Continua logo. E manda fotos da Bruna nesse vestidinho! Vou homenagear longamente! jorgejose23@yahoo.com

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CARALHO QUE ACHADO DE CONTO!!! continua por favor

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