BDSM - Como transformamos um chefe autoritário em escravo submisso

Da série BDSM
Um conto erótico de José
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 5017 palavras
Data: 14/01/2026 04:46:21

Olá amigos! Meu nome é José e essa história é parte de uma série de contos BDSM. Se gostarem, deixe um comentário para eu saber que devo continuar.

Logo após me formar, eu consegui uma oportunidade de trabalho em uma cidade muito longe de onde morava, então quando me mudei eu não conhecia ninguém e, para piorar, o nosso chefe imediato (dentro de nosso setor) era terrível: autoritário, mandão, ranzinza, temperamento explosivo, parecendo que odiava qualquer coisa.

Porém, como o primeiro emprego nem sempre a gente consegue escolher (só aceita a oportunidade), não tinha muito o que eu pudesse fazer.

Por outro lado, isso me ajudou a fazer amigos no escritório, pois todos ali o odiavam tanto quanto eu, o que gerava o sentimento coletivo de que precisávamos nos proteger e sempre haviam cochichos sobre o porque o chefe era daquele jeito. No meio dessas "fofoquinhas de escritório" descobri que o chefe não era casado, passava a vida no escritório (12 horas ou mais por dia) e sempre estava tenso e de mau humor.

— Esse cara precisa relaxar — disse Tiago, um grande amigo que fiz no escritório — ou um de nós vai ter um infarto antes dele.

— Ele precisa de um hobbie, algo pra distrair — disse Kamila, uma colega.

— Ele ta precisando é gozar, isso sim... — falou Mariana, com um sorrisinho sacana e irônico.

— Marii, não fala isso... e se ele te escuta?

— Nem ligo, ninguém aqui aguenta mais...

Em meio a essa conversa, falei com Tiago que não era uma ideia ruim sugerirmos algo pra ele relaxar, mas não diretamente, talvez jogar a sugestão no ar e ver se ele pega.

Naquele mesmo dia, durante o café da tarde, nosso chefe (Sr. Cardoso, como exigia ser chamado) passava no corredor nos olhando com desaprovação. Foi quando falei alto:

— Você precisa ir lá Tiago, foi a melhor massagem que já tive, nunca tinha relaxado tanto... — falei.

— Massagem?... ahn, nunca fiz — ele respondeu entrando na brincadeira — mas estou querendo experimentar, dizem que muda vidas...

Sr. Cardoso diminui o ritmo, nos olha com aquele olhar seco e fala:

— Massagem é coisa de gente mole, vão trabalhar que vocês ganham mais.

E mesmo com outras tentativas, ele sempre soltava uma resposta seca e negativa, como "— Hobbies são perda de tempo", "— Esporte é coisa de idiota que não cresceu", "— Ler pra relaxar? Você já cresceu, precisa ler é pra estudar", "— Netflix? Isso vai derreter seu cérebro", etc.

— Desisto, estou sem ideias — desabafei — esse cara parece que só vive pelo trabalho.

— Sei que é uma ideia louca... mas e se a gente seguisse o que a Mari falou — respondeu Tiago.

— O que ela sugeriu? — perguntei.

— Que ele precisa gozar... — respondeu Tiago rindo.

— E você vai conseguir convencer uma amiga a ficar com ele... — brinquei ironicamente.

— Não, nenhuma seria louca, mas... e se a gente contratasse uma garota de programa pra dar em cima dele? — propôs Tiago com um sorriso malicioso.

Fiquei um pouco surpreso com a proposta do Tiago, mas, aos poucos, a ideia foi me convencendo e continuamos elaborando o plano após o trabalho, sentados em um barzinho. Chegamos à conclusão que não poderia ser uma mulher muito bonita ou jovem, pois ele não acreditaria, e que teria que ser uma situação convincente, pra ele poder acreditar que uma desconhecida iria querer transar com ele.

Naquela mesma noite, entramos em um site onde garotas de programa da região anunciavam, colocando fotos e valores. Selecionamos três que tinham cerca de quarenta anos (perto da idade do chefe), com aparência mediana, mas ainda gostosa, que talvez o convencesse. Ligamos para elas, porém somente uma disse que aceitava, mas receberia o valor todo mesmo se o chefe não fizesse sexo. Dadas as circunstâncias, aceitamos.

Combinamos que ela o encontraria, "por acaso", na sexta, quando ele estivesse saindo do trabalho (ele quem trancava o escritório). Ela levou um sapato com o salto quebrado, para simular uma queda, enquanto usava um vestido com um decote bem sugestivo. Aguardamos em um carro do outro lado da rua e, quando vimos que as luzes do escritório estavam sendo apagadas (já eram 20:00 horas), ela foi rapidamente para a calçada em frente ao escritório. Quando percebeu que a porta estava se abrindo e o nosso chefe saindo, ela fingiu cair, como uma atriz.

— Aiii — disse ela segurando o pé, fingindo doer — e ainda quebrei o salto... hoje estou sem sorte... — continuou, segurando o sapato com o salto meio pendurado.

Nosso chefe se aproxima, olha ao redor (como se esperasse que fosse um assalto), e pergunta:

— Consegue se levantar?

— Não sei... acho que virei o pé... — disse a mulher — poderia me ajudar a levantar?

— Claro — respondeu ele secamente, estendendo a mão em direção à ela.

— Muito obrigada... acho que não vou conseguir chegar em casa assim.

— Você mora longe? — perguntou ele.

— Sim, do outro lado da cidade...

— Entendo, tem um ponto de ônibus ali na esquina, te ajudo a chegar nele, não vai precisar andar a cidade toda.

— Tem... é... — respondeu ela meio desacreditada — obrigada, você é um cavalheiro...

— Não se preocupe, parece que foi só uma torção, daqui a pouco a dor passa.

— Será...? Mas... me deixe agradecê-lo direito pela ajuda... adoraria conhecer melhor alguém tão educado e prestativo... tem um barzinho logo ali, podemos sentar..., beber algo... e conversar um pouco... — propôs ela, deixando seu decote bem evidente, enquanto toca seu ombro.

— Agradeço, mas amanhã tenho que acordar cedo.

Ela fica mais alguns minutos, tentando de todas as maneiras possíveis convencê-lo, jogando indiretas (e diretas), além de, como última tentativa, falar coisas bem safadas para ele, mas sem sucesso. Pouco depois ele a deixa, pega o carro e vai embora. Ela então retorna furiosa para o nosso carro.

— Que idiota — diz ela com raiva quando entra no carro — nunca vi alguém tão cabeça dura, até estava achando que ele poderia ser gay, que não gosta de mulher, mas o olhar dele para mim era de descaso, como se o tempo dele fosse tão valioso que não valia a pena perder tempo comigo... e ainda teve a coragem de tentar me dar lição de moral quando tentei ser mais safadinha...

— Mas ele não falou nada, nem sugeriu nada? — perguntei.

— Aquele cara... parece que tem "o rei na barriga", com um ar de superioridade... — desabafou ela — sinceramente... o que ele precisa é de uma surra... homem que se sente superior demais aos outros assim, que gosta de mandar, precisa é de alguém pra pisar nele, humilhá-lo e deixa-lo bem submisso... só assim pra consertar.

A noite terminou, a tentativa não deu certo, mas aquelas últimas palavras da mulher ficaram na cabeça do Tiago. Ele não falou nada, mas ficou sorrindo antes de ir embora, como se estivesse planejando alguma loucura.

No dia seguinte, Tiago me contou a ideia: aguardar o aniversário do Sr. Cardoso (que seria na próxima semana), insistir para comemorarmos bebendo em algum lugar e, caso ele tente discordar, seria só falarmos que era "uma homenagem ao grande exemplo que ele era e que esse tipo de coisa melhora o moral da equipe", fazendo todos trabalharmos melhor. Quando ele já tiver bebido um pouco e o pessoal tiver indo embora, vamos dizer que queremos dar um presente especial para ele... então o levamos para uma certa boate, que possui strip-tease e outras coisas mais...

Por incrível que pareça, o Sr. Cardoso aceitou, com relutância, fazermos um Happy Hour, logo após o trabalho, em um barzinho próximo. Também tivemos que convencer os demais colegas a ir, mas eles aceitaram quando entenderam que fazia parte de algum ideia doida do Tiago. E assim aconteceu.

Quando chegamos no barzinho, o Sr. Cardoso não queria beber, mas fomos insistindo e ele aceitou uma cerveja, depois outras, mas ainda sem nenhum sorriso e com cara de poucos amigos. Após um tempo, os demais colegas foram indo embora, até sobrar apenas eu, Tiago e o chefe. Quando o chefe deu sinais de querer sair, Tiago falou rapidamente:

— Sr. Cardoso, como agradecimento por todo o aprendizado e exemplo que tivemos com o senhor, nós queríamos te dar um presente, algo que tornasse seu aniversário memorável! — Tiago tenta parecer sério — Porém não está aqui... eu pedi um Uber e vamos leva-lo até lá.

— Tiago, não precisa de mais nada, já está na hora de eu ir... — respondeu ele.

— Mas senhor... nós preparamos isso com tanto carinho e admiração... — responde Tiago, fingindo estar magoado e decepcionado.

O Sr. Cardoso respira fundo, já afetado pelo álcool das cervejas, e aceita. O Uber chega, nós entramos e chegamos em uma boate com um letreiro luminoso, mas nada chamativo, um lugar que nem eu conhecia ainda. O Tiago me olha dizendo "confia".

Quando chegamos, Tiago fala algo para uma mulher na entrada, que acena e nos conduz para uma "sala VIP". Enquanto entramos vemos uma pista de dança grande, com várias pessoas dançando, luzes piscando e som alto. Porém o lugar que ficamos é uma sala privada, com um sofá confortável contornando todo o local, uma TV passando clipes de música em uma das paredes e uma mesa de centro baixa feita de madeira. A mulher pergunta o que vamos beber e "qual atração vamos querer". Tiago escolhe tudo, enquanto nosso chefe olha desconfiado.

Pouco depois, as bebidas chegam trazidas por uma mulher linda, usando uma calcinha fio dental socada em sua bunda grande, cinta-liga, peitos fartos em um sutiã semi-transparente, deixando seus mamilos visíveis. Ela nos serve de forma sensual, rebolando e dançando, subindo na mesinha para todos a verem, enquanto exibe seu corpo gostoso.

Para nossa surpresa, nosso chefe parece tenso, desconfortável. Então Tiago fala:

— Chefe, esse ainda não é seu presente... mas preparamos ele em uma sala reservada e especial para você.

— Tiago... — o Sr. Cardoso começa a falar com relutância.

— Sr. Cardoso... por favor... preparamos com carinho e vai te ajudar a relaxar um pouco... amanhã você vai até conseguir trabalhar o dobro... — disse Tiago rindo — E o presente é a "sala especial" que tem aqui... ninguém sabe o que tem dentro, pois sempre é uma surpresa nova e "especial"...

— Tiago, eu... — o Sr. Cardoso tenta recusar, mas Tiago é insistente.

— Chefe, foi muito difícil reservar esse presente para o senhor, pois é um "evento" muito disputado da casa... só experimenta, se não curtir ou não tiver afim pode só ir embora... o senhor faz apenas o que quiser, sem compromisso... e nem nós sabemos o que será, pois a "sala especial" é sempre "uma surpresa"... e só o senhor vai estar lá... — argumenta Tiago com maestria — Nós vamos ficar por aqui, o presente é apenas seu.

Relutantemente, ele aceita. Tiago conversa com a mulher e pede para prepararem a "sala especial" que ele reservou. Ela sai e uma outra mulher chega e conduz o Sr. Cardoso por um corredor mais escuro, onde o som da música já estava abafado, havendo várias portas, até chegar no local previsto. O quarto possuía apenas uma cama redonda no centro, mas as paredes estavam cobertas por cortinas. O Sr. Cardoso entra, senta na beira da cama e tenta observar o local, mas a luz é fraca e não dá para ver muito.

Instantes depois uma mulher entra. Ela é alta, cabelos pretos presos em um rabo de cavalo, calça preta colada, com botas de couro na altura do joelho, além de salto grande, um espartilho deixando sua cintura fina e apertando seus peitos em um decote sensual, luvas pretas até o ante braço e, por fim, uma máscara apenas na altura dos olhos, mas sem obstruir seus olhos penetrantes. Ela também usava um batom vermelho em seus lábios carnudos e segurava um chicote preto.

Ela entra, tranca a porta por onde o Sr. Cardoso entrou e o encara, olhando-o de cima para baixo e não falando nada. O Sr. Cardoso fica sem entender a situação, principalmente pela mulher apenas o encara-lo com autoridade. Ele começa a se levantar, falando algo como "eu não quero sexo moça... já vou indo...". Porém, assim que ele começa a se levantar, ela o chicoteia na mão. Ele se assusta enquanto segura a mão, a encarando sem entender o que está acontecendo. Ela então o chicoteia na perna esquerda, olhando-o nos olhos e ele, por um momento, se encolhe e cai sentado na cama.

Neste momento, ela se aproxima, colocando a ponta traseira do chicote no queixo do Sr. Cardoso, o levantando em sua direção e diz:

— As regras são simples: Aqui dentro eu mando e você obedece! — ela fala com um tom de autoridade, olhando firme para o Sr. Cardoso, que estava com olhos arregalados — Se eu disser algo, você responde "SIM SENHORA"! — ela passa o cabo do chicote no rosto dele, descendo para seu peito — E se for obediente o suficiente... talvez eu seja generosa — completa ela, inclinando a cabeça de leve, um sorriso sensual e provocante surgindo nos lábios.

O Sr. Cardoso recobra a razão por um instante, fecha a cara e tenta se levantar novamente, resmungando algo como "ta achando que sou o que...". Mas quando ele está a meio caminho da porta, a mulher fala em tom suave e cortante:

— Você tenta carregar o mundo nas costas... precisa controlar tudo e todos... pois, se perder esse controle, eles vão descobrir quem você é de verdade... não é? — ela da um passo na direção dele, que agora está imóvel.

— Quem te... — tenta falar o Sr. Cardoso.

— Medo... vergonha... você esconde tudo de todos... — ela fala, agora de frente para o Sr. Cardoso — você teme que todos descubram suas fraquezas, suas falhas, seus defeitos... então sente que precisa ser superior a todos... trabalhar mais, fazer mais, fingir que não está cansado, que não tem dúvidas... — ela acaricia o rosto do Sr. Cardoso com um dedo — mas... toda "perfeição" e rigidez cobra um preço... e... eu posso te ajudar a tirar esse peso... te ajudar a se sentir vivo de novo... leve, sem culpa, sem medo... te ajudar a descobrir quem você é de verdade...

Ela parecia ter acertado em uma ferida, pois o Sr. Cardoso ficou paralisado. Mesmo que ele não tivesse falado nada, sua reação confirmava tudo aquilo. Ela viu algo além da "carapaça dura" que ele usava e ele não sabia como reagir a isso.

Ela percebe a dúvida em seus olhos, segura o colarinho de sua camisa e o puxa de volta, conduzindo-o de volta, então o empurrando em um gesto suave, que o faz se sentar novamente na cama.

— Nós vamos fazer um "contrato" — disse ela finalmente — Aqui dentro, eu sou uma Rainha e você é meu lacaio; eu mando e você obedece; e a única resposta que quero ouvir de você é "SIM SENHORA!!!" — ela segura seu queixo, olhando-o de cima — Você entendeu?

O Sr. Cardoso engole em seco, um medo misturado com curiosidade preenche seu corpo. Ele nunca sentiu aquilo, mas algo lá no fundo o dizia para continuar. Então, sem controlar sua própria fala, ele responde, em um extinto que ele ainda não entende:

— Simm.. sen-senhora...

— Eu não te ouvi... — provoca ela.

— Simm senhora...

— Como é? Não ouviu o que mandei? — exige ela de forma autoritária, com uma voz potente, apontando seu chicote.

— SIM SENHORA!!! — grita o Sr. Cardoso num suspiro, em uma mistura de pânico e dúvida.

— Assim que eu gosto... — ela acaricia sua cabeça.

Ela se afasta um pouco, fica em uma posição ereta e continua:

— Eu me chamo Madame Rose e, depois que eu começar, eu só paro com uma palavrinha mágica! Se chegar a esse ponto... se você sentir que quer parar e ir embora... basta falar a palavra "água". Essa será nossa senha. Entendeu?

— SIM SENHORA! — respondeu o Sr. Cardoso prontamente, mas ainda meio inseguro.

— Você aprende rápido... — diz ela com um sorriso se aproximando — agora tire toda a roupa, menos a cueca...

O Sr. Cardoso, tímido, começa a tirar o sapato devagar, mas Madame Rose lhe da uma chicotada do lado do corpo.

— Não esqueceu nada, escravo?

— SIM SENHORA!!! — responde o Sr. Cardoso assustado, tirando a roupa mais rápido que antes, até estar apenas de cueca.

— Ótimo, agora deita na cama — mandou Madame Rose.

Ela rodeia a cama, pega uma tira de couro, como um cinto, a prende no punho direito do Sr. Cardoso. Teatralmente, vai no lado oposto, enquanto passa a ponta do chicote levemente no corpo dele, até pegar outra correia e amarrar o punho esquerdo. Ela chega nos pés da cama e também amarra ambas as penas dele, deixando-o totalmente preso ali.

Um medo irracional começa a tomar conta da mente do Sr. Cardoso, mas a curiosidade ainda o fazia continuar, principalmente para entende o que aquela mulher queria dizer no início. E se ela realmente conseguia entender o que ele sentia e fazer algo?

Madame Rose então abre uma das cortinas ao lado da cama, revelando uma parede cheia de objetos pendurados, como algemas, chicotes, palmatórias, objetos estranhos de metal e couro, uma prateleira com líquidos, velas e coisas que o Sr. Cardoso nunca viu.

— Para iniciarmos, a cortina numero um será mais que suficiente — disse ela pegando uma máscara "tapa-olhos" — vamos começar com isso.

Ela se aproxima, coloca o "tapa-olhos" no Sr. Cardoso e fala:

— Você está acostumado a estar sempre no controle... mas aqui, agora, você não pode se mexer... não conseguirá ver nada... está indefeso, vulnerável... — ela se aproxima, falando baixinho em seu ouvido — e você vai adorar... se se permitir... entendeu, meu escravo?

— SIM SENHORA! — responde ele, com um tom de pânico na voz.

Madame Rose começa a passar os fios do chicote lentamente nos peitos dele, desce pelas suas coxas e, sem aviso, da uma chicotada forte na parte interna das coxas dele, arrancando um grito abafado de dor, que o Sr. Cardoso segura para não soltar.

— O que foi isso? — indaga ela — o que é isso que segurou aí dentro? É raiva? É medo? — ela da outra chicotada, dessa vez no peito dele, gerando outro grito abafado — por que engole tanta amargura? A partir de agora, não é pra engolir, não é pra prender... é pra soltar...

Ela da outra chicotada e quando ele começa a conter o grito ela abre sua boca com uma mão, apertando suas bochechas.

— Eu mandei soltar...

— SIM SENHORA! — o Sr. Cardoso grita, agora com mais força, misturando com a dor da chicotada.

— Assim mesmo... — ela reforça, dando outra chicotada, e mais outra, enquanto ele grita cada vez mais alto, com os olhos vendados e os braços e pernas amarrados, sem poder se defender ou fugir.

O Sr. Cardoso agora está ofegante, sua voz saindo meio rouca. Madame Rose vai na prateleira e pega dois "prendedores". Ela se deita de lado na cama, ao lado dele, e começa a passar os dedos em seu corpo, fazendo o Sr. Cardoso arrepiar e ficar ainda mais apreensivo, pois sente que se ela está fazendo carinho, é porque virá ainda mais dor. Ela então começa a falar:

— Você sempre foi o bom filho, não é... aquele que nunca fez nada errado... o "perfeitinho" — essas palavras acertaram fundo o Sr. Cardoso, que ficou imóvel — sempre criaram expectativas sobre você... e você carregou esse fardo até hoje... — ela alisava seu peito enquanto falava — você não podia decepcionar eles... precisava ser perfeito, o melhor... mas era isso que você realmente queria? Ou tinha medo de contraria-los? Medo de errar? Medo... de não ser o que eles queriam?

Ele sentiu um nó na garganta, lágrimas começaram a encher seus olhos, sem que ele pudesse controla-las, as lembranças do passado retornando como um fantasma, o fardo que ele aceitou carregar agora mais pesado do que ele lembrava. Mas, inconscientemente, ainda segurava as lágrimas, a dor, cada emoção que crescia sem controle nesse momento.

Madame Rose então pega o prendedor e aperta em um dos mamilos do Sr. Cardoso, gerando um urro de dor.

— Se não quer mais sentir esse medo, então solta tudo que está preso na garganta... — ela prende um pregador no segundo mamilo dele, gerando mais um urro de dor — solta... — então ela se senta sobre sua barriga, aperta ambos os mamilos dele presos, da um tapa em sua cara e grita com autoridade — SOLTA!!!

Neste momento, o Sr. Cardoso solta um grito fino e lágrimas começam a sair de seus olhos, as emoções vindo com intensidade misturadas com a dor, até que um choro forte e emocional toma conta dele e ele se entrega, pela primeira vez em anos, àquelas emoções. Madame Rose o abraça, acariciando seus cabeços e seu rosto, deixando-o extravasar e elogiando sua coragem.

Eles ficam assim por alguns minutos, até que Madame Rose tira seu "tapa-olhos" e diz:

— Agora que conseguiu soltar aquele peso... você está pronto pra ESCOLHER se entregar profundamente...

Ela se levanta e vai desamarrando cada uma das correias que seguravam as mãos e pés do Sr. Cardoso. Ele a observa em um estado meio de êxtase, sem processar direito ainda como ficou assim. Ela então vai na prateleira, pega uma coleira com corrente, volta ao Sr. Cardoso que, sem perceber, abaixou a cabeça em direção a ela, como se aguardasse ser preso por aqui. Isso fazer Madame Rose dar um sorriso, acariciar a cabeça dele e soltar um "assim que gosto...". Ela então coloca a coleira no Sr. Cardoso e o puxa na direção oposta da cama, em um caminhar sensual.

— Vem, CÃO! — ordena ela.

— SIM SENHORA! — responde o Sr. Cardoso, andado em sua direção.

— Cão anda de quatro! — ela aponta para o chão.

— SIM SENHORA! — ele entende e imediatamente fica de quatro, engatinhando enquanto ela puxa a coleira.

— Cão não usa cuecas! — ela fala com um sorriso sacana, percebendo algo marcando a cueca dele...

— SIM SENHORA — ele então tira a cueca e, para sua própria surpresa, seu pau está duro e babando.

Madame Rose então começa a andar pelo quarto, puxando a coleira e dando ordens a ele, como "senta", "late", "rola". E a cada comando o Sr. Cardoso se entregava mais, não percebendo o quanto estava submisso naquele momento. Em alguns momentos ela lhe dava chicotadas na bunda e percebia que, a cada chicotada, seu pau babava mais ainda.

— Cão, beije as botas da sua dona! — o Sr. Cardoso, sem perder tempo, começou a lamber sua bota — Isso, assim mesmo, agora tire minhas botas e beije meus pés... — os olhos do Sr. Cardoso brilharam e, enquanto ela se sentou na beira da cama, ele retirou suas botas, meias e beijou seus pés, enquanto ela acariciava seus cabelos.

Ela ela então tira as luvas e ordena:

— De quatro, na cama, agora!

— SIM SENHORA!!!

O Sr. Cardoso, sem entender, mas totalmente entregue à experiência, sobre prontamente na cama, ficando de quatro. Madame Rose então lhe chicoteia na bunda, arrancando, dessa vez, um gemido do Sr. Cardoso e não um grito de dor. Ela sorri e chicoteia a outra nádega, gerando mais um gemido.

— Como você foi muito obediente... serei generosa com meu cãozinho... — ela então, com uma das mãos, sem luvas agora, segura o pau dele e começa a "ordenha-lo", apertando e masturbando seu cacete que estava duro como pedra. Com a outra mão, ela aperta seu mamilo ainda preso com o pregador, arrancando muitos gemidos dele.

Ela bate em sua bunda, aperta suas bolas e o masturba loucamente. Mas quando percebe que ele está quase gozando, ela para. A respiração do Sr. Cardoso está ofegante, seu corpo sensível. Ela então volta a bate-lo com o chicote, arranco cada vez mais gemidos.

— Quem disse que você podia gozar antes de sua dona, meu cãozinho safado? — disse então Madame Rose com um sorriso sacana e safado — Vem aqui, agora!

Ele rapidamente desceu da cama e foi beijar os pés de Madame Rose. Ela então puxou um fecho e o mandou puxar sua calça para baixo, revelando uma bunda linda em uma calcinha fio dental vermelha. Depois ela desamarra o corpete, revelando seus peitos médios, com mamilos grandes e duros.

Madame Rose então vai em direção à cama, se deita confortavelmente no centro e ordena:

— Vem chupar os peitos da sua Dona, cão! — o que faz o Sr. Cardoso não perder tempo, porém ele não tinha experiência...

Ela segura seu queixo, o direciona em seu mamilo e fala "chupa, mama e lambe...". Com o direcionamento dela ele aprendeu rápido e começou a mama-la com gosto, tirando os primeiros gemidos de sua Dona. Ela já passava os dedos por cima da calcinha, agora molhada. Então apontou pra calcinha e falou:

— Tira bem devagarinho, apreciando cada pedacinho da sua Dona!

O Sr. Cardoso estava extasiado, tirava aquela calcinha em câmera lenta, revelando uma bucetinha lisinha e molhada, com um clítoris pontudo e lábios carnudos. Seu pau que já estava duro, parecia que ia quebrar de tanto tesão e Madame Rose percebia e o provocava cada vez mais.

— Olha bem de pertinho... sente o cheirinho da bucetinha da sua Dona... mas sem tocar! — ela falava, se deliciando com o olhar do Sr. Cardoso — olha como está molhadinha — ela abria as pernas, passava os dedos, revelando seu mezinho.

Quando o Sr. Cardoso estava próximo demais, quase encostando o nariz, ela lhe deu uma chicotada nas costas.

— Eu falei sem tocar, cão!

— SIM SENHORA!!!

Quando ela percebeu que ele colocou uma das mãos no pau, ela lhe deu outra chicotada.

— Eu deixei você se masturbar? De joelhos, enquanto admira a bucetinha da sua Dona!

— SIM SENHORA!!!

Ela começa a se masturbar, deslizando os dedos por seu clítoris, se deliciando com o olhar do Sr. Cardoso. Ela solta gemidinhos vendo como ele reage, então pega a parte de trás do chicote, que é cilíndrica, e enfia a pontinha dentro de sua bucetinha, enquanto masturba o clítoris. O Sr. Cardoso baba de tesão, ela então tira a ponta do chicote da bucetinha e o enfia dentro da boca do Sr. Cardoso, o mandando chupar, o qual obedece sem relutância.

— Bem obediente, como eu gosto... — ela segura seu cabelo e o puxa rumo à sua bucetinha — agora chupa sua Dona! Até eu gozar!

Ela se deita na cama, pernas abertas, enquanto ele começa a chupa-la sem jeito. Ela o direciona para o clitóris, o treina para que ele aprenda a dar prazer para a dona. Aperta sua cabeça quando o tesão aumenta, não o deixando parar, mesmo com a língua cansada. Ela chega em estado de gozo, abraça a cabeça dele com as pernas e o chicoteia nas costas gritando "não para... não para... não para..."

Ela goza gostoso e ele totalmente sem folego, mas cheio de tesão.

— Você deu muito prazer pra sua Dona... — diz ela respirando profundamente — Enquanto me recupero, vou deixa-lo beijar o corpo da sua Dona, começando nos meus pés.

Ele começa a beija-la desde os dedos dos pés, subindo pelo calcanhar, parte interna das coxas e, quando chega, na virilha, ela diz:

— Já me recuperei meu cãozinho... quero gozar de novo... — ela segura seus cabelos e direciona sua cara novamente à sua bucetinha, o fazendo voltar a chupa-la sem parar.

Dessa vez ela arranha suas costas, o bate com mais força, percebendo que isso o faz ficar mais intenso, mas quando ela está perto de gozar novamente... ela segura sua cabeça e ordena:

— Você foi tão obediente que merece um "agrado à altura". Deita! — ela o faz deitar na cama, de barriga para cima, aperta seus mamilos com os prendedores e abocanha seu pau, o enfiando todo na boca, engolindo com gosto, arrancando um gemido alto do Sr. Cardoso.

— HUmmmmmmm, ahhhhh

Ela chupa suas bolas, lambe a extensão de seu pau, belisca seus mamilos, fazendo-o gemer cada vez mais alto.

Até que, ela sobe em seu corpo, segura seus dois mamilos e senta devagar em seu pau, fazendo-o deslizar até o fundo de sua bucetinha molhada de tesão. Ela começa a cavalgar sem parar, pegando as mãos dele e colocando em seus peitos, fazendo-o apertar seus mamilos com força, enquanto ela geme de tesão.

— Ta gostoso a bucetinha da sua Dona, cão safado? — geme ela cavalgando.

— SIM, hummm, SENHORA, hummmmmmm!

Ela começa a masturbar o clitóris, enquanto cavalga e ele aperta seus mamilos. Ela aumenta o ritmo, quase gozando, o fazendo quase gozar também. Então ela percebe que ele está quase gozando e grita:

— Cão não goza antes da Dona! — e da um tapa na cara dele, enquanto rebola, entrando em estado de gozo.

Ele, meio sem jeito, tenta segurar, mas quase não aguentando ela rebolando em cima de seu pau.

Quando ela começa a gozar, geme auto e aperta os mamilos dele, com os pregadores, fazendo-o gemer de dor e prazer e também começar a gozar. Ela aperta seu pau com a bucetinha enquanto goza, gerando mais tesão nele e o fazendo gozar ainda mais forte. Os jarros saem fortes, quentes, em um gozo contínuo. Ambos gemem alto, até perder o ar.

Ela então se deixa cair ao lado dele, ambos sem forças.

Mas algo inesperado acontece: o Sr. Cardoso começa a chorar, lagrimas não param de sair, suas emoções parecendo mais intensas que nunca. Madame Rose o acolhe em um abraço, acariciando seus cabelos, e ambos ficam deitados ali por muito tempo.

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Voltando para eu Tiago, quando ainda estávamos na sala VIP, a curiosidade estava me corroendo:

— O que você preparou pra ele? — perguntei.

— Lembra o que a mulher falou aquele dia? Fiquei sabendo que aqui tem uma mulher que curte "prazer com dor", então pensei que ela, quem sabe... daria um jeito nele.... — respondeu Tiago.

— Não sei eim... Acho que ele quando ele ver o que é vai sair correndo e nos despedir...

— Por isso falei que era uma "sala especial" que ninguém sabe o que vai acontecer... hahaha — explicou Tiago — Assim, se ele sair correndo, pelo menos não vai querer dizer o que aconteceuO que fomos perceber só depois, é que, de fato, o Sr. Cardoso ficou mais calmo e menos autoritário com o passar do tempo. Ele continuou vendo Madame Rose e cada vez mais queria ir além de seus limites, descobrindo um mundo novo que ele nem imaginava.

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Espero que tenham gostado da história. E se gostaram, deixe um comentário e três estrelas para eu saber, pois isso vai me deixar muito feliz.

Se quiserem que eu conte outras histórias do Sr. Cardoso, me falem nos comentários.

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