Eu - Depois da gozada e do tesão, tu vira meu irmão de novo seu otário!
Thiago - Vai tomar no seu cú!
Eu - Já tomei e gostei, agora vem logo tomar banho aqui comigo oh dorme sujo.
Ele finalmente cedeu, veio tomar banho comigo e não rolou nada demais, só as velhas perturbações de irmãos mesmo. Um ajudou o outro a tomar banho, nos secamos e cada um foi para sua cama dormir, eu me deitei primeiro e ele foi desligar a luz, mas antes dele se deitar o Thiago veio até mim, me deu um beijo na testa e disse:
Thiago - Te amo maninho, dorme bem!
Eu - Também te amo, dorme com os anjos.
Ele se deitou na sua cama e assim como eu, o Thiago dormiu. Eu estava tão cansado que apaguei pesado na minha cama e acordei no outro dia com um susto imenso. Um homem enorme, todo fardado sentado na minha cama me acordando com carinho, enquanto chutava a cama do meu irmão:
Ricardo - Acorda seus preguiçosos, já vai dar meio-dia.
Quando a visão se ajustou e eu vi quem era, dei um pulo na cama e agarrei ele com um abraço muito apertado, porque era o meu irmão mais velho, fuzileiro na marinha, o Ricardo. Eu agarrei ele e o abracei com tanta força que o Ricardo até caiu na minha cama, subi em cima dele chorando pois estava com muita saudade dele, faziam quase dois anos que eu o tinha visto pessoalmente e por mais que nós falássemos por vídeo quase toda semana, não é a mesma coisa então abracei ele tão forte que o Ricardo até disse:
Ricardo - Calma, caçulinha eu preciso respirar, também estava com saudades!
Eu ainda não conseguia dizer nada, só queria ficar abraçado nele matando minha saudades mas quase que meu braço não conseguia dar a volta em seu corpo de tão grande que ele estava. O Ricardo sempre foi o maior de nós, por causa disso muita gente tinha medo dele porque além de alto, ele também sempre foi forte e se alguém mexesse comigo na escola, já falava que ia chamar meus irmãos e óbvio que eu sabia que era dele que todo mundo ia ficar com medo. O Thiago também acordou, viu o Ricardo lá e falou:
Thiago - Deixa um pouco para mim também Diego, também quero abraçar esse ogro!
Eu - Sai daqui, você viu ele tem pouco tempo.
Thiago - Ele na arquibancada e eu no campo, nem deu tempo de falar com os meus sobrinhos, quando fui atrás ele já tinha saído.
Ricardo - Calma, calma tem Ricardão aqui para os dois, chega aí Thigas.
Meu irmão foi até ele e o abraçou também, enquanto eu me recuperava e enxugava minhas lágrimas, o Ricardo perguntou para o Thiago:
Ricardo - E essa lesão aí, já tá melhorando?
Thiago - Tô quase 100%, essa poczinha aí tá me ajudando bastante na recuperação.
Ricardo - Vocês dois não se desgrudam mesmo né, desde pequeno parece que nada mudou aqui.
Eu - É isso, ele não consegue ficar longe de mim.
Ricardo - Eu tô ligado caçulinha, mas outra coisa que não muda aqui é esse cheiro de porra nesse quarto de vocês, dois punheteiros.
Eu e o Thiago nos olhamos, só fizemos dar risada e já desconversamos.
Thiago - Para de coisa..., mas cadê os meninos? O tio favorito deles tá com saudades.
Eu - O favorito aqui sou eu, tá doido é.
Ricardo - Nesse instante eu explico melhor para vocês, deixa o rods chegar aí que conto tudo que rolou esses tempos pra vocês.
Eu - Tá certo, mas é alguma coisa grave?
Ricardo - Grave não, só complicada mesmo mas daqui a pouco explico, vocês deviam levantar e escovar essas travas pq tá difícil de aguentar o cheiro aqui.
Ele levantou da cama rindo e foi em direção a cozinha, esse era o ponto de encontro favorito da nossa família mesmo. Eu e o Tiago nos levantamos de vez, fomos em direção ao banheiro escovar os dentes assim como nosso irmão tinha mandado e quando a gente chegou lá o Thiago falou:
Thiago - Me lembra de comprar um cheirinho e deixar aqui no quarto.
Eu - Essa foi por pouco.
Terminamos e saímos do quarto, no corredor quando olhei em direção a sala vi o Rodrigo chegando, entrando dentro de casa e na sala eu pude observar uma mochila dessas do exército e duas malas, quando eu vi aquilo tive a certeza que o meu irmão ia passar um pouco mais de tempo com a gente dessa vez.
O Rodrigo entrou dentro de casa nos cumprimentou com um bom dia e no meu caso ainda ganhei um beijinho na testa, fomos todos pra cozinha chegando lá foi aquela zuada de sempre. Muito homem faminto e tagarela ao mesmo tempo, juntos no mesmo lugar, o rosto do meu pai estava radiante de alegria porque ele gostava da casa daquele jeito, aproveitamos e fizemos uma chamada de vídeo para mamãe que estava do mesmo jeito que o papai, radiante em ver os quatro juntos e depois de terminar a ligação a curiosidade bateu mais forte, e a gente entrou no assunto para saber o que tinha rolado com o Ricardo.
Pai - Agora que tá todo mundo aqui a gente quer saber o que aconteceu meu filho?
Ricardo - Eu e a Kátia nos separamos
Eu - Como foi isso? Por que vocês se separaram?
Ricardo - Eu descobri que ela tava me traindo enquanto eu estava no navio
Thiago - Aquela puta desgraçada.
Eu - Mas tu tem certeza disso Rick?
Ricardo - Tenho sim Dieguinho, antes dessa última viagem eu tinha uma missão que tinha previsão de durar 4 meses e como acabou mais cedo eu voltei duas semanas antes, e resolvi fazer uma surpresa, quando cheguei em casa não tinha ninguém.
Eu - E aí?
Ricardo - Eu sabia que o Tavinho tava na escolinha e aquele horário pela tarde ela devia estar na praça passeando com o Guga e com a cachorrinha da gente lá na praça rink, eu resolvi ir lá vê se encontrava eles. Quando cheguei lá, ela tava conversando com um homem, com o Guga no carrinho de bebê, até aí nada demais.
Thiago - Sim e como tu descobriu?
Ricardo - Calma tô contando, quando eu tava indo em direção a eles, eles ainda não tinham me visto, mas o cara já tava indo embora e deu um beijo de língua nela e eles ficaram cheio de risadinhas um com o outro até ele ir embora.
Thiago - E tu não arrebentou ele no pau porque?
Eu - Quem luta jiu-jitsu ou qualquer esporte de luta não pode sair por aí brigando com qualquer pessoa, parece até que não sabe disso.
Thiago - Mas tu não falou nada Rick?
Ricardo - Eu fui até ela e ela tomou um baita susto, ficou apavorada de verdade, ficou pálida na mesma hora. Eu tava fumaçando de raiva por dentro mas não falei nada, quando eu vi o meu pequeno no carrinho dormindo na maior tranquilidade, eu só peguei ele no colo e fui em direção a casa. Ela veio doida atrás, sem falar nada porque ela já tinha certeza que eu tinha visto tudo.
Thiago - Piranha demais, eu nunca fui com a cara dela.
Rodrigo - Tu para de ser mentiroso Thiago, tu sempre ficava de Papinho com ela.
Thiago - Era pra saber dos meus sobrinhos e só.
Pai - Sim, cala boca vocês e deixa ele continuar.
Ricardo - Beleza, quando a gente chegou em casa ela tentou puxar conversa comigo mas eu falei que não queria conversar naquela hora, que depois a gente ia conversar para não acabar falando demais ou fazer alguma besteira, eu deixei o Guga no quarto dormindo e fui buscar o Tavinho na escola. Fiquei aquela noite toda e a manhã sem trocar uma palavra com ela, só fiquei brincando com os meus meninos até o outro dia.
O Ricardo contou que naquele dia dormiu no quarto com o Tavinho e no outro dia de manhã cedo enquanto os meninos ainda estavam dormindo, ele chamou ela para conversar. Claro que ela foi tentando se fazer de vítima, dizendo que não queria e que a culpa era dele que tava sempre fora de casa, que não aguentava mais morar em Niterói, longe de todos mundo da família, que tava com saudade da cidade dela, que estava se sentindo muito sozinha quando ela conheceu aquele outro homem e acabou acontecendo. Ela disse para o Ricardo que aquilo já estava rolando já tinha uns dois meses e que ela pretendia contar tudo para ele, mas estava esperando ele chegar de viagem e não queria que ele tivesse descoberto assim.
Ricardo - Mas sabe o que é pior, ela sabia que eu já tinha pedido transferência de volta aqui pra são Paulo, desde que recebi a minha promoção para capitão-tenente isso ia ficar mais fácil e o pedido já estava em análise, e agora que saiu não tem como voltar atrás.
Thiago - Então foi só uma desculpa dela?
Ricardo - Eu não ficava tanto tempo fora de casa como ela falou, passava 2 semanas fora e um mês em casa normalmente, isso só mudava quando saia em missão uma ou duas vezes no ano, vocês sabem disso.
Eu - A gente sabe, então me tira uma dúvida tu voltou de vez é?
Pai - Também quero saber isso.
Ricardo - Sim, vou ficar aqui em terra ajudando nos treinamentos dos recrutas.
Pai - E os meninos, como vai fazer?
Ricardo - Ela voltou também, depois da conversa eu fui pra base dos fuzileiros da ilha do governador e fiquei por lá, sai em missão e fiquei uns três meses, e quando terminou me apresentei no comando do distrito naval aqui na cidade e vim pra casa de pai.
Pai - Sim e as crianças?
Ricardo - Tão com ela na casa da mãe, voltaram tem duas semanas parece que não deu certo lá com o cara.
Thiago - Acabou com a família por causa de uma aventura.
Ricardo - Se fosse só isso mesmo eu perdoava, eu já dei uns moles no início do relacionamento da gente, vocês lembram disso mas era coisa de uma noite, só que ela estava apaixonada pelo cara.
Eu - Por isso que tu não estourou no dia né?
Ricardo - Se ela tivesse me dito que foi só uma noite, ela sabe que eu ia levar numa boa.
Thiago - Até parece que tu ia aceitar tomar corno.
Ricardo - Não seria traição se ela me contasse, pq tu sabe o que é ficar 3 meses dentro de um navio sem ninguém pra transar? Não sabe, era a mesma coisa com ela dentro de casa.
Thiago - Olha pai, o Ricardo é corno manso.
Pai - Respeita teu irmão moleque.
Meu pai falou isso dando um tapa na cabeça do Thiago é claro que nós três demos risadas e quando paramos o Ricardo continuou :
Ricardo - Eu já tinha sugerido abrir o relacionamento da gente quando eu estivesse em missão, mas ela não quis.
Thiago - Sai fora, isso é gostar de tomar chifre mesmo, abrir o relacionamento só quando tu tivesse trancado em um navio sem nem ter como curtir.
Ricardo - Aí é que você se engana, sempre tem um jeito... Mas deixa isso quieto.
Ele desconversou e ficou claro pra mim que alí tinha alguma coisa mas como ninguém deu muita atenção, não perguntei nada até que meu pai mudou de assunto do nada:
Pai - Agora que todo mundo já sabe da fofoca, assunto acabado, hoje quero é comer churrasco com meus filhos.
Thiago - Opa aí sim coroa, posso chamar umas meninas pra cá se vocês quiserem!
Eu - Eca, só se chamar uns meninos também aí eu topo
Thiago - Saí fora, de homem aqui só a gente mesmo
Pai - Nem homem, nem mulher, vai trazer ninguém aqui pra casa, podem se aquietar os dois aí.
Eu - Quem tá falando as coisas é o Thiago, eu hein! Tudo sobra pra mim.
Meus irmãos começaram a fazer voz de bebê e ficaram pegando na minha bochecha pra me perturbar e depois deram risada. Logo depois, terminamos o café e meu pai saiu de carro com o Rods pra comprar carvão, carne e cerveja, o Ricardo e o Thiago foram limpar a churrasqueira e ajeitar as coisas no quintal, enquanto eu fui fazer um vinagrete e uma farofa.
Diferente do que o Ricardo tinha dito logo quando chegou, ainda era umas 10:30 da manhã, meu pai e o Rods chegaram só por volta de meio dia lá em casa, segundo eles pegaram fila no mercado mas o coroa já chegou temperando logo a carne e os meninos se juntaram ao redor da churrasqueira numa luta para descobrir qual o melhor jeito pra acender o fogo.
Por volta de uma da tarde a carne já estava assando na churrasqueira e todos nós estávamos lá no quintal bebendo, ouvindo pagode e resenhando quando o Rodrigo perguntou para o Thiago:
Rodrigo - Tu pode beber normalmente?
Thiago - Posso sim, só me apresento agora na quarta feira. O time viajou pra Montevidéu para o primeiro jogo da libertadores
Rodrigo - Mas tu não tá tomando nenhum tipo de remédio não?
Thiago - Não, agora é só mesmo fisioterapia e isso o Dieguinho que me ajuda
Rodrigo - Ah sim, me liguei.
Eu interrompi rapidamente o papo dos dois porque eu tinha ficado com uma dúvida em relação a algo e resolvi perguntar para o Rodrigo, mas quem me respondeu foi o Ricardo:
Eu - Oh Rods, quando o Ricardo tava contando o que rolou com ele por que você não falou nada?
Ricardo - Ele já sabia de tudo, liguei para ele e já tinha falado tudo.
Eu - E por que só ligou para ele, o Rods é o teu favorito né?
Ricardo - Não é isso não, amo vocês igual, mas é que sempre conversei mais com ele desde novo e vocês dois aí são a mesma coisa.
Rodrigo - É isso mesmo, a gente quase nunca sabe nada da vida de vocês.
Thiago - Minha vida é um livro aberto, se quiser saber de algum segredo é só ligar para o Léo Dias.
Rodrigo - O pior que é mesmo, se solta um peido posta no Instagram eu hein!
Thiago - É porque as pessoas gostam de ver o dia do gostosão aqui.
Eu - Gostoso tu? Gostoso tá é o Rick, tá tomando café com whey na marinha é mano.
Rodrigo - Tu falou a verdade aí, olha o tamanho dele tá imenso mesmo.
Thiago - É pra isso que a gente paga os nossos impostos, para o bonitão aí tomar café com whey, olha o tamanho do peito do monstro.
Ricardo - O nome disso aqui é exercício, vocês ficam aí fazendo os treininhos Nutella de vocês por isso não crescem.
Thiago - Tá bom mister Olympia.
Como só tinha a família, estávamos todos lá no quintal sem camisa e realmente o Ricardo se destacava bastante no quesito definição, meu irmão estava trincado. Um braço enorme, um peitoral imenso, a barriga pronta pra se lavar uma bacia de roupa e com uns coxões, realmente o Ricardo se quisesse competir ele já estava pronto pra pegar pódio em qualquer evento de halterofilismo.
Ricardo - Rapaz mas isso aqui é treino e alimentação mesmo, não tem muita coisa para se fazer em um navio quando a gente tá embarcado, fazemos as rondas, cuidamos das obrigações e depois disso não sobra muito o que fazer então ficava treinando na academia do navio.
Eu - E tem academia no navio?
Ricardo - Era bem básica caçulinha, não igual a do tio mas eu dava meu jeito.
Eu - Rapaz e que jeito, parabéns! Se tu não fosse meu irmão, tenho certeza que eu ia querer te pegar se te visse andando na rua.
Os meninos riram mas por debaixo da mesa onde a gente comia, eu recebi um leve chute do Thiago, o Ricardo veio por trás de mim, me abraçou e disse:
Ricardo - Tô sabendo que meu Caçulinha tá perigoso e pelo visto é verdade mesmo.
Eu - O pai que gosta de aumentar as coisas.
Pai - Aumentando o que? Todo dia tinha um homem diferente batendo ponto aqui em casa.
Eu - Exagerado o senhor hein coroa!
Pai - Exagerado nada, tá mais quieto esses dias porque tá dividindo o quarto de novo com o irmão.
Thiago - Tá aprontando na rua pai, mas agora o namorado dele tá voltando?
Ricardo - Que namorado? Que história é essa que eu não tô sabendo?
Thiago - O Luan, caso antigo dessa poczinha.
Eu - Deixa de ser idiota Thiago.
Rodrigo - Isso é impossível pra ele
Ricardo - E cadê o Luanzinho, nunca mais vi aquele moleque?
Eu - Deve estar dormindo, sem a mãe e o padrasto esses dias aí tá dormindo tarde todo dia jogando videogame.
Thiago - Virjão mesmo, se fosse eu enchia era a casa de mulher.
Pai - Por isso que eu e sua mãe, nunca deixou a casa sozinha com você.
Thiago - Mas o Ricardo toda hora era uma mulher diferente aqui
Ricardo - Uma coisa é trazer uma namorada, outra é transformar a casa num brega.
Thiago - Que namorada o que ? Toda semana era uma menina diferente.
Pai - O pior que é verdade, em determinado momento eu e sua mãe nem se esforçava pra aprender os nomes delas só chamávamos de "moça bonita"
Ricardo - Então era isso né!
E foi assim a tarde e a noite da gente também, cachaça, resenha e carne assada até a hora de dormir, o pai foi o primeiro a pedir arrego e foi pra cama, umas três horas depois a gente resolveu entrar e ir pra cama. Por mais que a dona Lurdes tivesse dado o grau na casa, no quarto que era dos meninos ainda estava abarrotado com os móveis e outras coisas do Thiago então não tinha como eles dormirem lá.
Se o Thiago não tivesse lesionado, íamos dormir os quatro lá no quarto, mas eu logo expliquei que não seria uma boa ele dividir cama com ninguém ainda, então alguém ia ter que dormir com o coroa. O Ricardo e o Rodrigo, tiraram no ímpar ou par quem ia dormir comigo e o Rods perdeu e teria que dormir com o nosso velho, nosso maior pesadelo porquê ele parecia uma motosserra roncando.
Naquela noite não fiz exercícios com o Thiago, pois estava embriagado igual a eles e pior que não fazer, seria fazer alguma merda então fomos todos tomar um banho para ir pra cama. Fui o último a terminar meu banho e quando saí, o Ricardo já estava deitado na minha cama só usando uma cueca amarela de barriga para cima então dava pra ver bem a sua mala além é claro, aquele corpo maravilhoso dele que ocupava mais da metade da minha cama, eu claro que não me aguentei e tive que comentar:
Eu - Que delícia hein, acho que o meu presente de natal chegou mais cedo!
Ricardo - Para de ser besta meu caçulinha.
Eu - Isso tudo, é todo meu hoje, acho que essa noite vai ser muito longa kkkkkk adoro!
Ricardo - Para de zueira e vem deitar logo, quer a ponta ou canto?
Eu - Prefiro o canto, porque aí eu evito acordar olhando para a cara dessa coisa triste do Thiago, e vou acordar olhando só para esse monumento do meu lado.
Eu olhei para cama do lado esperando o Thiago me responder com alguma barbaridade mas ele já estava apagado na cama, então apaguei a luz e deitei na minha cama. Por mais que a cama fosse uma queen size ainda ficamos um pouco apertados, porém nada que atrapalhasse de ter uma boa noite de sono e assim que me ajeitei, fui surpreendido por um abraço do meu irmão e um beijo na testa com ele me desejando boa noite.
Só de sentir aquele homem enorme me abraçando meu pau já começou a dar sinal de vida mas claro que eu disfarcei, dei um beijo nele também porém no seu ombro e aproveitei para jogar uma das minhas mãos em cima do seu peito enquanto dava o meu beijo, ele segurou a minha mão em cima do seu peito mesmo em um movimento bem normal e não soltou mais e assim a gente dormiu. O Ricardo dentre os meus irmãos sempre foi mais carinhoso em relação a afeto e de todos eles era o mais protetor comigo desde muito pequeno, sempre me chamou de seu Caçulinha me mimando bastante.
Mas a coisa começou a ficar um pouco diferente no meio da noite quando resolvi me virar na minha cama para deitar de lado enquanto me ajeitava na cama, nessa hora foi surpreendido pelo Ricardo me envolvendo com seus braços deixando a gente deitados em uma posição de conchinha na minha cama, na mesma hora eu que estava bastante sonolento dei uma despertada e rapidamente me ajustei para ficar o mais próximo possível dele e acho que involuntariamente ele me abraçou ainda mais forte, eu tinha certeza que ele estava apagado porque vez ou outra ele soltava aquele ronco aleatório do nada e como o Ricardo sempre dormiu de boca aberta, eu conseguia sentir a respiração que saia da sua boca na minha nuca. Eu que naquela noite resolvi dormir só com uma cueca samba canção que eu tinha, conseguia sentir o seu pau mole dentro da cueca encostado na minha bunda, e só essa situação já me fez ficar com o meu pau trincando de duro.
Por mais que estivesse muito gostoso, a minha consciência acabou pesando e eu tentei me afastar mas como estava no canto próximo à parede eu não tinha muito espaço, mas mesmo assim me afastei um pouco, no entanto ele também se aproximou mais e agora não tinha mais para onde correr me vi envolvido novamente e sentindo a mala do meu irmão encostada na minha bunda. Eu tentei me afastar dele o empurrando um pouco mais com a minha bunda, para tentar criar um espaço entre a gente mas isso teve um efeito contrário ao que eu queria, pois ao movimentar a minha bunda o seu pau começou a endurecer, e eu consegui sentir o seu pau roçando um pouco mais forte em mim.
Não demorou muito e já estava com sua pica completamente dura roçando em mim, aquela altura eu já duvidava se ele estava realmente dormindo, resolvi deixar e ver se caso ele estivesse acordado ele iria tomar o primeiro passo, coisa que não aconteceu e ficamos nessa durante boa parte da noite mas não vou reclamar porque a ponta daquele fuzil do meu irmão realmente era de respeito. Em determinado momento eu fui um pouco mais ousado e fingindo que estava coçando minha bunda encostei minha mão no seu pau por cima da sua cueca para sentir um pouco mais e o que eu pude sentir era que ele já estava bem babado, com o pau quente e pulsante.
Resolvi ser um pouco mais ousado e enfiei minha mão dentro de sua cueca para agarrar aquele pau, porque realmente eu sou uma putinha e não resisto. Meu coração estava acelerado com aquilo tudo, o calor do seu corpo encostado em mim além do seu pau, estava me deixando tão maluco de tesão que acabei gozando na cueca sem sequer ter encostado no meu próprio pau. Como minha mão ainda estava segurando no seu pau, resolvi bater uma punheta pra ele, como a posição não favorecia muito, eu estava todo desengonçado mas conseguia fazer o meu trabalho e não demorou muito, o Ricardo respirou fundo pela sua boca que ainda estava próxima ao meu pescoço e começou a gozar, eu deixei minha mão lá enquanto ele liberava seus jatos de porra, pois queria pegar o máximo possível para beber e assim que senti que ele já tinha finalmente acabado, tirei a minha mão de lá, trouxe até minha boca e bebi tudo, lambi até a última gota de sua porra que estava nos meus dedos. Ele não saiu daquela posição de conchinha comigo, ficou agarrado durante a noite e não demorou muito eu dormi agora muito mais feliz que antes, porque pela primeira vez eu tinha experimentado o leite do meu irmão Ricardão.
No outro dia, no domingo quando acordei já era por volta das 11:00 da manhã e só estava eu no quarto, os meus irmãos já tinham acordado e possivelmente já tinha saído de lá, então fui tratar de me ajeitar para sair do quarto, escovei os dentes, tirei a minha cueca que estava toda melada com a minha porra e também bem melada atrás com o que possivelmente deveria ser com o resto de gozo do Ricardo, dei uma cheirada bem forte pra sentir o cheiro uma última vez do leite dele ou era o que eu pensava que poderia ter sido, passei a língua para tentar sentir o seu gosto novamente e após terminar joguei a cueca dentro da cesta de roupa suja que tinha lá no meu quarto. Resolvi não botar outra cueca, apenas uma bermuda tactel velha, porém quando sai do quarto ainda coçando meus olhos com cara de quem tinha acabado de acordar com um pouco de ressaca, me esbarrei com um homem branco bem corpulento passando no corredor, acabei tropeçando nos meus próprios pés e quando achei que ia cair no chão, fui segurado com as duas mãos dele nos meus ombros e ele dizendo:
Bernardo - Opa, te peguei cara.
Eu - Me desculpa, eu não te vi.
Bernardo - Relaxa, está tranquilo!
Novamente tomei outro susto e quando dei por mim, me toquei que era um homem estranho dentro da minha casa e gritando eu perguntei:
Eu - Quem é você e o que está fazendo aqui dentro da minha casa? Cadê meus irmãos e meu pai?
Bernardo - Eu sou Bernardo e você deve ser o Diego se não estou enganado, sou o seu cunhado.
Minha visão e minha mente finalmente resolveram acordar, quando olhei direito era o rapaz da foto que tinha me chamado bastante atenção, o homem que eu tinha visto ao lado da minha nova irmã e sinceramente ele era muito mais bonito pessoalmente do que na foto parecia um príncipe de tão perfeito que ele era.
Continua...
Lá no privacy tem vídeos dessa aventura com meu irmão Ricardo e com umas curtições com meus outros irmãos
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