Eu sou o Bruno, 40 anos, moro sozinho, solteiro, tenho 1,90 de altura, procuro sempre malhar e praticar esportes, mas não sou todo trincado, tenho um corpo legal, mas nada exagerado. Sou branco, mas bem bronzeado pois gosto de pegar um sol na piscina do prédio e de vez em quando descer a serra para a praia, moro em São Paulo, tenho uma barba cheia e o corpo bem peludão.
No meu prédio são quatro apartamentos por andar, mas divido o elevador com apenas outro apartamento e recentemente mudou uma família para lá, um casal em torno de 50 anos, uma filha adolescente e um filho mais velho que é universitário, já o vi com o moletom da faculdade.
Eu os conheci e mantinha um bom relacionamento de vizinhos, mas nada muito intimo, algo bem corriqueiro. O filho deles, tinha em torno de 1,70m de altura, era magrinho e bem branquinho, com cabelo liso preto e olhos azuis, seguia bem um padrão mais twink, tinha rosáceas nas bochechas e uma boca bem rosada.
Eu trabalho de casa e um dia desci até a portaria para buscar o almoço que pedi com o motoboy e quando peguei minha comida, ele chegou da faculdade e fomos juntos para o elevador.
-Oi, tudo bem com você, garotão? Como é o seu nome mesmo?- iniciei a conversa com ele.
-Oi, me chamo João. Estou bem sim e o senhor?- disse ele sorrindo.
-Senhor está no céu, eu sou o Bruno, pode me chamar pelo nome ou usar “você”, senhor é formal demais. Mas estou bem sim. Chegando da faculdade? Já te vi com o blusão, estuda publicidade né?
-Sim, estudo publicidade, memória boa em haha.
-Ahh eu sempre reparo bem nos detalhes.- Eu disse dando um sorrido e uma piscadinha mais safada pra ele.
-Tô vendo, nunca imaginei que o senhor, quer dizer, você lembraria.
-Ué, por quê?
-Não sei, só achava que você reparava muito em mim
-Um garotão bonito igual você, lógico que reparo
Ele sorriu de uma maneira tímida e sua rosáceas ficaram 100% aparentes.
-Não fica com vergonha não João, só aceita o elogio.
- Ok, vou aceitar, muito obrigado, Bruno.
O elevador chegou em nosso andar e nos despedimos.
Almocei, continuei trabalhando, estava um dia bem quente então fico com um shorts mais largo, com o mesmo tecido de shorts de futebol, normalmente sem cueca, e com uma camiseta do lado para quando tem reuniões. 18h30 desse dia parei de trabalhar e sentei no sofá para ver alguma série ou filme, mas antes de colocar algo fiquei no celular mexendo um pouco em redes sociais, então minha campainha tocou, coloquei a camiseta rapidinho e fui até a porta, surpreso, pois era raro alguém tocar a campainha assim.
Abri a porta e era o João.
- Oi Bruno, tudo bem?
-Tudo e você, aconteceu algo? – eu disse com um certo tom de confusão.
-Tudo sim, é que sei que o senhor...
-Senhor? – eu disse abrindo um sorriso.
-Desculpa haha, você.
- Ótimo, continue...
- Eu sei que você trabalha de casa, gostaria de saber se você tem impressora? Preciso imprimir uns documentos para amanhã e tinha esquecido.
- Você deu sorte, Joãozinho, tenho sim. Entra aí e vamos lá no meu escritório, que te ajudo com isso.
-Ah muito obrigado, Bruno, salvou minha vida.
Fomos indo em direção ao quarto e perguntei a ele se eu poderia tirar minha camiseta pois estava muito calor. Ele disse que são tinha problemas então eu tirei. Ele estava de regata e um shorts de moletom, que dava uma marcada bem interessante na bundinha dele.
-Nossa, Bruno. Uau!! Que corpão você tem, eu já tinha imaginado, mas sem a camiseta, tô impressionado.
-Ahh obrigado, eu tento sempre praticar esportes e ir pra academia para manter e dou uma controlada para comer balanceado. Mas você não precisa fazer nada né? Magrinho natural.
- Eu sou magro demais, preciso começar a malhar pra pegar corpo.
-Precisa de nada, tá lindão assim.
Ele ficou sem graça e a bochecha ficou rosada de novo.
-Não preciso de timidez, Joãozinho, não seja bobo. Pode sentar aí na cadeira e mexer no meu computador e imprimir o que você quiser. Quer algo para beber?
-Não, estou tranquilo, obrigado.
Ficamos lá falando bobeiras, enquanto ele imprimia o que precisava e eu estava de pé ao lado dele, o meu pau estava bem marcado no shorts, eu achava o João uma graça, mas não imaginei que aconteceria nada. Então em certo momento ele olhou para o lado o seus olhos foram de encontro ao meu volume. Ele voltou o ficar rosa e me perguntou:
- Posso te fazer uma pergunta mais intima? – disse ele com a timidez em sua voz.
-Claro, pergunta o que quiser, aqui é um ambiente tranquilo.
-Seu volume é bem grande, você é muito dotado?
Eu dei risada e respondi:
-Ahh, não tenho aqueles paus gigantescos de pornô, mas sou bem servido, tenho 19cm e um sacão pesado. Mas por que a pergunta?
- Eu acho meu pau muito pequeno e me incomoda.
-Isso é bobeira, o importante é saber usar. Mas quanto mede o seu?
-Tem 16cm- Ele disse tímido
- Seu tamanho é normal, e acima da média brasileira, não tem motivo para ter vergonha não.
- Posso te perguntar outra coisa mais intima ainda?
- Claro, pode mandar!!
- Posso ver seu pau?
Meu pau pulsou nesse momento, começou a ficar meia bomba e eu respondi:
-Claro, sem problemas!! Pode abaixar meu shorts.
- Que? – Disse ele assustado
- O que você ouviu, abaixa meu shorts!!
Ele começou a abaixar meu shorts e meu pau saltou pra fora, de meia bomba ficou 100% duro. Ele parecia hipnotizado pelo meu cacete duro na frente dele.
-Bem que você falou que tinha o saco pesado. E você é bem pentelhudo né?!
-Aham, gostou?
-Eu amei!!
-Então pega nele.
Então ele pegou e começou a me punhetar bem devagarinho, nisso meu pau já começou a babar. Então eu disse:
- Não quer por a boca nele?
Ele nem disse nada, foi se aproximando e abocanhou minha pica e começou a chupar. Não parecia ser a primeira vez, ele foi chupando cheio de destreza, aquela boquinha deslizava pelo meu pauzão e o putinho engolia tudo. Ele foi mamando gostoso e enfiando tudinho na boca. Ele deu uma pausa e disse:
-Nossa, que cheiro gostoso tem seu pau.
- O dia todo suando, fica com esse cheirão de macho. Você gosta né putinho safado? Mama mais vai, mama com gosto.
E assim ele fez, que mamada gostosa!! Aquela boquinha parecia de veludo. Deslizava bem macia. Ele pegava na pica com a mão e olhava para cima para alcançar meus olhos e aquilo me dava mais tesão ainda. Depois de deixar meu caralho bem molhadinho, eu falei pra ele:
- Minha vez de te deixar molhadinho.
Puxei o puto pra cima, dei um beijo gostoso na boca dele, que estava toda babada, tanto da saliva dele quanto da baba do meu caralho. Conseguia sentir o gosto do meu pau na boca dele. Comecei a tirar a camiseta dele. Agachei e baixei a bermuda junto com a cueca dele, virei o putinho de costas e comecei a linguar o putinho. Metia fundo minha língua naquele cuzinho gostoso bem rosadinho.
Lambia o cuzinho, batia na bunda, mordia a bunda dele e ele gemia baixinho e eu disse:
-Pode gemer mais alto, se joga. Você agora é minha putinha, geme pro teu macho.
O volume do gemido dele aumentou, era um gemido mais afeminado, mais miado e eu ficava morrendo de tesão, meu pau pulsava.
Eu peguei a putinha no colo e levei pro meu quarto. Coloquei ele deitado na cama, subi as pernas dele e meti mais língua no cu. Ele ficou de frango assado e gemia gostoso. O pau dele também estava mega duro e ele era todo lisinho. Então eu levantei e comecei a passar a cabeça do meu pau no cuzinho dele. Ele disse:
-Eu to com tesão, mas tô com medo, seu pau é muito grosso.
-Calma putinha, eu vou fazer com jeitinho, não se preocupado, confia em mim.
-Ok – disse ele gemendo.
Eu peguei um lubrificante, passei na pica e passei no cuzinho dele. Fui pincelado o buraquinho dele com a cabeça do meu pau e aí coloquei a cabeça, tirei, coloquei de volta e tirei e fui repetindo, depois fui um pouco mais fundo e aí fui mais fundo e ele:
-Ai está doendo para por favor.
Eu disse:
-Calma putinha, aguenta um pouquinho, vou ficar paradinho, me fala quando melhorar.
Depois de um tempinho ele disse:
-Ain, agora está melhor.
- Ok, abre as bandas da sua bunda com as mãos e tenta dar uma rebolada.
Ele começou a fazer o que mandei
-Isso putinha, assim mesmo.
A partir disso comecei a por e tirar e fui fazendo isso mais e mais e indo sempre mais fundo, até minhas bolas encostarem na bunda dele. Então comecei a bombar. Meti gostoso na putinha e falava:
-Isso putinha, toma pica, você gosta né de um macho metendo gostoso em você.
- Ain sim, eu amo, mete em mim mete, meu macho – ele dizia gemendo.
- Isso, sente esse caralho grosso te arrombando.
- ain macho, me arromba vai...
Então peguei ele no colo com minha pica enterrada no cu dele e fui subindo e descendo ele, deslizando no meu pau.
Depois disso deitei na cama, como ele encaixadinho ainda e mandei ele rebolar na pica. A putinha rebolava gostoso e sentou com gosto em mim.
Então mandei ele ficar de quatro e comecei a meter, ver aquela cinturinha fininha recebendo meu caralho grosso tava bom demais, fora que ouvir aqueles gemidos miados de putinha me dava mais tesão ainda. Em pouco tempo eu disse:
-Caralho, viadinho, eu vou gozar.
-Isso, goza no meu cuzinho vai, me enche de leite, meu macho!! – disse ele gemendo bem gostoso.
Comecei a enche-lo de leite, eu não gozava tinha uns dias então gozei muito, dei umas cinco jatadas dentro do cuzinho do puto. Antes do meu pau baixar, continuei metendo, mas peguei no pau dele e comecei a punhetar. Logo senti o leite dele escorrer também e ele começou a se contorcer enquanto gemia.
-Gostou putinha? – Eu disse assistindo o corpo dele se estremecer.
-Eu amei, nossa!! Estou no céu.
- Isso que eu gosto, de putinha satisfeita. Sempre que quiser é só bater na porta que o pauzão estará pronto para te receber haha.
- Não oferece muito que vou voltar sempre.
-Pois volte, quero comer mais esse cuzinho, deixar ele completamente arrombado!!
Ele foi para o banheiro se limpar, colocou a roupa dele, pegou as impressões e foi embora, antes dele ir embora dei mais um beijo molhado na boquinha gostosa dele. Eu amei arrombar aquele viadinho e repetimos várias vezes depois.
Virou minha putinha que me ajudava a aliviar o saco sempre.
Espero que tenham gostado do conto. Comentem votem. Se gozarem lendo me deixem saber haha.