Aprendendo a ser puta #1 Primeira lição

Um conto erótico de Diabo
Categoria: Heterossexual
Contém 761 palavras
Data: 13/01/2026 05:15:04

Olá! Prazer, Marcelo. Sou branco, tenho 1,73 de altura, 78 kg, cabelo castanho claro (ou loiro escuro, como dizem uns), uso óculos, um tipo comum. Me relaciono com Daniela, branca, 1,65, cabelo castanho e ondulado até a cintura, coxas, grossas, peitos grandes, bunda avantajada e redonda. Muito gostosa.

Ela transa muito gostoso e logo que a conheci vi que tinha potencial a ser explorado na putaria e resolvi que incentivaria isso. Há quem se contente com uma namorada que faz o básico bem feito, eu não, eu gosto é de uma vagabunda.

Como ela era um pouco tímida para demonstrar suas vontades proibidas tive que encontrar um caminho para fazê-la se soltar. Para minha alegria, descobri que o caminho era um dos mais fáceis e prazerosos: ela gosta de submissão. Para agradar, ela topava praticamente tudo, e espertamente, usava isso de desculpa pra realizar suas fantasias mais sujas.

Quando eu propunha alguma safadeza, ela sempre se fazia de desentendida no início, mas quando começava a rolar pra valer, ela se soltava como tivesse feito aquilo a vida toda.

Convidado por mim, estava um dia desses de visita em nossa casa Nilton, uma amigo das antigas, muito educado, porém um grande depravado. Olhava para Dani como um tigre olha pra uma presa. Sabia que ele seria muito útil para “educá-la”.

Dani e eu já tínhamos desenvolvido uma brincadeira gostosa que era de enviar fotos dela pelada para Nilton, ele achava divertido e excitante. Depois, um belo dia, o coloquei pra assistir a transa, ela adorou. Agora só faltava inseri-lo de vez nas nossas putarias.

Previamente inventamos que ele estava fazendo um curso de massagem e que estava precisando de pessoas pra treinar. Então sugeri que Dani se oferecesse pra ajudar. Ela pensou um pouco, mas aceitou. Disse então:

–Em que posição devo ficar?

–De bruços é melhor. Falou Nilton.

–Então melhor na cama, né. Disse eu.

Fomos pro quarto e Dani se deitou de bruços na cama. Nilton então falou afetando domínio do assunto e experiência:

–Mas você vai ter que tirar a roupa.

–Tirar a roupa?! Retrucou Dani.

–Sim, amor. Se não, não dá pra fazer a massagem direito. Nas clínicas é assim.

–É, realmente já ouvi falar que era mesmo. Ponderou ela.

Meio relutante, mas acabou tirando a roupa ficando peladinha de bruços na cama. Eu fiquei assistindo e Nilton começou a “massagem”. Espalhou um óleo que tinha trazido (pra dar credibilidade ao personagem) e então deslizou a mão pelo corpo todo dela sempre apertando tudo com vontade, principalmente a bunda enorme dela. Parou um instante e começou a tirar a roupa.

–Hei! O que você tá fazendo?

–Estou te fazendo uma massagem de estilo indiano, agora preciso tirar a roupa pra te massagear usando todo o corpo.

–Relaxa, amor. Já vi isso num documentário. É assim mesmo, você vai gostar.

Nilton tirou toda a roupa e começou a esfregar o peito em Daniela, subindo desde o calcanhar, até passar pelo rabão, e finalmente deslizar nas costas. Sem parar de se mexer ele, de bruços sobre ela, esfregava braços com braços, pernas com pernas, quadril com quadril. Nesse momento a sensação de relaxamento foi se transformando em tesão, Dani começou a sentir o pau de Nilton ficar duro e roçar a cabecinha na sua xota e no seu cuzinho, sem entender direito o que estava acontecendo, mas com um fogo da porra foi deixando rolar, de repente, depois de algumas pinceladas, Nilton cravou o pau na buceta dela que soltou um gemido alto. Ele começou a bombar devagar, depois acelerou até enchê-la de porra, mas não parou. Dois minutos depois ela gozou.

Nilton então deitou do lado dela e os dois ficaram tomando fôlego, ele jogado e ela se abanando de calor e tesão. Alguns minutos depois, subi em cima dela que ainda estava de bruços, comecei a lamber, chupar e mordiscar sua bunda, lambi seu cuzinho deixando bem babado, fui subindo até a orelha dela e encaixando meu pau na sua bunda e disse:

–Você gozou pela buceta, agora vai gozar pelo cu.

Fui enfiando devagar e ela com um cara de puta em chamas foi mexendo a bunda pra me ajudar a encaixar. Comecei a torar aquele cuzinho apertado e ela gemia pedindo mais:

–Vai! Vai! Não pára! Soca na sua cadela.

Fui socando até ela gozar, quando vi que estava com o corpo estremecendo com o orgasmo acelerei e gozei em seguida enchendo também o cu dela de porra.

Era só o começo, ela ainda seria muito doutrinada pra ser uma namorada extremamente vadia.

Fim

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