Confissões de uma Arquiteta: Transei com o padrasto do meu namorado no Ano Novo - Terceira História

Um conto erótico de TTT
Categoria: Heterossexual
Contém 4961 palavras
Data: 12/01/2026 22:50:37

Ei, gente, é a Tainá de novo aqui.

Depois de todas as últimas loucuras que tinha vivido, pensei em parar, em voltar pra linha, focar no namoro e no trampo. Mas o vício já tava instalado: aquela adrenalina de fazer o proibido, de ser desejada de um jeito cru e intenso, de me sentir viva além do automático do dia a dia. E a terceira aventura? Foi a mais perigosa.

E essa minha nova aventura foi com o padrasto do Lucas. O nome dele é Alberto, mas pela intimidade a gente chama só de Beto mesmo. Ele tem mais de 50 anos, é casado com a mãe do Lucas, cheio da grana e tem uma empresa de importação de eletrônicos, e é um daqueles que são quietos, mais retraídos. Vou contar tudo com calma, porque essa história não foi uma rapidinha impulsiva como as outras. Foi uma construção devagar, com toques inocentes virando algo elétrico, resistência da minha parte misturada com um tesão que eu tentava ignorar, e no final... bom, vocês vão ver.

Vamos voltar pro começo, pro fim de novembro. O ano tava acabando, e eu tava animada pra um réveillon foda. Sonhava com algo especial: talvez uma viagem pro litoral norte, uma festa em um resort, ou pelo menos uma balada top em São Paulo com fogos e champagne. Mas o Lucas, ah, o Lucas... ele é daqueles namorados que deixa tudo pra última hora.

Namoramos há dois anos e meio, ganha bem, mas é enrolado pra caralho. "Amor, vamos ver isso no fim do mês", ele dizia toda vez que eu tocava no assunto. Eu insistia: "Lucas, os hotéis tão lotando, os ingressos pras festas tão subindo de preço, vamos decidir logo!". Ele ria, me beijava na testa: "Calma, Tainá, eu resolvo. Vai ser incrível".

Mas os dias passavam, e nada. Os preços explodindo – uma pousada simples em Ubatuba já tava 2 mil a diária pro casal, festas VIP chegando a 500 por pessoa. Eu tava quebrada: tinha usado boa parte dos 8 mil do Rafael pra fazer aquela viagem sonhada pra Europa em setembro (Paris, Roma, tudo lindo, mas as contas voltaram com força).

Meu salário de arquiteta na firma era ok, ainda mais depois da promoção, uns 7 mil líquidos, mas eu tinha muita coisa para arcar, aluguel no Brooklin, parcela do Onix, mercado, e uns mimos como academia e delivery.

Ano novo em casa, sozinha com miojo e Netflix? Nem fudendo. Eu pressionava o Lucas: "Amor, ou a gente marca agora, ou vai ser uma merda". Ele prometia, mas adiava de novo. Tava me dando nos nervos – ele é carinhoso, mas falta iniciativa, sabe? Sempre no celular, focado no trampo, e eu ali, me sentindo secundária.

Aí veio a salvação, no dia 20 de dezembro, quando já tava sabendo que o ano novo ia ser na paulista mesmo. O Beto ligou pro Lucas durante o jantar no apê dele. Eu ouvi a conversa: "Eai garoto, ouvi dizer que vocês tão sem planos pro ano novo. Tá sobrando espaço aqui na casa, tua mãe chamou uns amigos, mas no final das contas um casal não vai conseguir vir. Por que não vêm pra Juquehy com a gente?". Nessa hora já comecei a me interessar mais pela conversa e me aproximei.

"Pô Beto, se não for atrapalhar, a Tainá tava querendo ir para a praia mesmo!" já olhei até com uma cara torta para ele, para ele deixar de se fazer de difícil.

"Eu cuido de tudo Lucas – comida, bebida, passeios de barco. E pros fogos, sua mãe arranjou uma festa perto da praia, pegamos camarote com vista pros fogos." Lucas topou na hora: "Boa! Tainá vai adorar".

Eu fiquei aliviada – Juquehy é um paraíso, praia chique no litoral norte de SP, com areia branca, mar calmo, e a casa do Beto é um luxo: uns 500m², pé na areia, piscina infinita que parece se fundir com o oceano, churrasqueira gourmet, quartos com varanda e vista pro mar, ar-condicionado geladinho. Ele construiu aquilo há uns 10 anos, depois de enriquecer com a empresa.

O Beto sempre foi gentil comigo, me elogiava nos almoços de família, com um sorriso tímido. Rolava uns olhares de vez em quando, eram rápidos, quando não estava olhando, no meu corpo. E como já disse antes, eu não sou alguém que para o trânsito não, sou magrinha, mas já peguei ele olhando para minha perna em uma festa que tava de vestido, quando tava de shorts em um almoço em família, para minha bunda, em um ou dois momentos que agachei para pegar algo no chão.

Ele é alto, uns 1,82m, cabelo grisalho curto e bem cuidado, barba aparada, corpo em forma de quem joga tênis duas vezes por semana e nada na piscina. Pele bronzeada do sol, olhos castanhos profundos, voz baixa e calma.

Quando ele me elogiava eu elogiava de volta "Obrigada, Beto, você que tá em forma". Nada de maldade, afinal, tudo isso a gente fazia na frente do Lucas ou da mãe dele, acho que nunca teve um momento que ficamos sozinhos, por exemplo.

E também nem era uma relação muito recorrente, para falar a verdade, Lucas só ia ver eles em datas importantes, ou em alguns feriados e era bem nesses momentos que acompanhava ele.

Mas enfim, ele simplesmente salvou nosso final de ano!

Chegamos em Juquehy no dia 28 de dezembro, uma quarta-feira ensolarada e quente pra caralho. O trânsito na estrada foi um inferno – 4 horas de carro, Lucas dirigindo o Onix, eu no banco do passageiro com o ar-condicionado no máximo, vestida de short jeans curto e regatinha branca. Chegamos por volta das 14h, suados e cansados.

A casa era ainda mais linda do que eu lembrava: fachada branca com janelas amplas, jardim com coqueiros, o som das ondas batendo logo ali. A mãe do Lucas nos recebeu com abraços: "Bem-vindos, filhos!" Sim ela já me chamou de filha até, não entendo bem essa gente que chama nora e genro de filho, mas nunca me incomodou.

O almoço já tava pronto – frutos do mar frescos, salada, arroz. Beto tava na churrasqueira, grelhando uns camarões: "Oi, Tainá! Que bom que você veio. Sinta-se em casa". Ele me deu um beijo na bocheca, mão leve nas minhas costas. Eu sorri: "Obrigada pelo convite, Beto. Tá tudo lindo aqui".

Uns primos do Lucas já tavam lá, piscina rolando, música baixa no som. Passamos a tarde relaxando. Eu sempre fui muito discreta nesses encontros, então eu ainda estava de roupa. Mas em determinado momento até a mãe de Lucas me deu um toque "Poxa, tira essa roupa menina, pula na piscina!" Beto passou logo na hora também "Vai tomar um sol, pegar um bronze."

Já que eles mesmos tavam dizendo, resolvi me trocar.

Tinha pego alguns bikinis legais, nunca fui de usar uns bikinis super curtos, sempre foi aqueles bem comportados até, e costumava até usar uma saída de praia por cima da meu bikini. Mas já que era para tomar sol, coloquei só um bikini vermelho e fui tomar sol na espreguiçadeira.

Lucas tava mergulhando com os primos na piscina. Beto passava de vez em quando, oferecendo bebida: "Quer uma caipirinha, norinha? Feita com limão siciliano". Olhos nos meus, sorriso tímido.

Fiquei ali deitada de bruços, o sol quente batendo nas costas, o tecido do biquíni vermelho parecendo menor do que quando experimentei no provador.

Uns vinte minutos depois, ouvi o barulho de chinelo se aproximando. Era a mãe do Lucas com um chapéu de palha enorme e um quimono leve por cima do biquíni preto. Ela se jogou na espreguiçadeira ao meu lado para puxar conversa.

Conversamos besteira por uns minutos: o preço absurdo das cangas nas lojas do centrinho, como o Lucas fica bonito quando tá moreno. Coisas leves. Até que ela olhou pro lado e chamou "Amor! Vem cá trazer o protetor pra mim, por favor? Minhas costas tão queimando."

Beto apareceu quase imediatamente. Trazia o tubo de protetor solar na mão. Ele se ajoelhou na borda da espreguiçadeira da Dani, abriu o tubo e começou a passar o creme nas costas dela com movimentos lentos, concentrados. Ela suspirou de prazer quando as mãos dele tocaram a pele.

"Me empresta o protetor também!?" Falei para o Beto, ele prontamente entregou para mim e comecei a passar eu mesma em meu corpo.

E nessa hora, quando tava massageando as minhas coxas, que consegue perceber alguns olhares de Beto em mim, mas até aí nada de maldade, eu acho. Só achei estranho, porque ele tava com a mulher do lado, passando protetor no corpo inteiro dela, e o foco devia ser 100% nela. Mas ainda assim via que ele levantava a cabeça sendo distraído pelos meus movimentos.

No dia seguinte, rolou o primeiro passeio de barco. Beto tem um barco bem legal, não chega a ser um iate, mas é um barco bem grande, com cabine e tudo. Rola som, tem uma pequena parte que serve como cozinha, tem geladeira, som e deck pra tomar sol.

Fomos uns oito: eu, Lucas, mãe dele, Beto, um casal de amigos deles e uns dois primos. Saímos da marina por volta das 10h, mar calmo, sol dourado. Bebidas rolando – cerveja gelada, vinho branco. Paramos numa ilha deserta ali perto, tipo um pedacinho do paraíso: areia fina, coqueiros, água cristalina e rasa. Todo mundo pulou na água, rindo, jogando bola. Foi muito gostoso!

Mas na hora de voltar para o barco eu pisei numa concha afiada no fundo – dor lancinante, o pé cortado, sangue misturando na água. "Ai, porra! Meu pé!", gritei, mancando de volta pra superfície. Lucas tava nadando mais longe com os primos, nem ouviu direito.

Quem veio correndo foi o Beto, nadando forte até mim. "Tainá! O que houve? Deixa eu ver". Ele me puxou pela cintura e por baixo das coxas, ele me ajudou a chegar até o barco. Foi a primeira vez que senti algo diferente com ele, nessa hora, bem perto dele, senti o cheiro dele – loção pós-barba misturada com sal do mar – e um arrepio subiu pela espinha.

"Calma, não é nada grave. Vamos pro barco limpar isso". Eu protestei fraco: "Beto, eu consigo nadar sozinha". Mas ele insistiu: "Deixa eu cuidar de você". Me carregou até o barco, me sentou no banco, pegou o kit de primeiros socorros. Limpou o corte com água doce e antisséptico, mão firme no meu calcanhar, polegar massageando de leve ao redor pra aliviar a dor. "Assim tá melhor? Não tá inchando muito". Olhos nos meus, voz baixa. Eu assenti, coração acelerado – não era só a dor, era o toque dele, cuidadoso, mas com uma eletricidade. Lucas chegou depois: "Ah, amor, tá bem? Foi feio?". Mas nem se mexeu pra ajudar, só ficou ali de pé.

Beto terminou: "Pronto, Tainá. Descanse o pé um pouco". Ele me deu um sorriso tímido, e eu agradeci, sentindo um pequeno calor subindo entre as pernas. Resistência total na minha cabeça: "Isso é loucura, Tainá, para com isso". Mas a sensação foi parecida com o que senti com os outros dois casos que tive.

De volta na casa, por volta das 17h, o sol se pondo laranja no horizonte, todo mundo se arrumando pro jantar. Eu mancando um pouco, sentei no sofá da sala ampla, com vista pro mar. Beto se aproximou: "Deixa eu dar uma olhada no pé de novo, pra não infeccionar com a areia". Todo mundo por perto – mãe do Lucas na cozinha, primos na piscina. Eu estiquei a perna, ele ajoelhou no chão acarpetado, mão no meu tornozelo. Começou uma massagem inocente: polegar pressionando a sola devagar, círculos leves no calcanhar, subindo um pouquinho pro arco do pé. "Relaxa, Tainá. Sente a pressão aqui? Ajuda a circular o sangue". Voz calma, olhos focados no pé, mas eu via ele olhando de relance pras minhas pernas depiladas, pro short que subia um pouco. Senti um tesão sutil – os dedos dele firmes, quentes, aliviando a dor mas criando outra coisa.

Lucas tava do lado, assistindo TV no celular: "Tá bom aí, amor?". Nem prestou atenção. Eu gemi baixinho de alívio: "Tá ótimo, Beto, obrigada". Ele parou depois de uns 5 minutos, corando um pouco: "Qualquer dor, me chama. Vou preparar o jantar". Saí dali pensativa, resistindo aos pensamentos: "Ele é o padrasto do Lucas, porra. Para de bobagem".

No dia seguinte, 30 de dezembro, mais um passeio de barco – dessa vez mais intimista, só nós quatro: eu, Lucas, a mãe dele e Beto. Saímos cedo também, mar ainda mais calmo, sol forte. Beto pilotando, camisa aberta no peito bronzeado, bermuda. Paramos numa praiazinha isolada, armamos um churrasquinho no deck: linguiça, frango, salada. Bebidas rolando – eu de vinho branco, sentindo o álcool relaxar. Meu pé ainda doía um pouco, então Beto insistiu: "Senta aqui no banco acolchoado, Tainá, descansa o pé. Não quero que piore". Sentei do lado dele, coxa roçando na dele "por acidente" enquanto o barco balançava.

Conversa fluiu: ele falando das viagens que fez pro exterior, eu contando dos projetos de arquitetura que tava tocando na firma. Mas tinha toques sutis – mão dele no meu joelho pra enfatizar uma história engraçada: "E aí, norinha, imagine isso em um desses prédios que você projeta!". Eu puxava a perna devagar, resistindo, até que até soltei uma hora, depois de tantos toques dele em mim: "Beto, cuidado... o Lucas tá ali na proa, pode ser que ele não goste de tanto toque".

Ele corou, retraído como sempre: "Desculpa, Tainá, é mesmo! Acho que é a bebida". Mas os olhos diziam o contrário. A mãe dele cochilava na cabine, Lucas no celular checando e-mails do trampo.

À tarde, de volta na casa, ele pediu de novo: "Deixa eu fazer uma massagem melhor no pé, pra você curtir o réveillon sem dor". Aceitei, no quarto de hóspedes que eu dividia com o Lucas (ele tava no banho, chuveiro ligado). Beto sentou na beira da cama king size, meu pé no colo dele. Massagem mais longa dessa vez: começou no calcanhar, subiu pro tornozelo, panturrilha, pressionando devagar com os polegares, óleo de massagem que ele trouxe. "Relaxa completamente, Tainá. Fecha os olhos". Eu obedeci, sentindo o tesão subindo – mãos quentes descendo e subindo pela perna, roçando de leve a coxa interna. Gemi baixinho: "Beto... isso tá bom demais, mas...". Ele hesitava, voz rouca: "Quer que eu pare?". Virei de bruços na cama macia: "Não, faz nas costas também? Tô toda tensa do trampo, essa viagem veio a calhar".

Ele engoliu em seco, mas começou: mãos nas omoplatas, descendo pela espinha por cima da blusa, parando na cintura, pressionando os nós. Tensão no ar pra caralho – eu arqueava de leve, gemendo de alívio, ele respirando pesado. Nada sexual ainda, mas o quarto tava elétrico. "Você tem mãos mágicas, Beto". Ele parou de repente: "Acho que já deve tá bom".

Eu virei e encarei ele um pouquinho, nessa hora estendi minha perna para ele, um pouco provocativa e pedi para ele olhar o machucado mais uma vez. Ele tava em pé, pegou e segurou o meu pé, olhou um pouco "Acho que tá tudo bem, só não se apoiar tanto nele." e ainda insisti "tem certeza!?".

Nessa hora ainda apoiei o meu outro pé em seu peito. Ele ficou segurando o meu pé, olhando para mim e para o pé, durante alguns segundos "Tenho sim, na festa você já deve tá pulando e comemorando!" E então ele deu um pequeno beijo no meu pé, bem na ferida "Para sarar" eu soltei uma risadinha "Agora vai sarar mesmo".

Ele soltou meu pé e saiu do quarto. Nessa hora rolei na cama, tava com tesão, cheguei até a colar minha mãe dentro da calcinha e de fato, tava toda melada.

Aí veio o grande dia, 31 de dezembro, o réveillon. Acordei animada, o sol invadindo o quarto. Me arrumei devagar: banho demorado, creme no corpo todo, lingerie branca nova (sutiã de renda e calcinha fio dental, por baixo do vestido). O vestido era branco curto, justo no corpo, decote nas costas, mostrando as pernas longas pro meu tamanho. Cabelo solto ondulado, maquiagem smokey eye, perfume doce.

Desci pra sala, todo mundo se preparando. Beto me viu e parou: "Uau, Tainá... você tá deslumbrante. Vai arrasar na festa". Olhos devorando, mas tímido. Eu sorri: "Obrigada, Beto. E você pelo camarote – ouvi que é VIP, open bar, tudo top".

Ele arranjou mesmo: camarote na praia principal de Juquehy, daqueles com sofás, DJ tocando eletrônica e sertanejo, vista pros fogos na areia, champagne ilimitado. Caro pra porra – uns 800 por pessoa fácil, mas ele pagou pra família toda sem piscar. Saímos por volta das 21h, carro até a praia lotada de gente.

A festa era insana: luzes coloridas, gente dançando, cheiro de mar e bebida. Lucas começou a tomar várias – cerveja, shots de tequila, caipirinha – ficou bêbado rápido, dançando desengonçado, me puxando pra pista: "Vem, amor, vamos curtir!". Eu dançava, rindo, mas ele babava nos beijos, tropeçando. Beto era mais contido: bebia vinho tinto devagar, dançava de leve no canto do camarote, conversando com a mãe do Lucas. Mas os olhos nele em mim o tempo todo – me seguindo na pista, demorando no vestido subindo nas coxas.

Me puxou pra dançar uma vez, durante uma música lenta: "Vem, vamos brindar o ano novo". Corpo colado, mão na minha cintura baixa, pau dele roçando de leve na minha barriga. Senti o volume grosso, o calor. Eu resisti, empurrei sutil: "Cuidado, Beto... a família tá aqui, o Lucas pode ver". Ele corou, se afastou: "Desculpa, Tainá... é o vinho". Mas o tesão tava lá.

Meia-noite chegou: fogos explodindo no céu, abraços, beijos em todo mundo. Lucas me beijou: "Feliz ano novo, amor!". Beto me deu um beijo no rosto, sussurrando: "Que seja um ano incrível pra você!".

Voltamos pra casa à beira mar por volta das 2h da manhã, o céu ainda iluminado por fogos distantes. Lucas bêbado demais, mal andava reto – eu e Beto ajudamos ele pro quarto. No quarto, luz baixa, cama desfeita, Lucas me jogou na cama rindo: "Vem, amor, vamos comemorar o ano novo direito! Bora estrear o ano!".

Começamos a nos beijar, ele tirando meu vestido desajeitado, mãos nos meus peitos. Eu montei por cima, cavalgando devagar no pau dele, gemendo baixo. Mas ele DORMIU no meio!

ISSO MESMO! Olha até entendo, tava cansada também, mas bem quando tava montada nele, pensando que ele tava curtindo, o desgraçado dorme! Tava de olhos fechados, ronco começando, pau amolecendo dentro de mim. Fiquei puta, frustrada pra caralho – tesão acumulado dos dias todos, da tensão com o Beto, e nada. "Lucas, acorda!", sussurrei, mas ele tava apagado.

Saí da cama quietinha, vesti uma camisola leve de algodão (curta, sem calcinha nem sutiã, o calor tava insuportável), e fui pro quintal de frente pra praia. Areia fresca nos pés, ondas batendo suaves, lua cheia iluminando tudo. Sentei na grama úmida, tomando ar fresco, pensando na vida: "Que merda, Tainá. Ano novo e você frustrada de novo".

O Beto tava dentro da casa, apagando as luzes – ele tem esse ritual, checa tudo antes de dormir. Viu a luz do quintal acesa, saiu pela porta de vidro: "Tainá? Tudo bem?". Voz suave, retraída, camisa desabotoada no peito. Eu sorri: "É... o Lucas apagou de vez. Vamos dar uma volta na praia?".

Ele hesitou, olhando pros lados: "Tem certeza? Tá tarde". Mas acabou topando. Caminhamos devagar pela praia vazia, ondas molhando os pés, conversando baixinho: sobre o ano que passou, meus sonhos de viajar mais, a empresa dele crescendo.

Perto das 3h, a praia deserta, só o som do mar. Encostamos numa pilha de pedras, corpos se tocando de leve – braço no braço, coxa na coxa. Notei um certo volume crescendo na calça. Ele tentou disfarçar, corando forte: "Desculpa, Tainá... é que você tá linda nessa camisola, e o vinho ainda tá na cabeça". Eu ri um pouco da situação, mas continuei conversando e resolvi dar mais uma provocada.

Jogava os cabelos para trás, me apoiava na rocha deixando meu corpo bem jogado. Ele tava adorando! Depois de um certo silêncio que surgiu entre a gente, soltei: "Beto, isso não é errado!? O Lucas tá dormindo ali na casa, a sua esposa...". Ele balançou a cabeça confirmando tudo "Sim, eu sei!"

Eu tava com tesão acumulado da transa que me foi negada e sabia que alguma coisa ia rolar. Só tava provocando ele para saber se ele ia dar o primeiro passo. Depois de tantas massagens, o resgate no barco, o camarote... Queria ver o que ele faria.

Mas ele não fazia nada, dava umas encostadas em mim, mas não avançava. Mas vou te falar, como agradecimento pelo réveillon maravilhoso, pela forma como ele me tratava com carinho, e pela mancada que o Lucas deu comigo no quarto, decidi tomar iniciativa. Ele é retraído, acanhado, nunca ia avançar sozinho. "Beto, quer saber você tem que relaxar e eu também." e então o inocente ainda me solta "Sim, acho que tá na hora de ir dormir!".

"Não, Beto. O que eu quero dizer é que... Sabe, tô muito agradecida pelo ano novo, você literalmente salvou trazendo a gente para cá. Você tá sendo bem legal comigo e me tratando super bem... E eu preciso te retribuir, vou te dar um presente, Você merece, não acha!?".

Ele ainda parecia não entender. Coloquei a mão em seu peito e empurrei ele na pedra. Ajoelhei na areia fofa, na frente da casa mesmo, segurei meu cabelo num coque improvisado com a mão, e ele começou a arregalar o olho. Ajoelhada na frente dele, olhando ele naquela posição eu soltei: "Vou chupar o seu pau!"

Dava para ver que ele tava em choque, eu abri o zíper da calça dele devagar. O pau saltou para fora: não era enorme, uns 15cm ou 16cm, mas grosso como uma lata ou uma garrafinha de água, veias marcadas, cabeça vermelha inchada, babando pré-gozo. Eu segurei durante alguns segundos analisando ele, tinha um formato meio arrebitado e tava bem duro mesmo, acho que apesar de ser bem mais velho do que eu, na verdade o homem mais velho que já tinha ficado, ele tinha bastante fogo, ou tava com muito tesão, afinal deveria ser um puta de um evento ele, no auge dos seus 55 ou 56 anos ter uma mulher de quase 30 anos a menos ajoelhada para ele, prestes a chupar seu pau.

Coloquei ele na minha boca e no mesmo momento ele soltou pequeno suspiro, quase um gemido.

Como o pau dele não era muito longo, colocava tudo na boca, até engasgar. O boquete foi bem lento, tava aproveitando também. Ia até a base, segurava um pouco depois voltava lentamente até a cabeça, mexia a língua em volta dele e voltava até a base. Fiz isso durante uns 10 minutos sem parar, na mesma intensidade e ritmo.

Olho no olho, boquete molhado, gentilmente ele colocava a mão dele na minha cabeça e guiava.

Depois de um tempo soltei o pau dele e comecei a chupar suas bolas, passei a língua por toda sua virilha, pelas bolas e pelo pau, deixei tudo babado.

Depois voltei a engolir o pau dele.

Ele já tava louco "Tainá... alguém pode ver, os vizinhos...", ele sussurrou, preocupado, olhando pras casas próximas.

Levantei, puxei ele pela mão pro quintal lateral da casa – escuro, escondido atrás de um muro de plantas, ninguém ia achar nem se quisesse. Nos limpamos na ducha rápida do quintal: água fria escorrendo pelos corpos, tirando a areia dos pés e pernas, minha camisola molhada colando na pele, mamilos duros visíveis e o pau dele sem abaixar uma vez sequer.

Ajoelhei de novo na grama úmida e fresca. "Agora relaxa, Beto. Deixa eu cuidar de você". Lambi da base até a cabeça devagar, sentindo o sal da pele dele misturado com o pré-gozo. Engoli devagar, boca esticada no pau grosso, língua rodando na glande sensível, chupando com pressão. Ele gemeu baixo, mãos tremendo no meu cabelo: "Porra, Tainá... que boca quente, macia... nunca imaginei". Começou a se soltar aos poucos, retraído virando confiante: fodeu minha boca devagar no começo, depois mais fundo, pau grosso batendo na garganta, eu engasgando levemente, baba escorrendo pelo queixo. "Isso... chupa... engole tudo".

Parei ofegante, olhei pra cima pros olhos dele cheios de desejo: "Se quiser mais, Beto... a buceta é tua também. Esse vai ser o presente completo de ano novo pra você". Ele hesitou, voz rouca: "Tem certeza, Tainá? Não quero te forçar, isso é loucura". Mas os olhos brilhavam de tesão. Deitei na grama fresca, abri as pernas devagar, camisola subindo até a cintura, buceta depiladinha exposta à lua. Ele veio por cima, devagar, beijando da cabeça aos pés – fetiche dele, claramente. Começou na testa, beijos leves, desceu pra boca (língua dançando devagar, gosto de vinho), pescoço (mordidinhas suaves), peitos (tirou a camisola, chupou os mamilos durinhos por minutos, alternando, mordendo leve, me fazendo arquear), barriga (língua traçando círculos), coxas internas... e os pés. Chupou cada dedo devagar, lambendo a sola, massageando o calcanhar machucado enquanto posicionava o pau na entrada da buceta. "Tão linda... esses pezinhos perfeitos, macios... tava querendo chupar eles".

Meteu devagar, grosso me esticando deliciosamente, preenchendo fundo. "Aaah, Beto... assim... devagar". Ritmo lento, saboreando, beijando os pés o tempo todo, alternando com os peitos – chupava forte agora, deixando marcas vermelhas nos seios pequenos, mamilos latejando.

Mas o negócio dele mesmo era o meu pé, lembro que ele ficou um tempinho saboreando eles enquanto metia em mim. Acho que dentre todas as minhas aventuras, ele foi o que mais manteve contato visual comigo, era até meio intenso, eu acho que ele realmente tava aproveitando cada segundo dentro de mim. Cada centímetro que ele colocava dentro de mim era bem aproveitado.

Virou-me de costas com carinho, deitei de bruços na grama, bundinha empinadinha pra ele. Meteu por cima, pau grosso batendo fundo, corpo colado no meu, mãos entrelaçadas nas minhas. "Tainá... você é incrível, tão apertada...". Acelerou aos poucos, gemidos abafados no meu ouvido: "Quero ver você gozando também, se não eu não paro". Eu gemi mais alto, sentindo o orgasmo subindo, nessa hora empurrei meu quadril para trás, ficando de quatro para ele, fiz isso para ele poder meter mais forte e rápido, e para eu poder esfregar meus dedos na minha buceta, para conseguir gozar mais facilmente. "Mais forte... porra, Beto...".

Não deu outra, ele metia bem ritmado, sem perder a intensidade, era perfeito para eu gozar, a sensação e o formigamento só foi aumentando até que comecei a gozer e tremer com o pau dele dentro de mim. Ele soltou uma pequena risada "Isso que eu queria linda! Aproveita bem".

Nessa hora cai de novo na grama e sem conseguir falar, só puxei o braço dele para entrar em mim, mas antes de entrar, ele começou a me chupar novamente, passou a língua dele nas minhas costas, o que me arrancou vários arrepios, desceu para a minha bunda e deu uma chupada na minha buceta.

Logo em seguida ele entrou novamente por cima de mim, e eu com a cara na grama toda jogada e relaxada. Ele começou a meter em um ritmo menor, mas com mais intensidade.

Quando senti ele perto de gozar: "Goza fora... não dentro". Ele perguntou rouco, pau pulsando: "Onde, Tainá?". "Onde quiser..." ele aumentou o ritmo "Sério? Onde eu quiser!?"

"Sim, na cara, na boca, no peito..." ai ele começou a meter muito forte, até começou a fazer barulho de pele batendo na outra, parecia não se importar "Porra Tainá, eu vou gozar em você então!"

Ele saiu devagar, virou meu rosto pro pau dele. Estiquei a língua pra fora, olhos nos dele, recebendo a porra quente jorrando – grossa, salgada, no rosto, língua, queixo, escorrendo. Gemi, lambendo o que pude: "Delícia... feliz ano novo, Beto" e soltei uma risadinha.

Ficamos ali uns minutos, ofegantes, rindo baixinho da loucura. Nos limpamos de novo na ducha – água fria tirando a porra e a grama, beijos leves no processo. Subindo as escadas pro andar de cima, ele me puxou pelo braço e ainda me deu um belo de um beijo na boca, ele queria aproveitar até o último segundo. Deu uma apertadinha na minha bunda empinadinha por baixo da camisola e me disse: "Boa noite. Isso foi... inesquecível". Soltei um sorrisinho e dei um último selinho nele.

Entrei no quarto na ponta dos pés, Lucas ainda bêbado, roncando alto. Deitei do lado dele, sentindo o corpo latejando.

Ele se mexeu na cama, percebeu minha presença, abriu os olhos zonzo e me beijou na boca. Sentiu o gosto da porra do padrasto provavelmente e isso me deu tesão!

O Beto foi bem diferente dos outros. Mais retraído, carinhoso, tinha esse fetiche nos meus pés que foi interessante. Não sei se rola de novo (ele vem pra SP às vezes, e os olhares continuam), mas o proibido me deixa viva como nunca.

Essas três aventuras foram o que eu fiz até agora.

Minha relação com o Lucas tá bem desgastada, a gente até terminou uma vez, só que durou pouco. Um mês depois a gente tava de volta, ainda sou apegada a ele.

Às vezes me sinto bem culpada, e outras vezes estou cagando para tudo. Depende de quanto ele me irrita ou me ignora.

Mas nunca mais repeti nada igual a essas histórias que contei a vocês.

Tem uma parte de mim que tá querendo meter o louco nesse carnaval, terminar com ele e sair dando para uma galera, e tem outra que quer ficar bem suave. Vamos ver qual fala mais alto, já estou com o Lucas há mais de três anos e também não quero jogar tudo para o alto.

Se quiserem mais detalhes de alguma parte, ou quem sabe, se eu tiver alguma surpresa nesse carnaval eu conto a nova aventura, comentem aí. Beijos, Tainá. 😘

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