As taras da fazenda - Comendo o cu de uma idosa

Um conto erótico de SEXTOTAL
Categoria: Heterossexual
Contém 1457 palavras
Data: 12/01/2026 20:08:12

Meu pai herdou uma fazenda produtiva, plantação de milho e soja. Eu sou o Fabio e cresci nessa fazenda e desde pequeno conhecia a família do caseiro. Seu Abelardo, que tinha falecido cinco anos antes dessa história, a Dona Cida mulher dele com 78 anos, o Jaime de 58 anos, filho que morava na casa dos pais com a esposa Lurdes de 54 anos e também fazia o trabalho de caseiro com o pai e depois sozinho. Nessa época eu tinha 18 anos e ainda estava indeciso sobre a faculdade e ficava na fazenda estudando on line para vestibular e ao mesmo tempo pensando no que fazer.

Em um domingo enquanto eu caminhava pela fazenda encontrei o Jaime que me falou que a Dona Cida, mãe dele, tinha pedido para me convidar para um café, que fazia tempo que eu não os visitava, e era verdade. Mas com tanta gostosa na internet não sobrava tempo para o resto. Aceitei o convite e naquele dia no final da tarde eu estava na cozinha conversando com todos.

Dona Cida tinha fritado alguns pastéis e feito café, mas acabou oferecendo uma dose de pinga, velha esperta. No final todos deram uns tragos na pinga comendo os pastéis. A velha começou com aquela conversa de que antes, quando o Abelardo era vivo, era melhor e eu puxei papo dando conversa para a idosa. Dona Cida vivia de vestidão, umas tetonas caídas e frouxas, aquele bundão gordo que balançava toda vez que a velha andava e tinha cara de safada, com 78 anos!

- Oque era melhor com seu marido Dona Cida?

- Ah, ele dava conta da gente! Já esse aí! falou isso apontando a cabeça em direção ao filho.

- Ô mãe, que conversa com Fábio. Tenha modos.

- Que modos! Aqui antes não tinha isso não, era todo mundo pelado!

A velha tinha ficado bêbada e começou a falar um monte de besteiras, percebi que a Lurdes estava de cara feia para o marido e comecei a tentar adivinhar o que estava acontecendo?? Dava conta da gente?? Todo mundo pelado?? Só o Jaime que não estava gostando mas pelo jeito quem mandava era a velha. Eu arrisquei e pedi mais detalhes.

- Olha menino, faz tempo que isso tudo era assim. Mas eu vou te contar.

- Não mãe, não pode.

- Ah! Cala a boca seu frouxo! Eu conto sim. Olha sua mulher, tá louca pra eu contar e ver se arranja uma solução pra isso.

Nisso a Lurdes saiu da casa para a varanda de cara feia e ficou na janela escutando a história da sogra mas do lado de fora. Não negava até agora nenhuma das palavras da velha peituda.

- A Abelardo era meu homem! E que homem! Me procurou até não poder mais. E eu sempre estava lá! E ele não era bobo. O Jaime casou e veio morar aqui mas o pai dele ficava preocupado por que não escutava os dois na cama, nunca! Fiquei tão preocupado que um dia chegou no Jaime.

- O filho, cê não procura sua mulher? A cara dela não tá boa.

- Eu procuro sim pai, mas a cada dois meses tá bom pra mim.

- O quê!! Cê tá louco, ela procura outro.

- Mas é assim mesmo que faço, ela não vai procurar ninguém. Ou vai???

- Óia fio, eu posso ajudar, se você não quiser eu quero.

- Que isso pai! Você quer minha mulher??

- Você não qué! A gente mora tudo aqui e ninguém vai ficar sabendo.

- Nisso Fabinho, o Abelardo começou a ter nós duas. Nós deitava os três na mesma cama e o Jaime no outro quarto. Eu já estava mais velha e a Lurdes me ajudava com o Abelardo que vivia de pau duro. Ele pegava ela na sala na frente do marido e o bobão nem ligava. Olha só, tô aqui falando e ele nem sai da mesa.

- Então Fabio - falou a Lurdes da janela -, tá faltando homem na casa. Por isso a Dona Cida pediu pro molenga aí te chamar.

- E você querem que eu seja o homem?

- Eu estou louca para isso acontecer agora! falou D. Cida.

Eu lia contos eróticos, assistia pôrno, e aquelas loucuras estavam acontecendo comigo naquele instante. Aproveitei a oportunidade e na maior cara de pau levantei tirei o pau pra fora, que estava meia bomba, e falei para a Dona Lurdes.

- Dona Lurdes chupa o meu pau e mostra pro corno broxa do Jaime que tem macho novo na casa. Chupa com vontade, se o Abelardo comia a buceta de vocês duas eu vou é fazer vocês de vaca, cadela. Uma puta coroa e uma puta velha pra eu foder!

- Menino vem cá. Eu não sei essas coisa que você falou mas sei chupar uma pica sim.

- Chupa minha puta safada, velha peituda. Aí Jaime, da próxima vez você fala pra mim que sua mãe está me chamando porque precisa de pica!

- Lurdes não fica aí fora não. O corno vai ficar quietinho vendo mãe velha e a esposa tomando pau de macho. Vem pra cá que eu quero você também. Se o velho fodia vocês eu vou foder mais ainda!

A Lurdes entrou olhou para o marido que de cabeça baixa tomava vagarosamente uma xícara fria de café e não aguentou falar umas para ele.

- Jaime seu broxa de merda! Seu pai me comia por que você nunca estava pronto pra poder fazer isso!! Agora esse menino vai coisar com a gente por que não tem homem na casa!!! Olha a sua mãe! Uma puta boqueteira por que você não pode enfiar o pau na boca dela de vez em quando ! Broxa, bicha, pau mole e pequeno!! Nem duro esse pinto de merda serve. Nunca conseguiu enfiar na minha bunda!! Que merda de marido que não come a mulher!!

Tirei o pau da boca da velha, levantei ela da cadeira, tirei o vestidão, não usava nada por baixo, um corpo fodido, tetas murchas e caídas,a bunda enorme e gorda. Virei ela de costas e a apoiei na mesa com rabão.a minha vontade.

- Dina Cida vou foder a senhora sempre que precisar. Não sabia que o Jaime era esse brocha de merda. Lurdes ajuda eu a abrir o rabo da velha. Olha essa buceta, com certeza o marido meteu muito nessa xana.

- Olha só Jaime, você não diz nada!! Sua mulher ajudando um menino a meter o pinto na vagina da sua mãe! Homem!!

- Jaime brocha, não vou meter hoje na buceta dessa velha puta da sua mãe não. Vadia como ela, que pede cacete, toma é no cu!! Pelo jeito já tá largo também! Como você não fodeu essas duas?!?!!

Cuspi no rabo da Dona Cida é facilmente enfiei o.pau no cu dela, comecei devagar embora o pau tenha entrado todo logo de cara. Ela gemia de prazer e pedia para não parar. Deitada na mesa olhava para o filho inconformada com a apatia do mesmo. Com a falta de tesão em foder um cu. Tirei o pau dela a levantei, então olhei para Lurdes e falei: sua vez.

Ela rapidamente tirou a roupa veio para meu lado sem saber o que fazer. Coloquei ela na mesma posição que sogra ocupara. Lambi o dedo e passei em sua buceta, já estava melada. Era peluda, descuidada, subia um cheiro de sexo. Na carnuda perguntei pra ela.

- Andou batendo uma Lurdes??

- Tenho que fazer isso todo.dia.por causa desse corno. Jaime olha pra mim! Vou deixar o Fabinho meter do jeito que ele quiser, porque você não quer, né!!

Meti na buceta dela. Comia o que o marido devia comer. Meti com força, ela queria gozar, queria gemer, queria mostrar pro marido corno que ela ainda tinha muito tesão em dar a buceta! Gozei dentro da coroa, tirei o pau de uma vez. Escorreu porra no chão. A Lurdes tinha uma.buceta firme por dentro, dura.

- Aí cara, gozei dentro da buceta da sua mulher, já que você não faz isso como ela fala. Agora eu vou vir aqui e foder essas duas todas os dias. Nem chega perto. O dia que você estiver com tesão eu fodo o cu da sua mãe e você bate uma punheta assistindo. Semana que vem estarei sozinho na casa principal, meus pais viajam. Sua mulher vai trabalhar lá. Fica tranquilo que ela vai ser fodida todo dia, você não vai ter trabalho. Você leva ela de manhã pra mim e quando eu chamar você vai buscar.

- Eu vou também fio. Isso aqui foi pouco.

- Dona Lurdes, eu volto hoje a noite para foder sua buceta, vaca peituda. Pode esperar.

Dei um beijo na Lurdes que ainda estava pelada e fui embora. Tinha decidido que ficaria na fazendo trabalhando adiando um.pouco.mais a faculdade. Rss.

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Comentários

Foto de perfil de Loirinha gostosa

Conto sensual, bem narrado. Com uma idosa safada dessas e a nora mais ainda, acho que você não vai nem fazer faculdade. Rsrs. Bjus.

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