ME COMERAM COM RAIVA, CHUVA E OS TROVÕES.

Um conto erótico de KLAUDIO
Categoria: Gay
Contém 1815 palavras
Data: 12/01/2026 17:28:11

O Sábado rendeu bastante. Passei a tarde toda arrumando coisinhas pequenas pela casa, aproveitando minha férias familiar, visto que estavam todos no litoral e eu não desci. Perto das 17 horas formou-se um tempo de chuva, já prevista na meteorologia. Não pensei duas vezes . Coloquei meu short ciclista curto, camiseta e tênis e fui ao Parque náutico, já conhecido por mim e muitos aqui em Curitiba é bem próximo a minha casa e com uma boas pista de caminhada e claro, umas boas trilhas que entram no mato .

Deixo o carro e começo a fazer a caminhada ainda no tempo seco. São aproximadamente 5km de volta do lago e mato. Mas nem bem andei um km, já saindo da aglomeração de pessoas, a chuva começou a cair. Constante e fria. Adoro banhar-me na chuva. Há uma correria de pessoas rumo ao estacionamento para fugir da chuva. Começo a andar um pouco mais forte para o lado das trilhas. Em determinado ponto, já de roupa totalmente encharcada e grudada no corpo, tiro a camiseta e fico apenas de short colado em minha bunda, o que a realça ainda mais e logo alcanço a área de trilhas. Mais a frente passo por um rapaz que caminha tranquilo. Éramos somente nós na pista de caminhada. Ninguém mais. E a chuva forte e contínua.

Ao passar e deixá-lo para trás, ouço um comentário alto dele.

- que bunda bonita.

Parei no mesmo momento e o encarei.

- SIM BONITA. MAS É MINHA.

- Do jeito que está, parece que esta pedindo por algo, com esse short grudado.

- SE ESTOU PROCURANDO, PROBLEMA MEU. Apertei o passo.

- Marrentinha . Disse rindo e caminhando para mais perto para não me deixar longe. Quer vara?

Aquela proposta esquentou meu corpo mesmo na chuva fria. Parei. Curvei colocando minhas mãos nos joelhos e nessa posição, a bunda ficou ainda mais evidente. Olhei para frente e trás. Ninguém mais a vista. Tempo ainda mais fechado, quase parecendo noite. Pensei q oferta dele fosse só pra provocar, então quis sair por cima.

- Mas tem que ser agora. Ele reforçou o convite.

- NÃO TENHO CAMISINHA. SE NÃO IRIA. Achei que estava solucionado a cantada.

Ele caminhou até minha direção, pegou na minha mão e já foi puxando pro meio da trilha.

- Eu tenho duas camisinhas e vou te fuder de uma maneira que você não vai esquecer. Venha.

Como se fosse um sequestro, me arrastou para a trilha. Claro, consenti e fui caminhando junto.

Menos de um minuto de caminha mato a dentro, estávamos num espaço, já meu conhecido, entre as árvores onde teríamos certa privacidade. AO chegar lá, o jovem já foi chegando perto de mim, lambendo meu pescoço que corria a agua de chuva e foi descendo até meus peitinhos que endureceram na hora. Pelo jeito, ele sabia dominar. Baixei as mãos e fui direto ao pau do cara que estava se armando. Ajoelhei. E como dizem, ajoelhou, tem que rezar. No meu caso, seria chupar. E não me fiz de tímido. Com ele apoiando as mãos no tronco da árvore, e eu abaixo da linha de cintura dele, fui direto ao falo e coloquei na boca.

Nossa, que sensação gostosa receber gotas de chuva fria no rosto e um caralho bem quente na boca, no meio do mato, escutando apenas o barulho da agua escorres entre as folhas e os trovões que não paravam de ecoar. Ali me perdi no tempo que fiquei chupando aquele pau de cabeça rosada. Babei toda a extensão dele e também lambi as bolas. Puxava com minha mãos a bunda dele para encontro de meu rosto, forçando a entrada até o final em minha goela. Ele socou o quanto pode e enquanto eu sugava o quanto cabia na boca.

Sabendo estar tranquilo ali no meio da mata, ele gemia gostosamente sem se preocupar.

- Caralho, que chupada gostosa.. isso.. gulosa... chupa tudo...

E eu adorava escutar isso do macho. Levei uns tapas na cara.

- Vagabunda. Desfilando a bunda no parque.. queria rola?? toma.. E socava mais rola na boca.

Quem vive momentos assim, sabe que a aventura é gostosa de se viver ,as somente chupar não lhe tira o prazer. Dar, sentir a carne sendo rasgada, sentir o calor invadir seu rabo também é bom. E eu queria isso.

Levantei do chão e puxei meu short para baixo, expondo meu corpo nu para meu lobo faminto .

- Caralho...que bundão gostoso. Vira esse cu pra mim.. Vira que vou chupar.

Foi minha vez de escorar a árvore e abrir minhas pernas para receber dele uma dedada bem no meio do rabo. Tirou o dedo e viu que saiu limpinho. Cuspiu na mão, colocou dois dedos.

- AIIIIIIIIIII.. DELICIA ... gritava eu, rebolando nos dedos dele.

- Quieto puta.. Sou eu quem faço as coisas.

Ele se ajeita ajoelhando atrás de mim, uma linguando meu rabo. Agua corria por nós. A chuva intensificava. Mais trovões e vento mais constante. E ele ali, lambendo meu furico gostoso enquanto eu rebolava.

Foi a minha vez de gemer alto.

- ISSO MEU MACHO ....LAMBE MEU RABO.. CHUPAAA. AIIIME FODE.. comecei a gritar ..FODEEEE...

Ele levantou e encheu a mão na minha bunda que o tapa ecoou pelo mato..

- Isso puta.. pede pelo macho.

- FODE MACHO. QUERO PAU.

Ele pegou a camisinha do bolso dele, rasgou no dente a embalagem, bem estilo selvagem, enquanto com a outra mão, forçava meu pescoço para eu ficar quieto e grudado no tronco.

Longos segundos de espera para ele encapar o pau. A chuva apertava mais ainda. Mais e mais trovões ecoavam.

-Empina a bunda e aguenta..

Empinei a bunda, abri ainda mais as pernas.

E ele chega. Ajeita o pau no buraco e empurra sem dó.

- AIIIIIIIIIIIIIIIIIIII CARALHO. ASSIM VOCÊ RASGA MEU RABO.. Gritei.

E ele nem ligou. Foi fundo. Puxou o pau de volta até a cabeça encostar nas pregas.

Socou de novo. Uma, duas e várias vezes. Sem dó. Sem perdão.

Ele queria demonstrar o quanto estava com raiva e tesão

Eu queria demonstrar o quanto aguentava e essa briga sexual foi durante uns cinco minutos enquanto falamos palavrões, xingamentos e ele me estapeando a bunda, as costas.

- AI CAVALO ... QUE PAU GROSSO....FODE MAIS ... gritei..

E ele socou..

- Que cuzinho quentinho... não vou aguentar.... vou gozar... vou gozaaarrrr.

E nisso, me puxou as ancas para trás, forçando seu pau ainda mais dentro de mim.

O gozo foi longo e ele encheu a camisinha.

Urfou.. Parou ... Tirou o pau de dentro. Camisinha saiu limpinha por fora.. Cheio de leite por dentro.

- Agora ajoelha e chupe meu pau .

Obedeci. Ajoelhei, fechei os olhos, abri a boca esperando ele colocar o pau. Ele derrama o gozo da camisinha em minha boca. Coloca o pau e manda eu chupar gostoso. Suguei o leite e o pau do macho para dentro de minha goela. Apertei com os lábios até a base. Várias vezes.. O pau ficou limpo. A agua que caia ajudou a limpar ainda mais. Meu corpo ainda estava ritmado. Ele relaxado depois de gozar. Eu querendo gozar, querendo fuder. Mas meu parceiro estava acabado. Levanto e vou puxar meu short para cima. Ouço a voz forte logo atrás de mim.

- Se quiser mais rola, nem coloque o calção.

Eu e meu fodedor nos assustamos. Olhamos para a entrada da clareira, vimos um senhor, quarentão, meio parrudo, alisando o pau.

- Boa a foda de vocês. Até fiquei com vontade. Vi de longe vocês entrando. Agora quero fuder também.

Não tinha como responder, e apenas soltei o short de novo ao chão. O Senhor chegou perto, já de pau duro e foi autoritário.

- Nem quero que me chupe. Não curto chupada. Quero só socar nesse cú.

Meu primeiro macho entregou a ele uma camisinha que ele prontamente encapou o volumoso pau que era aparentemente maior que meu primeiro. Cheio de pentelhos, veias e uma cabeça de morango.

- Segura ele pelas mãos, se não ele vai para frente e não vai deixar.

Parei frente ao meu macho , abaixei minha cabeça ate a altura do umbigo dele, com minha boca frente ao pau. Minhas pernas bem apertas e bunda empinada. Minhas mãos foram por ele seguradas.

O Garanhão invasor chegou por trás. Lembro que nessa hora, os trovões apertaram um pouco mais e o vento foi mais forte.

- Agora você pode gritar putinha. Cuspiu na mão, passou na ponta do caralho e encostou.

Ai já senti que seria rasgado. O pau era grosso. Mas não tinha como retroagir.

- DEVAGAR. Pedi.

- Cala a boca vadia. Berrou meu algoz. Entrou a cabeça. Doeu demais. Socou o que havia sobrado.

Doeuuu para caralho.. Chorei baixinho e envergonhado. Estava sendo empalado por um tarado de pau grosso, no meio do mato, sob uma forte chuva e trovões.

Meu homem de apoio ficou apenas vendo eu sofrer enquanto levada várias socadas. Talvez isso o tenha deixado animado e seu pau, bem a frente de minha boca, começou a se mostrar alegrinho.

Nesse tempo, a dor da invasão já estava consumada e restava apenas o prazer de acolher o caralho em meu cu. Comecei a provocar o senhor fodedor.

- COME FILHA DA PUTA.. COME MEU CU.. SOCA MAIS.. APROVEITA.. VAI..

Ele começou a se irritar e socar mais violento enquanto dava umas palmadas. Meu apoio começou a falar besteira para provocar, entrando no clima.

- Isso.. Come o cu dele. Pensa que ele é sua esposa. Desconta.. Soca vai..

- ISSO.. MEU CU É SEU.. COME PAUZUDO.. VAI LOGO.. VOCÊ VAI GOZAR... VAI...

E ele estava já perdendo o jogo quando comecei a sentir o pau pulsar forte dentro de mim. Era o gozo do pauzão vindo. Bem a frente de minha boca, o pau de meu apoio já dava pinotes de durinho então não resisti e abocanhei o pau, chupando o quanto dava. Quando tirava o pau da boca, gritava para meu comedor me foder ainda mais.

E assim, entre um trovão e outro, Senti a camisinha encher de leite e escutei o urro do homem de trás, enquanto gozada. Minha boca estava cheia do primeiro pau e ele não resistiu muito. Enquanto o homem de trás se recompunha no ritmo do corpo e tirava o pau de minha bunda, meu apoio gozou na minha boca. Dessa vez, sem capa. Leite quente direto do pau. Chupei até o final sem mesmo me levantar.

De pau limpo, me levantei, me arrumei e vi o homem saindo pela mesma trilha que havia entrado.

Esperamos mais um pouco e saímos pelo outro lado da trilha e ao chegar na pista, ainda com chuva caminhamos rumo ao estacionamento. Quando cheguei em minha casa, soube que naquela tarde, um tornado havia atingido uns bairros próximos onde estávamos. Entrei no banho morno e acabei por bater uma deliciosa punheta.

Confesso que não ouvi tornado e não o vi tornado. Mas sim, dois tarados haviam passado por mim e me abusaram gostosamente naquela tarde de sábado, no Parque náutico, em Curitiba.

claudiobiguerra@gmail.com

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