Oi, gente! Meu nome é Maria, sou de Fortaleza, aqui no Nordeste, e resolvi compartilhar essa história louca que aconteceu na minha família. Vocês vão achar que é invenção, mas juro que é verdade. Ou pelo menos, é como eu vivi. Sou uma mãe solteira de 42 anos, morena, com curvas que ainda chamam atenção na praia de Iracema. Meu filho, o Júnior, tem 22 anos, e minha filha, a Ana, 20. A gente mora numa casa simples no bairro de Messejana, e antes de tudo isso, a vida era bem tranquila. Júnior era daqueles nerds tímidos, sabe? Baixinho, magrinho, sempre trancado no quarto jogando videogame ou lendo quadrinhos. Ana era mais extrovertida, estudante de enfermagem, cheia de amigos. Eu trabalho como manicure, sustento a casa sozinha desde que o pai deles sumiu no mundo.
Tudo mudou depois da vacina da COVID. Foi no começo de 2021, quando as doses chegaram aqui no Ceará. A gente foi todo mundo junto no posto de saúde, eu, Júnior e Ana. Tomei a minha, eles tomaram as deles. No dia, nada de mais. Mas nos dias seguintes... Meu Deus do céu! Júnior começou a reclamar de dores no corpo, febre alta, e eu pensei que era reação normal. Mas quando ele acordou no terceiro dia, oxe, que susto! O menino tinha crescido uns 10 centímetros da noite pro dia. Ficou com 1,85m, os músculos inchando como se ele tivesse passado meses na academia. Os braços fortes, o peito largo, as pernas grossas. E o rosto... Antes era um rostinho de menino, agora parecia um homem feito, com barba crescendo rápido e um olhar confiante que eu nunca tinha visto.
Eu fiquei pasma. "Júnior, o que tá acontecendo com você, meu filho?", perguntei, enquanto ele se olhava no espelho do banheiro, só de cueca. Ele sorriu, um sorriso malicioso que não era dele. "Mãe, eu me sinto... poderoso. Olha isso aqui!", e ele flexionou o braço, mostrando os bíceps saltando. Meu coração acelerou. Eu não devia, mas olhei pro corpo dele todo. E foi aí que notei a protuberância na cueca. Meu Deus, que negócio era aquele? Parecia que tinha algo vivo ali dentro, inchado e pronto pra pular.
Ana chegou na cozinha pra tomar café e parou na porta, boquiaberta. "Mano, que porra é essa? Você virou o Hulk ou o quê?", ela disse, rindo nervosa, mas os olhos dela grudados no peito dele. Júnior riu alto, uma risada grave que ecoou pela casa. "Vacina milagrosa, mana. Quer ver mais?", e ele tirou a camisa que eu tinha dado pra ele vestir. Ana corou, mas não desviou o olhar. "Vai se vestir, seu doido!", eu disse, tentando disfarçar o calor que subia no meu corpo. Mas por dentro, eu tava fascinada. Meu filho, que mal falava com meninas, agora exalava confiança. E eu, uma mulher sozinha há anos, sentia um formigamento que não devia sentir.
Nos dias seguintes, as mudanças pioraram – ou melhoraram, dependendo do ponto de vista. Júnior parou de usar roupas em casa. "Tá quente demais aqui, mãe. E olha esse corpo, pra quê esconder?", ele dizia, desfilando pela sala só de short ou até sem. Eu tentava repreender, mas minha voz saía fraca. Ana e eu trocávamos olhares. Ela, que sempre foi mais ousada, começou a provocar. "Ei, grandão, vai pra academia agora ou só fica se exibindo pros vizinhos?", ela brincava, mas eu via como ela mordia o lábio, os olhos descendo pro volume no short dele.
Uma noite, estávamos os três na sala assistindo novela. Júnior sentou no sofá entre nós duas, só de cueca boxer. O ar-condicionado tava quebrado, o calor de Fortaleza sufocante. Ele esticou os braços por cima do encosto, roçando no meu ombro e no da Ana. "Mãe, você acha que eu tô bonito assim?", ele perguntou, com aquela voz grave. Eu engoli em seco. "Você sempre foi bonito, filho. Mas agora... tá diferente." Ana riu baixinho. "Diferente? Tá é gato, mãe. Olha esses músculos! Posso tocar?", e sem esperar, ela passou a mão no peito dele. Júnior gemeu de leve, e eu vi o pau dele endurecendo na cueca. Meu Deus, aquilo crescia, crescia... Uns 20 centímetros, duro como pedra, marcando o tecido. Eu não conseguia desviar os olhos. "Ana, para com isso!", eu disse, mas minha voz tremia de excitação.
Ele olhou pra mim, os olhos brilhando. "Mãe, você também quer tocar? Eu não me importo. Somos família, né?" Meu coração batia forte. Eu não devia, mas estendi a mão, tocando o abdômen dele. A pele quente, os músculos firmes. Ana sorriu maliciosa. "Viu, mãe? Ele tá durão." Júnior riu. "É por causa de vocês duas. Vocês são as mulheres mais gostosas que eu conheço." Aquilo me deixou molhada na hora. Eu, uma mãe de família, excitada com o próprio filho? Mas a vacina tinha mudado tudo. Ele era um homem agora, e eu... eu tava louca de tesão.
Naquela noite, as coisas escalaram. Júnior se levantou, o pau duro apontando pra frente. "Querem ver de verdade?", ele perguntou, baixando a cueca devagar. Ana ofegou. "Caralho, Júnior! Isso é enorme!" Eu congelei, mas meu corpo traía. O pau dele era grosso, veias pulsando, a cabeça vermelha e inchada. Uns 20 centímetros mesmo, reto e orgulhoso. Ele se masturbou devagar na nossa frente. "Olhem pra mim: Eu sou o homem da casa agora.
"Ana não aguentou. "Deixa eu tocar, por favor?", ela pediu, e Júnior assentiu. Ela envolveu a mão no pau dele, apertando. "Tá tão quente... Mãe, vem cá." Eu hesitei, mas o desejo venceu. Me aproximei, tocando também. Nossas mãos juntas no pau do meu filho. Ele gemeu alto. "Isso, minhas putinhas. Me façam gozar.
"A partir daí, a casa virou um paraíso erótico. Júnior se exibia o tempo todo. De manhã, ele entrava no meu quarto nu, o pau semi-duro balançando. "Bom dia, mãe. Quer um beijo?", e me beijava na boca, a língua invadindo. Ana e eu competíamos pela atenção dele. Uma tarde, na cozinha, enquanto eu lavava louça, ele veio por trás, encostando o pau duro na minha bunda. "Mãe, você tá cheirosa hoje. Deixa eu te foder?" Eu gemi, virando pra ele. "Filho, isso é errado... Mas eu quero tanto." Ele me ergueu na mesa, rasgando minha calcinha. O pau entrou em mim devagar, esticando tudo. "Ah, mãe! Você é tão apertada." Ana entrou na cozinha e viu. "Ei, sem mim?", ela reclamou, rindo. Júnior a puxou. "Vem, mana. Chupa a mãe enquanto eu fodo ela."
Foi loucura. Ana se ajoelhou, lambendo meu clitóris enquanto o irmão metia em mim. Eu gozei gritando, o corpo tremendo. Depois, foi a vez dela. Júnior a deitou na mesa, enfiando aquele pau enorme na buceta da irmã. "Mana, você é deliciosa. Mais gostosa que qualquer menina da faculdade." Eu assistia, masturbando-me. "Vai, filho, fode ela forte. Mostra quem manda."
Nossas noites viraram orgias familiares. Júnior nos comia alternadamente, ou juntas. Uma vez, no sofá, ele me comeu de quatro enquanto eu chupava a Ana. "Mãe, sua boca é um paraíso", Ana gemia. Júnior batia na minha bunda. "Vocês são minhas agora. Nenhuma outra mulher me satisfaz." O tesão era constante. A vacina não só mudou o corpo dele, mas despertou algo em nós. Eu e Ana ficávamos molhadas só de olhar pra ele. Ele se exibia na janela, nu, pros vizinhos verem – mas aqui, ninguém liga muito.
Hoje, a vida é assim. Júnior é o rei da casa, confiante, musculoso, com aquele pau que nos enlouquece. Eu e Ana somos suas amantes devotas. Se a vacina fez isso, bendita seja. Quem diria que uma picadinha mudaria tudo? Se vocês duvidam, paciência.
Beijos quentes da Maria, de Fortaleza.