Sou hétero, mas parece que atraio os caras. Deve ser pelo meu estilo: forte, careca e safado, sempre com vontade de enfiar a rola em algum buraco.
Sou professor e comecei a dar aula numa universidade no ano passado. No primeiro dia de aula já reparei num viadinho que não tirava os olhos de mim. Lógico que comecei a dar uma atenção especial pra ele. Sempre que eu olhava praquele safado, imaginava ele de boca na minha rola, chupando gostoso.
As aulas terminaram e a sala foi esvaziando aos poucos. Eu fiquei arrumando minhas coisas devagar na mesa do professor, fingindo que precisava organizar uns papéis. Olhei pro lado e vi que o viadinho ainda estava lá, sentado na primeira fileira, com aquele sorrisinho safado que não saía do rosto desde o começo da aula.
— Ei, você aí — chamei, apontando pra ele com o queixo. — Fica aí um minutinho. Quero te indicar uns livros que vão te ajudar bastante na matéria.
Ele se levantou na hora, como se tivesse esperando exatamente isso. Veio andando devagar até a mesa, rebolando de leve, os olhos fixos nos meus. Chegou perto demais, encostou a coxa na borda da mesa, bem na minha frente.
— Pode mandar, professor... tô todo ouvidos — disse ele, voz baixa, quase um sussurro.
Peguei uns livros da pilha e comecei a falar sobre eles, mas minha atenção estava toda nele. Quando fui passar um dos volumes, nossas mãos se tocaram. Não foi acidente. Ele demorou pra soltar, os dedos roçando devagar nos meus, quentes, provocantes. O ar ficou pesado de repente, o tesão pulsando entre a gente como eletricidade.
Eu não tirei a mão logo. Apertei de leve, sentindo a pele dele arrepiar.
— Esses aqui são essenciais — murmurei, mas minha voz saiu rouca. — Se quiser, posso te emprestar os meus exemplares... tem umas partes bem... interessantes.
Ele mordeu o lábio inferior, inclinando o corpo pra frente, o rosto a centímetros do meu.
— Ah, professor... eu adoro partes interessantes. Principalmente quando alguém sabe exatamente onde enfiar... o conhecimento.
— Ele deu uma piscadinha lenta, depois baixou a voz ainda mais: — E olha, meu cuzinho tá precisando de uma boa aula particular... sabe como é, pra aprender direitinho.
O sangue subiu na hora. Meu pau deu um pulo dentro da calça só de ouvir aquilo. Olhei rápido pros lados — a sala estava vazia, a porta entreaberta, mas ninguém por perto.
Aproximei o rosto do dele, quase encostando a boca na orelha.
— Então fecha essa boca safada e me encontra no meu apê hoje à noite. — Passei meu endereço num post-it e enfiei no bolso da camisa dele, roçando de propósito no peito. — Às 20h. Não se atrasa, porque eu não sou de esperar... e quando eu começo a ensinar, eu ensino até o fundo.
Ele pegou o papel, leu rápido e sorriu como quem ganhou na loteria.
— Pode deixar, professor. Vou chegar pontual... e bem aberto pra aprender tudo que o senhor quiser me mostrar.
Deu um passo pra trás, ainda me encarando, lambeu os lábios devagar e saiu da sala balançando o rabo, me deixando ali com a rola dura e a cabeça a mil.
Hoje à noite vai ser foda. Literalmente.
Às 20h em ponto, a campainha tocou. Abri a porta e lá estava ele: o viadinho da sala de aula, com uma camiseta justa, shorts jeans colado no corpo que marcava cada curva, e aquele sorriso de quem já sabia o que ia rolar. Entrei sem dizer nada, só fechei a porta atrás dele e o encostei na parede por um segundo, sentindo o calor do corpo dele colado no meu.
— Pontual... gosto disso — rosnei baixo, passando a mão na nuca dele.
Ele riu safado e foi direto pro sofá da sala, como se já conhecesse o caminho. Sentou, abriu as pernas um pouco e me olhou de cima a baixo.
— Então, professor... onde é a aula particular?
Não respondi com palavras. Tirei a camisa devagar, deixando o peito largo e os braços fortes à mostra. Ele mordeu o lábio, já babando. Aproximei, parei na frente dele e mandei:
— Levanta e tira esse shorts. Quero ver o que você trouxe pra mim.
Ele obedeceu na hora. Desabotoou o botão, baixou o zíper devagar, rebolando enquanto empurrava o jeans pra baixo. Quando o shorts caiu nos tornozelos, ficou só de fio dental preto minúsculo, que mal cobria nada. A bundinha branca, redonda e empinada apareceu inteira, o tecido fino enfiado entre as nádegas, destacando tudo. Meu pau latejou forte dentro da calça.
— Porra... olha isso — murmurei, dando um tapa leve na bunda dele, que balançou gostoso.
Empurrei ele de leve pro sofá.
— De quatro. Empina essa bunda pra mim.
Ele se posicionou rapidinho: joelhos no sofá, tronco pra frente, bunda bem empinada pro alto, as mãos apoiadas no encosto. O fio dental estava esticado, quase sumindo no rego. Peguei a borda do tecido com os dentes, puxei de lado devagar e expus o rabinho rosa, lisinho, branquinho e piscando pra mim. Perfeito.
Cuspi direto no buraquinho, vendo a saliva escorrer e brilhar. Ele gemeu alto só com isso.
— Caralho, professor....
Ajoelhei atrás dele, segurei as nádegas com as duas mãos, abri bem e enfiei a língua sem dó. Comecei lambendo devagar em volta, circulando o anel apertado, depois lambidas longas de baixo pra cima, como se estivesse devorando um sorvete. Ele tremia todo, empinando mais, gemendo rouco:
— Ai, porra... isso... lambe gostoso...
Beijei o cuzinho como se fosse uma boca: língua entrando um pouco, chupando os lábios do ânus, sugando, mordiscando de leve as bordas. Minha barba roçando na pele macia dele, fazendo ele se contorcer. Cuspi mais, lambi tudo, enfiei a língua mais fundo, fodendo com ela enquanto apertava as nádegas, abrindo e fechando.
— Tá gostando, safado? — perguntei entre uma chupada e outra.
— Tá me matando... continua... por favor....
Levantei um pouco, ainda com a boca no rabinho dele, e passei a mão por baixo. Encontrei o pauzinho dele duro, pingando. Comecei a punhetar devagar, ritmo firme, enquanto continuava chupando e lambendo com vontade. Ele de quatro, gemendo alto, rebolando contra minha cara, como se estivesse me ordenhando com a língua.
— Isso... me chupa assim... me fode com a boca... ahhh, caralho!.
Minha outra mão apertava a base do pau dele, controlando, enquanto a língua entrava e saía, lambia as bolas, voltava pro cuzinho. O som molhado da saliva, os gemidos dele ecoando no apê, o cheiro de tesão puro....
Ele estava todo mole, tremendo, pronto pra qualquer coisa que eu quisesse fazer em seguida.
Ele ainda estava de quatro no sofá, tremendo todo depois da lambida e da punheta, o cuzinho piscando e molhado de saliva, implorando por mais. Meu pau estava duro pra caralho, latejando, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Tirei a calça rápido, subi no sofá atrás dele como um animal no cio.
— Agora você vai levar de verdade, safado — rosnei, segurando firme na cintura dele.
Montei em cima, posicionei a cabeça grossa bem na entrada rosada e empurrei devagar no começo. O cuzinho dele abriu fácil, quente, escorregadio — deslizou tudo de uma vez, até o talo, sem resistência. Ele soltou um gemido alto, quase grito:
— Aaaah, porra... tá enorme... me arromba, professor!
Comecei a meter com força, estocadas fundas, ritmadas, batendo a virilha contra as nádegas brancas dele. Cada socada fazia a bundinha balançar, o som da pele batendo ecoando no apê. Com uma mão agarrei o cabelo dele por trás, puxei forte pra trás, arqueando as costas dele, obrigando-o a empinar mais.
— Isso, rebola nessa pica, viadinho — mandei, dando um tapa forte na nádega direita. A marca vermelha apareceu na hora. Outro tapa, mais forte, do outro lado. Ele gemia alto, tremendo:
— Mais... me bate mais... me fode forte... eu quero tudo!
Enquanto metia sem dó, com a outra mão deslizei pela lateral do corpo dele — carinho no meio da brutalidade. Acariciei a costela, desci pela cintura, subi pela barriga, sentindo os músculos dele se contraírem de prazer. Era roubo e ternura ao mesmo tempo, minha mão grande e preta contrastando na pele clara dele.
Ele tremia inteiro, o pauzinho dele babando no sofá, pedindo mais:.
— Me enche, negão... me dá essa porra toda... por favor... tô louco pra sentir você gozando dentro!
Aumentei o ritmo, estocadas brutas, profundas, o pau entrando e saindo fácil, lubrificado pelo cuspe e pelo tesão dele. Puxei mais o cabelo, inclinei o corpo dele pra trás, mordi o ombro dele de leve enquanto socava. Os tapas continuavam — bum, bum, bum — deixando a bunda vermelha e quente.
— Tá sentindo, seu putinho? Essa rola é toda sua agora... toma!
Não aguentei mais. O prazer subiu rápido, apertado, intenso. Com uma última estocada fundíssima, grunhi alto e gozei dentro dele, jatos quentes enchendo o cuzinho até transbordar. Senti o cu dele pulsar em volta da minha pica, ordenhando cada gota. Ele gemeu rouco, tremendo todo, o corpo mole de tanto prazer:
— Caralho... tá me enchendo... sinto tudo... aaaah!
Fiquei lá dentro uns segundos, pulsando, respirando pesado, ainda segurando o cabelo dele com uma mão e acariciando a lateral do corpo com a outra. Devagar, tirei o pau, vendo a porra branca escorrer do rabinho aberto e vermelho.
Ele caiu de lado no sofá, ofegante, sorrindo safado, com a mão na bunda sentindo o gozo escorrendo.
— Melhor aula da minha vida, professor...