Fui professor de Petra, agora era seu orientador numa pesquisa sobre nudismo e filosofia, a qual alimentamos com nossa própria nudez, nosso último encontro tendo culminado com uma puta foda numa noite de chuva torrencial. Nos dias seguintes, vivi um como nirvana constante, endurecendo o pau a cada lembrança da pequenina Petra.
Cerca de uma semana depois, uma mensagem de Petra desperta-me a atenção e a rola. Diz que está produzindo outro artigo, desta vez em parceria com Paulinho, um colega de sala, e perguntava se tudo bem que os dois fossem dar uma vasculhada na minha biblioteca, em busca de fontes. Ressaltei o fato da minha nudez e ela explicou: “não tem grilo, o Paulinho é cabeça feita...”
Ao toque da campainha, levantamo-nos, eu e minha pica. Ao abrir a porta, além da gostosura compacta de Petra, o Paulinho também era um belo espécime carnal. Ao costumeiro abraço de Petra, e principalmente seus lábios carnudos misturados aos meus num beijo ansioso de saudade, ela indiferente à presença do colega, minha rola alcançou o limite máximo de ereção – e foi nesse estado que abracei o rapaz, sentindo, sob sua bermuda, seu pau também endurecido.
Antes que eu terminasse de fechar a porta, Petra já tinha se livrado da pouca roupa que usava, e deslumbrava sua nudez provocante. O rapaz pediu licença, retirou a blusa regata e desceu a bermuda, apresentando um branco caralho rígido. Procurávamos, hipocritamente, fingir impassibilidade à ebulição dos hormônios e à lascívia do momento, e nos dirigimos à biblioteca, onde Petra, como conhecedora do ambiente, já foi atrás da seção que lhe interessava, sendo seguida pelo colega.
Eu me sentei ao computador, para (tentar) continuar o trabalho que estava fazendo quando chegaram. De repente, fui surpreendido com braços em volta do meu pescoço e lábios úmidos eriçando todos os pelos do meu corpo com um beijo na minha nuca. Pica aos pinotes, virei o pescoço quase exorcistamente e catei aquela boca audaciosa devorando-a libidinosamente.
Girei a cadeira em que estava e recebi o corpo de Petra, cariciando incisivamente seus seios e já mergulhando meus dedos na lagoa de sua buceta – ela gemendo escandalosamente, como se não estivesse a poucos passos dela um Paulinho de olho arregalado e pau rígido, livro perdidamente aberto na mão. Também não dei a mínima para sua presença, tamanho meu tesão – além do mais, em meio ao caos mental em que estava envolvido, me lembrava vagamente que, numa de nossas conversas, ela me falara de sexo com plateia.
Num salto, Petra sentou-se sobre meu colo, pernas abertas, e já foi se enfiando sobre minha rola, passando a galopar avidamente, ganindo obscenidades. Eu comia aquela pequena, com a ânsia de mil demônios, experimentando todos os prazeres do mundo. Petra cavalgava feito uma Lady Godiva de dez séculos depois.
Paulinho, acuado num canto da estante, assistia, extasiado à foda, a rola pinotando de dureza. Eu clamava em todos os meus pensamentos para que ele entrasse no bolo, porque – takiparil – eu já queria muito aquele bofe, e o sentia também louco por uma putaria. Mas ele nada fez a não ser observar a amiga se desmanchando de prazer sobre a vara do professor.
O gozo veio extraordinário, como sempre Petra gozava. Esquentando a buceta, enrubescendo o rosto e uivando desvairada: “Goza, Cláudio... goza em mim!” Optando por pensar que ela estava com o anticoncepcional em dia, explodi minha lava na xoxota de Petra, também aos uivos e movimentos involuntários. Ao final, ela ainda sentada sobre minha pica, foi expulsando meu tesão líquido, enquanto ronronava escrotamente sobre meu ombro, decerto lançando olhares felinos ao colega, que voltava agora a folhear o livro que tinha às mãos, mas com o pau ainda teso.
Alguns instantes de descanso foram suficientes para fazer aquela pequena mulher recuperar-se e, aí sim, dedicar-se ao que viera fazer ali. Achegou-se a Paulinho, dividindo com ele a leitura do livro que este mantinha aberto, nas mãos. Dirigi-me à cozinha, rola umedecida pelos líquidos de Petra, tomei água, fui ao banheiro, refresquei-me com uma ducha, para aplacar a coivara interior, besuntei meu cu com bastante creme para senti-lo roçar as pregas. Em seguida, catei o celular e me dirigi ao sofá, navegando aleatoriamente, deitado de bruços.
Foi assim que Paulinho me encontrou, quando se dirigiu à cozinha, para também tomar água. De cabeça mergulhada na tela do aparelho, não o acompanhei visualmente, senão pela imaginação. Decerto tomara a água, lambendo com os olhos meu corpo nu, meu dorso, minha bunda e meu furico a ele expostos.
Novamente acendeu-se em mim a pimentinha da luxúria, e passei a piscar meu cu, acintosamente. Senti-o se aproximar e em segundos sussurrava no meu ouvido: “Posso te comer, professor?” Novo arrepio generalizado no meu corpo e o tremor na minha voz rouca: “Só se for agora!”
Seu dedo tocou de leve minha nuca e foi descendo, vértebra por vértebra, até a última, quando entrou pelo meu entrenádegas, rodeou o meu furico lambuzado e foi se penetrando suavemente, deslizando pela minha caverna rugosa. Eu já me remexia cadelamente, ansiando pela sua pica.
Senti o peso de seu corpo pousar sobre o meu, seu mordiscado em minha nuca, enquanto a cabeça de sua rola buscava meu cu, que se abria escandalosamente para ele. E foi me penetrando, discretos gemidos ecoando no ambiente, que por certo despertaram a atenção de Petra, que flutuou até a sala, sentando-se numa das poltronas ao lado do sofá e passando a se deliciar com a visão paradisíaca de seu colega fodendo seu orientador.
Aos poucos, Petra foi abrindo as pernas, levando uma delas para o braço da cadeira. Sua buceta vermelha e babada de gozo escancarou-se aos meus olhos e os dedos da minha aluna passaram a se masturbar com uma tranquilidade que aos poucos foi se transformando em ânsia, na medida que seu corpo se remexia como uma enguia.
Enquanto Paulinho atolava a rola no meu cu, em barulhos cadenciados de estocadas cada vez mais intensas, os dedos ágeis de Petra dedilhavam sua zona de prazer e o grito de gozo dos dois foi praticamente simultâneo. Senti a inundação da rola de Paulo dentro de mim, aos jatos quentes e fortes, enquanto seu corpo contorcia-se sem controle.
Suavemente, o garoto escorregou de cima do meu corpo para o tapete, aproximando-se de meu rosto e beijando minha boca freneticamente, como somente um homem consegue beijar outro homem. E ali ficamos, na sala, alguns minutos de puro enleio, o cheiro do sexo ocupando todos os espaços, meu cu borbulhando o tesão que Paulinho deixara dentro dele; Petra escangalhada, pernas e braços abertos, gozada e feliz.
