Esse texto é uma continuação do conto Uma noite com meu cunhadinho me batendo.
Depois que o Z foi embora naquela primeira noite, eu fiquei ali no chão da sala, com o cu latejando, cara ardendo dos tapas, a boca ainda com o gosto misturado de porra, cuspe e saliva dele. O saco de lixo preto rasgado tava jogado do lado, todo babado e sujo. Eu tava destruído, mas feliz pra caralho. Meu pau ainda pingava, eu não tinha gozado ainda, mas o tesão não parava.
Tomei um banho rápido, só pra tirar o grosso da sujeira, mas deixei o cu ardendo de propósito. Queria sentir a dor o resto da noite. Deitei na cama pensando no que tinha rolado e já comecei a bater uma devagar, relembrando cada tapa, cada cuspe, a mão dele quase toda dentro de mim. Gozei forte, sujando a barriga toda, imaginando que ele voltaria no dia seguinte pra terminar o serviço.
E voltou. Dois dias depois ele me mandou mensagem:
Z: Tô puto ainda. Abre a porta em 20 min.
Eu: Já tô pronto, vem foder meu cu de novo.
Dessa vez eu nem esperei ele chegar pra me preparar. Já tava de quatro na sala, cabeça no saco de lixo preto novo (fiz mais buraquinhos pra respirar melhor), cu lubrificado, colher de pau, cinto e uma garrafa de cerveja vazia do lado. Tudo pronto pro show.
Ele entrou sem bater, viu a cena e riu daquele jeito cruel que eu tava começando a amar.
— Olha só o lixo esperando… já tá com o cu aberto, né, sua puta?
Sem dizer mais nada, veio direto, pegou na minha nuca e deu o primeiro tapa na cara. Mais forte que da outra vez. O som ecoou na sala. Eu gemi alto.
— Abre essa boca imunda.
Abri. Ele cuspiu direto bem no fundo da garganta. Engasguei, tossi, mas ele não deixou eu fechar. Outro cuspe. Outro. Três seguidos, enchendo minha boca até escorrer pelo queixo e pingar no chão.
— Engole tudo, seu porco nojento. Não deixa cair nem uma gota.
Engoli sentindo o gosto dele dominando tudo. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca de novo, mas dessa vez sem dó nenhuma. Cada estocada ia fundo, batendo na garganta. Cada vez que eu tentava recuar ele dava um tapa na cara. Esquerda, direita, esquerda, direita. Minha cara tava pegando fogo, os olhos lacrimejando tanto que o saco de lixo grudava na pele molhada.
— Chora, vai. Chora enquanto engole meu pau, seu merda.
Depois de me usar uns bons minutos, ele me puxou pelo cabelo, me arrastou pro sofá e me jogou de bruços no braço. Abriu minha bunda com as mãos e meteu a língua lá dentro, lambendo forte, babando tudo. Mas parou de repente, se levantou e foi pra área de serviço sem falar nada.
Ouvi ele remexendo nas coisas, depois voltou com uma vassoura velha na mão. Aquele cabo de madeira liso, meio gasto, mas grosso o suficiente pra assustar. Ele olhou pra mim, riu baixo e cuspiu bem na ponta do cabo. Cuspe grosso, escorrendo devagar pelo pau da vassoura.
— Tu quer ser arrombado de verdade, né? Então toma isso.
Ele se ajoelhou atrás de mim, abriu minha bunda com uma mão e encostou a ponta babada no meu cu. Sem aviso, começou a empurrar. A madeira era dura, fria, sem piedade. Eu travei, gemi alto de dor misturada com tesão.
— Relaxa esse cu, porra! Abre pro cabo da vassoura entrar.
Ele forçou mais, girando devagar enquanto empurrava. Senti o cabo abrindo caminho, esticando as paredes do meu cu, entrando uns bons 25, 30 cm. Doeu pra caralho, mas eu tava louco, empinando mais, pedindo com a voz fina:
— Mais fundo… mete mais, seu filho da puta…
Ele riu, deu um tapa forte na minha bunda e empurrou mais um pouco. Começou a foder devagar com a vassoura, entrando e saindo, cada vez mais fundo. Toda vez que tirava, meu cu piscava aberto, implorando. Ele cuspiu de novo na ponta e meteu com mais força, até o máximo que conseguiu. Juro que senti o cabo no meu estômago.
— Olha só como teu cu engole vassoura… tu é um buraco sem fundo mesmo.
Depois de uns minutos me fodendo com aquilo, ele tirou devagar, jogou a vassoura de lado e pegou o lubrificante. Passou na mão inteira, bem devagar, me provocando.
Mas antes, me mandou abrir bem a boca. Abri e ele cuspiu, e de novo, e outra vez. Depois ele esfregou a saliva no meu rosto por cima do saco.
— Isso… fica assim, seu lixo.
Voltou pra trás de mim e começou a meter no meu cú com três dedos, depois quatro. Eu forcei pra trás, abrindo o máximo que dava depois da vassoura. Ele juntou os dedos em bico e empurrou. Doeu mais que da outra vez, porque eu tava mais inchado ainda. Gritei abafado no sofá.
— Cala a boca e aguenta, porra! Tu queria mão no cu, então toma!
Ele cuspiu na entrada do meu cu e forçou mais. Senti a parte larga da mão abrindo caminho de novo. As pregas rasgando, a pressão na barriga voltando forte. Eu mordia o braço do sofá, e as lágrimas começavam a escorrer dos meus olhos.
— Ai… caralho… tá doendo…
— Tá doendo? Bom. Dor é o que tu merece, seu arrombado.
Ele empurrou até o pulso entrar. Parou um segundo só pra eu sentir tudo lá dentro. Depois começou a mexer: abriu os dedos, fechou, girou a mão. Eu tava babando, gemendo alto, meu pau pingava sem parar.
Enquanto isso, toda hora ele parava, dava tapa na cara (eu virava o rosto pro lado que ele mandava), cuspia na boca aberta e voltava a foder com a mão.
— Abre mais essa boca de puta!
Ia revezando com cuspe, tapa na cara e cada vez metia a mão mais fundo.
Cuspia, dava tapa, girava a mão no meu cú. Eu tava em transe, dor e prazer misturados, humilhado ao extremo.
— Olha só… teu cu engoliu minha mão inteira de novo. Tu é um arrombado, sabia?
Ele começou a tirar e colocar a mão devagar, depois mais rápido. Cada vez que saía, meu cu ficava aberto, piscando, implorando pra entrar de novo. Ele ria.
— Tá vendo como tá largo? Dá pra ver o fundo do teu cú ridículo.
No final, quando ele sentiu que eu não aguentava mais, tirou a mão devagar, me virou de costas, rasgou o saco de lixo da cabeça e meteu o pau na minha boca. Fodeu forte, segurando minha nuca, batendo na cara toda hora.
— Toma, toma, toma… vai engolir tudo de novo, seu viadinho!
Gozei sem nem encostar no pau, só de sentir ele me usando. Ele gozou logo depois, enchendo minha garganta, me fazendo engasgar e tossir porra pra todo lado.
Quando terminou, me jogou no chão, pegou outra cerveja na geladeira e falou:
— Amanhã eu volto. E da próxima vez vou trazer o cinto. Prepara esse cu pra mais dor.
Ele saiu. Eu fiquei ali, cu aberto e ardendo da vassoura e da mão, cara vermelha de tapas, boca cheia de porra e cuspe, tremendo de tanto tesão.
E sabe o que eu fiz? Fiquei contando as horas pro dia seguinte. Porque eu sou isso mesmo: um viadinho que não tem limite.
Infelizmente ele não cumpriu a promessa que fez, ele não voltou no dia seguinte, na verdade levou um bom tempo pra gente se ver de novo, mas naquela semana eu fiquei obcecado e não aguentava mais esperar. Meu cu latejava o dia inteiro, inchado, vermelho, mas cada vez que sentava ou andava sentia a lembrança e ficava de pau duro na hora. Na primeira oportunidade que fiquei sozinho em casa, puto de tesão, e resolvi brincar com o que tinha por aí. Sou masoquista lixo mesmo, então comecei a caçar qualquer objeto em casa pra enfiar no cu.
Primeiro peguei uma garrafa de cerveja vazia (daquelas longneck finas). Limpei bem, passei lubrificante no gargalo e no cu, deitei de bruços no chão da sala com o saco de lixo preto na cabeça de novo (pra aumentar o medo e a surpresa). Comecei devagar, só a ponta fria entrando, abrindo o anel já sensível. Doeu pra caralho, mas eu forcei, gemia baixo, imaginando que era o Z me mandando fazer aquilo.
— Enfia mais, seu viadinho... abre esse cu ridículo...
Eu mesmo falava isso em voz alta, pra me humilhar. Empurrei até metade da garrafa, sentindo o vidro esticando tudo, frio demais na carne quente. Tirei e enfiei de novo, mais rápido, fodendo meu cu com a garrafa enquanto batia na própria cara com a mão aberta. Dava Tapas cada vez mais forte, estalando, deixando a bochecha vermelha. Cuspi na minha própria mão e esfreguei na cara, fingindo que era ele quem tava me cuspindo.
Depois troquei pela colher de pau maior que tinha na cozinha (a de pau mesmo, grossa). Já tinha usado antes, mas dessa vez quis ir mais fundo. Lubrifiquei tudo, me posicionei de quatro no sofá, cu empinado. Enfiei a parte larga primeiro, sentindo a madeira arranhar um pouco as pregas (doeu gostoso, tipo queimando). Forcei até entrar uns 20 cm ou mais, girando, mexendo, como se fosse uma broca abrindo caminho. Gemia alto, "Ai, caralho... arromba mais...", e dava tapas na cara toda vez que doía demais. Meu rosto ja tava pegando fogo e meus olhos lacrimejando dentro do saco.
Mas o que mais me fodeu a cabeça foi quando peguei o cabo da vassoura de novo, sem lubrificante, só cuspe e força bruta. Encostei a parte de varrer na parede e a ponta do cabo da vassoura na entrada do meu cuzinho e enfiei devagar, sentindo cada centímetro da madeira dura rasgando o cu já destruído. Cheguei a uns 30 cm, sentindo pressão na barriga, com um misto de dor e tesão. Tirei devagar, o cu piscando aberto, e enfiei de novo, mais forte. Enquanto isso, batia na bunda com o cinto, deixando marcas vermelhas, e cuspia na mão e esfregava na cara imaginando que era ele.
— Abre essa bunda seu viadinho e faz seu cú engolir essa vassoura toda!
Eu gozei sem tocar no meu pau, só de sentir o cabo no fundo do meu cu, e a cara ardendo dos tapas que eu mesmo dava.
Fiquei ali como o cu latejando, pensando que isso era só o aquecimento pro Z voltar.
No final da tarde o safado mandou mensagem:
Z: Amanhã eu volto com o cinto e mais ideias. Prepara esse buraco pra objetos maiores, seu arrombado.
Eu respondi só com um "Sim, senhor", já contando as horas. 😈