Dei o cu no RiR 24 - Última parte

Um conto erótico de MasoquistaLixo
Categoria: Homossexual
Contém 987 palavras
Data: 11/01/2026 16:23:34

Oi, galera. Pra quem tá chegando agora, leia as partes 1 e 2 primeiro, senão não vai entender o nível de putaria que rolou. Como prometi, aqui vai o fechamento dessa saga do Rock in Rio 2024, já praticamente chegando outra edição kkkkkk.

O último dia foi o mais insano de todos, e olha que eu já levei rola grossa, tapa na cara, cuspe na boca e porra no copinho de café. Mas o Paulo... o filho da puta superou.

O dia amanheceu com o cu ainda ardendo das cintadas da noite anterior. Aquelas marcas vermelhas na bunda tavam lindas, tipo tatuagem temporária de quem sabe o que quer.

Antes de sair de casa fiz o ritual de sempre: depilação rápida, chuca profunda, plug médio pra manter aberto e pronto pro que viesse. Saí de casa cedo, pensando que o festival tava acabando e eu não ia perder a chance de fechar com chave de ouro.

Trabalhei o dia inteiro no stand, sorrindo pros clientes como se nada estivesse acontecendo, mas por dentro só contava os minutos. Mandei mensagem pro Paulo de manhã: "Último dia, seu pauzudo. Meu cu tá pronto pra ser destruído de vez. Traz o que prometeu." Ele respondeu só com um emoji de risada marota e um "Fica de olho no zap, viadinho."

A noite caiu, o movimento tava louco, shows bombando em todos os palcos. Por volta das 22h, o zap vibrou: "Agora. Mesmo lugar. Mas dessa vez não é só eu. Trouxe reforço. Dois paus do tamanho que tu pediu. Prepara essa bundinha."

Caralho. Meu coração disparou. Dois? Tipo, dois de uma vez? Ou revezando? Eu já tinha fantasiado isso na parte 2, mas agora era real. Pedi meu intervalo pro chefe, saí correndo pro saguão da Arena Carioca. O som distante dos palcos ecoava, tipo trilha sonora pra sacanagem.

Cheguei lá, Paulo tava esperando com outro cara do lado. O tal "reforço" era um negão alto, quase da altura dele, uns 1,95m, corpo de academia, cara de mau. Apresentou como "o Diego, parceiro da segurança. Ele ouviu falar de ti e quis conhecer o viadinho que aguenta tudo."

- E aí, viadinho? Pronto pra levar rola de verdade?

Diego falou, já com voz grossa, olhando pra minha bunda como se fosse propriedade dele.

- Pronto sim, senhor. – respondi, já baixinho, sentindo o tesão subir.

Entramos na salinha. Mesma mesinha, mesmas cadeiras, mesmo armário. Trancou a porta. Paulo nem perdeu tempo:

- Tira tudo e fica de quatro na mesa. Hoje tu vai ser nossa cadela de festival.

Obedeci na hora. Pelado, de quatro, bunda empinada. Eles se aproximaram, abriram as calças. Dois paus enormes: o do Paulo, aquela garrafa de Coca grossa no meio; o do Diego, mais reto, mas comprido pra caralho, veias saltadas, cheiro forte de macho suado o dia inteiro.

Começaram com tapa na cara. Paulo primeiro, depois Diego. Cada tapa me fazia gemer. Me mandaram abrir bem a boca e colocar a lingua pra fora e assim foram se revezando cuspindo na minha boca, e eu engolia tudo. Depois me mandaram chupar os dois ao mesmo tempo. Eu tentava colocar as cabeças juntas na boca, babando, engasgando.

Eles riam:

- Olha o viado tentando mamar dois paus! – Diego disse, segurando minha cabeça e enfiando mais fundo.

Depois de uma boa mamada, Paulo me virou de costas na mesa, pernas pra cima. Diego ficou na frente, Paulo atrás. Diego enfiou primeiro, devagar, abrindo meu cu. Doeu gostoso, mas eu relaxei. Enquanto ele metia, Paulo batia na minha cara e cuspia.

Isso, abre esse cu pro meu amigo. Mostra que tu é puta mesmo.

Depois trocaram. Paulo veio por trás com aquela grossura toda. Quando encaixou a parte mais larga, eu urrei:

- Aiii caralho! Tá rasgando meu cu, seu filho da puta!

- Relaxa, viado! Tu pediu emoção! – Ele meteu tudo de uma vez, socando forte. Cada estocada batia na próstata, eu gemia alto, rebolando.

Diego enfiou o pau na minha boca pra calar os gritos. Eu chupava enquanto levava no cu. Os dois metendo ritmo, um na frente, um atrás. Meu pau babando, eu me punhetando loucamente.

Em certo momento, Paulo parou, tirou o pau e disse:

- Agora os dois no cu. Tu aguenta?

Eu tremi. Nunca tinha levado dois de uma vez.

- Tenta... por favor... – pedi, voz tremendo de tesão.

Eles cuspiram no meu cu, a boa e velha saliva como lubrificante.

Diego deitou na mesa, eu sentei devagar no pau dele. Entrou fácil (meu cu já tava escancarado). Depois Paulo veio por trás, encaixou a cabeça ao lado. Porra... doeu pra cacete no começo, tipo, eu senti me rasgar. Eu gritei, lágrimas nos olhos, mas pedi:

- Continua! Enfia tudo!

Centímetro a centímetro, os dois paus foram entrando juntos. Meu cu dilatado ao máximo, ardendo, latejando. Quando entraram os dois inteiros, eu uivei de prazer e dor misturados. Eles começaram a mexer devagar, depois mais rápido. Eu sentia os dois pulsando dentro de mim, roçando um no outro.

- Caralho, que cu guloso! Tá sugando as duas rolas! – Paulo grunhiu.

Eu gemia feito louco,

- "Mais forte! Me arrebenta! Arrebenta o cu desse viadinho de merda!"

Eles socavam juntos, batendo fundo. Meu corpo tremia todo.

Não aguentaram muito. Diego gozou primeiro, enchendo meu cu de porra quente. Paulo veio logo depois, latejando forte, jorrando mais porra dentro. Quando tiraram, meu cu ficou escancarado, porra escorrendo pelas coxas, misturada com cuspe.

Eles riram, me mandaram lamber os paus limpos. Eu chupei os dois, provando a mistura de porra, cuspe direto do meu próprio cu.

Bebe tudo, lixo. – Paulo disse, despejando o resto num copinho de novo. Eu virei como shot.

Depois vesti a roupa, cu doendo, pernas tremendo. Eles saíram primeiro. Eu voltei pro stand mancando, sentindo a porra vazando devagar, sorrindo como idiota.

O RiR acabou, mas eu saí destruído e feliz. Quem sabe no próximo festival... ou no Carnaval que eu prometi contar.

E aí, gostaram do final? Até a próxima! 😈🔥

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