COMO FUI CHANTAGEADA POR 3 ALUNOS DE ESCOLA PÚBLICA pt 10 FINAL

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3700 palavras
Data: 02/01/2026 12:30:31

Após o acordo com Giulia, minha vida finalmente entrou em uma espécie de calmaria. Ela e Breno passaram a se ver com frequência, quase todos os dias. Curiosamente, minha relação com Breno melhorou; ele agora sempre reservava um tempo para mim, e nossa intimidade voltou a ganhar espaço. Com Giulia, construí uma relação inesperada, quase uma amizade. Ela é inteligente, e conviver conosco parecia lhe trazer maturidade. Estava de férias, sem rumo definido — a vida de professora substituta é assim mesmo.

Continuei me encontrando com José Victor, William e Thales. Agora formados, cada um seguia seu próprio caminho. Thales e William estavam bem encaminhados: Albino iria se mudar para os Estados Unidos após conquistar uma bolsa de estudos em programação de software numa empresa de segurança; Thales seguiria para o Rio de Janeiro para tentar uma vaga no basquete do Vasco da Gama. José Victor ainda vivia entre altos e baixos, mas falava em abrir sua própria oficina de motos.

Confesso que gostava da companhia dos três, mas sabia que aquilo tinha prazo para acabar. Por isso, decidi convidá-los para um último encontro em minha casa. Giulia estaria em Belo Horizonte, participando de uma entrevista de emprego, e meu marido viajaria para visitar um fornecedor da hamburgueria. Eles chegaram, cada um do seu jeito: José Victor dominante, William inquieto, Thales calado, mas imponente. Eu os recebi já de lingerie, dei um beijo em cada um e disse, com um meio sorriso:

— Estão prontos, meninos?

Logo após isso, eles já estavam duros como pedra: William, com 18 cm, grosso e branco; Thales, com 20 cm, fino e longo; e José Victor, com 24 cm, grosso, preto e descomunal. Comecei punhetando cada um. Logo dei uma lambida em William, que gemeu baixo. Continuei punhetando-o e passei a chupar Thales, que sussurrou: “Isso, Jéssica… você é boa nisso.”

Troquei novamente com William, que mordia os lábios e se contorcia de prazer. Vi o pré-sêmen escorrer. Então meus olhos foram para José Victor. Ele abriu as pernas, e eu passei a chupá-lo com vontade. Minha mente me desafiava a colocar tudo na garganta. Tentei, babando sobre ele, enquanto dizia que eu aguentava. Ele pressionou minha cabeça; minha garganta tentou se acostumar com o tamanho, senti uma leve falta de ar e parei para respirar.

Foi quando ouvi William gaguejar: “Agora fudeu.” Em seguida, escutei a voz de Breno: “Jéssica, que merda é essa que você está fazendo?” Era meu marido, me pegando no ato. Ele bateu a porta e saiu. Vesti um roupão e corri atrás dele. Tentei alcançá-lo quando ele entrou no carro. Cheguei em lágrimas e disse que podia explicar. Ele me empurrou de leve e respondeu, seco: “Eu já vi tudo.”

Após o empurrão leve, voltei para casa e percebi que os três já tinham ido embora, provavelmente com medo do que Breno poderia fazer. Peguei o celular e liguei para o meu marido, mas ele não atendeu. Tentei falar com Giulia, que demorou alguns minutos para responder. Quando finalmente retornou, contei o que havia acontecido. Ela disse que tentaria entrar em contato com ele, mas não foi preciso. Pouco depois, me informou que Breno havia sofrido um acidente e estava no hospital. Senti meu corpo perder as forças, como se tudo ao meu redor tivesse parado de repente.

Cheguei ao hospital e vi que Breno estava bem — apenas alguns arranhões e um leve corte no supercílio. Tentei visitá-lo, mas ele não aceitou e disse que passaria alguns dias na casa de um amigo. Os dias seguintes foram silenciosos: José Victor, William e Thales não entraram em contato, e Giulia ficou ao meu lado nesse período.

Numa tarde, ela saiu misteriosamente e, poucos segundos depois da porta se fechar, recebi uma ligação de José Victor. Ele me pediu para ir até a casa dele. Lá, colocou os vídeos nas minhas mãos — o conteúdo que tinha sido usado para me chantagear e que acabou destruindo meu casamento. Antes que eu dissesse qualquer coisa, ele perguntou, sério, se eu tinha gostado. Disse que, da primeira à última vez, eu tinha adorado. Neguei no início, mas logo admiti: tinha gostado de cada minuto. Ainda assim, nada daquilo importava mais. Eu já tinha perdido tudo.

Voltei para casa e encontrei Giulia desfilando pela sala com roupas provocantes, como se nada tivesse acontecido. Ela se sentou ao meu lado e disse, com calma, que tinha ido ao encontro de Breno. Contou que ele estava bem e que havia falado tudo para ele: a chantagem, os vídeos, a história do agiota e até mesmo sobre o nosso acordo. Segundo ela, Breno ficou em silêncio por um longo tempo, mas Giulia foi firme. Disse que explicou tudo, sem poupar detalhes, e que conseguiu convencê-lo a me encontrar para uma conversa definitiva.

Naquele momento, passei a enxergar Giulia de outra forma. Ela já não era apenas uma hóspede na minha casa, nem apenas a amante do meu marido. Era alguém que conhecia meus segredos mais sujos, minhas quedas e contradições — uma amiga da vida… e da putaria.

Saí em disparada em direção à casa onde ele estava ficando. O amigo viajava muito, então Breno estava sozinho ali. Como dois adultos, nos sentamos frente a frente. Ele, ainda bravo, disse que eu era uma safada, que gostava dos encontros. Tentei responder, mas ele continuou me acusando de mentir. Chateado, completou que eu tinha ido até um agiota para pagar a dívida de um bêbado.

Com lágrimas nos olhos, pedi desculpas. Ele então me abraçou e disse que também havia errado ao se envolver com Giulia, que ela era um furacão e que só percebeu isso quando já estava no meio de tudo. Contou ainda que José Victor esteve ali para conversar; os dois trocaram alguns socos. Disse que o odiava, mas o respeitava por ter ido resolver tudo como homem, e que não o machucou mais porque sentiu pena.

Por fim, me disse que me perdoava, mas que, a partir daquele momento, seria só nós dois. Perguntei por Giulia, e ele respondeu que ela ainda mexia com ele. Depois disso, nos beijamos.

Após o beijo, ele começou a retirar as alças do meu vestido e passou a chupar meus seios, que logo endureceram com a língua de Breno. Com aqueles ombros largos, ele me segurou contra a parede e disse que estava na hora de me fazer putinha dele. Com as mãos, separou minhas pernas, arrancou minha calcinha e percebeu que meu corpo já estava se molhando. Ele disse que eu estava molhada e então guiou sua rola de 17 cm, passando a se movimentar de maneira intensa.

Com meu tesão aumentando, eu gritava que queria mais; gemia baixo até perder o controle. Ele aumentou o ritmo em sincronia, nossos corpos batendo um no outro no quarto abafado, o suor exalando cheiro de sexo no ambiente. Entre tapas, beijos e estocadas, tive orgasmos seguidos. Antes de ele gozar, fiquei de quatro e disse que queria por trás. Ele cuspiu no dedo e começou a preparar meu corpo; com tesão, pedi que continuasse. Sem pensar duas vezes, ele entrou de uma vez. Senti dor no início, mas o desejo falava mais alto. Rebolei enquanto ele se movimentava de forma cadenciada, até aumentar a pressão.

Ele passou a me comer de maneira forte e intensa; eu gritava, pedindo mais. Ele se movia descontrolado, meus seios pulavam, e em êxtase eu dizia que o amava. Senti um orgasmo me atingir ao mesmo tempo em que ele gozou. Caímos juntos em seguida — era a nossa maneira de selar a paz.

Decidimos não voltar para casa. Breno me contou que o amigo havia liberado a casa dele em uma cidade próxima — um casarão de luxo, com piscina, bem sofisticado. Passamos três dias incríveis ali. Havia mercados nas proximidades; saí para comprar champanhe a pedido dele e, ao retornar, notei Breno sentado em uma poltrona, com Giulia acomodada em seu colo, de biquíni, aos beijos com ele.

Giulia ficou feliz em me ver, pois havia me ajudado a recuperar meu casamento. Aproximo-me, ela me abraça e volta a se sentar no colo do meu marido. Breno me olha e diz que, se quiséssemos ser um casal novamente, sem mentiras, precisaríamos ser honestos. Disse que gosta de Giulia, sente desejo por ela e se preocupa com ela — algo completamente compreensível. Respondi que estava feliz com isso.

Ele então me disse que havia uma surpresa. Assim que terminou a frase, ouvi as vozes dos três. William, inquieto, disse: “Olá, loirinha.” Thales completou: “Estamos com saudades”, apertando o calção. José Victor finalizou: “Agora sim, você pode se entregar.”

Breno se levantou, cumprimentou-os e disse que agora só pensava no futuro; o que passou, ficou no passado. Fiquei chocada e excitada ao mesmo tempo.

Naquela tarde, eu e Giulia passamos o dia na piscina, tomando sol. Breno e os meninos nos acompanharam, ficaram na área externa assando uma carne e tomando cerveja, enquanto o clima seguia leve, quase normal. Aos poucos, a noite chegou. Breno me chamou no quarto e disse que queria algo diferente naquela noite: eu, ele, Giulia e os três. Entrei no quarto e encontrei uma cama gigante, com uma poltrona superconfortável ao lado. Giulia já estava lá, praticamente nua, me esperando. Pouco depois, os meninos chegaram.

Então noto que Giulia já está nua, de quatro, balançando aquela bunda gostosa, o corpo moreno brilhando sob a luz do quarto. Breno, já duro, com seus 17 cm de rola grossa, diz imponente:

— Hoje eu quero sua buceta, meu bem.

Logo após isso, ele coloca a cabeça do pau na entrada da buceta de Giulia e passa a se movimentar de maneira lenta e excitante.

— Você vai amar, gostosa — ele diz.

Giulia, firme, já soltando pequenos gemidos, responde:

— Eu sou sua, meu gatão… me fode, vai.

Nesse momento, Breno passa a estocar de maneira descontrolada e firme. O suor na pele morena de Giulia, os gemidos e o barulho da foda tomam conta do ambiente. Viro-me para os meninos e os chamo:

— Agora eu quero vocês.

José Victor, com seus 24 cm grossos; Thales, 20 cm, fino e longo; William, 20 cm, grosso. Logo digo:

— Quero cada um em um buraco. William no cu, Thales na boca e José Victor na minha buceta.

William me olha e diz que sonhava com isso. Ele começa enfiando o dedo no meu cu, como se abrisse caminho, e em seguida enfia o pau grosso. Começo a gritar:

— Fode, fode, William… mete sem medo, vai!

Enquanto isso, José Victor mete forte na minha buceta, como se quisesse atingir o fundo. Thales passa a foder minha boca. Os três se movem em sincronia, como um time, me fazendo gritar por mais. Eu gemia, pedia para eles fazerem de mim a putinha deles.

— Tu gosta de dar o cu — William dizia inquieto.

— Você chupa como ninguém, sua puta — Thales reforçava.

José Victor apenas dizia:

— Se entrega, professora… você é uma puta.

Foram cerca de vinte minutos de uma foda intensa. Thales gozou na minha boca e disse:

— Que delícia, loira gostosa.

Meus olhos verdes estavam em êxtase. Logo depois, os outros dois gozaram juntos. Meu corpo pingava. Olhei para o lado e vi Giulia sendo possuída por Breno. Ele metia no cu da morena, que gemia como uma cadela no cio:

— Fode, fode… entra com força, acaba comigo, caralho!

Ele gozou, caiu ofegante, e ficamos ali deitados, observando o que a vida ainda nos reservava para o futuro.

Os dias seguintes foram de muitas transas e conversas. Falamos sobre tudo o que havia acontecido, inclusive sobre a transa com Roger. Nesse momento, José Victor comentou que já havia feito alguns trabalhos para ele e que se tratava de um homem perigoso. Após aquele período, voltamos para casa, e Breno e eu passamos a viver em uma harmonia incrível. Giulia continuava presente, e os três acabaram sumindo por um tempo.

Chegou o dia de William ir para os Estados Unidos e de Thales seguir para o Rio de Janeiro para o teste no Vasco. Despedi-me deles com sexo e com a sensação de que torceria por eles para sempre. Breno e eu estávamos bem, felizes com aquele momento. Ele, inclusive, passou a se envolver com outras mulheres, mostrando um lado mais safado, o que, curiosamente, eu gostava.

Até que, certo dia, ele me ligou desesperado:

— Amor, vem pra casa agora.

Quando cheguei, ele e Giulia estavam aflitos. Ele me olhou e disse:

— Olha o vídeo que eu recebi.

Ele apertou o play. Era Roger.

— Olá, Jéssica. Você lembra de mim, né?

O foco do vídeo mudou, e apareceram José Victor e Giulia amarrados. Roger voltou à cena e disse que tinha uma proposta de negócios. Olhou diretamente para Breno, que estava em pé na sala. Quando o vídeo terminou, Breno me encarou:

— O que ele vai fazer?

— Eu não sei — respondi, com lágrimas nos olhos.

Nesse momento, a campainha tocou. Do lado de fora, havia uma pasta com um endereço. Mostrei a Breno, que disse conhecer o local. Pegamos o carro e partimos. Passamos por uma estrada de terra, cheia de buracos e um morro íngreme, até chegarmos a um grande portão de ferro enferrujado.

Descemos e entramos. Roger estava em pé, com o corpo imponente. Ele nos olhou e disse:

— Que bom que vieram.

— O que você quer? — perguntei.

Breno, nervoso, completou:

— Cadê os dois?

— Calma. Primeiro, a minha proposta — respondeu Roger.

Ele tirou algumas fotos: imagens minhas com os três garotos e gravações da foda.

— Vi que você faz de tudo pra sair de uma enrascada, não é?

— Diz logo o que você quer — falei, trêmula.

Roger foi direto: disse que devia dinheiro a dois policiais envolvidos em seu esquema. Quando eles receberam as fotos e os vídeos sobre mim, propuseram que eu fosse o pagamento da dívida.

— Como assim? — Breno gritou, enfurecido.

Os capangas de Roger o seguraram.

— Fica quieto, senão é vala — disse Roger.

Breno se conteve. Roger continuou:

— Por mim, eu matava vocês três: a putinha da Giulia, o vagabundo do José Victor e você, pela valentia. Mas, por você, loira, eu vou relevar. Eu te pago cem mil. Ou aceita por bem, ou vai ser por mal.

Ele apontou para os vídeos. Olhei para Breno, nervosa, e disse:

— Preciso conversar com ele.

Apontei para meu marido.

Ficamos a sós, e ele me olhou sério, dizendo que a vida de duas pessoas estava em risco. Respondi que não sabia se aquilo era seguro. Ele me encarou por alguns segundos e disse que tinha uma ideia.

Eu e ele chamamos Roger e dissemos que aceitávamos a proposta, porém com condições: Roger teria que liberar os dois — Giulia e José Victor — e entregar metade do dinheiro a Breno no dia do encontro. A outra metade seria paga no momento em que eu me encontrasse com os policiais dele.

Roger nos observou em silêncio por alguns instantes e, por fim, disse que aceitava. No dia seguinte, ele me enviou o endereço e a localização de onde os dois estariam. Breno decidiu que José Victor e Giulia seriam entregues no ferro-velho onde Giulia havia me encontrado anteriormente.

Até que, finalmente, chegou o dia.

Vesti um vestido curto, daqueles que fazem qualquer um babar, e fiquei ao lado de Roger aguardando a ligação do meu marido. Alguns minutos depois, o telefone tocou. Ele confirmou que José Victor e Giulia estavam bem e que já havia recebido os primeiros cinquenta mil.

Roger então me conduziu até o carro. Seguimos até um local que parecia um clube, mas havia algo estranho ali. Subimos uma escada estreita até um andar mais escondido; tudo parecia suspeito demais. Ele bateu na porta, um homem atendeu, nos avaliou em silêncio por alguns segundos e, em seguida, mandou que entrássemos.

Lá estavam eles: os dois policiais corruptos.

Manoel, 56 anos — homem negro, alto, de corpo largo e presença imponente. Mantém o físico firme apesar da idade, fruto de disciplina e rotina controlada. Os cabelos grisalho nas laterais, e a barba sempre bem feita reforça a imagem de autoridade. O olhar é frio e calculista, de quem observa mais do que fala. A voz grave impõe respeito imediato.

Na polícia, Manoel carrega a fama de “intocável”. Atua nos bastidores, manipulando processos e pessoas com calma e inteligência. Publicamente, sustenta uma imagem respeitável; no submundo, é conhecido como o homem que decide quem será pressionado… e quem simplesmente desaparece.

Maurício, 49 anos — homem branco, forte, de musculatura pesada e bruta. Corpo feito mais para impor medo do que estética. Cabelos curtos e grisalhos, rosto fechado, mandíbula sempre travada. O olhar é agressivo, intimidador, e a postura revela alguém sempre pronto para o confronto.

Dentro da corporação, Maurício tem fama de violento. Conhecido por “resolver problemas” com força excessiva, acumula denúncias abafadas. Age como o braço sujo do esquema: ameaça, agride e executa ordens sem pensar nas consequências, movido por dinheiro e poder.

Roger chegou e disse, em tom provocador:

— Aqui está a mulher que vocês queriam.

Manoel se aproximou, olhou fixamente nos meus olhos verdes e falou com frieza:

— Da próxima vez que não nos pagar, você morre.

Maurício observava em silêncio, sério e imponente, como se fosse partir para cima de Roger a qualquer momento. Quebrou o silêncio apenas para perguntar:

— Essa loira é nossa por quanto tempo?

Roger respirou fundo antes de responder:

— Por oito horas. Depois disso, o dinheiro estará na conta.

Maurício soltou um riso curto e áspero:

— Caro… mas pago.

Eles mandam Roger sair. Em seguida, me olham nos olhos e dizem entre si: agora é só nós e essa puta. Dizem que gostaram do meu vídeo e das fotos, que aqueles moleques têm sorte. Mandam que eu fique nua e também começam a se despir.

Logo vejo Manoel abrindo a calça e tirando um troço de 26 cm, grosso como uma cobra. Ainda mole, mas que em segundos ganha vida. Já Maurício, com 18 cm, grosso, porém menor, também já está nu. Bruto, Maurício me coloca de quatro na cama e começa a me preparar para fazer anal.

Manoel então me puxa e começa a colocar seu pau na minha boca. Ao mesmo tempo, Maurício começa a me foder com força. Aqueles braços brutos me seguravam com firmeza enquanto ele metia de forma descontrolada na minha buceta. Repetia que eu era sua puta gostosa, dizendo que meu cu ficaria pra depois.

Manoel tentava me foder pela boca, mas o tamanho do pau dele mal cabia. Ele enfiava com vontade, força e tesão, me fazendo engasgar. Maurício metia com intensidade, como se fosse me quebrar ao meio. Puxava meu cabelo loiro, e meus olhos reviravam.

Os dois trocam de lugar. Agora Manoel começa a encher minha buceta com aqueles 26 cm. Ele dizia: “aguenta, cadela, é só querer”. Eu dizia que não aguentava, mas quando me dou conta ele começa a me estocar enquanto eu chupo Maurício. Sinto dor, mas minha buceta parecia um lago de tão molhada.

Me esqueço de Maurício e digo a Manoel, quase em desespero, que ele está me arrombando. Sinto o clímax chegar e gozo como nunca. Passam-se duas horas. Eles me revezaram quatro vezes. Gozei em todos os momentos.

Até que dizem que agora eu teria que dar o cu pra eles. Manoel diz a Maurício: “você começa”. Maurício já tinha me preparado antes e enfia a rola em mim. Ele se movimentava com cadência, como se quisesse me preparar para fazer com mais força. Depois aumenta o ritmo.

Meu corpo está suado, meu cabelo tem porra seca. Ele me come como uma cadela no cio e goza em mim. Então Manoel diz: “agora eu te arrombo”. Ele pega aquilo e me penetra. A dor é imediata, mas meu corpo aguenta cada centímetro.

Logo ele passa a penetrar com lentidão e cadência. Me fode enquanto sinto meu orifício se alargar. O barulho da cabeceira da cama, o ranger da madeira e meus gemidos descontrolados ecoam sem parar. Gozo intensamente, mas ele não para.

Sinto meu corpo completamente confortável com aquilo. Então ele aumenta o ritmo, me alarga ainda mais. Eu gemia, pedindo mais. Meu corpo cede, até que caio exausta, com o ânus todo gozado, o corpo tremendo, completamente entregue.

Eles me olham e entregam um cartão, dizendo que eu poderia ser a puta deles, que eu ganharia muito dinheiro. Chamam Roger. Saio dali quebrada e excitada. Ele me paga, me encara com um olhar sério e diz: “aqui está o resto”.

Chego em casa e Breno cuida de mim. Nos dias seguintes, meu corpo dói bastante, mas eu estava me recuperando… até que a bomba estourou

O noticiário dizia que o agiota havia sido morto a tiros em frente à própria casa. Logo depois, Giulia apareceu e me mostrou uma página de notícias. Falavam de uma professora substituta envolvida em um escândalo que começou com um diretor e, em seguida, vieram vazamentos ainda mais graves, envolvendo alunos. Ali era o fim de tudo.

Breno e eu decidimos fugir de Minas Gerais. Os dois mudamos de nome: eu passei a ser Rosana, e ele, João. Giulia e José Victor, a princípio, não quiseram vir, mas acabamos convencendo os dois. Agora, eles são Isabela e Eduardo. Giulia, agora Isabela, virou minha irmã mais nova; José, agora Eduardo, é seu marido.

Hoje vivemos aqui. Eu e ela somos donas de uma loja de roupas, e os rapazes têm um trailer de comida. Levamos uma vida aparentemente normal, ninguém desconfia de nada. Durante o dia, somos uma família simples. À noite, fazemos nossas escolhas longe dos olhares alheios.

Acabei grávida de gêmeos, um filho de cada um deles. Giulia também está grávida, de Breno. E assim, perdi tudo: carreira, reputação e respeito. Mas ganhei mais um marido e uma irmã para a vida inteira.

Eu nunca irei me arrepender de nada.

FIM

Obrigado por vocês lerem meu primeiro projeto de conto erótico sei que cometi erros e tentarei melhorar vocês podem deixar as suas impressões e dicas opiniões negativas e positivas e dizer se topariam ler um conto sobre Manoel e talvez sobre Maurício ou sobre a esposa dele ainda não decidi obrigado e pvfv me de suas impressões isso e importante para mim eu li cada comentário que vcs fizeram e uso eles para tentar melhorar

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Comentários

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Não querendo concordar mas o velhaco esta certo .

A professora ranpeira ( não costumo xingar personagens ) saiu no lucro

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Parabéns ao autor, pela escrita, pelo desenvolvimento da trama, mas aí meu ver deixou de ser veríssimio a alguns capítulos atrás, e o final ficou ainda mais fora da casinha, mas até q foi legal, a professora se mostrou puta e mau caráter até o final, o marido começou sendo enganado e terminou como um banana, um bosta q aceita tudo quieto, os únicos q se deram bem no conto foram os alunos Talarico e a professora piranha

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