PARTE 5- A CONFISSÃO DA KAREN – ORGIA NA SALA DE JANTAR E A REVELAÇÃO ASSUSTADORA NO FINAL

Um conto erótico de JORGE
Categoria: Heterossexual
Contém 1402 palavras
Data: 10/01/2026 02:47:35

Depois daquela noite em que a tia Alice descobriu meu segredo com a mãe e a gente virou um trio louco — chupadas na mesa da cozinha, clap clap ritmados no quarto, gemidos altos e porra escorrendo pelos bundões loiros —, a tia não foi embora. Ela tinha dado uma saída rápida pro mercado mais cedo, mas voltou antes do jantar e resolveu ficar mais uns dias. “Preciso conversar mais com a Laura”, disse ela com aquele sorriso safado, mas eu sabia que era só desculpa pra mais rodadas de putaria. A mãe fingia normalidade, mas os olhares entre as duas loiras diziam tudo.

E a Karen… ela tinha visto tudo. Ficou parada na porta entreaberta, olhos verdes arregalados, mão na boca. Depois saiu em silêncio. Desde então, o ar na casa estava carregado: ela me evitava o olhar, mas os mamilos marcavam o cropped toda vez que eu passava perto, as coxas apertavam uma na outra quando sentava, o cabelo loiro solto balançava mais devagar, como se estivesse pensando.

No domingo à noite, o jantar foi servido na cozinha: macarrão simples, vinho aberto, os quatro à mesa. Eu, a mãe (Laura), a tia Alice e a Karen. A mãe tentava manter a conversa leve, cabelo loiro solto caindo nos ombros, olhos verdes fixos no prato. A tia Alice ria alto, peitões balançando na blusa decotada, bundão tatuado enchendo a cadeira. Karen estava quieta, alta e magra (1,80m), pernas longas cruzadas debaixo da mesa, cabelo loiro solto, olhos verdes baixos, mordendo o garfo devagar.

O silêncio estranho durou uns minutos, até que a Karen largou o garfo com barulho, olhou pra nós três e quebrou tudo:

— Eu sei de tudo. Vi vocês ontem no quarto da mãe. A tia chupando o pau do Jorge na mesa da cozinha na frente da mãe, as duas ajoelhadas mamando juntas… depois no quarto, clap clap alto, gemidos, Jorge fodendo as duas na buceta. E eu sei que isso acontece há semanas com a mãe. E agora… ele me comeu também.

O ar congelou. A mãe engasgou com o vinho, olhos verdes arregalados de pavor. A tia Alice ficou boquiaberta por um segundo, depois abriu um sorriso lento e safado. Eu senti meu pau endurecer embaixo da mesa.

A mãe gaguejou, voz tremendo:

— Filha… como assim… você e o Jorge?

Karen assentiu, olhos verdes brilhando de tesão misturado com desafio:

— Ele entrou no meu quarto ontem à noite. Eu tentei resistir… mas acabei dando pra ele. Foi louco… ele me fodeu forte na buceta, clap clap ecoando, gozando dentro de mim. E agora eu não paro de pensar nisso.

A mãe ficou branca, mão na boca. A tia Alice explodiu em risada alta, jogando a cabeça pra trás:

— Caralho, Laura! A loirinha entrou no jogo! Que família safada a gente tem!

A mãe ainda estava assustada, mas depois de uns segundos começou a rir também, nervosa no começo, depois solta, lágrimas nos olhos verdes:

— Meu Deus… minha filha… eu não queria que você participasse dessa sujeira… mas já que você já fez… e gostou… então vamos participar todos da brincadeira gostosa.

Ela olhou pra mim, depois pra Karen, depois pra tia Alice. A tia assentiu, levantando da cadeira:

— Vamos pra sala? A cozinha é pequena pra quatro. Vamos ficar mais à vontade no sofá grande.

Saímos da cozinha devagar, o ar carregado de tesão. Na sala, as luzes estavam baixas, sofá grande no centro. As roupas começaram a cair: tia Alice tirou a blusa primeiro, peitões pesados balançando livres, mamilos rosados duros como pedrinhas, bundão tatuado empinado; mãe abriu o robe devagar, peitos fartos saltando, bundão firme e redondo à mostra; Karen tirou o cropped e o shortinho, corpo alto e magro exposto, peitos grandes firmes (36D) balançando levemente, bundinha empinada perfeita, buceta depilada com triângulo loiro aparado brilhando de molhado.

Começamos com troca de casal: eu peguei a tia Alice, mãe pegou a Karen. Eu beijei a tia na boca devagar, línguas se enroscando famintas, mãos apertando os peitões pesados, dedos rolando os mamilos duros enquanto ela masturbava meu pauzão devagar, polegar espalhando o pré-gozo na glande inchada. A mãe beijou a filha tímida no começo, lábios se tocando, depois línguas invadindo, mãos descendo pra bundinha empinada da Karen, apertando as nádegas durinhas, abrindo levemente pra ver o cuzinho rosado piscar.

Depois trocamos: eu com a mãe, tia com a Karen. Eu sentei no sofá, mãe se ajoelhou entre minhas pernas, pegou o pauzão na boca devagar. Sucção perfeita: lábios esticados ao redor do tronco grosso, língua pressionando a parte de baixo, engolindo até o talo, garganta contraindo em volta da glande, babando fios grossos que escorriam pelas bolas. Slurp slurp molhado ecoava na sala, ela lambia as bolas devagar, sugando uma de cada vez, depois subia pra lamber a glande com movimentos circulares lentos.

Karen e a tia Alice fizeram 69 no tapete: tia de cima, bundão tatuado empinado na cara da Karen, buceta roçando na boca dela. Karen lambia devagar, língua plana subindo e descendo os lábios inchados da tia, depois sugando o clitóris duro com força, enfiando a língua fundo enquanto a tia gemia rouca. A tia desceu a cabeça entre as coxas longas da sobrinha, lambendo a bucetinha rosada com gula, língua rodando no clitóris inchado, sugando os lábios pequenos, enfiando dois dedos curvados pra acertar o ponto G, fazendo Karen arquear o corpo magro e gemer abafado na buceta da tia.

Slurp slurp molhado dos dois lados, gemidos abafados, corpos se contorcendo no tapete, suor brilhando na pele loira.

Eu meti na mãe de quatro no sofá, bundão empinado, pau abrindo a buceta encharcada centímetro por centímetro, sentindo cada dobra interna quente se abrir, paredes apertando as veias. Comecei lento, depois acelerei, clap clap ritmado nas nádegas fartas, cada estocada profunda fazendo a carne tremer em ondas, bolas batendo nos lábios inchados. Ela gemia alto: “Isso, filho… fode a mamãe forte… na frente da filha!”

Karen gozou primeiro no 69, corpo magro convulsionando, buceta esguichando na boca da tia, gemidos abafados na buceta da tia. A mãe gozou logo depois, buceta apertando meu pau em espasmos fortes, clap clap ecoando alto enquanto eu metia até o talo.

Depois eu sugeri comer o cu da Karen, que admitiu:

— Eu… eu nunca fiz anal. Tenho medo… parece doer.

A mãe sorriu, beijou a boca dela:

— Filha… a gente ajuda você. É bom depois que passa a dor inicial.

A tia pegou o lubrificante da mesa de centro (sempre pronto). A mãe e a tia ajudaram: cuspiram no cuzinho rosado da Karen, espalharam o lubrificante com os dedos, enfiando um de cada vez devagar, abrindo o anel apertado enquanto Karen gemia:

— Ai… tá frio… mas… continua…

Eu posicionei o pau na entrada do cu dela, glande grossa roçando o anel lubrificado. Empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo o anel esticar ao redor da cabeça, depois do tronco, apertando como um vício virgem.

— Aiii… dói… devagar, irmão…

A mãe e a tia assistiam entusiasmadas, olhos verdes brilhando: “Isso, filha… relaxa… sente o pauzão do teu irmão abrindo teu cuzinho virgem!”

Eu meti devagar no começo, clap clap suave nas nádegas empinadas, depois acelerei, clap clap alto e ritmado, pau entrando e saindo esticando o anel rosado, bundinha tremendo em ondas. Elas comemoravam: “Vai, Jorge… fode o cuzinho da sobrinha… mais forte! Olha como ela tá gostando agora!”

Karen gritava misto de dor e prazer: “Ai… tá me rasgando… mas é bom… fode mais forte, irmão!”

Os quatro trepamos loucamente: eu metendo no cu da Karen, a mãe sentada na cara dela lambendo a tia de quatro, slurp slurp molhado, clap clap ecoando. Trocamos: eu na mãe, tia e Karen se pegando lésbico ao lado, dedos na buceta uma da outra, línguas nos clitóris.

Gozamos em cadeia: Karen gozando no meu pau no cu, esguichando da buceta; mãe e tia gozando juntas lésbico, eu enchendo o cu da Karen de porra quente.

Passaram-se algumas semanas de putaria diária: orgias todas as noites, clap clap ecoando pela casa, gemidos altos, porra dentro de bucetas e cus. A tia Alice ia e voltava de Floripa, mas sempre voltava pra mais.

Então veio o dia que mudou tudo. A mãe e a tia fizeram teste de gravidez juntas. Duas linhas. Ambas grávidas. Depois a Karen, com mãos tremendo, mostrou o dela: positiva também.

A casa agora não era só de segredos — era de vida nova, proibida e deliciosa.

Fim.

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