COMI A MINHA PRIMA CARIOCA E FUNKEIRA

Um conto erótico de Lucas
Categoria: Heterossexual
Contém 1268 palavras
Data: 10/01/2026 02:00:00

Meu nome é Lucas, tenho 19 anos. Sou um cara normal, gosto de videogame, praia quando dá, e não fujo de conversa – só observo antes de entrar de cabeça. Cheguei na cidade do Rio de Janeiro, suado depois da viagem de ônibus do interior, direto pro apartamento da tia Marlene. O Bairro que a minha tia e prima moram é Rocha Miranda é um bairro da cidade do Rio de Janeiro, na Zona Norte, pertinho de Honório Gurgel e não muito longe de Madureira – aquele tipo de lugar com comércio agitado, barulho de moto o dia todo e calor que parece queimar a pele.

Tia Marlene é viúva, trabalha como auxiliar administrativa e faz plantões extras no hospital. O apê dela é simples, dois quartos, num conjunto habitacional perto da Avenida dos Italianos. Sem regras pesadas, só pede pra gente ajudar nas tarefas e não deixar bagunça.

Quando entrei, Beatriz estava na sala me esperando. Morena queimada de sol, corpo curvilíneo, bunda enorme e empinada que chamava atenção de longe, tatuagens espalhadas por todo lado: um sol estilizado na lombar, rosas vermelhas subindo pelas coxas grossas, frases em cursiva nas costelas ("Viva intensamente", "Sem limites"), um dragão que começava na barriga e descia até a virilha. Vestia um shortinho jeans desfiado que mal cobria as nádegas e um top cropped branco colado, marcando os bicos dos peitos. "E aí, primo? Chegou pro caldeirão de Rocha Miranda?", disse ela com voz rouca, sorrindo de lado. Eu ajustei os óculos, sorri de volta e respondi: "Cheguei sim, prima. Tá quente pra caralho aqui no Rio."

Os primeiros dias foram cheios de tensão gostosa. Ela provocava sem esforço: colocava funk alto na sala à tarde (MC Poze, Orochi, batidões pesados que faziam o chão tremer), rebolava devagar enquanto passava protetor solar nas pernas tatuadas na varandinha, usava biquíni minúsculo pra tomar sol no quintalzinho e roçava "sem querer" no corredor estreito quando a gente se esbarrava. Eu ficava duro na hora, mas disfarçava bem.

Uma noite, tia Marlene saiu pro plantão noturno no hospital. "Volto só de manhã, se comportem aí", disse ela, saindo tranquila. Mal a porta bateu, Beatriz ligou o som: um funk proibido, batida pesada, letra safada sobre sentar e rebolar no baile.

Fui pra sala e a vi dançando: descalça, shortinho jeans, top cropped. Descia até quase encostar o chão, empinando a bunda tatuada, subindo devagar rebolando, jogando o cabelo preto longo pro lado. Olhava pra mim por cima do ombro, mordendo o lábio inferior. Meu pau endureceu instantaneamente, marcando forte na bermuda.

Ela parou a dança por um segundo, olhou pro volume e deu uma risada baixa. "Tá gostando do show, né? Me mostra esse pau duro, primo. Quero ver."_ Disse com sotaque carioca bem puxado.

Tirei a bermuda sem hesitar. Meu pau saltou pra fora: grosso, veias pulsando, cabeça vermelha e inchada, já babando pré-gozo. "Puta merda, que pau gostoso...", ela sussurrou, olhos pretos brilhando de tesão.

Sentou no meu colo de costas, ainda com o shortinho, e começou a rebolar devagar no ritmo do funk. A bunda macia e quente esfregava meu pau inteiro, de cima a baixo, o tecido fino da calcinha úmido roçando a cabeça sensível. Eu gemia baixinho, mãos instintivamente na cintura dela, sentindo as tatuagens sob os dedos. Ela acelerou, quicando levemente, gemendo rouco: "Sente como tá molhada por você..."

"Quero ficar pelada pra você", disse ela. Levantou, tirou o top: peitos médios e firmes, bicos escuros duros apontando pra mim. Depois o shortinho e a calcinha fio-dental preta, ficando completamente nua. Bucetinha depilada, lábios inchados e brilhando de excitação, clitóris aparecendo. A bunda... perfeita, redonda, tatuada, balançando na minha frente.

Voltou pro colo de frente. Segurou meu pau pela base, esfregou a cabeça grossa na entrada molhada, circulando devagar. "Olha como escorrega... Tô encharcada." Desceu centímetro por centímetro, gemendo alto enquanto a buceta quente e apertada me engolia até o talo. Pulsava ao redor, sugando.

Começou a rebolar forte: quadris girando em círculos lentos que viravam rápidos, quicando alto e descendo com tudo, a bunda batendo nas minhas coxas com som molhado e ritmado. Eu chupava os peitos dela, língua rodando nos bicos duros, mordendo de leve enquanto ela jogava a cabeça pra trás, cantando junto a música: "Rebola, rebola, senta no pau gostoso..." Cada descida era profunda, a cabeça do meu pau batendo no fundo, ela gemendo rouco: "Ai, primo, me enche toda... Que pau grosso, caralho!"

Acelerei as mãos na bunda, abrindo as nádegas, apertando forte as tatuagens suadas. Ela gozou primeiro: corpo tremendo inteiro, unhas cravadas nos meus ombros, buceta contraindo em espasmos fortes, leiteando meu pau enquanto gritava: "Tô gozando, primo, tô gozando no teu pau!"

Virou de quatro no sofá, empinando tudo: bunda tatuada no ar, buceta aberta e vermelha. "Me fode assim, soca fundo!" Entrei devagar, sentindo cada dobra apertar. Depois acelerei: metendo forte, bolas batendo na bunda, som pá-pá-pá misturado com o batidão do funk. Ela rebolava pra trás, encontrando cada estocada, gemendo alto: "Mais forte, me arromba! Bate nessa buceta!"

Puxei o cabelo preto longo, meti mais fundo, gozei dentro jorrando quente, enchendo ela enquanto ela gozava de novo, corpo convulsionando inteiro.

Fomos pro banheiro. Ligamos o chuveiro no frio total – água gelada direto da rede, porque no calorão de janeiro em Rocha Miranda a gente precisava mesmo de um choque pra refrescar. A água fria batendo nos corpos suados era um contraste insano: arrepios na pele, bicos dos peitos dela endurecendo ainda mais, gotas escorrendo pelas tatuagens. Ela se apoiou na parede, perna levantada no box. Entrei por trás devagar, sentindo a buceta inchada e sensível contrair com o frio. Metia ritmado, mãos nos peitos, apertando enquanto a água gelada escorria pelas curvas. Ela virou o rosto, língua na minha boca, beijo molhado e gelado. Depois no chão frio e molhado, ela por cima cavalgando selvagem: quicava alto, descendo com força, água espirrando pra todo lado. "Mete no cu também, vai..."

Lubrifiquei com saliva e o gozo escorrendo, entrei devagar no cuzinho apertado e tatuado. Ela gemia de dor misturada com prazer, o frio intensificando tudo: "Devagar... Ai, que delícia... Agora fode!" Acelerei, metendo no cu enquanto dedava a buceta. Ela gozou forte, esguichando, corpo tremendo de frio e tesão. Eu gozei de novo, enchendo o cu, saindo devagar pra ver o sêmen branco escorrendo pelas nádegas tatuadas, misturando com as gotas geladas.

Transamos horas: ela me chupando de joelhos, garganta profunda engolindo até as bolas; eu lambendo a buceta, chupando o clitóris inchado até ela tremer e gozar na minha boca; de conchinha no chão do banheiro, metendo devagar enquanto mordia o pescoço, a água fria caindo nas costas.

A tia voltou de manhã cedo, mas não pegou nada. Só estranhou o cheiro de sexo no ar, a música ainda ecoando baixo e o banheiro todo molhado e frio. Perguntou: "Vocês andaram ouvindo funk alto ontem à noite?" Beatriz deu uma risada nervosa, eu ajustei os óculos e disse que foi só um banho demorado. Ela desconfiou – olhava torto pra gente nos dias seguintes, comentava "esse calor tá deixando todo mundo estranho" –, mas nunca falou nada direto. Talvez preferisse não saber.

Depois daquela noite, a gente continuou. Com mais cuidado: transava à tarde quando tia ia pro mercado, no quarto dela com porta trancada e som baixo, no banheiro com chuveiro frio ligado pra abafar gemidos e refrescar o corpo suado, até na varandinha de manhã cedo quando ela ainda dormia. Reboladas rápidas e profundas, gozadas silenciosas, mordidas pra não gritar. Beatriz sussurrava no meu ouvido: "A gente tem que ser esperto agora, primo... mas não para, tá?"

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