Grávida e gozando como nunca

Um conto erótico de Doidivanas
Categoria: Heterossexual
Contém 1118 palavras
Data: 10/01/2026 01:54:11
Assuntos: Heterossexual

Estou grávida e nunca me senti tão faminta. Não de comida, embora o desejo por coisas exóticas apareça, mas de corpo. Antes da barriga apontar, eu já era bem taradinha, mas a gestação me levou a um patamar de desespero. É uma necessidade carente, uma urgência que pulsa entre as coxas como se o bebê estivesse chutando exatamente ali, pedindo companhia.

Minhas mãos viraram prisioneiras do meu próprio clitóris. O problema é que a barriga, agora um balão imponente e inchado, começou a dificultar a logística. Meus dedos já não alcançam o caminho com a mesma facilidade de antes.

Eu tenho um vibrador tipo wand. Passo horas sentada na poltrona, sentindo a vibração grave zumbir naquela pequena pérola de carne até que ela fique inchada, dormente e latejante. Minha buceta vira uma fonte, um fluxo constante que ensopa o lençol, criando uma poça morna de desejo acumulado enquanto o motorzinho faz o trabalho que meus dedos já não dão conta.

— Sabe o que eu queria? — perguntei ao meu marido certa noite, enquanto ele acariciava minha pele esticada. — Queria passar o resto da gravidez nua. O dia inteiro, peladona. Com um consolo enfiado na minha buceta inchada e esse vibrador colado no meu clitóris, vinte e quatro horas por dia.

Ele riu, mas os olhos brilharam com aquela malícia de quem aceita o jogo.

— Acho uma ideia excelente. Devia ficar pelada inclusive em público.

— Em público? — provoquei.

— Sim. Os homens passariam, tirariam você do brinquedo só para te comerem quando quisessem, e depois te colocariam de volta no lugar.

Olhei fixo para ele, sentindo um calafrio percorrer a espinha.

— Isso é um desafio ou uma promessa?

Ele soltou uma gargalhada baixa, beijando meu pescoço.

— Pode ser os dois. E as mulheres fariam o mesmo. Dedariam ou enfiariam o punho nessa sua buceta faminta até você não saber mais o próprio nome.

Quando finalmente peguei a licença, ele me olhou na porta do quarto e sentenciou:

— Chegou a hora de colocar as ideias em prática.

Passei a viver em estado de natureza. O dia todo pelada, circulando pelo apartamento com a barriga cada vez maior à frente. Ocupava o tempo entre as contrações de prazer e os brinquedos, explorando cada centímetro da minha nova sensibilidade. O celular não parava. Eram mensagens dele o dia todo: "O que você está fazendo agora?", "Já se tocou hoje?". Eu respondia com fotos da minha intimidade molhada, o contraste do látex contra a pele pálida da barriga.

No prédio, o escândalo era silencioso. Eu não fazia questão de fechar as cortinas. Os vizinhos do prédio em frente, fingindo regar plantas ou ver roupas no varal, não tiravam os olhos daquela grávida impudica que se masturbava à luz do dia, oferecendo o espetáculo da sua luxúria gestacional para quem quisesse ver.

O "desafio" de meu marido tomou forma numa sexta-feira. Ele me avisou por mensagem, à tarde, que a noite teria uma surpresa para mim, e mandou eu me preparar. A porta se abriu e o burburinho de vozes masculinas invadiu a sala. Meu marido entrou na frente, seguido por cinco amigos. Eles pararam, em silêncio, diante do espetáculo: eu estava nua, deitada no sofá da sala, com a barriga imensa, de pernas abertas com um vibrador amarrado no clitóris, zumbindo na potência máxima. Minha buceta, escancarada, babava um caldo transparente que brilhava sob a luz do lustre.

— Eu disse que ela estava pronta — disse meu marido, com a voz rouca.

O primeiro, um sujeito alto e de mãos pesadas, não perdeu tempo. Aproximou-se por trás, segurou meus quadris com força — os dedos afundando na minha pele — e arrancou o brinquedo de um soco só. O vazio durou apenas um segundo, logo preenchido pela cabeça do caralho dele que entrou sem aviso, rasgando minha umidade. Soltei um grito que foi abafado pela mão de outro homem que já se ajoelhava na minha frente, enfiando dois dedos grossos na minha boca enquanto guiava seu pau latejante contra o meu rosto.

— Chupa, sua cadela grávida — ele rosnou. — Engole tudo.

Em poucos minutos, eu era um território ocupado. Um me comia com fúria por trás, as bolas batendo contra a minha bunda com um estalo seco e rítmico. Outro, sentado no sofá, puxou minha cabeça para o colo, forçando minha garganta até eu engasgar com o gosto de sal e couro. Os outros três se dividiam: um massageava meus peitos pesados, apertando os mamilos até doer, enquanto os outros dois se revezavam nas minhas mãos e na minha cara.

A sala cheirava a suor, porra e o odor metálico da minha própria excitação. Eu me sentia uma fêmea no cio, um animal de procriação sendo usado até o limite. Quando o que me comia por trás gozou, despejando uma carga quente que eu senti escorrer pelo meu ânus e pelas coxas, ele nem esperou eu respirar; saiu para dar lugar ao próximo, que já veio com o caralho latejando, entrando com tanta força que senti a barriga chacoalhar.

— Olha como essa buceta engole — comentou um deles, metendo o dedo no meu cu enquanto o outro me furava com vontade. — Tá tão larga e quente que parece que vai derreter.

Eu não era mais uma mulher, era um receptáculo. Sentia o sêmen de diferentes homens se misturando dentro de mim, criando uma pasta quente que transbordava a cada estocada. Meu marido, assistindo a tudo de perto, segurava minha barriga, sentindo os chutes do bebê enquanto eu era estraçalhada de prazer. Ele se aproximou, enfiou o pau na minha boca e gozou fundo na minha garganta enquanto os outros quatro terminavam de me lavar com leite por todo o corpo.

Fiquei ali, jogada no tapete, ofegante, com a pele vermelha de tapas e as pernas tremendo, coberta de porra da cabeça aos pés, sentindo minha buceta pulsar num vazio delicioso e dolorido.

No dia seguinte, eu e meu marido conversamos sobre a nossa aventura.

— Você está bem? — ele perguntou, a voz baixa, carregada de um carinho que contrastava com a violência da noite anterior.

— Estou moída. Mas nunca me senti tão viva.

— Eles ficaram loucos com você — ele disse, olhando os meus seios, que estavam marcados de mordidas e chupões. — O Ricardo disse que nunca viu uma mulher aceitar tanto pau com tanta fome.

— Eu não queria que parasse — confessei, fechando os olhos enquanto sentia a mão dele entrar, agora suave, onde ontem cinco caralhos haviam se revezado. — Eu queria ser aberta, usada, esticada até não sobrar nada de mim além desse desejo de grávida.

Ele parou o movimento, olhou para cima, encontrando meus olhos.

— Pois saiba que isso foi só o começo. Ontem foi para testar os limites. Agora que eu sei que você aguenta, as coisas vão mudar.

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Comentários

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Espero que este conto seja real, adoro estas loucuras, amararia ver fotos e vuideos destas loucuras, vamos conversar? cason ointeressar segue o meu email: euamoavida2020@gmail.com

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