Meu nome é Lucas. Minha esposa Ana é uma loira gostosa pra caralho: olhos verdes que me deixam de pau duro só de olhar, corpo perfeito com curvas que eu adoro apertar, peitos médios firmes e uma bunda redondinha que balança quando ela anda. Estamos casados há dois anos, morando num apê pequeno e aconchegante onde a gente fode quase todo dia. Mas o segredo que me consome, o fogo que queima pra cacete, é com a mãe dela: Carla.
Carla tem 45 anos, morena safada, pele clara e macia como veludo, cabelos pretos lisos longos que eu adoro puxar, olhos azuis que perfuram a alma e prometem putaria. O corpo dela é uma obra-prima do caralho: peitos enormes, pesados e firmes que transbordam em qualquer blusa, cintura fina marcando os quadris largos, e uma bunda redonda, empinada, carnuda, do tipo que faz você querer meter a cara. Nas costas baixas, ela tem uma tatuagem grande de um dragão negro com chamas laranjas e vermelhas lambendo as curvas, as asas se abrindo em direção às costelas – não é o foco da foda, mas aparece toda vez que eu a viro de quatro e meto com força, como um lembrete da rebeldia dela.
Tudo começou com olhares quentes demais, roçadas "acidentais" na cozinha, um beijo roubado na varanda que me deixou com o pau latejando. Depois veio a primeira foda, e aí virou vício puro, uma putaria proibida que eu não consigo parar.
Cena 1 – A primeira vez, no quarto de hóspedes, uma foda bruta que me viciou na boceta dela
Ana tinha dormido cedo depois de um dia cansativo, roncando no sofá como se nada pudesse acordá-la. Carla me lançou um olhar daqueles olhos azuis cheios de tesão e me puxou pro quarto de hóspedes, trancando a porta com um clique que soou como o início de uma loucura. Ela me empurrou contra a parede com força, as mãos já abrindo minha calça como uma vadia faminta. "Quero esse pau agora, Lucas. Tô pingando de tesão pra caralho desde que te vi hoje, imaginando você me arrombando." Meu pau pulou pra fora, duro como pedra, grosso, veias saltadas, cabeça inchada e vermelha brilhando de pré-gozo. Ela se ajoelhou no chão, sem frescura, e deu uma lambida lenta da base até a glande, circulando a língua no buraquinho antes de engolir metade do pau de uma vez, chupando com força, babando pra caralho, os lábios esticados ao redor da grossura. "Que pauzão delicioso... grosso assim, veiudo... vai me rasgar a boceta todinha, seu safado."
Eu não aguentei aquela boca quente e molhada sugando como uma profissional. Agarrei o cabelo preto dela e empurrei mais fundo, fodendo a garganta dela devagar, sentindo a língua dançando na parte de baixo do pau enquanto ela engasgava levemente, olhos azuis lacrimejando de tesão. "Chupa mais, sua puta... engole tudo." Levantei ela de uma vez, rasguei a blusa dela com um puxão, e os peitos enormes saltaram livres, balançando pesados, bicos rosados duros como pedras, pedindo pra serem maltratados. Chupei um com violência, mordendo o mamilo enquanto apertava o outro com força bruta, torcendo até ela gemer rouco: "Porra, chupa minha teta assim... morde mais forte, me machuca de tesão." Desci a boca pela barriga lisa, lambendo as costelas tatuadas, até chegar na boceta. Arranquei o short e a calcinha encharcada de uma vez – a boceta dela era uma visão do paraíso proibido: lábios carnudos e inchados, clitóris duro e protuberante, toda depiladinha, brilhando de molho, o cheiro de tesão feminino forte invadindo minhas narinas.
Abri as pernas grossas dela com as mãos, enfiei a língua direto no clitóris, lambendo devagar no começo, circulando, depois chupando forte como se quisesse sugar a alma dela. Ela agarrou meu cabelo, empurrando minha cara contra a boceta molhada: "Isso, lambe minha buceta safada... enfia a língua inteira nesse buraco quente... porra, que delícia, vai me fazer gozar na tua boca." Meti dois dedos de uma vez no canal apertado, sentindo as paredes pulsarem e o mel escorrer pelas minhas mãos, fodendo com os dedos enquanto chupava o clitóris inchado. Ela tremia inteira, as coxas apertando minha cabeça, e gozou forte na minha boca, jorrando um pouco, corpo convulsionando: "Caralho... tô gozando pra caralho... não para, seu filho da puta!"
Levantei com o pau latejando de dor de tão duro. Virei ela de quatro na cama como uma cadela no cio, bunda empinada pra mim, o dragão tatuado nas costas se contorcendo com o movimento. Cuspi na mão, esfreguei na cabeça do pau e na entrada da boceta encharcada. "Vai meter tudo agora, Lucas. Quero sentir esse pauzão me rasgando a buceta." Segurei os quadris carnudos com força, deixando marcas vermelhas, e enfiei de uma estocada só até o talo, sentindo a boceta apertada me engolir inteiro, quente e escorregadia. Ela mordeu o travesseiro pra abafar o grito rouco: "Aaaah porra... que pau grande e grosso... tá me enchendo toda, me arrombando!" Comecei a meter forte desde o início, estocadas profundas e brutais, pau entrando e saindo inteiro, as bolas batendo na boceta molhada com um clap clap clap molhado e sujo enchendo o quarto. "Fode minha boceta, vai... me arromba como uma puta barata... mais forte, caralho!" Puxei os cabelos pretos dela como rédea, inclinando a cabeça pra trás enquanto metia com violência animal, os peitos balançando loucamente embaixo dela, batendo no colchão. Enfiei a ponta do dedo no cuzinho apertado e virgem dela, só pra sentir o anel se contrair, e ela rebolou mais selvagem: "Isso... mexe no meu cu também... enche minha raba de dedo enquanto fode minha buceta... sou tua puta safada hoje!"
Aumentei o ritmo pra um martelar insano, metendo selvagem, sentindo a boceta dela apertar meu pau a cada estocada como se quisesse me ordenhar. "Tô quase... vou gozar dentro dessa boceta gostosa e quente..." Ela se contraiu mais forte, gozando de novo, corpo tremendo violentamente: "Goza dentro de mim... enche minha buceta de porra quente... aaaah caralho, tô gozando outra vez!" Gozei forte pra caralho, jatos quentes e grossos enchendo ela até transbordar, pau pulsando dentro da boceta apertada, mel e porra misturados escorrendo pelas coxas claras e grossas dela, pingando na cama. Caímos suados, ofegantes, corpos colados no suor e nos fluidos. Carla virou, beijou minha boca devagar, olhos azuis ainda vidrados de tesão: "Isso foi só o começo, garoto. Amanhã eu quero mais... e mais bruto."
Cena 2 – Na cozinha, com Ana na sala ao lado, uma foda arriscada e suja que quase nos pegou
Semana seguinte. Noite chuvosa pra caralho. Ana na sala ao lado, fone de ouvido, assistindo série e rindo de alguma merda na tela, alheia ao mundo. Carla veio "ajudar" na cozinha, vestindo uma saia preta curta que mal cobria a bunda carnuda e uma blusa decotada que deixava os peitos quase pulando pra fora. Seus olhos azuis faiscavam de putaria quando me empurrou contra a geladeira fria. "Quero agora, seu safado. Fode minha boceta aqui mesmo, com tua esposa ali do lado. O risco me deixa molhada pra caralho." Levantei a saia dela de uma vez, rasguei a calcinha de renda com um puxão bruto, expondo a boceta já encharcada, lábios inchados e vermelhos de tesão. Ela se virou de costas, empinou a bunda redonda e empinada pra mim, o dragão tatuado nas costas se arqueando como se estivesse vivo. "Enfia esse pauzão na minha buceta agora... me arromba sem dó."
Segurei os quadris dela com força, unhas cravando na carne macia, e entrei de uma estocada violenta, pau inteiro enterrado no calor úmido e apertado da boceta. "Aaaah... porra, que delícia... me enche toda!" Metei selvagem desde o começo, forte e rápido, a bunda carnuda batendo no meu quadril com um clap clap clap molhado abafado pela chuva lá fora, mas perigoso pra caralho com Ana a poucos metros. Segurei os peitos enormes por cima da blusa, apertando os bicos duros como se quisesse esmagá-los, torcendo enquanto metia mais fundo. Ela mordia o próprio braço pra não gritar alto, mas gemidos roucos escapavam: "Porra... me fode mais forte... vai me fazer gozar de novo... sinto teu pau pulsando na minha buceta safada!" Enfiei uma mão por baixo, esfregando o clitóris inchado com o polegar enquanto metia bruto, sentindo a boceta se contrair ao redor do pau, mel escorrendo pelas bolas.
O risco de Ana ouvir – a parede fina, a chuva não abafando tudo – só aumentava o tesão, me fazendo meter como um animal enlouquecido. "Tua boceta é um vício, Carla... quente, apertada, feita pra levar porra." Ela rebolava contra mim, empinando mais, o cu piscando a cada estocada. Enfiei o dedo médio no cuzinho dela, sentindo o anel apertado ceder um pouco, e ela gemeu mais baixo: "Isso... fode meu cu com o dedo enquanto arromba minha buceta... me usa como uma vadia!" Senti ela apertar forte, tremendo inteira, gozando com um jorro que molhou meu pau e as bolas: "Caralho... tô gozando pra cacete... não para!" Não aguentei: meti mais fundo e gozei violento, enchendo a boceta dela de porra quente e grossa, jatos pulsantes que transbordaram e escorreram pelas coxas, pingando no chão da cozinha. Meu grunhido foi abafado no pescoço dela, mordendo a pele clara pra conter o som.
Ajeitamos a roupa em segundos, ofegantes, corações batendo forte. Ana nem levantou a cabeça da série. O cheiro de sexo pairava no ar, mas a chuva disfarçava.
Cena 3 – No banheiro, durante uma visita de fim de semana, uma foda rápida e suja no vapor
Fim de semana, Ana foi tomar banho, cantando alto no chuveiro como se fosse uma diva. Carla esperou uns minutos e entrou no banheiro atrás de mim, trancando a porta com um sorriso safado nos lábios carnudos. "Rápido, Lucas. Quero esse pau na minha boca e depois na boceta... antes que tua esposa saia." O vapor do chuveiro enchia o ar, abafando os sons, mas o risco era foda. Ela ajoelhou no azulejo molhado, abriu minha calça e engoliu o pau inteiro de uma vez, garganta profunda pra caralho, babando e sugando como uma profissional, olhos azuis olhando pra cima enquanto eu fodia a boca dela devagar. "Chupa assim... engole tudo, sua puta... sinto tua garganta apertando a cabeça." Ela gargalhava com o pau na boca, vibrando no meu comprimento, uma mão massageando as bolas cheias.
Depois se levantou, virou de costas, apoiou as mãos no box do chuveiro, empinou a bunda carnuda. "Agora fode minha boceta... enfia tudo nesse buraco molhado." Entrei por trás de uma vez, pau deslizando no calor encharcado, metendo devagar no começo pra não fazer barulho, mas logo acelerando pra um ritmo bruto. A água do chuveiro abafava o tapa da bunda na minha barriga, mas não o som molhado da boceta sendo arrombada. Segurei os quadris grossos, meti com violência, sentindo as paredes pulsarem ao redor do pau. Enfiei dois dedos no cuzinho dela dessa vez, fodendo o anel apertado enquanto metia na boceta: "Isso... fode minha buceta e meu cu ao mesmo tempo... me arromba toda, seu safado!" Ela rebolava louca, peitos balançando e batendo no vidro embaçado, gemendo baixo: "Porra... tô gozando... sinto teu pau latejando... enche minha buceta de porra!"
Gozei forte dentro dela, jatos quentes misturados com o mel escorrendo pelas pernas, pingando no chão molhado. Saímos um depois do outro, corações acelerados. Ana ainda cantava no chuveiro, sem desconfiar da putaria que rolava do lado de fora.
O caso continua, cada vez mais perigoso, mais quente, mais selvagem. Carla é uma vadia insaciável, e eu não consigo parar de foder aquela boceta proibida. Ana continua sem saber de nada... e isso só torna tudo mais delicioso pra caralho.