Essa é uma continuação do conto “Aventura em Búzios”, caso não tenha lido, da uma olhada lá antes, mas senão, pode aproveitar esse aqui.
Sai da casa do Bruno saciado; mas louco por um banho. Em casa, corri para o banheiro, tomei o susto ao dar de cara com alguns homens parados na porta.
- Mas o que aconteceu? – esbravejei.
- Ah filho; - soltou meu pai. – imprevistos; Parece que temos um problema com o encanamento do chuveiro.
Sinceramente, um péssimo momento para aquele tipo de imprevisto.
- E o seu banheiro pai?
- A mesma coisa, filho, acho que é algo com encanamento da caixa d’água.
- Caralho, que merda. Preciso de um banho! – Eu sei que meu pobre pai não tinha nada a ver com aquilo, mas eu precisava de um banho.
- Não querendo ser intrometido. – soou uma das vozes que vinha do banheiro. – pode tomar banho na casa da frente; é minha.
Me posicionei para ver melhor quem estava falando; Era um homem pouco mais novo que meu pai; uns 50 anos, baixo e gordo, mas de feição relativamente ok.
- Não quero causar problemas senhor...
- Jonas.
- Senhor Jonas. Posso esperar ou vejo na casa de um dos meus tios ao lado. – Tomar banho na casa de um desconhecido, com o cu cheio de porra, definitivamente não era o que eu queria.
- Filho – disse meu pai – Seus tios não estão, foram com sua mãe no mercado, comprar as coisas.
- Meu jovem, vai lá, só vai ‘ta meu filho la, com a minha nora, não se preocupa; fala que foi o Jonas quem falou.
Não queria ir, mas a necessidade de banho me pegou. Porque diabos eu não tomei um banho descente no Bruno, Puta que pariu.
Sai de casa com as coisas para o banho e fui para a casa da frente, era idêntica a dos meus pais, já que era um conjunto de casas, e assim como a nossa, não tinha cerca ou muro. Bati na porta e logo fui recepcionado por um rapaz, magro e bastante...interessante.
- Opa, foi mal o incômodo, eu sou o Mateus, filho do Ramiro ai da frente. Seu pai deixou que eu tomasse um banho ai; parece que estamos com problema no banheiro lá de casa.
O rapaz me olhou não entendendo nada, mas deixou que eu entrasse.
- Jonas é o nome do seu pai, não é?! – Soltei apenas na intensão de não deixar as coisas mais estranhas do que já estavam.
- Ah sim, Jonas. Eu sou Gabriel, muito prazer. – Gabriel era magro alto, pouco até mais alto que eu, tinha uma senhora barba que favorecia dando um ar de mais imponência. Seu cabelo era bem recortado.
- Não quero causar problemas é que realmente preciso de um banho e como seu pai me ofereceu eu...
- Não, não. Pode ir. Fica à vontade. – Estranhamente não vi a presença da tal nora, ou esposa de Gabriel.
Segui para o banheiro e quando tentei fechar a porta, algo não a deixava travar. Forcei-a algumas vezes mas achei melhor deixar como está, vai que estrago a porta.
Tirei a roupa e comecei o banho, realmente a água tava fazendo milagres. Não que dar pro Bruno tenha sido ruim, pelo contrário. Ainda conseguia sentir a grossura daquela piroca dentro de mim, mas um banho é um banho. Lembrar da rola do Bruno me deixou excitado; meu pau subiu, mas era só a lembrança falando. Infelizmente pra um homem, com o pau duro, é difícil não acabar tocando uma, e eu involuntariamente fiz.
No meio da punheta senti como se estivesse sendo observado, encarei bem a fresta da porta entreaberta e pude ver parte do rosto e do corpo do Gabriel. Como eu não valho muita coisa quando o assunto é putaria, continuei a punheta direcionando pra fresta. Aos pouco eu a via aumentando, até que por fim soltei.
- Se entrar, consegue ver melhor; Gabriel.
No mesmo momento ele abriu a porta fechando ela atrás dele, ou o que dava para fechar.
- Eu não... – Ele ainda tentava justificar
- Relaxa cara – abri a porta do box – curte piroca, no sigilo? - Ele acenou confirmando igual uma criança vendo doce. Cheguei mas perto do limite do box; a porta já estava aberta. – Aproveita então mano, da uma mamada aqui.
Ele veio me fitando os olhos, não desviou nem por um segundo, se ajoelhou, abriu a boca e eu meti a rola.
- Isso, assim, devagar. – ele não tirava os olhos de mim, como uma cadelinha no cio. Aquela rola era literalmente um doce na boca dele. – coloca as mãos para trás. – Agarrei a cabeça e comecei a forçar a piroca na boca dele.
- Abre a porra da boca... isso assim. – ele apenas obedecia sem falar nada. As estocadas foram aumentando. Ele engasgava, lacrimejava, mas não parava. Fiz daquela boca a mesma coisa que o Bruno tinha feito do meu Cu.
- Mama safado, mama minha caceta vai putinha...PUTA QUE PARIU. – soltei ao ser surpreendido pela garganta profunda daquele cara, com certeza muita tora tinha fodido aquela boca.
Passei bons minutos fodendo a boca dele até finalmente esporrar fundo, ele sequer reclamou, engoliu a porra toda, limpou todo meu pau.
- Ta satisfeito? – Soltei enquanto voltava para o chuveiro.
- Muito! – era a primeira palavra desde a tentativa da justificativa.
Ele sentou no vaso e começou a punhetar, me vendo no banho. Tinha uma rola bonita até, mediana em comprimento com pentelhos aparentes o que dava um charme já que ele também parecia ser peludo.
Sai do box e ia me enxugando.
- Curte cu?! – soltei, e ele mais uma vez, sem tirar os olhos, acenou positivo. Me coloquei de costas para ele. – Chupa meu cu vai, goza me chupando. – Ele caiu de boca no meu rabo sem pestanejar enquanto punhetava freneticamente. A linguada do moleque era boca, me fez até ficar de pau duro de novo. Ele gemia baixinho enquanto me fodia com a língua. Quando os gemidos aumentaram, vi que ele tava gozando, e olha, que gozada! O Cara leitou pesado no chão do banheiro, sinceramente, um desperdício.
Terminei de me secar, vesti as roupas e ele ainda tentando se recompor
- Você não vai contar...
- Relaxa, a única coisa que você precisa se preocupar é se você realmente quer que meu chuveiro seja consertado, não acha?!
