Sabe aquela rapidinha após um dia de paqueras e insinuações junto com bebidas? Foi assim comigo e CLÁUDIA, conforme contei antes (https://www.casadoscontos.com.br/texto/
Era uma festa na casa de praia e ao voltarmos para a cidade, marcamos para conversar. Confesso que fiquei com gostinho de quero muito mais, a trepada tinha sido maravilhosa, fiquei com tesão em CLÁUDIA, enfim marcar para conversar com ela era ter uma segunda vez com aquela mulher. Não foi assim que aconteceu.
CLÁUDIA trabalha numa sala de prédio comercial; a sala é dividida e a parte do consultório tem parede e porta diferenciadas, grossas e com isolamento, para o paciente que esteja fora não escute as conversas dentro. Ela marcou comigo um horário às 11h, assim teríamos um bom tempo para conversar e até almoçar se fosse o caso. Por mim, a gente já iria para um motel, mas ela disse que tinha muito que falar. Comecei a achar que seria uma furada, fui porque a esperança de transar com ela existia.
O paciente das 10h saiu e entrei como se fosse o próximo, com a vantagem que não haveria ninguém até 15h (nesse dia não havia paciente às 14h). Entrei mostrando tranquilidade e, em resumo, CLÁUDIA disse que tinha adorado demais o que fizemos, que o jogo de sensualidade entre nós dois o dia todo, a trepada no perigo e no improviso foi uma das melhores que já teve, enfim, tudo bom, só que ela não tinha digerido o que tinha feito, ou melhor, que ela tinha feito com o marido, ainda que a vida sexual dos dois não esteja nem de longe o que ela queria. A conversar foi em torno disso. Disse a ela que eu tinha ficado louco, pensando nela, que o ocorrido realmente tinha sido maravilhoso e que eu, por mim, repetiria a dose.
- RAMON, penso nisso também, mas não estou confortável; estou numa fase muito aberta para isso, só que ocorreu e eu fiquei insegura
- Nunca é fácil, eu entendo
- Quer saber mais? É pesado mesmo não tendo ocorrido nada demais, ou melhor, nada tendo ocorrido
- O que foi?, falei espantado
- Eu dei em cima de sua namorada... sim, eu tentei beijá-la, fiquei louca por isso e só não rolou porque ela foi muito educada, julgou que eu estava bêbada (eu tinha bebido mas não estava fora da consciência) e botou panos quentes. Quando você me deixou na outra casa, ela já tinha ido dormir num quarto cheio para não correr o risco de dividir o quarto comigo...
Foi então que entendi que minha namorada, mesmo não tendo falado nada disso, fez comentários como “aquela coroa que bebeu demais”, talvez para evitar que eu pudesse tomar alguma providência contra. Como minha namorada sabia que não teríamos mais contatos depois, pelo menos na teoria, ela ficou calada e o incidente já tinha sido superado.
- Você queria me chifrar?, brinquei
- Queria, não; quero! Se sua FERNANDA quisesse hoje eu sairia com ela. E olhe que desde da adolescência que eu não sei e nem quero saber o que é mulher
- Comigo está em dúvida, com ela não tem dúvida?
- Sim, me parece mais fácil eu sair com uma mulher do que outro homem, talvez por eu achar que meu marido aceitaria melhor isso
Ficamos conversando, eu já disse que esquecesse FERNANDA, totalmente fechada para isso sem ser radical (o que para mim é prova de que não quer e pronto), e que toparia sair eu, CLÁUDIA e uma menina. “Ao contrário de FERNANDA, eu sou esculhambado ah ah ah”. CLÁUDIA riu e ela perguntou se poderíamos almoçar, eu concordei e vi que daquele mato não sairia mais coelho. “Que perda de tempo, eu morrendo de tesão nessa coroa, ela está linda hoje e vou me contentar com um almoço. É assim a vida”, pensei enquanto a gente se levanta para ela desligar as coisas e a gente sair. Quando ela se levanta, usando uma saia abaixo do joelho, uma blusa bem bonita, com um colar compondo o visual, eu no instinto comento que ela estava linda, muito elegante. Falei no automático, era o que eu tinha achado.
Ela ri, dá uma volta, pergunta se é verdade o que eu disse e agradece. “Você é um amor, como gosto de ficar com você”, ela fala e vem me dar um abraço. O abraço demorou. Ficou mais apertado, trocamos olhares e nos beijamos, acendendo a fogueira. Empurrei-a contra a parede e fiquei a beijando e sarrando. “Eu queria evitar isso”, dizia CLÁUDIA. Ela abre a blusa, levanta o sutiã e eu fico beijando os seios dela. Vou levantando a saia e ela pede para eu parar, pois a saia amassava muito e, rapidamente, tira a saia. Eu já vou para abaixar a calcinha dela e começo a chupar a buceta dela. Pentelhos bem tratados, a xoxota já molhadinha, aquele cheiro maravilhoso, gostinho salgadinho. Ela me senta na cadeira dela (um estilo cadeira do Papai de couro), chupa meu pau e monta em cima. A posição não ficou boa, ela fica de quatro na cadeira e eu meto na buceta dela, dando tapinhas, puxando o cabelo dela e passando o dedo no cu dela. Comia com força e controlando meu gozo até ela gozar; quando ela gozou, só então gozei depois de algum tempo. “Eu sabia que poderia ocorrer isso e meu racional não queria”, falou CLÁUDIA rindo. Ela foi ao banheiro se limpar e quando voltou, ainda sem estar vestida, me deu um abraço e ficamos namorando por um bom tempo. “Temos de sair para ninguém no prédio perceber”, ela lembrou. Desci na frente e ela veio depois. Ela queria ir almoçar em um shopping, porém ela deixou o carro na rua e fomos para o motel, almoçar lá.
No motel, foi enfim a trepada tranquila, com preliminares, e deitados na cama. Rolou o maior amor nessa hora, parecíamos um casal de adolescentes apaixonados. Lembro de metendo nela no papai e mamãe e CLÁUDIA com os olhos cheios d’água, seja de tesão, seja de emoção, como ela mesmo confessou depois. Uma maravilha.
Começamos um relacionamento muito intenso. CLÁUDIA tinha suas restrições sexuais (que foram enfrentadas por elas na maioria), porém adorávamos sexo anal, algumas vezes era só isso quando o tempo era curto. Ela mesmo assim sofria com problemas morais acerca do marido, gozava muito, adorava a gente junto e mesmo assim sofria por trair o marido.
O normal era eu chegar como paciente às 11h e a gente transar no consultório dela; ou então eu esperá-la sair às 11h e irmos para o motel. Outro dia muito comum era no sábado de manhã, quando o marido saía para jogar basquete com amigos e depois ia lavar o carro em um lava-jato e tomar uma cerveja. Para mim era mais difícil no sábado, mas era um dia em que eu adorava, pois a gente ficava bem soltos, sem horários. Gosto sempre de lembrar que assim que a gente se encontrava rolava um clima de namoro e o sexo, quando podia, era decorrência.
Depois conto as duas saídas da gente com uma mulher, uma terceira pessoa. CLÁUDIA se revelou! Já digo que não foi com minha namorada.