A virada de 2025 pra 2026 não poderia ter sido melhor. Viajei com o maridão e os parentes pra casa de praia da família dele, confraternizamos todos juntos, comemos, bebemos, dançamos e nos divertimos até de manhã, sem hora pra acabar. A casa de praia fica numa região praiana fora da cidade onde eu moro, todo mundo viajou preparado pra passar um tempo e foram três dias seguidos de churrasco, música e bebedeira, dia 31 de dezembro, dia primeiro e dia 2 de janeiro.
Ao final do terceiro dia, meus sogros, os tios e primos do meu marido começaram a voltar pra casa aos poucos, até que sobramos eu e mozão e aí sim 2026 chegou de verdade, pois ficamos a sós e finalmente tivemos a casa só pra nós. Ou pelo menos era o que eu esperava que fosse acontecer, ficarmos sozinhos e transar pelo resto da semana. Eis que no dia 4 de janeiro, o celular do meu esposo tocou, ele atendeu e trocou uma hora de conversa com o chefe dele.
O gostoso até tentou auxiliar e resolver à distância, mas o patrão relatou um monte de problema no escritório e pediu que ele voltasse à empresa o mais rápido possível. Mesmo não querendo, meu marido sempre foi esse homem metódico, planejado e pragmático, então ele topou retornar à cidade e lidar com as pendências o quanto antes. Mas como planejamos estender nossas férias até mais ou menos dia 10, mozão me deixou na casa de praia e prometeu que voltaria assim que resolvesse as questões no trabalho. Resumindo: ele saiu às pressas, avisou que voltaria em dois dias e eu fiquei sem ninguém no casarão.
A pessoa se programa pra passar dias e dias sentando e rebolando na pica do esposo, mas termina solitária e bate aquela sensação fodida de carência. E aí você sabe o que acontece, né? Deu vontade de arranjar um puto pra meter e me fazer de cadela a noite toda, já que meu macho teve que largar nossas tão sonhadas férias a dois pra retornar ao trabalho. Eu tava só, tinha tempo, local e só faltava a oportunidade, o foda é que também precisava de coragem pra pular a cerca e me aventurar fora do casamento, porque não é todo dia que a gente libera o cuzinho pra outro comedor se alimentar.
- “Será que eu aguento esperar mozão voltar?” – eu pensava comigo, enquanto tentava equilibrar solidão, fidelidade e tesão na mesma balança.
Bom... Posso dizer que tentei. Logo no primeiro dia sem meu marido por perto, acordei por volta das dez da manhã, me preparei, tomei café, enchi um cooler pequeno com cervejas e meti o pé pra praia. Comprei gelo e aluguei duas cadeiras na barraca, lembrei que estava só e mais uma vez bateu aquela sensação estranha da solidão. Estranha porque eu me sentia carente longe do maridão, sim, mas também me senti livre, sem correntes e com tesão suficiente pra reparar em cada macho gostoso que passava correndo de sunga na minha frente, um mais suado que o outro.
- “É... Pelo visto, não vou aguentar esperar.” – meu cérebro esquentou debaixo do sol e diante de tanto homem bom na praia.
Pra onde eu olhava havia malas pesadas pulando, cabeças de pica marcadas, sacos visíveis e testosterona nas mais variadas formas, desde uns molecões novinhos jogando altinha na areia até uns paizões do peitoral cabeludo, acompanhados das esposas. Tinha homem sendo homem em todos os cantos do cenário, mas acho que os que mais chamaram minha atenção foram dois amigos que estavam sentados pertinho de mim, praticamente do meu lado na areia.
- E se ligar pra Samantha, será que ela vem? – o loiro perguntou.
- Boa ideia. Qual é o número dela, tu tem aí? – o moreno quis saber.
- Sei lá, Rogério. A amiga é tua, porra, tu que apresentou. Eu que tenho que saber?
- Ué, caralho. Tá de sacanagem, Breno? Nem parece que comer buceta, seu arrombado.
- Querer, eu quero, só que tu marca os bagulhos errado, pô. Deixou tudo pra cima da hora, agora quero ver desenrolar uma piranha. Impossível.
O loiro era mais alto, tinha o rosto liso e aparentava trinta e poucos anos de idade, chutaria uns 34, 35. Cabelo curto penteado pra trás, óculos de sol, 1,80m, corpo malhado, mas sem exagero de bomba. Tava mais pra torneado, definido, dos braços fortes fechados em tatuagens e o físico todo veiudinho, com veias nos pés, antebraços e mãos. Até os pelos das pernas dele eram loiros, tipo gringo, uma coisa meio alemão, meio russo. Marca dos chinelos nos pés, peitoral aberto, pele branca bronzeada do sol, marquinha da sunga, olhos cor de mel e postura de bombeirão salva-vidas, talvez por conta do jeito posturado com o qual ele ficava de pé na areia, olhando fixamente em direção ao mar.
- Tem ou não tem o contato da Samantha, filhão? – a cada reclamação com o amigo, Breno apertava o malote na sunga vermelha e eu disfarçava pra manjar o contorno das bolas dele fazendo volume.
O trintão reclamava, patolava o picão de leve, virava goles de cerveja e nada do colega dele encontrar o número da tal Samantha no celular. Enquanto o loiro chiava, se apalpava e bebia, o macho moreno continuou tentando enxergar a tela do telefone, mas o sol não contribuiu e ele ficou ainda mais puto.
- Vê se não tem o número dela na conversa. Certeza que tem, cuzão. – Rogério bufou.
- Porra, vacilão, só dá trabalho. Meu celular tá quase sem bateria.
- Custa ver, mano? Liga essa porra, procura aí. Ou então não vamo trepar hoje, isso que tu quer? Morrer na punheta?
- DUVIDO! Mais um dia sem fuder, tem como não. Viajamo pra quê?! – Breno resmungou.
- Então trata de me ajudar, irmão, senão é outro dia na bronha.
O morenão aparentava 1,76m de altura, tinha o rosto barbudo e acho que por volta dos 41 anos, a julgar pela postura de maridão, paizão de família. Ele era parrudo, meio musculoso, peludo e ursão, num corpo rústico de pedreiro e jeito de peão. Não chegava a ser gordo, apenas possuía a famosa “pochete” de quem não recusa chopinho e um bom gelo com churrasco. Rogério era quase careca, com as entradas avançadas, e tinha a pele morena clara, tipo chocolate ao leite. Pelos no corpo todo, até nas costas e nos antebraços, peito forte, ombros grossos, panturrilhas largas e pés imensos, pra não falar da sunga folgada escorregando na cintura e exibindo a selva de pentelhos.
- “Que coroa gostoso do caralho!” – minha mente ferveu.
Quanto mais eles discutiam, mais eu prestei atenção no papo, nas patoladas do loirão e nas subidas de sunga do moreno. Não deu pra dizer qual dos dois era o melhor, a única coisa que eu soube é que formavam uma dupla e tanto, da qual não consegui tirar os olhos. Tanto Breno quanto Rogério usavam aliança no dedo, porém se comportavam que nem vira-latas e manjavam a bunda de todas as mulheres que passavam de biquíni, independentemente da raça, do peso, altura, cor ou religião.
- Não, doidão, chega de punheta. Hoje tem, tem que ter. Me recuso a jogar leite fora, dá teu jeito aí. Aciona as putas. – Breno, o loiro trintão, ensaiou um vai e vem sugestivo por cima da sunga vermelha e só faltou pôr a mão dentro dela, de tão galudo que ficou.
- Tô tentando, porra, elas que não respondem. – Rogério, o quarentão moreno e peludo, também se animou, apesar de não obter resposta das safadas no telefone.
- “Melhor meter o pé daqui, senão vai dar merda. A cerveja tá entrando, daqui a pouco bate fome... Chega.” – pensei comigo.
Comecei a arrumar as coisas pra sair da praia, uma bola de vôlei acertou minha cerveja e eu virei pra trás pra entender o que havia acontecido, foi quando vi Breno vindo na minha direção e fazendo cara de quem fez merda.
- Opa, sem querer. É que meu colega é ruim de bola pra caralho, foi mal. – ele apertou a pica, depois estendeu a mesma mão e esperou pelo meu aperto.
Eu o cumprimentei, claro, mas minha vontade mesmo foi de apertar outra parte do corpo dele, não a mão. Seu aperto bruto e firme fez meu cuzinho piscar, os mamilos endureceram na hora e eu quase derreti quando o loiro suspendeu o óculos de sol e mostrou os olhos claros, cor de mel. Em seguida enxugou o antebraço na testa, na intenção de se livrar do suor, e sem querer exibiu a axila cheia de pelos claros, loirinhos, que nem os do resto do corpo.
- Sem problema. Acontece. – falei com educação, acenei e continuei arrumando minhas coisas pra ir embora.
Pronto, bastou. Um simples aperto de mão com encarada nos olhos foi mais do que suficiente pra me fazer pensar naquele macho pelo resto do dia. Não apenas nele, no amigo dele também, nos outros homens na praia, no cara que me vendeu água de coco e até no vendedor do quiosque da orla, que deixou eu lavar os pés no banheiro e deu um mijão na minha frente. Enfim, voltei pra casa de praia, preparei almoço, tomei banho, comi, me joguei no sofá e botei algo na TV, porém nada desfez o tesão que eu estava sentindo.
Sabe quando você vai pra praia, vê um monte de macho de sunga e só consegue pensar em piru, leite, bolas, suor e pelos? Eu tava exatamente assim. Apenas uma foda suada e acelerada poderia resolver os trancos e pinotes que meu cuzinho deu desde cedo, o foda é que lembrei do maridão, pensei muito na nossa relação e confesso que hesitei. O ar condicionado da sala ficou propício, acabei pegando no sono e só fui acordar de noite, ainda com fogo no cu e vontade de entrar na rola até me arrepender.
Inventei de beber umas caipirinhas, o tesão bateu nas alturas e não aguentei mais, tive que apelar. Já que não tive coragem suficiente de trair mozão, alguma coisa eu precisava fazer com o fogo que tava me consumindo. Não pensei muito, apenas peguei o celular, entrei no clássico bate-papo da UOL, fui na área adulta e procurei salas na região onde eu tava, mas encontrei pouca gente on-line querendo assunto.
- “Preciso arrumar um macho, não adianta segurar.” – tomei a decisão.
Coloquei meu nome de “Rabão Agora”, entrei na única sala onde havia papo rolando e puxei assunto com o “Casado no Hotel” e o “PIKÃOGROSSO”, mas os dois pareciam ausentes e não responderam. As horas foram passando e pouco movimento aconteceu, eu abri umas cervejas pra tomar e o fogo só piorou, sendo que não entrava gente na sala e eu quase desisti de dar o cuzinho. Quando chegou perto da meia-noite, um tal de “Marido ker CU” leu meu nome e veio falar reservadamente.
- Rabão mesmo??? – o filho da puta não deu nem boa noite.
- Opa. Boa noite, tudo bem? Rabão sim. E com fome de pica, PRECISO dar o cu! Aguenta chá?
Ele demorou, ficou ausente e eu achei que havia desisto, mas o “Marido ker CU” retornou minutos depois, respondeu e o papo fluiu.
- Bom saber que vc dá cuzinho. Passei o dia caçando rabo p fuder e n encontrei, será que é vc?
- Será que sou eu? Kkkkk. Tomara.
- Como vc é? – ele quis saber.
- Vou me descrever: 36 anos, 1,75m, pele branca, bunda grande e cuzinho macio de socar, aguento rola fácil. Mas tem que ser no sigilo. Maridão saiu, me abandonou e até agora não encontrei ninguém pra meter. E você? – a curiosidade me pegou.
- Eu sou assim:
Esperei ler a descrição física do macho e confesso que imaginei se tratar de um putão, mas o que ele fez a seguir me deixou completamente fora de órbita. O desgraçado não respondeu com palavras, ele simplesmente enviou uma imagem que roubou meu fôlego e fez o coração parar na boca. Minha língua até umedeceu quando a tela do celular clareou e eu vi aquela piroca grossa, morena, MUITO LARGA, cheia de veias na parte de cima e da cabeçona rosa.
Pelo ângulo que a foto foi tirada, a tromba tava atravessada pela saída da perna do calção e não dava pra ver o rosto dele, mas ficou evidente que a vara era robusta, espessa e muito, MUITO pesada, com a glande em formato de morango e o púbis pentelhudo, tomado por uma floresta de pelos. Pensa num caralhão que te obriga a arreganhar a boca na hora da mamada. Pensou? Agora imagina o dobro da grossura, algo perto do grotesco e próximo do inaceitável.
“Marido ker CU” era pirocudo dos bons, daqueles que você tenta envolver a mão na rola, mas o talo é tão absurdo que os dedos não conectam ao redor dela. O tipo de macho privilegiado pela natureza, o homem que entra no vestiário e, das duas, uma: ou a rapaziada se constrange e vira a cara, ou a macharada aponta, ri, zoa e até brinca de bater nele. O que não dá é pra ignorar a dimensão da tora.
- QUE ATROCIDADE!! CARALHOOO! – nada que eu respondesse no chat faria jus às medidas daquela jeba.
- Curte pikão ou tá com medo? rs – ele quis saber.
- CURTO DEMAIS! Uma pica dessa é capaz de destruir meu cu! Só pra você saber, nem meu marido é roludo assim. Kkkkk!
- Minha mulher me chama de jumento, diz que eu sou cavalo rs
- Eita. Você também é casado?
- Sou. Mas tô na casa de praia e ela n tá cmg. Tô livre, leve e solto, andando pra cima e pra baixo sem cueca. Piroca tá soltinha querendo cu.
- Minha boca enche só de imaginar. Sua mulher tá certa, você é um jegue kkkkk! Desculpa perguntar, ela aguenta tudo na buceta?
- Até o talo n, só metade. E vc, aguenta no cu? rs
- Aguento tudo e mais um pouco. Meu marido adora cuzinho, ele fode quase sempre. Dar a bunda é comigo, meu esporte preferido.
- Bom saber. Hj n tô ligando pra buceta, só qro cu. Tem cuzinho pra mim?
- Com certeza. Veio do nada essa tara em sexo anal? – não sei o que eu senti mais, excitação, ansiedade ou curiosidade de conversar intimidades com um completo estranho.
A única coisa que eu sabia a respeito do “Marido ker CU” é que ele tinha uma pica pra mais de 22cm, era moreno e aparentemente viciado em bunda, levando em conta o quanto falava de comer cu.
- Nunca comi. – ele revelou.
- MENTIRA?! Porra, que tesão... – meu rabo piscou demais em saber que aquele desconhecido nunca provou um gostinho do sexo anal.
- Qro experimentar pq vou casar em breve. São meus últimos dias pulando a cerca, dps caso e aposento.
- Sei... E falta muito pro casamento?
- Final do mês.
- Puta merda! Tô entendendo. Então quer dizer que você só tem até o fim desse mês pra testar cuzinho, macho?
- Sim. E a cachorra, tá com fome de pica msm ou é só fogo de palha?
- Tô com fome de piroca, sim. Passei o dia na praia, vi vários machos de sunga e não saí do zero a zero. Até agora não encontrei fodedor. Quero rola no cu.
- Quer fudedor? Acabou de encontrar. Coloco a vara toda no teu furico, se deixar. Segurando no bichão enquanto falo ctg. Tá sem coleira, ele. É carnívoro, só come carne rsrs
- Meu cuzinho tá piscando aqui! Maior tesão falar contigo, macho.
- Maluco pra fuder uma rabiola. Piroca babando falando com vc.
O tesão foi tão nas alturas que eu peguei o consolo que havia levado na mala de viagem, vesti o preservativo, enchi de óleo e brinquei na porta do cuzinho enquanto conversava com o sem vergonha. Saber que ele era noivo e que estava de casamento marcado me transformou numa verdadeira vagabunda, eu me arreganhei no sofá da sala e tive que bater a curirica esperta. Só que nada disso matou minha vontade de rasgar o rabo na trolha do “Marido ker CU”.
Como é que pode, né? Nunca vi o sujeito na minha vida, a única visão que eu tinha dele era a da foto mostrando a pica e isso foi suficiente pra eu não pensar em outra coisa. O foda é que eu queria piru no cu e não um vibrador, por isso meu corpo continuou pegando fogo e desejando o noivo sodomita ali comigo.
- Não resisti e enfiei meu consolo na bunda, acredita? – contei pra ele.
- Sério? Soca até o talo pra fingir que é minha pica. Roda ele no cuzinho pensando na minha vara, sua puta!
- Porra, você me deixa com sede! Tô salivando, o rabo não para de mascar.
- Foda que tu precisa de 2 consolos pra fingir que é meu pau, pq eu sou grossão rs
- Eu vi. O que eu quero mesmo é um macho gostoso feito você aqui comigo, nada de vibrador. Alguém pra me fazer chorar na pica, entendeu?
- Só se for agora. Se eu tô aí, tu entra na vara até perder as pregas. Meu caralho te ocupa, vou adorar entrar em vc. Te botar pra quicar sem frescura.
- Caralho, que safado! O cu mela só de imaginar! Huummm...
- Precisa imaginar n, vem me encontrar.
- Tô querendo. Posso ver outra foto da sua pica?
- Pq vc n vem ver ao vivo? Deixo vc pegar nela, mamar e guardar no seu rabo, já pensou?
- Tô pensando agora, delícia! Piscando pensando em você, macho. Quero te sentir dentro.
- Já tomou leitinho no cu alguma vez, já?
- Sim, só do maridão.
- E eu, deixa eu gozar dentro igual teu corno faz?
- Que isso, macho? Acabou de me conhecer, sabe que tenho marido e já quer me engravidar?
- É que a piroca é grossa, odeio camisinha. Tá com medo de sair grávida do teu macho, puta? Achei que era vagabunda de vdd, piranha raiz rs
- E sou. Pedindo com jeitinho na hora da foda, quem sabe eu não libero sem capa? Kkkkk. Minha pele tá arrepiada com esse papo.
- Também tô louco pra fuder, piroca tá o aço aqui. Quero uma vagabunda que aguente no cu sem fazer cara feia, precisa nem chamar no portão. Só entrar, porta tá aberta.
- Tem certeza que eu posso ir? – hesitei.
- Depende. Tu é cadela no cio? Aguenta de boa e deixa montar?
- Como assim, montar?
- Montar por cima de tu. Fuder que nem cachorro de rua, ouvir o barulhinho da rola batendo tua cuceta. É ou n é cadela, porra?!
- Sou! Faço o que você quiser, pode bater. Gosto de comer na mão do macho.
- Então vem. Preciso nem ver teu rosto. Única coisa que eu qro tua é a bunda, de resto... Mas antes tu vai fazer uma parada.
- O quê? Pede que eu obedeço. – perdi a linha na quarta cerveja.
- Bota a calcinha mais fina que tu tem e vem. – “Marido ker CU” pediu.
- Calcinha? Desculpa, não uso. Maridão até pediu uma vez, mas não é muito minha praia.
- Vc é cachorra, ô sua puta! Se põe no teu lugar de fêmea e obedece, faz o que teu macho tá mandando. Já enfiou consolo no cu, qual problema? Põe a porra da calcinha, encrava no rabo e vem. Vou te arrombar, pica chega a pingar. Te aguardo. Em uma hora. Anota o endereço:...
Ele escreveu o nome da rua onde estava hospedado, explicou que se tratava de uma casa isolada e eu pesquisei o endereço no mapa pra ver se era perto ou longe. Pra minha surpresa, o lugar ficava a menos de 100m de onde eu tava, coisa de dois ou três quarteirões de distância da casa de praia da família do meu marido, papo de cinco minutos a pé. O principal de tudo é que eu tava explodindo de tesão, morrendo de vontade de tomar na cuceta e querendo mamar pica, porém ainda faltava o último empurrãozinho pra tomar coragem e finalmente trair o maridão.
- Tô aguardando minha putinha. Saco cheio de leite pra desovar no teu anel, hj tu vai engravidar pela bunda. Toma essa foto pra incentivar. Até mais tarde. – ele escreveu as últimas palavras, enviou uma imagem e saiu do chat, sequer tive tempo de responde-lo.
A foto era tão pesada que demorou a carregar e eu logo entendi o motivo: o peso exagerado e a proporção megalomaníaca daquela jeba eram capazes de fazer todas as outras mídias do chat travarem, acredita? Até em formato digital, “Marido ker CU” era caralhudo terrível e causava transtornos, não era só ao vivo. Quando finalmente carregou, a imagem ocupou a tela inteira do bate-papo, eu babei no sofá e foi impossível manter a boca fechada.
- “ISSO NÃO EXISTE! MEU DEUS!” – minha mente disparou.
Dessa vez, o “Marido ker CU” tava aparentemente sentado no vaso do banheiro, com a perna morena esticada, meia branca no pé e a terceira perna tão comprida quanto as outras duas, fora a largura inescrupulosa. Havia uma veia larga, tortuosa e massiva cruzando a parte de cima da caceta, ela se dividia em várias outras menores e elas davam a impressão do couro ser borrachudo e suculento de mamar, daqueles que você passa um bom tempo sugando antes de engasgar.
As glândulas de Tyson combinavam com o molde graúdo da cabeça e minha língua encheu de saliva, acho que nem preciso dizer que o cu piscou mais que árvore de Natal.
- “Aff! Que sacanagem! Isso não se faz, é covardia”. – só eu sei o quanto o corpo incendiou enquanto meus olhos analisavam cada detalhe daquela piroca grossa na tela do celular. – “E agora? Vou ou não vou? Ir ou não ir, eis a questão...”
O “Marido ker CU” era um absoluto estranho, tinha noiva, usava aliança no dedo e estava no projeto maridão 2026, com planos e sonhos pra se tornar pai de família provedor dali a algum tempo, mas ainda assim me enviou fotos da piroca e compartilhou comigo intimidades que somente sua mulher deveria saber. Eu tinha o endereço, duas fotos da tromba imensa que ele portava e sabia que se tratava de um noivo com fetiche em sexo anal, ainda por cima de casamento marcado pro final do mês.
Essa facilidade com a qual dois desconhecidos falam de cu, traem seus parceiros e trocam juras de gozada dentro me manteve de cuzinho pulsando por muito tempo. Os minutos foram passando, minha hesitação fraquejou e a vontade de dar o rabo venceu. Não pensei muito e resolvi agir no impulso, do contrário nunca teria coragem suficiente pra tomar a decisão que tomei. Fui pro banheiro, me dediquei no banho, deixei o rabo cheirosinho e já estava de pernas tremendo, tanto da adrenalina de me aventurar na madruga quanto por imaginar como seria a foda com o macho noivo.
- “E se ele não me curtir pessoalmente? Tá fácil demais, sei não... E se for emboscada, algum tipo de golpe? Já vi assalto assim em aplicativo.” – minha mente não deu um minuto de paz.
Antes de sair, lembrei do que o “Marido ker CU” pediu, fui no quintal dos fundos e encontrei um biquíni fio-dental que a sobrinha do meu marido esqueceu no varal. Nunca fui desses fetiches, mas o safado soube me deixar na vontade e foi esse mesmo biquininho que eu vesti socado no cu, por baixo da bermuda. Coloquei a blusa, chinelos, passei perfume, peguei chave, documentos, celular e lá fui eu em direção ao endereço indicado.
Levei uns cinco minutos andando, até que cheguei diante de uma casa toda apagada e aparentemente sem movimentação do lado de fora, mas iluminada por dentro e com música alta rolando. O muro alto e tomado por hera não permitia ver o quintal, meu corpo tremeu de nervoso e o coração bateu acelerado, porque, na pior das hipóteses, eu poderia entrar ali e nem sair mais.
- “É agora...”
Pensei em tudo de ruim que poderia acontecer, abri a galeria do celular e as fotos da trolha do “Marido ker CU” me convenceram a levar o combinado adiante, apesar dos riscos. Fiz conforme ele havia ordenado, forcei o portão de madeira sem avisar e entrei, mas não vi ninguém na varanda, apenas a porta da sala entreaberta e a luz acesa.
- Ô, de casa. – chamei.
Sem resposta. Cheguei na porta da sala, abri, meus olhos procuraram qualquer sinal de gente e de repente dei de frente com um morenão muito gostoso sentado largado no sofá, de pernas abertas, bermuda tactel de surfista, sem blusa e com uma lata de cerveja na mão. Entre seus dedos, um cigarro emendado com erva na ponta, cheiro de mato no ar e o olhar avermelhado entregou o jogo: além da vontade de provar sexo anal, o puto curtia queimar um pra relaxar.
- Boa noite, macho. Você que é o-
- Que porra é essa, mermão?! Como tu entrou aqui? – ele fechou a cara, levantou do sofá e veio na minha direção, boladão.
Um outro maluco saiu do banheiro na mesma hora, apareceu na sala e o ambiente me deixou na desvantagem, pois eram dois contra um. A partir daí, já comecei a recuar, me acuei e pressenti que ia dar merda. Eu sabia.
- Quem é esse cara, irmão? Mais um lerdão amigo teu? – o homem recém chegado perguntou.
- Sei lá, não conheço. Ele entrou aqui e deu boa noite. – o moreno respondeu ao amigo, voltou a me encarar e cobrou resposta. – Bora, mermão, desembucha. Dá o papo, nós te conhece?
- Ué, a gente não combinou? – falei.
- Combinamo? Quando? Onde? Tu não é o maluco que vende gelo na praia?
- Não, não trabalho com gelo. Eu sou esse cara aqui, ó. – desbloqueei o celular, mostrei imagens da conversa com o “Marido ker CU” no bate-papo da UOL e o silêncio constrangedor se instalou.
O macho me olhou dos pés à cabeça, fez cara de dúvida, olhou de novo no meu celular e segurou o riso. Quando o amigo dele suspendeu o óculos escuros e se aproximou do meu telefone pra ler o que tava escrito na tela, meu cérebro imediatamente deu um estalo e a memória da praia veio à tona na minha mente.
- CARALHO! VOCÊS SÃO OS GOSTOSOS DE HOJE CEDO! NÃO CREIO! – cheguei a berrar, sem querer.
Não sabia se sentia medo ou tesão, mas acho que o tesão venceu, porque quem imaginaria que eu tornaria a rever aqueles dois? Nem sonhando!
- Pera lá, tu é a “Rabão Agora”? – Rogério, o morenão, arregalou os olhos vermelhos pra mim.
- Sim, sou eu. Mas é O “Rabão Agora”, e não A “Rabão Agora”. Você fez confusão, pelo que eu tô vendo. – corrigi.
- Ah, não! Era só o que faltava, Rogério! Tá de sacanagem que a grande surpresa da minha despedida de solteiro é a porra de um viado, seu merda?! – Breno, o salva-vidas loiro, começou a andar de um lado pro outro, sentou no sofá e virou o copo inteiro de uísque, sobraram apenas as pedras de gelo.
- Tá rolando festinha de despedida de solteiro, eu ouvi bem? – fiquei intrigado.
- É, parceiro! Eu vou casar no final do mês e esse comédia aqui prometeu que ia desenrolar uma porrada de piranha pra gente fazer uma orgia. Já foi maior trabalhão pra enrolar as mulher e alugar casa de praia no começo do ano, mas adiantou de quê?! Nada! Só tem nós aqui! – o loirão ficou puto da vida.
- Ah, então não é ele que vai casar, é você? Caralho, que doideira... Calma, deixa eu ver se entendi. Vocês são héteros e acharam que tavam conversando com uma puta esse tempo todo, foi isso?
- LÓGICO, PORRA! Sou macho! Vou casar, viado, tá surdo?! – Breno fez careta.
- Saquei, saquei. Pior que eu achei que tava conversando com um comedor... Enfim... Quem não entendeu foi seu amigo, expliquei tudo na conversa. Falei que tenho marido, que sou casado com homem e não curto usar calcinha, lembra?
- Pior que eu acredito. É a cara dele aprontar uma merda dessa. Ele confundiu, Rogério é o amigo mais lerdo que eu tenho! Otário. Não sei como eu te botei de padrinho, na moral. – a mão do Breno deu um tapa na nuca do Rogério, em seguida ele levantou, ainda puto, e foi na cozinha buscar mais uísque.
Tão logo eu e Rogério ficamos a sós, o quarentão peludo deu a volta ao meu redor, observou minha traseira e apertou os dedos no volumão da piroca, a mesma pica grossa que me deixou salivando depois de duas fotos no chat. O loiro não estava na sala, eu e o moreno nos olhamos e ele não se abalou diante de toda aquela confusão.
- Se liga, tu é brabo mesmo? – perguntou.
- Brabo? Como assim, brabo?
- As putarias que a gente conversou no bate-papo... É verdade? Tu se garante?
- Você quer saber se eu engulo vara até o talo, é isso? Se eu sou viciado em dar o cu e se aguento tudo na bunda? – provoquei.
- Quero mesmo. Eu curto mulher, mas aquela conversa me deixou de pau duro, não vou te enganar.
- Bom, “Marido ker CU”... A única resposta que eu posso dar é essa, olha. – abaixei a beira da bermuda, mostrei o biquíni cavado no rego, conforme ele havia ordenado, e subi as alças na cintura.
Ainda empinei o corpo pra fazer o coroa pensar, e ele pensou. Pensou, esfregou as mãos e sorriu, depois lambeu os beiços, apertou a marreta na bermuda tactel outra vez e deu pra ver o formato massivo dela, mais grossa ao vivo do que pelas fotos. Rogério poderia ser só um macho que fez confusão no bate-papo, se enganou na hora de planejar a despedida de solteiro do melhor amigo e agora teria que morrer na punheta, mas não, ele não aceitou terminar outra noite na bronha. O moreno então decidiu: já que estava na chuva, era mais fácil se molhar nela do que correr dela.
- Show. O que eu quero saber é... – ele apertou meu pescoço e falou baixinho na minha orelha. – Pode te tratar que nem putinha, pode?
- Deve. Vim aqui nessa intenção, pena que vocês-
- Pena nada, quem tem pena é galinha. Já que só tem tu... – apertou meu queixo, abriu minha boca, cuspiu na minha língua e me abaixou no chão da sala, de joelhos.
Sua próxima ação foi guindar minha nuca e forçar minha cara pra lá e pra cá no volumão corpulento da pica. O cheiro da pentelhada atravessou as costuras do short, umedeceu minhas narinas e eu cheguei a lacrimejar de tesão e de nervoso, pois absorvi toda a maresia masculina ainda presente em seu corpo. Ver a aliança no dedo do filho da puta e lembrar que foi com esse cafajeste que eu conversei no bate-papo fez meu cuzinho latejar.
- Sente o cheiro do meu pau, isso. Tu disse que é puta, agora eu quero ver se é. Heheheh.
Comecei a lamber a rola por cima do tactel, senti a mão calejada conduzir a parte de trás do meu pescoço e ditar o ritmo das minhas chupadas na roupa, mas o mais gostoso foi o gosto salgado da piroca pegar na minha língua através do tecido. Apertei as coxas cabeludas do Rogério, elas fizeram força nas minhas mãos e eu não resisti, tive que abaixar a bermuda de surfista pra ficar cara a cara com a sunga de praia. Azul, pesada, a bengala deitada de lado, o volume já pulsando, dando pulos e derramando babão no elástico folgado. Era a mesmíssima sunga esgarçada que eu vi mais cedo na praia, aquela que não parava de cair na cintura e o obrigava a subi-la a todo momento, lembra?
- Agora sente o gosto, putinha. Vê se é disso que tu gosta. – ele passou as bolas graúdas pela saída da perna da sunga, me deu a esquerda e eu caí de boca como se dependesse da chupada pra continuar vivo. – SSSSS! Tu nem esquenta de eu tá salgado da praia, né? Bem que dizem que viado é foda. Heheheh!
- Gmmm! – bochechei os ovões com carinho, o sabor dos pelos dominou meu paladar e eu nunca lambuzei tanto um escroto, nem nos culhões do meu marido eu produzo tanta saliva.
- AAARFF! Isso, mama na teta da minha piroca! Mmmm... Deixa a pele do meu saco esticar na tua língua, viadão. Marica. Quero só ver se tu é putinha mesmo, vou te avaliar. Ser teu professor, hehehe!
- Com todo prazer. Posso só pedir uma coisa? Não tô acostumado com esse lance de “viadão”, de “marica”, então se puder-
- Ah, não tá!? Pois trata de acostumar, porque é o que tu é! Fruta! Boiola, bicha! Mama essa porra, caralho! Pediu pra ser tratada que nem puta, agora aguenta! Vai comer na minha mão, boca de pelo! UEHEUHE! – mão atrás da minha cabeça novamente, dessa vez ele aumentou a pressão e eu senti as bolas quase chegarem na garganta, de tão fundo que elas foram.
Minhas narinas inalaram a mais pura safra de testosterona que um pedreiro rústico e quarentão feito o Rogério pode exalar, me deu até zonzeira nessa hora. A aliança enroscou no meu cabelo enquanto ele guiava minha cabeça e esse detalhe do macho ser casado tornou a fazer meu cuzinho pedir atenção. Meu pau endureceu no meio do bola-saco, penteei a pentelhada com a língua e a piroca dele envergou na sunga, derramando mais babão conforme eu lambuzava os bagos.
- FFFFF! – ele tremeu. – Te enganar não? Até que tua boca é quente, parece um veludo bom. Deve engolir rola todo dia, engole não?
- Sou casado, lembra?
- Teu marido que é sortudo de ter um mamador desse na coleira. Será que aguenta minha vara toda, hein? Mmm!
- Só tem um jeito de descobrir, macho. – me preparei pra descer a sunga, mas alguém entrou na sala e interrompeu.
- TÁ MALUCO, ROGÉRIO?! – Breno viu o que estávamos fazendo e ficou incrédulo. – TU É VIADO, FILHÃO!?
- Ô, ô! Sem escândalo, meu parceiro. Tu me conhece, sabe que meu negócio é buceta. Tá me estranhando?
- E TÁ BOTANDO ESSE VIADO PRA MAMAR POR QUÊ!?
- Porque eu não quero morrer na bronha, mermão. Ou tu acha que ele me chupar vai fazer eu desgostar de xoxota!? Sai fora, quero mais é gozar e ser feliz. Boca é boca, que se foda.
- SÓ PODE TÁ BRINCANDO, ROGÉRIO! NA BOA, NÃO ACREDITO! – o loirão sentou no sofá, olhou pra gente e não soube como reagir.
- Tu não mandou arranjar uma puta, Brenão?
- Mandei, cuzão, mas era puta mulher, não um... Não um viadinho casado. Com todo respeito à tua preferência, chapa. – Breno acenou pra mim.
- Acertamo na loteria e tu ainda não viu, amigão. Era pra desenrolar puta e eu encontrei uma mina de ouro, tu tá por fora. Esse viado dá tudo que a gente quer. Vai amarelar agora?
- Comer viado, Rogério? Sério? Nessa altura da vida?
- É... Vou ter que te convencer do jeito difícil. – Rogério lamentou as falas do Breno e me olhou com cara de pena.
Num só movimento, ele arriou a sunga, botou a giromba pra fora e eu mal tive tempo de apreciar aquela pica que tanto admirei por foto, porque o morenão parrudo confiou na minha habilidade oral, quis impressionar o amigo e afogou 23cm goela adentro numa só tacada, a ponto do meu nariz mergulhar nos pentelhos escuros e o queixo receber sacadas. A mão do Rogério abriu atrás do meu crânio, ele forçou a cintura e embrulhou minha cara em torno do porrete, minha única resposta possível foi engolir no talo e gargarejar.
- AAAARGH, SSSS! TÔ DIZENDO, BRENÃO! TÁ PERDENDO, VACILÃO! O VIADO É BOM, CONFIA!
- Caralho, Rogério! – embora não quisesse admitir, Breno não tirou os olhos de nós e ficou impressionado com a visão das engolidas que eu dei na mangueira do colega dele.
Tentei segurar a piroca com uma mão, mas foi anatomicamente impossível e essa percepção me deixou ainda mais sedento. Como faz pra tragar uma pica que é quase da largura do meu antebraço? Também não sei como fiz, só sei que me atraquei nela, peguei embalo na pressão que o Rogério aplicou atrás da minha cabeça e arreganhei os lábios pra fechá-los no talo da peça, aí sim me vi completo e desfrutei de uma luxúria arrebatadora. Sabe que luxúria foi essa? A de ter a mandíbula exaurida na envergadura do caralho de um peão rústico, casado e muito bem servido.
- SSSSS! A BOCA DESSE BICHA É MAIS QUENTE QUE A DA MINHA MULHER, BRENÃO! TÔ DIZENDO, ABRAÇA O PAPO! FFFF! – o parrudo agarrou meu crânio, jogou a cobra na minha faringe e eu não sei de onde tirei tanta profissionalidade pra ser entubado sem tossir.
- Para com essa merda, Rogério! Bagulho de vacilão, mó papo torto. – Breno insistiu na negação, apesar de continuar vidrado na gente.
- TORTO É MEU CARALHO NA GARGANTA DESSA PIRANHA, Ó! OOORFFF!
- GHHHRR! GHHHRR! – comecei a engasgar, abracei o sacana pela cintura e só me preocupei em dar a ele o melhor boquete de sua vida heterossexual.
Quando a madeira latejou além das minhas amídalas e derramou babosa, os dedos dos pés grudaram nos chinelos de dedo e Rogério soltou um urro de prazer que fez o Breno arrepiar na poltrona. Foi a primeira vez que vi o loiro apertar a piroca na bermuda e confesso que o cu deu uma trancada sinistra nessa hora, mas ele continuou resistindo e se fazendo de difícil enquanto acompanhava caga engolida minha na caceta do amigo.
- ABRE A BOCA PRA EU FUDER, ISSO! GRRRR! BOCA QUENTE, VIADO GULOSO! – às vezes o coroa dava pauladas na minha língua, jogava cuspe e empurrava o quadril até eu suar e lacrimejar de nervoso, mas eu não queria sair dali por nada.
Meus joelhos arderam no tapete da sala, muita saliva escorreu dos meus lábios e as lágrimas também rolaram, mas o detalhe mais gostoso de todos foi o suor do Rogério pingando no meu rosto e me batizando no cheiro delicioso de macho casado. Nunca foi tão bom mamar um moreno pentelhudo e com porte de pedreiro, e o melhor é que ele prendeu minha cabeça e comandou a garganta profunda do início ao fim, nada de mamadinha superficial só na ponta da língua não.
- CHUPA ESSA PICA, CHUPA! ENGOLE TUDO, PRO MEU PARCEIRO VER! SSSS! ISSO, VIADINHO! TOMA NA CARA PRA APRENDER! UEHEUHE! – ele se divertiu brincando de arregaçar minha goela, depois olhou pro Breno e refez a oferta. – E tu, compadre? Vai ficar olhando ou vai vir pegar teu presente de despedida de solteiro?! Bora logo, porra, não tá vendo que o viado é amolador de espada profissional? Se é bom de boca assim, imagina dando a bunda! Hmmm!
Rogério negociou meu corpo e minhas habilidades sexuais com o amigo dele sem nem perguntar antes se eu queria, ou seja, virei mera mercadoria sendo trocada na sala da casa de praia daqueles dois. E detalhe: isso porque eles tinham suas respectivas mulheres, imagina se não tivessem.
- Bora, Breno, chega mais. Ou vai dar uma de voyeur vendo a gente?
- Ô, louco, Rogério! Gosto de buceta, meu parceiro, minha rola nem sobe vendo essas coisas não. Viadagem me brocha.
- Tem problema não. O viado é bom de boca e põe ela em pé em um minuto, tu vai ver. Vem cá. – o morenão puxou o loiro pelo braço, arriou a bermuda dele na marra e libertou aquela sunga volumosa, vermelha e pesada que eu tanto manjei na praia.
Pra minha surpresa, Breno já tava galudão, de malote armado, a marreta dando seta pro lado e tortona pra cima, com a cabeça inchada pra quem quisesse ver. Mesmo alegando que a ereção não ia acontecer, deu pra ouvir o saco do macho roncar e minha atenção acabou dividida entre engasgar na glande do Rogério e iniciar o colega dele na arte de ser engolido.
- Posso? – perguntei, antes de começar.
- Sei não. Vou logo avisando que meu pau não vai ficar duro, viado, com todo respeito. É que não é a minha praia, tá ligado? Sou hétero, não adianta tentar me convenc...
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