Uma mulher leva o seu companheiro para uma consulta médica e um novo tratamento para emagrecer. Talvez a sua ideia esteja além de apenas fazer o seu companheiro perder peso.
(Essa é uma história de ficção erótica. Todos os personagens e situações dessa história são fictícios e todos personagens tem mais de dezoito anos de idade. Não existem doenças sexualmente transmissíveis de qualquer tipo no universo dessa história.)
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A sala de espera se encontrava vazia. O som é apenas quebrado pela recepcionista digitando algo em seu computador.
Olho um pouco para a minha namorada, lendo com atenção alguma matéria em seu celular e depois para a pilha de revistas antigas arrumadas na mesinha de centro. Acho que faz algum tempo que ninguém pega uma delas nas mãos.
Já faz algum tempo da minha última visita a um médico. Eu sempre me considerei jovem e saudável, embora esteja acima do peso ideal para a minha altura. Eu nunca fui magro.
Adriana e eu já moramos juntos há quase dois meses, embora já estejamos namorando há alguns meses. Precisei procurar alternativas ao aumento alto do meu aluguel e acabamos decidindo por juntar as nossas coisas. O apartamento de Adriana é maior e tem um quarto a mais que o meu.
A minha companheira, dois anos e um pouco mais velha do que eu, é uma advogada recém formada. Ela ganha mais que duas vezes mais do que eu. Eu fiz apenas o primeiro semestre da faculdade de computação, mas estava difícil conciliar os meus horários de serviço com as aulas e estava complicado pagar o valor da mensalidade, então acabei por desistir por algum tempo. Eu trabalho com a montagem e manutenção de computadores.
A recepcionista nos pediu para entrar e abriu a porta de um consultório. A minha namorada despertou de sua concentração e estamos na consulta.
Nem Adriana e nem eu somos altos, temos praticamente a mesma altura embora eu ainda seja uns dois centímetros maior que ela. A médica é mais alta que nós e nos cumprimentou de forma simpática. Ela deve ter uns dez ou mais anos do que eu.
Fez diversas perguntas sobre o meu histórico médico e alguns hábitos. Foi a certa altura que Adriana complementou:
— O João já tentou começar a academia por duas vezes, mas nenhuma delas durou mais de uma semana. Eu me preocupo muito com o seu futuro.
Na verdade eu já tinha tentando mais, antes de conhecer a minha companheira, mas detesto exercícios físicos e nunca avancei muito nessa ideia. As aulas de educação física na época do colégio sempre foram um pesadelo.
A médica falou, parecendo se dirigir mais para a minha companheiro do que para mim:
— Vou pedir alguns exames para conhecê-lo um pouco mais. Eu tenho um colega que está trabalhando em um tratamento novo que se mostrou bastante promissor, infelizmente ele ainda não consta de tratamentos cobertos nos planos de saúde.
Antes que eu pudesse dizer algo Adriana falou:
— Nós temos interesse.
Um pouco inseguro perguntei:
— Tratamento novo quanto?
Me olhando um pouco ela respondeu:
— Não se preocupe, já passou por todas as avaliações e testes dos órgãos competentes e está entrando agora no mercado. Mostrou excelentes resultados para emagrecimento e controle de peso sem exercícios. Acredito que o senhor se encaixa perfeitamente.
A nossa consulta logo chegou ao fim.
***
O clima no carro estava tenso. Acho que Adriana podia sentir a minha desaprovação e insegurança em relação ao tal novo tratamento.
Mas a discussão surgiu quando entramos em casa. Adriana estava irritada com as minhas diversas perguntas para a médica e a minha visível relutância.
A minha companheira sempre teve uma postura mais dominante, chegando a ser quase autoritária em alguns momentos. Com voz decidida falou:
— Eu te amo e quero ajudá-lo. O seu momento é agora. Você ganhou peso desde que nos conhecemos e acho que isso apenas vai piorar.
Eu havia ganho alguns quilos. Adriana tem uma mão muito boa para bolos e tortas como nunca tinha provado antes. Um regime me passou nos pensamentos várias vezes, mas nunca o levei adiante. A minha voz saiu fraca quando concordei em realizar o tratamento.
O beijo de alegria de Adriana foi intenso. Com certa pressa ela tirou a minha blusa e fomos nos beijando e trocando carícias para o nosso quarto.
A minha companheira está mais agressiva do que o normal. Tirou com pressa as minhas calças e a minha cueca. Me jogou sobre a cama e as suas mãos me tocaram com força.
O meu pinto já mostrava os seus sinais de despertar. Adriana gosto de sexo tanto como eu. Embora ela faça pouco sexo oral, os seus lábios tocaram e lamberam o meu pinto. Eu não sou dos mais dotados, mas sei como usá-lo.
A boca de Adriana é maravilhosa e ela sabe o que fazer. Seus dentes me tocam de leve as vezes e ela sabe exercer a pressão adequada. Seus movimentos são perfeitos. Eu me seguro, não quero gozar, quero penetrá-la, mas ela me segura, está no controle da situação. Ela nunca gostou de esperma.
Entre meus gemidos, tento pedir para ela parar. Não posso me segurar eternamente. Não aguentando mais grito de prazer num orgamos intenso.
Adriana sobe sobre mim. Ainda em estado de torpor os seus lábios tocam a minha boca. Ela sabe o quanto odeio as vezes que ela fez isso e eu senti o meu esperma, mas me mantive firme para não quebrar o clima. Senti o meu pinto começando a amolecer.
Ela sabia que qualquer tentativa de penetrá-la seria infrutífera. Puxou a minha cabeça e não demorou para eu sentir o gostoso sabor de sua xoxota na minha boca. Eu amo demais a minha namorada.
***
O endereço se encontrava num bairro calmo formado predominantemente por casas e ruas arborizadas. Estávamos longe do nosso lar.
Paramos em frente a um pequeno sobrado com um jardim em frente. Ele me pareceu um imóvel residencial transformado em clínica.
Fomos recebidos por uma jovem secretária simpática. A sala de espera funciona no que parece ser a sala de estar de uma residência.
Respondi algumas perguntas puramente cadastrais. Em uns dez minutos fomos convidados para subir para um consultório no andar superior. Tudo é bem arrumado e decorado na clínica.
O Dr. Samuel nos recebeu de forma simpática. Ele é um homem alto, tem um corpo bem definido, voz grossa e um sorriso amigável com uma barba rala. Adriana e ele já haviam conversado por telefone.
Adriana e eu explicamos a minha situação e o encaminhamento para a clínica e o novo tratamento. Respondi inúmeras perguntas, o médico analisou os meus exames recentes, nada fora do comum em uma primeira consulta. Depois o médico comentou:
— Sr. João, o senhor é um caso clássico de metabolismo lento e vida sedentária. Tudo piorará muito nos próximos anos, ainda bem que o senhor está aqui. Problemas como diabetes e pressão alta, entre outros, logo se tornarão uma realidade.
Eu fiquei ainda mais preocupado. Eu sabia que esses são problemas comuns no sobre peso. Ele continuou:
— Felizmente você está aqui para o tratamento e em breve isso não será mais um problema.
Muitas explicações, algumas técnicas demais, prosseguiram. O médico tirou as minhas medidas. Um pouco preocupado, manifestei a minha insegurança em relação ao valor do tratamento. Um pouco irritada a minha namorada falou:
— Já conversamos sobre isso. A minha promoção salarial está para acontecer e o doutor foi generoso em suas prestações e descontos.
Adriana cuida do nosso orçamento doméstico com rigor, então fiquei mais tranquilo. A minha voz saiu insegura quando perguntei:
— Quando eu começo então?
— Agora mesmo.
Ele me entregou alguns documentos a serem assinados. Haviam diversos trechos com termos médicos e as cifras financeiras me deixaram um pouco inseguro. Eu queria adiar e pensar melhor em tudo isso, mas isso com certeza irritaria a minha companheira.
A minha companheira assinou como fiadora do tratamento, pois o seu salário é maior. Eu assisti ao médico preparando uma injeção e fazendo alguns comentários inúteis.
Ele passou álcool em meu braço. Eu sempre me senti desconfortável nessa situação, mas virei o meu rosto e me mantive firme. Logo senti a picada.
O local pareceu ficar quente por um momento. Dr. Samuel comentou:
— Vamos aguardar um pouco.
Eu pude sentir mais insegurança em sua voz que antes, mas preferi nada comentar a esse respeito. Adriana fez novas perguntas para ele que as respondeu com toda a atenção.
O médico falou e entregou receitas para Adriana sobre os remédios que eu deveria tomar e a nova dieta a ser seguida e o seu grau de importância para o tratamento.
Depois de um tempo a nossa consulta foi finalizada. Me senti mais aliviado deixando o local e ansioso pelos resultados.
***
Eu havia preparado o nosso café da manhã. A diferença entre a alimentação de Adriana e a minha é muito gritante.
Olhei com um pouco de inveja ao seu sanduíche de frios, enquanto eu estava com o pão proibido e só posso comer uma fatia de queijo branco e fruta. Embora os primeiros dias tenham sido mais difíceis, eu nunca vou me acostumar com isso.
Toquei a minha barriga com uma dose de orgulho. Embora eu não tenha me pesado ainda, posso sentir ela um pouco mais enxuta, embora o fator psicológico sobre isso deva prevalecer.
Antes de sair tomei mais uma cápsula do meu novo remédio feito na farmácia de manipulação, um dos três que tomo por dia. Estou seguindo tudo com bastante rigor.
Adriana foi dirigindo para a minha segunda consulta. O nosso carro, um modelo de mais de dez anos, é na verdade dela, então ela dirige mais do que eu. Nem parece que uma semana já passou.
Como da outra vez fomos muito bem recebidos. Não demorou para estarmos mais uma vez respondendo a perguntas e realizando novas medições. Alguns toques do médico no meu corpo sobre a roupa me incomodaram um pouco. Eu fiquei muito contente com a notícia e confirmação da minha perda de peso. Em certa altura comentei:
— Parece que uma parte da minha gordura corporal seguiu para as minhas coxas. Isso é possível?
Com atenção o doutor respondeu:
— O seu corpo ainda está se readequando ao novo metabolismo que ele está ganhando. Não se preocupe.
Eu preferi omitir, sentindo um pouco de vergonha, que os meus peitos parecem estar mais sensíveis e levemente inchados. Adriana felizmente não percebeu isso.
Recebi uma nova aplicação da injeção. Fiz algumas perguntas sobre ela para o médico, mas as suas explicações são mais técnicas que em uma linguagem compreensível. Também levantei possibilidades de uma flexibilização da minha dieta, que teve uma diminuição grande do consumo de carnes e um corte total de açúcar, mas ele comentou com certo rigor que esse ainda não é o momento.
***
Um pouco irritado abri a terceira ordem de serviço do dia. Com atenção eu li a descrição do problema.
Hoje está sendo um daqueles dias onde nada parece dar certo. Fiquei mais de uma hora num problema óbvio, mas demorei para perceber e cometi alguns erros que não seriam comuns.
Acho que está difícil para me concentrar em alguns momentos. O pensamento parece vagar com mais facilidade.
Aproveitei e fiz uma pausa ligeira. Um café forte aditivaria novamente os meus pensamentos. Nem todos os dias são dos melhores.
***
Mesmo que seja um dia de Adriana fazer a nossa refeição matinal ela me perguntou se eu poderia fazer e eu atendi ela. Ela trabalha bastante e está cansada em alguns dias. Tenho pegado algumas atividades a mais nos últimos dias.
Eu penso bastante em um gostoso pão com manteiga feito na chapa, enquanto mastigo pedaços de uma pêra. Nunca comi tantas frutas na vida.
Já estou a duas semanas no novo tratamento. Embora eu me sinta muito mais disposto e a minha barriga esteja visivelmente diminuindo, parece que em muitas situações eu estou com as emoções mais descontroladas, em uma situação eu perdi a calma e quase discuti com o meu chefe, isso nunca aconteceu antes. Às vezes me sinto inseguro.
Seguimos para a minha terceira consulta com o Dr. Samuel. Adriana sempre comenta sobre a satisfação com o novo tratamento, mas eu eventualmente penso que pode ter algo errado. Prefiro guardar essa percepção para mim.
Logo estávamos novamente respondendo perguntas do Dr. Samuel. Ele me parece mais sério que as outras consultas e quase ríspido em alguns momentos, como quando perguntei sobre as minhas coxas estarem mais grossas e achar que tem algo ficando errado no meu quadril.
Como das outras vezes, ele me pediu para levantar para as minhas medições. Mas o seu segundo pedido me surpreendeu, quando ele me pediu para tirar a minha camiseta.
Fiz com um pouco de receio. Os meus peitos estão mais inchados e ganharam um formato levemente arredondado, as minhas pequenas aréolas masculinas estão um pouco maiores e eles incomodam continuamente sobre qualquer camiseta. Inseguro perguntei:
— Eu estava com um pouco de receio de perguntar sobre isso, Doutor.
Havia sido impossível não ter comentado e mostrado o fato para Adriana nos últimos dias. Algo no tratamento pode estar potencialmente errado. Talvez algum tipo de desarranjo hormonal.
De forma inesperada o médico tocou um dos meus seios. O inesperado arrepio e uma rápida onda corporal me fizeram gemer involuntariamente. Só consegui abaixar a cabeça e ficar em silêncio com vergonha.
Ele fez novas medições. O meu corpo parece estar ainda mais sensível a certos toques de sua mão e da fita métrica, isso não me parece normal.
Fiquei muito contente com a nova diminuição da minha cintura e do meu peso. Esse fato afastou outras preocupações. O tratamento está dando certo.
Como das outras vezes, tomei mais uma dose da injeção. Por um momento pensei em perguntar por quanto tempo ainda tomaria ela, mas achei melhor não perguntar. O importante é o sucesso do tratamento.
Dr. Samuel, comentou ao final da consulta que me encaminhará para um profissional de massagem terapêutica e o quanto isso será importante no meu tratamento.
***
Saindo de um beijo quente, chupei os deliciosos peitos da minha companheira. Eu adoro fazer isso.
Adriana tocou o meu pinto e me estimulou um pouco. O seu toque é muito gostoso, mas inesperadamente eu o senti ainda flácido.
A minha companheira o estimulou um pouco e acelerou os seus movimentos com precisão. Em outras situações eu logo teria pedido para ela tomar cuidado para não me provocar um orgasmo antecipado, mas na presente situação o meu pinto parece completamente morto.
De forma inesperada a sua mão tocou o meu peito fazendo uma certa pressão. Um pouco assustado com o seu ato e sentindo o prazer do seu toque eu gemi mais alto.
Ela me acariciou com habilidade e eu tentei me afastar. Cada movimento dela me provoca um arrepio inesperado. Ela percebe e me segura com mais força.
Eu deixo de tentar lutar contra isso. Meus pensamentos ficam confusos e apenas as ondas de prazer que me invadem são importantes.
O orgasmo me atinge intensamente. Meu corpo perde as forças. Adriana me beija com força e desejo.
Eu toco o meu pinto lambuzado de esperma, mas se mantendo completamente mole. Como isso é possível?
A minha namorada está sorrindo. Por algum motivo incompreensível ela parece feliz com a situação. Não tenho muito tempo para pensar a respeito. Ela puxa a minha cabeça para o meio das suas pernas. Eu sinto o doce aroma da sua xoxota.
***
Eu tentei argumentar. A notícia me deixou arrasado. Precisei segurar as minhas lágrimas enquanto estava diante do meu chefe, mas não aguentei e chorei muito após chegar em casa.
Depois de quase três anos na empresa eu fui demitido. Ele foi educado e citou um corte urgente de custos. Eu não entendo, a demanda de trabalho está alta e recém foram fechados dois novos contratos.
Felizmente a minha companheira foi bastante compreensiva. O salário dela conseguiria manter as contas e eu poderia assumir mais tarefas domésticas e ela poderia se dedicar mais ao trabalho. Uma divisão justa até eu conseguir uma nova ocupação.
Eu achei ela até calma demais com o fato. Isso me deixou mais relaxado com a situação.
***
Achei engraçado quando me dei conta que havia sentado no vaso sanitário para urinar. Fiz o ato sem pensar a respeito.
Tirei a roupa para tomar banho. O tecido das roupas que sempre usei parecem diferentes, incomodam mais.
Já sem roupas, passo a mão pela minha barriga. Ela nunca esteve tão firme e o meu abdômen tão definido. Mas deslizei a mão pelos meus braços. A minha pele parece inexplicavelmente mais macia e os meus pêlos corporais mais finos e ralos.
Entrei embaixo d'água ainda pensando no fato. O toque da água batendo no meu corpo me desconcentra. Parece que os toques me excitam de alguma forma. Me secar depois é ainda pior.
***
Chamei um motorista por aplicativo e ele me levou até o local indicado, um prédio comercial de aparência antiga onde eu contei apenas sete andares.
A minha entrada foi liberada por um senhor de mais de sessenta anos que apenas perguntou o meu nome e onde eu iria. Pareceu rabiscar algo sob uma mesa.
Subi por um elevador velho que até dava medo e logo estava diante da porta fechada do meu destino.
Hesitei um pouco. Eu nunca fui em um massagista na vida, nunca havia pensado a esse respeito. Sabendo que seria melhor seguir logo o meu encaminhamento médico apertei a campainha. Um pouco depois o gigante abriu a porta.
O homem que me convidou a entrar é imenso, deve ter trinta ou quarenta centímetros a mais na altura. Seus braços são largos e muito fortes, com certeza alguém frequentador assíduo de uma academia. Tentando ser discreto olhei apenas por um momento as tatuagens em seu braço.
Entrei em uma sala simples e com algum tipo de odor de incenso. O homem falou com a sua voz poderosa:
— Eu vou lavar as minhas mãos e preparar tudo, pode tirar a sua roupa e se deitar na maca de barriga para baixo.
Eu havia vestido uma roupa larga e confortável, então a informação me surpreendeu. Ele pareceu adivinhar os meus pensamentos e já se afastando falou:
— Pode ficar apenas de cueca.
Eu pensei em me desculpar e ir embora. Depois pensei em expressar um certo desconforto com o pedido. Depois fiz o que ele pediu, melhor passar logo por isso.
A maca tem uma espécie de buraco olhando para baixo e onde acomodei a minha cabeça olhando para o chão branco e bem limpo.
Não demorou para eu sentir o primeiro toque no meu corpo espelhando algum líquido de cheiro doce.
Os primeiros toques foram mais leves, mas esses não demoraram a ficar mais intensos. Fechei os meus olhos e mordi os meus lábios, os toques estavam sendo prazerosos.
Cada toque, cada beliscão, cada mudança de pressão ecoava no meu corpo como um trovão. Mesmo tentando resistir, me perdi no mar de sensações.
Em alguns momentos não consegui me conter e gemi, mesmo sentindo vergonha com o ato. O massagista apenas fez um ou outro comentário sobre a sua atividade, que nem prestei atenção. A minha respiração parece cada vez mais pesada.
Eu demorei para entender o seu pedido de me virar. Fiquei alarmado, pensando que estaria expondo o meu peito, mas fiz o que ele pediu.
O profissional nada comentou de diferente. Eu desviei o meu olhar do seu rosto olhando para o teto e a parede oposta e deixei ele trabalhar.
Não sei até onde pude esconder o meu rosto de vergonha. Estando olhando para cima é impossível ele não perceber os meus gemidos eventuais que não consegui conter. O meu gemido foi mais alto e inesperado quando ele tocou o meu peito e depois falou:
— Não se preocupe, algumas partes do corpo são mais sensíveis que outras.
Senti vontade de chorar quando ele mexeu nos meus seios. Meus lábios quase sangraram tentando conter que manifestações saíssem dele. Me contive para não requisitar uma interrupção.
Finalizado o tratamento me vesti e deixei o local o mais rapidamente possível, com a certeza que nunca mais voltaria. Eu nunca senti tanta vergonha na vida.
***
Continua…
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