O que vou tentar descrever, passou-se no ultimo carnaval. Eu que passei a ser escrava da minha Rainha, 24/7. Era um homem dito "normal", até há bem pouco tempo. O carnaval para mim iniciava sempre na sexta e seguia ate terça, sem interrupções, eram sempre 5 noites de muita animação.
Este ano tudo mudou. Eu desde Junho passado, até agora, Fevereiro do ano seguinte, declarei-me submisso à minha esposa, desde então, a minha vida mudou por completo. Progressivamente, em 8 meses, passei de homem livre a homem submisso, pedi para ser escravo, há muito tempo que o desejava, mas nunca pensei que a mudança fosse tao grande, que minha esposa aceitasse e me escravizasse de maneira tao intensa. Inicialmente eu comecei por pedir para ser eu a fazer todo o trabalho em casa, pedi-he que mandasse em mim, quis iniciar o uso de cinto de castidade. Esse foi o passo para a escravidão total. Aos poucos, a minha esposa foi entranhado a ideia de ser Rainha. Passou rapidamente a perceber que quanto mais agia como Dona, quanto mais me humilhada, mais eu a queria, melhor a servia, resumindo, percebeu que ao colocar-me preso no cinto, podia fazer tudo o que quisesse comigo. Sem nunca ultrapassar alguns limites, controla tudo o que faço. Eu como primeiro impulsionador, passe a deixar até de ter vontade, a minha vontade é apenas e só a de servir a minha Dona e quem ela desejar convidar, estat sempre disponivel para Lhe satisfazer todas e quaisquer vontades.
No principio, quando eu cometia algum deslize ou falha mais grave, como por exemplo, responder com modos nao tao corretos e que nao estavam de acordo com a minha condição de escravo, era castigado com mais tarefas dificeis e algo mais humilhantes, como limpar as wc, os seus sapatos... e claro, ficava inibido de tocar em qualquer parte do corpo de minha dona, a nao ser que Ela quisesse que lhe lambesse as solas dos pés, como forma de humilhação e castigo. Mas rapidamente os castigos foram alterando, pois Ela viu que isso era quase prémio. Passei a ter outras privações, como, um, ou mesmo dois dias sem poder comer nada. Apenas água, e aquela que me autorizar, normalmente, água onde seus pés estiveram a fazer esfoliaçao, adicionando algumas boas cuspidelas e por vezes ainda alguma quantidade de urina, para me lembrar do gosto de quem manda.
Presentemente, todos os dias tenho a obrigação de fazer um relatório detalhado de todo o dia, principalmente ficou como obrigatório a indicação de todas as falhas que eu proprio dou conta de cometer, bem como aquelas que me vao sendo dadas, de cada vez que sou chamada a a atenção.
Nao se admirem que me trate no feminino, sinto-me cada vez mais, escrava em vez de escravo. Cinto de castidade permanente, faz sentir isso. Depois já nao chamo penis ao que lá está, mas sim um clitóris, bem como o ânus funcionar como cona ou
Perdoem a descrição longa,.Antes do episódio que vamos viver de seguida, mas precisava colocar algum enquadramento, para que quem lê pela primeira vez, algo meu, possa compreender melhor.
Passemos entao à quinta feira, véspera do dia da enauguração de cada carnaval.
Ah, mais uma coisa, daqui para a frente o meu nome, ou seja o nome da escrava é, flávia, embora seja quase sempre apelidada de escrava.
19 horas de quinta-feira, a escrava chega a casa, depois de um dia inteiro de trabalho no escritório, vai saudar a sua Rainha, que chegou há algum tempo, também de seu trabalho, está no escritório de casa, ao PC, Passa muito tempo assim, preparando trabalho para o futuro, resolvendo questões anteriores e claro, visitas as compras online, de preferência moda.
Aproximo-me, bato ligeiramente na porta, manda que aguarde ali mesmo, como hábito, ajoelho-me a aguardar nova ordem.
Entretanto Ela diz lá de dentro, coloca os grãos de milho debaixo dos joelhos e espera. Coloquei os dolorosos grãos, sao pequenos mas com alguns bicos, em 10 minutos já é duro, e foram cerca de 15 minutos, a Rainha chega, baixo mais a cabeça para lhe beijar os sapatos, mas levo um pontapé na boca, foi instantâneo. Fiquei estática. -Estás de castigo e é por tempo indeterminado, nao gostei minimamente que tenhas chegado meia hora atrasada.
Pensei, eu que tudo faço... mas escrava é escrava e só me resignei ao sofrimento e submissão, - podes esquecer o carnaval. Este ano, já pensei, vou castigar-te o maximo que a minha imaginação e a de mais três amigas, tivermos. Vai ser naon3 nem 4 dias, sao 6dias e noites de muito gozo para nós, tu, escrava, vais suplicar por clemência que nunca será concedida. Agora prepara jantar para nós 4, Eu, a Bia, Marie e Céu, devem esta a chegar e depois exijo que sejam recebidas com excelência.
Faz aquela salada que eu gosto e acompanha com filetes e um bom branco.
Corre que as 20:30 queremos estar a mesa.
- Sim Senhora, e corro a preparar tudo, felizmente tinha todos os ingredientes em casa. Só fui colocar mais uma garrafa de vinho no frio.
Estava já tudo pronto, eram 20:15, chega o carro com as amigas R, a minha Dona.
Já era do conhecimento delas a minha submissão, nao deveriam saber ainda tudo...
O carro para, minha dona fica à porta de casa, manda-me abrir a porta uma a uma e ajudar cada uma a sair, lambendo as solas dos sapatos de cada uma, sem mais cerimónias, ali estava eu na rua, no maximo estariam 6 ou 7°, apenas tinha um avental, parece um mini vestido, aberto nas costas e como uma mini saia curtíssima, todas viram o cinto de castidade e como minha Dona mandou antes, eu tinha ainda um plug anal, colocado, este era um plug de castigo e humilhação, 4,5 cm de diametro com quase 20cm de comprimento, depois uma cauda a imitar uma cadela ou próximo disso. Foi um riso geral e alguma cuspidelas no meu rosto, mandavam que abrisse a boca e engulisse. Começava bem esta festa...
Segui-se o jantar, eu claro que servindo comida, bebida e os pés das senhoras.
Divertiam-se ainda com o meu plug, este é de silicone mas tem uns contornos metálicos que adivinhe-se, para me torturar com choques eletricos além da vibração.
Suplício de jantar, eu que já estava sem poder comer nada, já há mais de 25horas, continuava ali a ser humilhada e torturada para gozo de todas. Lembro que mesmo com o cinto colocado e tudo o resto, eu estava com uma excitação enorme, o meu clitóris dava saltos dentro da gaiola, provocando uma dor enorme na base dos testiculos, apertados pelo anel do cinto.
Terminado o jantar, claro que arrumei tudo, sobrou muito pouco do jantar, a salade que era deliciosa certamente, sobraram 4 pedaços de tomate umas folhas de rúcula, e uns vestígios de burrada, dos filetes, pouco mais que alguns grãos da cobertura.
Minha dona mandou que trouxesse a pia de cão, onde eu costumo comer, quando sou autorizada. Já com os restos dos seus pratos dentro, mandou que colocasse um bocado de pão que estava na caixa, já com bolor, depositei, minha dona perguntou se alguma amiga queria 'temperar a salada' da escrava, coitada já esta em jejum pelo menos há 28 horas, dá-me gozo, prazer em que ela sofra fome e sede. Tem que alargar para que se sinta uma escrava verdadeira.
É só mais uma forma de a domesticar.
Então todas quiseram participar, cuspiram vezes sem conta naquela mistura que ja de si, era bem nojenta, minha dona ainda me mandou buscar as cascas da fruta que tinham comido, cascas e caroços de maçã.
- Agora novamente uma por uma, as Senhoras calcam com seus saltos esta deliciosa mistura, e eu a escrava vou lambendo salto após salto, daqueles que são os que me vao pisar, castigos e humilhar, por estes dias de carnaval, que nem iniciou. Minha Dona dispensa este gozo para suas amigas, vai apenas dando ordens como, vá cadela, delicia-te com este manjar, lembe cada salto, mostra que estas grata por te deixarem interromper o jejum, aproveita bem, que nao sabes nunca quando é que te concedo outra refeição.
Por mérito nao comerias nunca. Pois és uma escrava miserável, nao há tarefa em que nao se encontre uma falha. Mas disso ja iremos reunir em seguida. Será um final de dia, ou noite em apoteose. O pelourinho espera por ti, os chicotes, as palmatorias, as varas... Tanto para te aplicar, e nem me canso, somos quatro se uma ordenar 20 açoites, recebes 80 e melhor, será sempre muito variado, cada uma tem um instrumento, agora termina rapido lambe todos os saltos que ainda têm o teu jantar. Está a ficar tarde para a sessao plenária.
E ainda com um resto dentro da pia, fui obrigada a terminar, no final, com sorte poderia limpar o restante.
Agora na sala de estar, duas senhoras em cada sofá eu ja presa no pelourinho, ali bem no centro, numa posição muito humilhante e dolorosa, posição de joelhos, mas um varão passa pela parte de trás dos joelhos, outro passa por cima dos peitos dos pés outro ainda na frente da cirura, terminando com um outro arredondado que prende o resto do corpo, segurando pela nuca. Um verdadeiro instrumento de tortura.
Minha Dona pega agora na folha de serviço do dia, lá constam 10 falhas leves que eu auto revelei, 3 graves. Da parte Dela haviam 7 falhas muito graves.
De seguida as quatro Senhoras sentenciam qual o castigo total das 20 falhas, atribuíram nada menos que 15 açoites por falha, 300 açoites que eu vou agora sofrer, sendo obrigada a contar cada um, e no final.de cada seria de 20, agradeço à senhora que termina a série, lambendo a sola de sua bota, e com sorte algum cuspo, pois a sede começa a ser grande alem da dor. Se me engano na contagem, começa tudo de novo, nem que me enganei na ultima.
Assim se passaram duas horas de verdadeiro suplício, só mesmo suportado pela tao grande sede de humilhações que eu escrava submissa sempre conservo.
No final volto a agradecer, agora por me soltarem e deixarem comer os restos dos restos da pia. E concederam que pudesse descansar, mas no cimento da cave, sem um unico agasalho, apenas o cinto de castidade, e o plug. Mas com tanto cansaço adormeci, depois de me desejarem uma loção para os cortes da pele provocados pelos açoites, ardeu, ardeu muito mas foi dando lugar ao alivo e dormi.
Continua já a seguir com o primeiro dia de carnaval.