Minha Namorada e As Amigas Dela Tem Uma Regra Estranha - PARTE 11

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 3026 palavras
Data: 09/01/2026 08:52:58

E aí galera, finalmente a tão esperada Parte 11 chegou. Eu sei, eu sei, deixei vocês num cliffhanger com a Andréia literalmente na nossa cama depois daquela noite insana. Alguns de vocês no privado tipo "cara posta a manhã seguinte" e outros querendo mais detalhes sobre toda a situação da Andréia com o namorado. Então aqui está - versão estendida com todo aquilo que vocês pediram, os detalhes mais sórdidos.

Recapitulando rapidinho se precisar: a Andréia é aquela que me rejeitou meses atrás na balada, me fez passar vergonha na frente de todo mundo. Ela é a "inatingível" do grupo de amigas da Clara - gostosa pra caralho, sabe disso, usa isso. Mas depois de ver aquela foto que a Dani mandou no grupo (eu, a Clara e a Dani no meio do nosso ménage), o ego da Andréia foi destruído. Ela mandou vídeos da casa de praia do namorado rico dela, sem blusa no jacuzzi, tentando me provocar. Mas a Clara chamou o blefe dela. Mandou ela vir aqui se realmente quisesse. E a Andréia... ela veio mesmo, porra. Deixou o namorado dormindo tipo 3h da manhã, dirigiu horas sozinha pela madrugada, chegou às 5h45 implorando pra entrar.

E sim, a gente usou ela. Forte. Fodi ela enquanto ela comia a Clara, gozei naqueles peitões GG enormes, e a Clara mandou ela dormir no sofá depois de chamar ela de "entretenimento". Mas aparentemente ela rastejou de volta pra cama em algum momento da madrugada.

Essa parte vai ser longa pra caralho porque tô dando tudo - a manhã seguinte, mais sobre porque ela largou o namorado, o ego dela tentando voltar, e claro sexo detalhado porque é pra isso que a gente tá aqui. Se não leu as Partes 1-10, volta agora. Sério. Vai ficar perdido pra caralho.

Enfim, bora láAcordei devagar, aquela sensação pesada e satisfeita que você tem depois de uma noite de sexo absolutamente insano. O quarto ainda cheirava aquilo - suor, gozo, aquele cheiro denso que fica no ar por horas depois. A luz da manhã entrava fraca pelas persianas, iluminando a bagunça: lençóis no chão, roupas por todo lado, a lingerie preta da Andréia num canto tipo arrancada (que tinha sido mesmo).

Eu tava no meio da cama. Porque a Clara não permite outra coisa.

Do meu lado esquerdo - a Clara. Minha rainha. Minha porra de tudo. Ela tava de lado virada pra mim, cabeça no meu peito, uma perna jogada por cima da minha coxa tipo marcando território até dormindo. Cabelo loiro todo bagunçado caindo no rosto, lábios entreabertos, aquele corpo pequeno e perfeito colado no meu. Ela parecia tão tranquila mas eu sabia - por baixo daquela calma tinha a mente que orquestrava tudo isso. A regra estranha era dela. O controle era dela. E eu amava isso pra caralho.

Do meu lado direito... a Andréia.

Caralho, ainda era surreal ver ela ali. A mesma Andréia que tinha me humilhado meses atrás, rindo na minha cara, dizendo que eu nunca ia chegar perto dela porque ela era "inalcançável". A gostosa com corpo de deusa - pele morena, peitões GG que transbordavam de qualquer sutiã, bunda redonda perfeita que parecia esculpida, cintura fina. Agora ela tava de bruços, braço esticado na minha barriga, rosto virado pro outro lado, respirando pesado no sono. Aquela bunda perfeita exposta com as marcas vermelhas dos tapas da Clara ainda visíveis, e umas manchas secas de porra nos peitos e na barriga de quando eu gozei nela enquanto a Clara assistia.

Como ela acabou na cama? Ontem à noite depois de usar ela - eu fodendo aquela buceta apertada enquanto ela lambia a Clara, gozando nos peitos, humilhando ela direitinho - a Clara tinha mandado ela dormir no sofá. "Você é só entretenimento", ela disse, fria pra caralho. E a Andréia aceitou, saiu pelada carregando as roupas, toda marcada e escorrendo. Mas em algum momento da madrugada ela deve ter rastejado de volta. A Clara deixou. Porque no fundo, a Clara adora quebrar elas aos poucos.

Meu pau já tava acordando antes de mim. Meio duro, pressionado na coxa da Clara. Sentir os dois corpos - um pequeno e dominante, o outro curvilíneo e agora submisso - me deixou ligado na hora. Me mexi devagar, tentando não acordar ninguém, mas os olhos da Clara abriram imediatamente. Ela sempre acorda alerta, tipo nunca desliga de verdade.

Ela olhou pra mim e sorriu devagar. Aquele sorriso safado, metade amor, metade perigo puro.

"Bom dia, amor", ela sussurrou, voz rouca de tanto gemer e mandar ontem à noite.

"Bom dia", respondi baixo, já sentindo a mão dela descendo pela minha barriga até pegar meu pau. Ela apertou devagar, sentindo ele endurecer na palma dela.

Ela olhou por cima do meu peito pra Andréia ainda apagada.

"A vadia voltou pra cama, né?", ela riu baixinho. "Achei que ia ficar no sofá chorando a noite toda."

"Você deixou", eu disse, sorrindo.

"Claro. Queria ver até onde o ego dela aguenta. Ela é a pior de todas nesse quesito - sempre achando que merece o mundo porque tem o corpo que tem e o namorado rico que paga tudo."

A menção ao namorado dela me fez lembrar de toda a confusão. A Andréia tinha causado um barraco sério semanas atrás. Ela viu aquela foto que a Dani mandou no grupo - eu no meio de um ménage insano com a Clara e a Dani - e surtou de ciúmes. Porque na foto tinha todo mundo menos ela. A "inatingível". A que rejeitava todo mundo pra se sentir superior. Ela mandou vídeos sem blusa no jacuzzi da casa de praia do namorado rico dela, provocando, dizendo que eu nunca ia tocar nela. Mas no fundo era ego ferido. Ela confessou depois: o namorado era um "moleque" que não sabia foder, que não fazia ela se sentir desejada de verdade. E quando a Clara deu a chance - "vem aqui se quer provar que aguenta" - ela não pensou duas vezes. Saiu no meio da madrugada da casa dele na praia, deixou o coitado dormindo ou sei lá, dirigiu horas sozinha pra chegar aqui às 5h45 implorando pra entrar na regra.

E agora tava ali. Quebrada. Nossa.

De repente o celular da Andréia vibrou alto no criado-mudo do lado dela. Forte. Várias vezes seguidas.

Ela se mexeu, gemeu baixinho dormindo, mas não acordou logo.

A Clara esticou o braço por cima de mim e pegou o celular dela sem cerimônia. Olhou a tela.

"Ah, olha isso", ela sussurrou, mostrando pra mim. Mensagens do namorado: "Cadê você?? Acordei e você sumiu???" "Andréia, responde!" "Isso é por causa daquela porra do grupo de amigas? Você tá com elas?" "Se você me traiu, acabou." E mais umas 20 notificações.

A Clara riu baixo. "O moleque rico acordou sozinho na praia e tá pirando."

Foi aí que a Andréia abriu os olhos devagar. Confusa no começo, depois lembrando de tudo - a chegada de madrugada, o boquete forçado, a fodida brutal, a humilhação, o sofá... e voltar pra cama. Ela ficou vermelha, tentou se cobrir com o lençol no instinto.

A Clara foi mais rápida. Segurou o pulso dela e mostrou o celular.

"Seu namorado tá desesperado. Quer saber onde você tá."

Os olhos da Andréia arregalaram. Ela sentou na cama de repente, peitos balançando, ainda com resquícios secos de porra. Pegou o celular, leu as mensagens. O rosto dela foi de corado pra irritado em segundos. O ego voltando.

"Porra... ele é tão patético", ela murmurou. "Acha que manda em mim porque paga as contas."

"Responde pra ele", a Clara ordenou, voz firme mas divertida. "Conta que você dirigiu a noite toda pra ser fodida por um homem de verdade. Que deixou ele lá dormindo feito um otário."

A Andréia hesitou. Olhou pra mim, pro meu pau duro na mão da Clara que agora tava batendo punheta devagar. Depois pra Clara.

"Eu... não sei se termino com ele agora. Ele é útil, sabe? Paga minhas viagens, minhas roupas..."

A Clara apertou meu pau com mais força, me fazendo gemer baixo, mas olhou gelado pra Andréia.

"Útil? Você veio aqui implorando pra sentir o que eu sinto. Pra ser desejada de verdade. Se ainda quer bancar a rainha com o moleque rico, vaza agora. Mas se quer ficar... responde que acabou. E fica de quatro."

O ego da Andréia lutou um segundo. Ela sempre foi assim - a mais arrogante do grupo, a que rejeitava tudo pra se sentir superior. Mas a tesão venceu. Ela digitou rápido: "Acabou. Não volto. Tchau." E bloqueou o número.

Jogou o celular de lado. Olhou pra Clara com olhos submissos de novo.

"Pronto, senhora."

"Boa menina", a Clara sorriu. "Agora fica de quatro. Você merece um prêmio por largar o otário."

A Andréia obedeceu na hora. Empinou aquela bunda perfeita, ainda marcada.

Eu olhei pra Clara pedindo permissão.

"Vai", ela acenou. "Devagar no começo. Quero ouvir ela gemendo cada centímetro. Quero ver se ela implora melhor que a Carla ou a Dani imploraram."

Me posicionei atrás. Segurei aquela cintura fina. Encostei a cabeça na entrada - ainda molhada e inchada de ontem.

Empurrei devagar.

Ela gemeu alto, longo, quebrado. "Caralho... você ainda tá enorme... por favor..."

Entrei tudo devagar, sentindo ela pulsar. Parei.

A Clara chegou perto, mordeu o ombro dela. "Gostou de largar o namorado pra vir ser nossa putinha?"

"Sim, senhora... valeu cada quilômetro..."

"Melhor que a Carla implorando? Que a Dani gozando vendo?"

"Diferente... mas... eu quero ser a melhor pra vocês."

A Clara olhou pra mim, olhos brilhando. "Tá ouvindo? O ego dela ainda tá aí. Mas vamos quebrar mais."

Comecei a meter. Devagar, depois firme. O som daquela bunda batendo ecoando.

A Andréia gemia alto, corpo tremendo.

A Clara subiu na cama, abriu as pernas na frente dela.

"Chupa enquanto ele te fode. Prova que você merece mais que o sofá."

A Andréia enfiou o rosto, língua desesperada.

Eu acelerei, segurando os quadris com força.

A Clara gemia, guiando o cabelo dela. "Isso... lambe meu clitóris... você é boa igual a Dani mas mais gulosa..."

A visão era perfeita. Perdi o ritmo, metendo mais forte.

Depois de uns minutos assim, a Clara mandou: "Tira. Vira ela de costas."

Virei a Andréia. Ela tava destruída - boca brilhando, olhos vidrados.

A Clara sentou na cara dela virada pra mim, rebolando devagar.

"Fode olhando pra mim", ela disse. "Me mostra que eu é que mando. Inclusive nela, que largou tudo pra vir aqui."

Entrei fundo na primeira estocada.

A Andréia gritou abafado.

Soquei forte, olhos na Clara.

"Você é minha", falei pra ela.

"Sou", ela gemeu. "E elas... a Carla já implorou. A Dani já participou. E essa aqui quebrou o ego dirigindo a noite toda, largando o namorado rico feito lixo."

Foi aí que a Clara fez algo que me pegou desprevenido.

Ela desceu da cara da Andréia e virou pra mim com aquele olhar.

"Sai", ela ordenou.

Saí, meu pau latejando.

"Senta na cama. Encosta na cabeceira."

Obedeci. Sentei, pau duro apontando pro alto.

A Clara pegou a Andréia pelo cabelo e arrastou ela até mim.

"Abre a boca, vadia", a Clara mandou.

A Andréia obedeceu, boca aberta, língua pra fora.

A Clara pegou meu pau com uma mão e com a outra empurrou a cabeça da Andréia pra baixo. Forçando. Enfiando até o talo.

A Andréia engasgou, os olhos lacrimejando, mas a Clara não parou. Segurou a cabeça dela lá embaixo, meu pau enterrado na garganta.

"Aguenta, vadia", a Clara rosnou. "Você quis tanto esse pau, agora engole até o saco."

Ela segurou mais uns segundos antes de puxar a cabeça da Andréia pra cima. A Andréia tossiu, saliva escorrendo, ofegante.

A Clara fez de novo. Empurrou a cabeça dela pra baixo, fodendo a boca da Andréia no meu pau. Ritmo firme, controlando tudo.

"Olha ela, amor", a Clara disse pra mim, sorrindo. "A vadia inatingível engasgando no seu pau enquanto EU comando."

Ela acelerou, empurrando e puxando a cabeça da Andréia mais rápido. O som molhado e obsceno, a Andréia engasgando, gemendo abafado.

Depois de uns bons minutos assim, a Clara tirou meu pau da boca dela. Tava coberto de saliva, brilhando.

A Clara segurou meu pau com força e começou a bater na cara da Andréia com ele. *Tá. Tá. Tá.* Batendo nas bochechas, nos lábios, na testa.

"Gostou, sua vadia?" a Clara perguntou, batendo de novo. "Esse pau que você tanto quis?"

"Sim... sim senhora..." a Andréia gemeu, boca aberta, tentando pegar ele de volta.

"Implora mais", a Clara exigiu, batendo mais forte.

"Por favor... por favor deixa eu ter ele de novo... eu preciso..."

A Clara sorriu, satisfeita. "Boa menina."

Ela se virou, ficando de quatro na minha frente, a bunda empinada bem no meu rosto.

"Agora", ela disse olhando pra trás pra mim, "você vai comer meu cu enquanto essa vadia assiste."

Caralho.

A Clara abriu as próprias nádegas com as mãos, expondo tudo. O cuzinho rosado e apertado.

Eu não hesitei. Cuspi na mão, passei no meu pau, e posicionei na entrada.

Empurrei devagar. A resistência, depois cedendo, engolindo a cabeça.

A Clara gemeu alto. "Isso... devagar... enche meu cu..."

Continuei entrando. Centímetro por centímetro. Até estar fundo.

"Andréia", a Clara chamou, a voz entrecortada de prazer. "Vem aqui. Chupa meu clitóris enquanto ele come meu cu."

A Andréia rastejou até ficar por baixo, a boca na buceta da Clara.

Eu comecei a meter no cu da Clara. Devagar, depois mais firme. A sensação apertada, quente, perfeita.

A Clara gemia alto agora, rebolando contra mim enquanto a Andréia chupava ela por baixo.

"Isso... mais forte... fode meu cu... mostra pra essa vadia como é ter um homem de verdade..."

Acelerei. Segurando os quadris da Clara, socando fundo. O som da pele batendo, os gemidos dela, os sons molhados da Andréia chupando.

"Eu vou gozar!" a Clara gritou. "Continua! Não para!"

A Andréia chupou mais forte, a língua no clitóris.

Eu meti com tudo, sentindo o cu da Clara apertar.

Ela gozou gritando meu nome, o corpo tremendo violentamente.

Eu tava no limite mas segurei.

"Tira", a Clara mandou ofegante, ainda tremendo. "Agora é a vez dessa vadia."

Saí do cu da Clara, o pau latejando.

A Clara olhou pra Andréia com aquele sorriso cruel.

"Fica de quatro", ela ordenou. "Agora você vai sentir o que eu senti."

A Andréia obedeceu, empinando aquela bunda enorme. Ela tava tremendo - não sei se de medo ou tesão.

A Clara se posicionou atrás dela, pegou as duas nádegas da Andréia e abriu. Expondo o cuzinho virgem dela.

"Olha isso, amor", a Clara disse pra mim. "Ninguém nunca comeu. O namorado rico dela era tão frouxo que nem tentou."

"Por favor..." a Andréia sussurrou. "Eu nunca..."

"Eu sei", a Clara disse, passando o dedo no buraquinho apertado. "Mas agora você é nossa. E você VAI dar."

Ela cuspiu na entrada, esfregou com os dedos.

"Vem", ela me chamou. "Devagar. Quero ver ela se abrir pra você."

Me posicionei atrás. A Clara segurava a bunda da Andréia bem aberta pra mim.

Encostei a cabeça do pau no cuzinho virgem dela.

"Respira", a Clara ordenou pra Andréia.

Empurrei devagar. A resistência era absurda. Apertado pra caralho.

A Andréia gritou. "Não... não cabe... é muito grande..."

"Aguenta", a Clara disse, segurando firme. "Relaxa. Deixa entrar."

Continuei empurrando. Devagar. Até a cabeça entrar.

A Andréia choramingou, o corpo tremendo.

"Mais", a Clara me incentivou. "Ela aguenta. Continua."

Empurrei mais. Centímetro por centímetro. O aperto era inacreditável.

Finalmente entrei até a metade.

"Caralho", eu gemi. "Tá apertado demais..."

"Aguenta mais um pouco", a Clara disse pra Andréia, acariciando as costas dela. "Você tá indo bem. Agora você é nossa de verdade."

Esperei ela se ajustar. Depois comecei a me mover. Devagar. Saindo e entrando só um pouco.

A Andréia gemia, um mix de dor e prazer.

A Clara desceu e começou a chupar o clitóris da Andréia enquanto eu comia o cu dela.

"Isso", a Clara disse entre lambidas. "Agora você sente. Agora você entende."

Acelerei um pouco. A Andréia começou a gemer mais alto, o corpo relaxando.

"Ela tá gostando", a Clara riu. "A vadia arrogante tá adorando levar no cu."

Meti mais forte. A Andréia gritou, mas não pediu pra parar.

Depois de uns minutos assim, senti que ia gozar.

"Vou gozar", avisei.

"Dentro não", a Clara disse. "Tira. Quero os dois cus um do lado do outro. Quero ver você escolher onde gozar."

Porra. Isso era intenso demais.

Tirei do cu da Andréia.

A Clara ficou de quatro do lado dela. As duas bundas empinadas, lado a lado. A Clara pequena e branca, a Andréia grande e morena.

"Escolhe", a Clara disse, abrindo a própria bunda. A Andréia imitou, abrindo a dela também.

Olhei pros dois cuzinhos abertos, pulsando.

Enfiei no cu da Clara primeiro. Três estocadas rápidas e fundas. Ela gemeu alto.

Saí e enfiei no cu da Andréia. Mais três estocadas. Ela gritou.

Voltei pro cu da Clara. Fodi forte. Ela tremeu.

De volta pro cu da Andréia. Soquei fundo. Ela chorou de prazer.

Alternando. Rápido. Louco.

"Goza!" a Clara gritou. "Escolhe onde gozar!"

No último segundo, enfiei fundo no cu da Andréia e gozei. Jatos quentes preenchendo ela completamente.

A Andréia gritou, o corpo convulsionando.

Saí e ainda tinha mais. Mirei na bunda da Clara e gozei o resto na bundinha dela, escorrendo.

Desabei entre as duas. Completamente acabado.

Silêncio. Só respiração pesada.

Depois a Clara se levantou, olhou pra Andréia ainda de quatro com meu gozo escorrendo do cu.

"Agora sim", a Clara disse. "Agora você é nossa de verdade. Largou o namorado. Deu o cu virgem. Não tem volta."

A Andréia virou a cabeça, olhos lacrimejados mas felizes.

"Obrigada", ela sussurrou. "Obrigada por me quebrar."

A Clara sorriu pra mim.

"Agora que ela é nossa completamente... a gente pode chamar a Carla e a Dani de volta. Imagina as quatro juntas."

Caralho. A regra estranha virou um império.

E isso tá longe de acabar**[FIM DA PARTE 11]**

Então galera, espero que essa parte tenha entregado TUDO que vocês queriam. A Andréia largando o namorado em tempo real, o ego dela sendo destruído completamente, e obviamente sexo detalhado pra caralho. Próxima parte tem a volta a Dani e a Carla de volta!

Parte 12 vem logo, prometo.

Valeu!

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Comentários

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Como são as coisas,

O desenrolar da história aqui é FENOMENAL, eu por outro lado, teria agido totalmente diferente, óbvio por despeito, e não haveria críticas nesse sentido,

Eu depois de esnobado, eu iria dá um gelo tão absurdo na Andreia que iria fazer um vulcão congelar,

Deixaria enviar as fotos, os vídeos, mas jamais ela iria ter o que as outras tiveram, essa seria minha atitude, mas essa colocada na história é brilhante, pq vc acaba trazendo ela de volta pro grupo fazendo exatamente o oposto do que ela é, a humilhando, fazendo mostrar que ela não é melhor que ninguém, pelo contrário, mereceria desprezo, mas o resultado até então foi sublime.🌟🌟🌟

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essa regra não faz muito sentido. porque o namorado da andreia não comeu as outras três? o que acontece com o namorado das outras?

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Ou vc não reparou, ou vc não leu, esse acordo é pra quando os namorados estão sólidos, não ficantes ou coisa do gênero,

Nessa regra por exemplo, o namorado da Andréia não ia poder comer a Clara pq tem namorado, e mesmo que não tenha, tudo isso é opcional, se se sentem atraída ou não, as vezes a solteira não sente nenhum pingo de química no namorado da amiga, então não tem lógica ter uma transa,

Mas com relação a Andréia, ela até então não tinha namorado nenhum, isso só foi descoberto no dia em que supostamente ela iria ter uma noite com namorado da Clara, mas a mulher é tão FDP ou era sei lá se mudou, que só avisou que estava namorando quando estava com ele, pra poder humilhar e negar o que ela tanto sabia que queria,

Nessa brincadeira, mesmo com essa regra, ela tipo estava excluída, pq se ela não pode se entregar pra nenhum namorado de alguma amiga por está namorando, o mesmo imagino que vale pro namorado dela, essa ideia é simplesmente MAGISTRAL.

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