A máscara do Ghostface já estava no meu rosto, fria e assustadora, o quarto só com luz baixa e o espelho grande refletindo tudo. Minha esposa de quatro na cama, bundinha branca empinada, buceta já melada esperando. Eu posicionei o pau preto grosso na entrada e meti de uma vez, fundo, sem dó – ela gritou alto na hora, o corpo indo pra frente com o impacto.
Comecei a socar forte, ritmado, os ovos batendo seco naquela bunda – ploc ploc ploc – ecoando no quarto inteiro. Cada palmada que eu dava era aberta e pesada, deixando a marca vermelha dos meus dedos na carne branca dela. Ela gemia mais alto a cada uma: “Ai, amor… mais forte… me machuca…”.
De repente, melava o dedo médio na própria buceta dela, que escorria mel, e enfiava devagar no cuzinho apertado enquanto continuava metendo na xota. Ela gritava alto agora, uma gritaria rouca e desesperada: “Porra, no cu não… ai caralho, tá fundo… não para!”. O cu dela piscando louco em volta do meu dedo, apertando forte enquanto eu mexia lá dentro, abrindo mais, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo.
O espelho mostrava tudo: eu mascarado como um psicopata, pau preto arrombando a buceta branquinha, dedo fundo no cu, a bunda dela tremendo e vermelha das palmadas, ela se contorcendo e gritando sem controle, lágrimas de tesão nos olhos.
Peguei no pescoço dela por trás, enforquei firme enquanto acelerava as metidas e mexia o dedo mais rápido no cu. Ela ofegava, cara vermelha, gritando abafado: “Me arromba… me destrói…”. Dei tapas fortes no rosto, cuspi grosso na boca aberta dela, que engolia tudo gemendo como vadia possuída.
Virei ela de frente no final, dedo ainda enfiado no cu, apertando o pescoço com a outra mão. Meti olhando nos olhos dela através dos buracos da máscara, ouvindo a gritaria dela ecoar: “Goza em mim… me enche, seu psicopata filho da puta!”.
Gozei forte dentro da buceta, porra quente transbordando, escorrendo pelas coxas enquanto ela gozava junto, o cu apertando meu dedo loucamente, corpo convulsionando, gritando meu nome até ficar rouca.
Tirei a máscara suado, ofegante. Ela ficou ali destruída – bunda vermelha marcada, pescoço roxo, rosto inchado dos tapas, cu e buceta latejando, porra escorrendo devagar.
“Você gritou bonito hoje, minha vítima”, eu disse, beijando a boca melada dela.
Ela sorriu fraca, voz quase sumida: “Da próxima vez enfia dois dedos no cu… quero gritar mais alto ainda.”
Essa máscara virou vício. Toda vez que eu coloco, ela vira a putinha assustada que ama ser caçada, machucada, arrombada nos dois buracos e gritar até perder a voz. Tesão brutal do caralho.