Quando um de nós começou a se mexer na cama naquela manhã de Natal, todos os três acordamos e demos o Feliz Natal que ficou preso na garganta na noite anterior. As abracei e as beijei, mas não era tão cedo e tínhamos compromisso.
Mamãe se levantou primeiro e enquanto tomou um banho dei uns amassos em minha namorada, futura mamãe de nosso bebê. Ao sair mamãe estava nua e colocou só um vestidinho porque depois teria que se arrumar para almoçarmos em meus avós.
Juliana foi em seguida e só então eu fui e quando cheguei na cozinha aquelas deusas loiras com cabelos úmidos terminavam de preparar o café da manhã. Animados conversamos sobre a programação do dia e mais um vez, reafirmei a Juliana que estaria em sua casa à tarde para conversarmos com seus pais.
Quando foram se arrumar, porque Juliana só trocaria o vestido em sua casa, fiz toda a limpeza e arrumação do café da manhã e do jantar e antes de sairmos tomei outro banho e coloquei uma bermuda e uma camisa de botão recebendo elogios das duas.
No entanto eram elas que estavam lindas, mais mamãe naquele momento porque era a única que já usava o vestido de festa lindo na cor amarela. Deixamos Juliana em sua casa e o almoço de Natal em meus avós transcorreu tudo bem até que deu a hora de irmos embora. Levaria mamãe para casa primeiro, mas ela fez um pedido.
– Posso ir com você? Quero mostrar que os apoio e vamos cuidar bem da filha deles.
– Claro que pode mãe. Vai ficar bem mais fácil, falei feliz por ela desejar participar daquele momento.
Quando chegamos e Juliana linda em um vestido floral veio nos receber na porta ficou surpresa, mas gostou.
– Obrigado por ter vindo Veronica. Vou ficar bem menos nervosa.
Quando entramos seus pais estranharam a presença de minha mãe porque namorávamos só há poucos meses. Juliana a apresentou a eles e demos o Feliz Natal.
Fomos acomodados no sofá diante deles com Juliana a meu lado em um clima estranho e quando percebi que ela ia dizer algo e estava muito nervosa, me antecipei.
– Gostaria de dizer aos senhores que apesar de termos 18 anos somos jovens responsáveis e preocupados e o que aconteceu foi um acidente com a pílula que a Juliana toma falhando e por isso ela está gravida.
Sob o olhar de choque deles, continuei percebendo o apoio de mamãe balançando a cabeça.
– Mesmo estando a namorando há pouco tempo eu a amo e vou assumir toda a responsabilidade. Quero me casar e que ela more comigo em minha casa para cuidar muito bem dela. Estamos fazendo faculdade e nenhum de nós vai parar e como minha mãe tem uma empresa de Eventos com muitos clientes vou trabalhar com ela e nos sustentar até me formar e depois vejo o que é melhor para nós.
Minha mão suada de nervoso pegou a mão de Juliana mostrando a eles que era sério e após alguns segundos de silencio tenso, seu pai falou nos surpreendendo e nos aliviando.
– Sei que tem muitos pais que não aceitam, colocam a filha para fora de casa e dizem a elas que não são mais filhas. Claro que não é o sonho dos pais que a filha se case gravida antes de se formar na Faculdade, mas o que aconteceu não pode ser mudado e você está assumindo a responsabilidade e me parece alguém que cumpre as promessas, porque se não fosse essa sua intenção não teria trazido sua mãe junto. O que você diz querida?
– Assino embaixo querido e sei que a Juliana gosta muito do Gabriel.
Quando terminou, Juliana voou do sofá em direção a eles chorando e os abraçando e então chamou a mim e a mamãe para irem até eles. Quando nos separamos Juliana aproveitou a emoção do momento.
– Posso ir morar com ele logo após o início do Ano? Prometo que apressaremos os documentos e casaremos no civil assim que pudermos. Vocês querem festa? Pergunto isso porque podem ter vergonha de mim.
Os dois a abraçaram novamente e foi sua mãe quem respondeu.
– Claro que queremos festa. Toda noiva quer e nunca teremos vergonha de você filha. Sempre foi maravilhosa e nunca deu nenhum pingo de trabalho.
– Obrigado. Amos vocês. Que bom que a Veronica tem uma Empresa de Eventos muito conceituada. Você vai organizar nosso casamento não é Veronica, perguntou a mamãe.
Mamãe deu um sorriso muito grande feliz pelo convite.
– Como não iria realizar o casamento de meu único filho? E a proposito, pode mudar para casa assim que seus pais concordarem.
– Verdade, eles não me responderam. Papai? Mamãe?
– O mal já está feito. Claro que pode, falaram sorrindo de bom humor.
– O mal? Vocês vão adorar o neto ou a neta, Juliana não deixou passar.
– Modo de dizer amor. Temos certeza que vamos sim adora-lo. Aliás vocês duas são bem parecidas, sua mãe falou olhando para Juliana e mamãe.
Não querendo entrar em detalhes Juliana se saiu bem.
– Aconteceu. Que bom né, assim ele sempre vai me amar também, falou brincando.
Ficamos conversando sem pressa e quando anoiteceu fomos embora deixando Juliana em sua casa. Sua casa por pouco tempo. No caminho, mamãe entrou em um assunto delicado.
– Você está bem com tudo isso? Nem teve tempo de decidir por você mesmo porque os acontecimentos da Juliana estar gravida atropelaram tudo. Você tinha medo de a deixar só com as migalhas como seu pai fazia comigo.
– Sabe, eu tinha muitas dúvidas e estava bem indeciso, mas creditei o fato dela estar gravida com o destino dizendo o que tenho que fazer. Você viu que ela está bem consciente e quando nós conversamos ela disse que mesmo que não a ame como amo você, ela me terá pelo ano todo e não como meu pai que ficava só alguns dias por ano. Você me estimular, também ajudou.
– No começo tive ciúme de mãe de um filho único, mas com tudo o que aconteceu entre nós, nunca estivemos tão unidos e eu gosto dela. Gosto de verdade. Você teve muita sorte.
– Tive mesmo porque a princípio só a namorei por ser parecida com você, mas ela é muito mais, muito. Um doce de pessoa, generosa, amigável.
– E muito safadinha, mamãe me cortou sorrindo.
– Parecida a alguém que conheço até nisso. Você tem curiosidade de experimentar aquele corpo igual ao seu, a provoquei.
– Ela é linda. Perfeita. Tenho curiosidade de saber como é com uma mulher, não de querer experimentar para saber se serei bissexual ou lésbica porque nunca serei. Adoro seu pau. Desesperadamente, sorriu.
– Pelo que conversei com ela, pensa parecido com você. Curiosidade, mas também quer me agradar.
– Esse seu pau doma suas eguinhas e as transformam em submissas. Nunca fui submissa em nada, mas estou adorando explorar esse meu lado. Só porque é você.
– Nunca assisti video de submissão porque acho degradante, mas estou adorando minhas duas mulheres serem assim, submissas ao amor.
– Você acertou em cheio. Sou submissa ao amor imensurável que sinto por você. Quero te fazer feliz e estarmos sempre juntos. E fazermos amor sempre que pudermos, complementou.
– Se é assim, quando chegarmos em casa vamos resolver isso. Você com este vestido amarelo me deixou muito tarado porque está gostosa demais. Aliás, quando é que você não está gostosa demais, falei sorrindo.
Estávamos na rua de casa quando mamãe lembrou de algo.
– Depois precisamos decidir como faremos no Reveillon e onde vamos passar. Quanto antes melhor, se é que ainda tem lugar em alguma festa boa. Vou ter que ver com alguns contatos.
Eu já estacionava na garagem com o portão fechando atrás de nós e tive uma ideia excitante.
– Tudo bem mãe, depois decidimos, mas agora estou tão tarado que vou comer você aqui no carro, falei enquanto colocava o banco para trás.
Sob seu olhar excitado e surpreso, abaixei a bermuda e a cueca.
– O que está esperando? Vem aqui. Nem sei ainda a cor de sua calcinha.
Enquanto ela fazia contorcionismo passando por cima do console da SUV, respondeu minha dúvida.
– Tudo branco. Com amarelo é difícil combinar.
– E precisa? Quando eu vir, você já não estará de vestido e se te quiser de vestido como quero agora, nem vou ver muito.
Mal se acomodando com os joelhos de cada lado de meu corpo, mamãe pegou meu pau colocando em posição e levantou o vestido para afastar a calcinha, sob meu olhar de puro desejo.
– Está vendo. Você está me vendo com os dois, falou afastando o fundo daquela peça branca de lycra e se encaixando em meu pau. – Você me esfolou ontem, se exibindo para sua namorada, me provocou me lembrando.
– E você nem gostou. Conseguiu contar quantos orgasmo teve?
– Ahhhhhh, impossível. Foi maravilhoso e se pudesse gostaria de ficar todos os dias esfolada. Me lembrei de ontem hoje o dia inteiro, falou se afundando em meu pau sem muito cuidado.
– Só não te deixo todos os dias esfolada porque tem que trabalhar em pé e porque também adoro fazer amor romântico com você.
– Também adoro filho e mesmo que eu goste e gosto muito de safadeza com você, não dá para ser sempre com intensidade. Ahhhhhhh, eu amo esse pau grandão e grosso de qualquer jeito. Nunca fiz amor em um carro.
– Nem eu. Quero descobrir um monte de jeitos de fazer amor que nunca fizemos. Adoro novidades com você. Ahhhhuu, que apertadinha e quente.
– Sua amor. Eternamente sua. Ohhhhhhhhhhh, gemeu falou se afundando o que faltava
O tesão era enorme, mas como era nossa primeira vez fazendo amor em um carro nos seguramos por alguns minutos, até que não me aguentava mais.
– Ahhhhhh, quer mais um pouco de presente de Natal, mãe? Estou gozaaaaaandooo.
– Uhhhhiiii filho, estou amando todos os presentes que me deu desde ontem à noite. Mamãe está gozaaaaaaaaando.
Mamãe ia e vinha fogosa em meu pau sem que víssemos porque seu vestido tinha caído e encoberto a visão, mas até isso era excitante parecendo uma mãe comportada no colo do filho, se não fosse aquele vai e vem desesperado e nossos gemidos ofegantes.
Quando terminou, fiz uma última surpresa a ela antes que se levantasse de meu colo.
– Sabe mãe, adorei a sensação de saber que vou ser pai porque quero ser um pai como meu pai nunca foi. Assim, não quero demorar a te engravidar também. Vou trabalhar com você na empresa para aprender tudo e você poder se afastar por um tempinho quando for mãe.
– Ahhhiii filho, assim fico tarada de novo. Foi você quem disse que quer aproveitar uns 2 a 3 anos para que eu recupere o que não tive, mas é você quem decide. Só acho melhor esperar seu pai vir e acertar nossa situação.
– Você tem razão, quero aproveitar muito antes também. Dois anos e assim meu filho já terá pouco mais de um ano e a Juliana estará mais treinada para ajudar.
Terminamos aquela conversa e entramos e cansados de tanta agitação nos sentamos abraçados assistindo algo e só comemos um lanche leve.
Na manhã do dia seguinte ao Natal, mamãe já pesquisou e achou um ótimo Resort a 80 quilômetros no interior onde haveria uma bela festa de Réveillon e tinha uma pequena piscina privativa em algumas suítes. Sei que ficou caro, mas ela reservou para 3 mesmo assim porque era o primeiro Réveillon que passaria com quem estava apaixonada.
Nos dias seguintes, empolgados pelo que fizemos no Natal e sabermos que eu seria papai, fiz muito amor com as duas e avisei mamãe que quem cuidaria da roupa seria Juliana a meu pedido, porque ela já tinha reservado o Hotel.
Também combinei com mamãe que daria uma amostra daquele estupro do bem que ela sofreu para Juliana que foi quem o perdeu. Seria quando voltássemos a suíte após saímos da festa não muito tarde. Com Juliana não podendo beber por estar grávida, só ficaríamos por pouco tempo após a meia-noite e voltaríamos para a suíte onde tudo aconteceria.
Não sei onde tinha visto, se em fotos na internet, mas disse a Juliana para comprar vestidos bem curtos e corte reto desde o ombro que as deixariam gostosas e acessíveis. Branco ou prata e queria que fossem iguais para as duas mesmo que chamassem atenção. Por mais que as cobiçassem eram minhas.
Juliana saiu a caça e demorou, mas achou algo bem próximo, mas mais espalhafatoso como disse, porque eram revestidos inteiros de lantejoulas prateadas. Pedi sua opinião e disse ter adorado e então falei para que comprasse aqueles.
Na véspera após ter feito amor com muita pegada quando acordamos, perto da hora do almoço passamos na casa de Juliana a pegando e prometendo a seus pais que ela estaria de volta para o almoço de Ano Novo a tempo.
Mesmo felizes havia um clima de tensão sexual no ar sabendo que também se pegariam, e pelo que eu imaginava não ia as poupar começando com mamãe lambeando a bucetinha de Juliana com meu esperma após ter gozado nela no “estupro do bem” que eu planejava.
Mamãe já tinha recebido seu vestido de Juliana há 2 dias e adorou, mas disse que era ousado mostrando muita perna. A tranquilizei dizendo que isso me deixaria muito tarado e de biquini em uma praia ela mostrava muito mais. Também prometi seguir a tradição e a presentear, esse ano também Juliana, com calcinhas brancas para suarem por baixo e em minha mente já tinha a certeza que até nisso seriam iguais. Só ficou decidido entre elas que para não ficarem idênticas, cada uma usaria as sandálias de uma cor e as joias ou bijuterias também diferentes.
Perto das 8 horas da noite seria impossível ver as duas prontas ao mesmo tempo se eu não saísse da suíte, então tomei banho antes, coloquei minha cueca branca nova presenteada por mamãe, bermuda e camisa branca ficando pronto. Após muitos elogios me mandaram para a festa e que as esperasse lá.
Quando chegaram juntas lado a lado e sorrindo meu queixo veio ao chão. Não só o meu pelo que reparei pelos olhares que recebiam. Os vestidos refletiam as luzes como brilhos e eram curtos, muito curtos, mas não indecentes, talvez uns 15 centímetros abaixo da dobra do bumbum.
Tenho certeza absoluta que ninguém percebeu a verdadeira diferença de idade de 17 anos, porque mamãe estava linda e jovial e certamente todos pensaram que fossem irmãs.
Como muitos a acompanhavam, não entenderam nada quando chegaram até mim e as abracei as beijando nos lábios e dizendo que elas estavam deslumbrantes as deixando felizes.
Pelo resto da noite, mesmo estando sempre juntos na área externa ao lado da piscina onde era mais fresco, as cobiçaram, mas de pouco em pouco agarrava uma e dava um beijo fogoso com certeza gerando muitos comentários e curiosidade.
Com o cantor do conjunto fazendo contagem regressiva, estávamos abraçados os 3 com uma taça de espumante na mão e minha dúvida era quem eu beijaria primeiro desejando feliz ano novo e a maravilhosa Juliana resolveu isso para mim, falando rápido em meu ouvido.
– Beija sua mãe primeiro porque ela nunca teve ninguém no réveillon. Ano que vem você me beija.
Quando sorri para ela a agradecendo deu o zero e escutamos o Feliz Ano Novo e surpreendendo mamãe a puxei pelas costas e dei um beijo fogoso e com muito, muito amor não me preocupando com quem estava em torno.
Foram mais de 30 segundos e quando a larguei atônita e feliz, virei para Juliana e fiz o mesmo com ela por mais ou mesmo o mesmo tempo. Ficamos lá abraçados felizes da vida brindando com Juliana dando bicadinhas no espumante.
Naquelas 3 horas antes nos fartamos dos aperitivos e entradas e não precisávamos esperar a ceia e nem queríamos porque o estomago muito cheio atrapalharia.
Após uns 5 minutos as avisei que iramos para a suíte e cada uma olhou para a outra excitadas. Fomos abraçados e quando entramos na suíte, ao invés de colocar o cartão que liberava o acendimento das luzes o deixei for e estava bem escuro lá.
Enquanto percebi mamãe indo em direção ao sofá, sem dar tempo de Juliana perguntar o porquê não acendi as luzes, a agarrei por trás como agarrei mamãe naquela noite pensando que fosse ela, tapei sua boca e a posicionei de frente na parede.
Claro que sabendo que era eu não se debateu como mamãe naquela noite, mas quando fui para baixo de seu vestido curto e puxei sua calcinha a estraçalhando a senti gritar e gemer na palma de minha mão enquanto abria e abaixava a bermuda e a cueca.
Não precisei salivar meu pau como naquela noite com mamãe seca pelo susto, porque ela já tinha me confessado estar excitada e melada lá na festa. Enfiando o pau entre suas bochechas generosas, logo encontrei a fenda melada e então sua portinha.
Naquelas dias anteriores tinha pesquisado bastante até onde poderia ir com uma gravida de quase 2 meses e aprendi muito e me senti liberado para aquele momento pois estava por trás, não comprimindo demais seu útero. A penetrei de uma vez tão intensamente que se esticou para cima saindo um pouquinho do chão e deu um grito de prazer.
De certo esfolaria aquela bucetinha outra vez, mas ela adorava ficar esfolada se lembrando que tinha sido eu que a deixei daquele jeito. Sem dó, mas reservando um resquício de cuidado a estocava fogosamente.
– Por você ser uma namorada maravilhosa e não ter tido isso naquela noite, resolvi te compensar hoje. E o melhor é que não estou tarado pensando que é minha mãe, mas porque sei que é você. Ohhhhhuuuu.
Pelo que falei e fazia, Juliana explodiu em um orgasmo imenso na mesma hora com seu corpo convulsionando prensado contra a parede e gritos e gemidos abafados por minha mão.
Aquela loira linda e deliciosa que levava no ventre nosso filho seria muito amada e bem cuidada inclusive no sexo e se as unisse na cama tudo ficaria mais simples para que não se sentisse em segundo plano.
– Mais do que nunca eu te desejo e você me pertence. E já que é minha esposinha obediente, vai gozar até que eu goze, entendeu?
– Hammm, hammm, aceitou submissa.
– Hoje temos plateia e ela deve estar adorando e te invejando, mas logo vou a pôr para lamber sua bucetinha cheia de meu esperma enquanto a como de 4, a provoquei me segurando para prolongar aquele momento maravilhoso.
– Haaaammmuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmm, Juliana gemeu ainda mais longo mostrando que seu orgasmo tinha ficado mais forte com minha provocação.
Com os joelhos levemente dobrados, de baixo para cima a estocava vigoroso a levantado quando chegava ao fundo e meu púbis encontrava aquele bumbum tão redondo servindo de apoio.
Tinha muito o que fazer naquela madrugada e não poderia gastar muita energia, então deixei acontecer e gozei ejaculado um rio de esperma no útero gravido de minha linda namorada.
– Ohhhhhuuuuuuu. Estou gozaaaaaaando amorrrrr.
Acho que exagerei nas provocações e na atuação de um sexo sem consentimento e Juliana gozava tanto que suas pernas ficaram molinhas, mas eu a segurei até seu longo orgasmo terminar.
Por mais que eu tenha gozado, estava muito tarado pelo que faria acontecer a seguir entre minhas duas mulheres e meu pau pouco perdeu a rigidez. Saindo daquela bucetinha deliciosa tendo a certeza que ainda voltaria a ela.
Acendi as luzes no interruptor da porta e tudo se revelou, com mamãe olhando excitada. enquanto pegava Juliana no colo a provoquei.
– Te lembrou daquela noite?
– Muitttto. Você não imagina como. Que bom que aconteceu e agora estamos aqui.
– Vem comigo mãe.
Juliana estava atordoada de tanto gozar, mas ouvia tudo. Quando a coloquei na cama, propositalmente puxei a barra de seu vestido curto e brilhante até a barriga revelando sua bucetinha escorrendo meu esperma e pedaços da calcinha ainda presos em sua coxa esquerda. Era a hora da verdade.
Fui de novo até o interruptor deixando só uma iluminação tênue de Led, mas ainda deixando ver todos aos detalhes.
– Mãe, quero você de 4 lambendo a bucetinha da Ju cheia de meu esperma enquanto eu te como por trás.
Ela me olhou quase irreconhecível de tão excitada e a hesitação que eu imaginei que ela teria nunca veio subindo na cama sem tirar sua sandália verde e se colocando na posição.
– Começa antes. Quero ver minha duas deusas fazendo sacanagem para mim.
Mamãe inclinou a cabeça e sem nenhum pudor lambeu todo o comprimento da fenda de Juliana recolhendo meu esperma enquanto minha namorada se arcava os colchão. Não eram lésbicas nem bi, mas eram muito safadas e queriam me fazer feliz, mas percebi que Ju estava muito feliz também quando minha mãe começou a lamber dentro de sua frutinha aberta e encharcada.
A imaginação de um jovem de 18 anos é extremamente fértil para o sexo, mas nunca me imaginei naquela situação indescritível de beleza e erotismo. Era muito para aguentar e tirando toda minha roupa subi logo na cama, levantei o vestido curto de mamãe que deixava ver sua calcinha úmida enterrada, a afastei e de um vez me afundei nela.
– Ahhhhhhhhhhhhhhhuuuuuuuuuuu, me come amor, gritou no pouco tempo que se afastou da bucetinha de sua nora idêntica a ela.
Juliana não aguentou e gozou de novo quando mamãe excitada pôr a ter penetrado, foi para seu clitóris redondinho e sensível após o gozo na parede. Segurei mamãe pelo quadril e a estocava com força como ela pediu enquanto seu vestido de lantejoulas balançava e as vezes enviava os brilhos dos reflexos para meus olhos.
Quando Juliana terminou de gozar, mamãe parou de a lamber se concentrado em nós dois e gemia a cada encontro de minha glande com seu colo do útero.
– Ahhhiiinn. Auuuhhhnnn. Ohhhuuummm.
– Gostou da bucetinha de minha namorada mãe?
– Ahhhuuu. Dificil .... dizer. Tinha gosto ..... de seu .... esperma.
Pá, dei um tapa ardido naquela bunda magnifica por cima da calcinha pequena tipo biquini que tinha presenteado as duas.
– Você a lambeu por muito tempo e no fim não havia mais esperma. Fale a verdade.
– Ohhhuuuu. Eu ..... gostei. É ....docinha... Ahhhhhhh.
Pá.
– Gostou de a fazer gozar? Já, já ela vai fazer o mesmo com você.
– Adoreiiiiiii. Sempre ..... que você quiser ..... podemos repetir.
– Vamos fazer muito, mas não precisa esperar eu querer. Se quiserem podem se pegar sozinhas.
Pá.
– Não chega a tanto amorrr. Preciso de você comigo. Quero você junto. Preciso de seu pau dentro de mim. Ahhhhhhhhhhhh, estou gozandooooooooooooo.
Não sentiria ciúme se na minha falta se pegassem sem mim porque as liberei, mas adorei essa devoção de mamãe a mim me desejando tanto.
– Estou gozaaaaaaaaaaaando mãeeeeeeeeeeeee.
Gozamos muito forte e eu sempre perdia para elas a batalha de quem gozava por mais tempo. Tinha ainda uma grande quantidade de esperma que foi parar no útero de minha mãe pela primeira vez do novo ano, ano em que a faria descontar pelo menos 10 anos sem o sexo que meu pai não lhe dava.
Quando seu orgasmo terminou mamãe se deitou de bruços com a face no ventre grávido de Juliana que automaticamente esticou o braço e começou a acariciar seus cabelos me deixando emocionadíssimo pela proximidade das duas fazendo com que lágrimas escorressem por meus olhos, lagrimas que elas não viram com os olhos fechados curtindo seus pós-orgasmos.
Aquela visão de demonstração de carinho de Juliana por mamãe foi tão ou mais erótica do que ver mamãe lambendo sua bucetinha e fez o impossível que foi meu pau voltar a rigidez absoluta. Depois de descansadas veio a cereja do bolo antes de Juliana parar de acariciar mamãe.
– Obrigado pelo orgasmo delicioso Veronica. Espero mesmo que o Gabriel nos faça fazer isso sempre.
– Não precisa a agradecer Ju. Você já vai retribuir e pode continuar aí deitada. Mãe, sente-se no rosto dela virada para os pés.
As duas me olharam espantadas, mas sem hesitação mamãe se levantou e começou a gatinhar até perto da cabeça de Juliana.
– Você não hesitou porque quis me obedecer ou porque quer saber como é ter sua bucetinha ser lambida por outra mulher?
Já ajoelhada antes de montar a cabeça de Juliana respondeu sincera.
– Depois de a lamber, quero muito saber como é ser lambida por ela, mas eu amo, adoro quando você me dá ordens sexuais. Quase gozo todas as vezes, falou passando a perna por cima e se abaixando até sua fenda estar a distância da língua de Juliana.
Com seu tremor e os ruídos que Juliana fez, percebi que ela tinha começado a lamber com mamãe mostrando que estava gostando. Juliana também fazia murmúrios que estava gostando muito.
Pretendia ainda comer o cuzinho das duas antes do amanhecer, então precisava me resguardar e fiquei admirando aquela cena indescritivelmente bela. Juliana ainda com o vestido todo desmilinguido na altura da cintura e mamãe em sua esplendorosa nudez.
Desci da cama, peguei a poltrona e coloquei do lado me sentando.
– Mãe, pare um pouco. Tire toda a roupa da Ju e voltem a essa posição.
Assim que voltaram, dei outra ordem.
– Mamãe se incline e chupe também a bucetinha de sua nora de novo e só parem quando gozarem as duas. Preciso descansar porque vou comer os dois bumbuns depois.
Mamãe se inclinou e ficaram em um 69 maravilhoso e poderia ficar a vida toda assistindo se a vontade de participar não impedisse. Mamãe tinha mais dificuldade porque já tinha feito Juliana gozar antes, mas por outro lado tinha adquirido um pouco mais de habilidade.
Me segurei para não me masturbar e aqueles toques e movimentos que começaram gentis estavam cada vez mais intensos. Mamãe abria sua mente para aproveitar o sexo que não teve enquanto Juliana se preparava para experimentar tudo que eu pudesse oferecer junto com mamãe.
Em minha mente, apesar do erotismo diante dos olhos um pensamento fixo. As amaria, as faria felizes, cuidaria e as protegeria e as deixaria plenamente satisfeitas sexualmente.
Demorou um pouco, o que foi ótimo e então as duas explodiram em um orgasmo avassalador lindamente se contorcendo como duas sereias. Só havia um último ato para acabar com todos os tabus e barreiras.
– Mãe, inverte de posição e se beijem gostoso uma com o sabor da outra.
Cada vez era mais difícil entender como mamãe se contentou com tão pouco sexo e não traiu meu pai porque ela era um ser muito sexual, mas também poderia ser pela falta que teve que sentiu necessidade de se transformar daquela forma. De qualquer forma estava adorando e mais uma vez, na hora fez o que mandei e se virou ficando de 4 sobre Juliana e se beijaram colocando o ultimo tijolo na construção de nosso trio.
As avisei para virem para a piscina quando se recuperassem e logo aquelas divas chegaram nuas com poucos detalhes diferentes.
Cada uma de um lado sob meus braços relaxando naquela piscina falamos sobre nosso futuro como família, do bebê que chegaria e como dividíramos as tarefas, do trabalho que eu faria em meu tempo livre na empresa de mamãe e de nossos estudos.
Em meus planos de sexo realizaria todos seus desejos, criaria aventuras arriscadas e momentos intensos que foi a origem do que vivíamos. Mamãe sempre seria a primeira, mas Juliana nunca seria a segunda, se é que podem me entender.
Um desejo meu que as fiz saber foi que todo ano vou querer as comer de Mamãe Noel pelo menos uma vez, até enjoar, mas me lembrando do que aconteceu esse ano, nunca perderia esse tesão.
No resto da madrugada, comi aqueles dois bumbuns divinos sem que elas interagissem novamente. Comecei com cada uma de 4, mas terminei com elas sentadas em meu colo enterrado em seus bumbuns e mamando aqueles seios espetaculares. Só voltaram a interagir quando no banho final já com o sol brilhando, se mostraram mais safadinhas do que imaginei uma lavando a outro após me lavarem e encerrarem aquela nova aventura dividindo meu pau se ajoelhando lado a lado.
Foi o fim de outra noite que mudou nossas vidas fazendo a aproximação definitiva entre minhas duas mulheres. No dia 1 do novo ano, no horário combinado deixamos Juliana em sua casa para o almoço de Ano Novo e apesar de sermos convidados tínhamos que estar com meus avós e só cumprimentamos seus pais.
Juliana virá morar conosco em uma semana, nos casaremos em breve e como eu terá um quarto seu, mas dormiremos juntos sempre que pudermos e já decidi com mamãe que tanto minha cama como a de Juliana serão também de casal. Não tão grande como a dela, mas teremos qualquer cama para fazer amor quando uma delas não puder, ou quando eu estiver doente e queira ver as duas transado para mim e apagando um pouco o fogo da outra.
Aos olhos do outros minha jovem mamãe será a sogra que não dá espaço ao filho e a nora estando sempre com eles, inclusive em viagens e festas. Entre nós ela será sempre a peça principal que nos uniu e nos manterá unidos e nem quando engravidar mudará sua imagem, pois aos olhos dos outros ficará ainda mais grudada ao filho e a nora precisando da ajuda deles para criar seu filho temporão porque o pai não assumiu.
Estamos preparados e o ultimo empecilho consegui também resolver quando consegui conversar com meu pai por vídeo na noite do dia 1 e assumi que mamãe agora é minha mulher sem dar chances a ele de contestar, ameaçando fazer pesquisas sobre possíveis outras famílias suas nos países onde trabalhou e no Canadá onde nasceu. O acordo que ele aceitou foi assinar o divórcio na primeira vez que vier ao Brasil.
Os desejos secretos de um garoto por sua mãe, a safadeza de uma namorada aceitando se passar pela mãe do namorado, o inesperado encontro na cozinha, o tesão reprimido de mamãe e nosso amor pelo outro nos trouxeram até aqui como se o destino nos guiasse a apesar de todos os obstáculos seremos a nosso modo uma família feliz e com muitos filhos.
Obrigado a quem reservou um tempo nesse final e inicio de Ano Novo para ler nossa história.