Show Particular: Minha Esposa Fodida e o Gozo Servido à Prima

Um conto erótico de Dom Black R
Categoria: Heterossexual
Contém 453 palavras
Data: 09/01/2026 06:26:28

A sala estava iluminada só pela luz suave do abajur, cheiro de sexo já tomando conta do ar. Eu e minha esposa no sofá grande, ela de pernas abertas, buceta branquinha rosada toda melada, brilhando de tanto tesão. Meu pau preto grosso de 18cm entrando e saindo devagar, abrindo ela toda, a cabeça rosada sumindo centímetro por centímetro naquela xota apertada, o mel escorrendo pelas coxas dela, pingando no sofá.

Do outro sofá, ali do lado, minha prima sentada, pernas abertas também, shortinho jeans abaixado até os joelhos, os dedos enfiados fundo na bucetinha morena dela, macetando rápido, os olhos vidrados na gente. Ela mordendo o lábio, gemendo baixinho, o corpinho tremendo enquanto via o primo safado arrombando a esposa bem na frente dela.

“Olha só, prima… olha como a buceta da minha puta engole meu pau preto todo… vê como ela tá molhada pra mim…”, eu falava rouco, abrindo mais as pernas da minha esposa com as mãos, mostrando cada detalhe pra ela. A buceta rosada piscando, sugando, o pau entrando fundo até os ovos baterem, saindo todo melado, fios de gosma ligando a rola à xota.

Minha esposa gemia alto, empinando mais: “Fode gostoso, amor… mostra pra ela como você me come… deixa ela ver tudo…”

Minha prima não aguentava mais. Dedos voando na buceta, o grelo inchado sendo esfregado sem dó, ela gozou forte, tremendo toda, um gritinho abafado escapando enquanto via eu socar com força, a esposa gozando junto, a buceta apertando meu pau loucamente.

Eu não segurei. Gozei fundo, jatos quentes enchendo a xota da minha branquinha, porra grossa transbordando, escorrendo devagar pelos lábios rosados, pingando no sofá.

Respirei fundo, tirei o pau devagar – ainda meio duro, pingando porra e mel – e peguei uma colher que estava na mesinha. Colhi aquela porra quente que escorria da buceta da minha esposa, misturada com o mel dela, uma colherada cheia, cremosa, cheirosa.

Caminhei até minha prima, pau balançando, pingando as últimas gotas no chão. Parei na frente dela, que ainda tremia do gozo, dedos melados, olhos vidrados em mim.

“Abre a boca, prima… bebe o leitinho que saiu da xota da minha puta.”

Ela obedeceu na hora, boca escancarada, língua pra fora, olhos submissos. Eu coloquei a colher na boca dela, inclinei devagar, e ela engoliu tudo, gemendo baixo, lambendo os lábios pra não perder nenhuma gota.

“Boa menina… agora você sabe o gosto do que seu primo faz com a esposa dele.”

Ela sorriu safada, ainda ofegante: “Quero mais da próxima vez, primo…”

E eu já sabia: isso vai virar rotina. Minha esposa sendo comida na frente da prima, e no final ela sempre bebendo o leite quente direto da fonte – ou da colher. Tesão proibido demais pra parar.

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