Segredos de Uma Mulher Bem Casada - Capítulo 6

Um conto erótico de mari
Categoria: Heterossexual
Contém 2319 palavras
Data: 09/01/2026 01:24:50
Última revisão: 09/01/2026 01:26:28

## Mariana

No instante em que o Júlio entrou pela porta, soube no coração que isso ia falhar. E embora tivesse consciência suficiente pra perceber que provavelmente era uma profecia autorrealizável, o Júlio não estava fazendo nada pra me dar confiança.

Quando você tá deitada pelada na sua cama com as pernas abertas, você espera, você ESPERA que seu marido venha pra cima de você com sede de leão.

O Júlio não veio com sede de leão.

Uma pistolinha de água, talvez.

Quase como um dever, ele abaixou o jeans e tirou a camisa. Ainda me impressiono com o quanto o corpo dele é firme e sexy. É o tipo de corpo que uma garota deseja, sonha, se masturba pensando.

A barraca na cueca tava lá, mas fraca.

Mas o problema não era o tamanho do pau dele. Era o peso da paixão dele que me preocupava.

— Vem aqui, gostosão — disse na minha melhor voz sensual. — Me leva pra lua, amor.

Eu sei. Nada demais. Tô sem ideias.

Júlio se aproximou da cama sem uma palavra. Rastejou entre minhas pernas. Ofereci um sorriso encorajador. Passei o dedo na minha buceta, seca como estava, pra começar alguma coisa. Quando o olho dele captou o movimento e olhou pra baixo, usei as duas mãos pra abrir bem os lábios, pra mostrar meu túnel e oferecer meu prêmio.

Vamos lá, amor. Tá bem aqui.

Era como se tivesse uma placa de LED piscando "Coma na Mariana".

Ele caiu sobre meu corpo e enfiou a boca na minha. Enrolei os braços em volta da cabeça dele e beijei longo e profundo.

Ficamos lá de lado nos beijando e abraçando, mas nada mais acontecia. Ele esfregou minhas costas e apalpou minha bunda.

E então senti ele se contorcendo entre minhas pernas.

Ele tava prestes a enfiar o pau em mim.

Quebrei o beijo. — Júlio! O que você tá fazendo?

— Você vai me ter, amor. Vou fazer você se sentir tããão bem.

Segurei o rosto dele a quinze centímetros do meu. — Você sabe o que eu quero.

Silenciosamente ele desceu pelo meu corpo, demorando um momento nos meus peitos. Amassou um mamilo, depois deu uma chupada gentil com os lábios, alguns círculos com a língua. Um bom começo.

Saiu dos meus peitos e começou a descer, beijando minha pele enquanto ia. Era gostoso.

Eu queria tããão muito que isso funcionasse!

Por favor, rezei. Por favor, esteja presente pra mim.

A língua dele pousou nos meus lábios vaginais. Algumas lambidas pelos meus lábios com aquela linguinha áspera.

— Me beija, amor. Faz amor com minha buceta, amor. Beija minha buceta como se ela fosse sua maior amante.

Ele deu alguns beijos gentis e secos nos lábios da minha buceta. Mas tudo parecia mecânico. Não senti paixão ali. Me recusei a dar mais instruções. Ele devia saber a essa altura. E é o oposto de sexy.

Ele enfiou alguns dedos dentro de mim, mas eu tava seca e irritou as paredes da minha buceta. Depois de um ou dois momentos ele olhou pra cima.

Como quem diz: "Beleza? Missão cumprida?"

Ele começou a subir de volta pelo meu corpo. Quando o rosto dele ficou no nível do meu e começou a se contorcer entre minhas pernas, soube que ele tinha terminado de "me dar prazer". Obviamente planejava me foder.

O pau semi-duro dele começou a deslizar pra cima e pra baixo na minha fenda. A glande dele cobriu o capuz do meu clitóris e pressionou. Nos pegamos com toda a paixão que consegui reunir. Meu plano era construir o ardor dele, fazer ele me querer, realmente me querer. Gemi, beijei o pescoço dele, mordi aquele lugarzinho erógeno.

E eu tava começando a sentir. Não fora da minha cabeça de tesão, mas construindo.

Ele recuou. A cabeça do pau dele pressionou contra minha entrada. Ele não tinha ouvido nada do que eu disse?

Ele começou a empurrar pra dentro.

Nem ferrando.

Suspirei. — Acabou aqui — disse. Rolei ele pra fora de mim e balancei os pés da cama, plantando os pés no chão.

Quando levantei, tava nua e exposta. Pela primeira vez na vida, me senti envergonhada e vulnerável mostrando meu corpo pro meu marido.

Me senti uma puta de esquina.

Peguei meu roupão e vesti, amarrando o cinto com força e fechando a frente com um punho pra esconder o decote. Fiquei de pé ao lado da cama, encarando ele.

— E então?

— E então o quê? Eu não tinha terminado!

Bufei. — Você ia me foder. Depois de tudo que conversamos. O que foi aquilo?

Ele sentou na beira da cama e vestiu a cueca. — Mariana, você tem que admitir. Você é pra lá de complicada.

— O que isso quer dizer?

— Qual é. Não se faça de inocente comigo. Você sabe o quanto é sexy. Você é a mulher mais linda que já vi na vida. Naquela primeira noite, não conseguia acreditar quando essa deusa sentou do meu lado e quis conversar. A gata mais gostosa de São Paulo me pegou num bar, pelo amor de Deus!

Onde caralhos ele queria chegar com isso?

— E daí? Mais razão ainda pra você querer ser meu amante.

— Olha. Mariana. Não sei com quantos homens você dormiu. A gente não fala sobre isso. Mas sei que é muito. Certo?

Pode-se dizer isso.

Dei de ombros.

— Você teve muitos parceiros sexuais. Aposto que dormiu com uma dúzia de homens. Talvez mais.

Bom, ele tá uns dez por cento certo. Na verdade perdi a conta.

— De novo, e daí porra?

— É intimidador, Mariana. Você tem tanta experiência na cama, e eu... digamos apenas que não tenho. Quando deitamos juntos, não consigo tirar meus pensamentos de todos aqueles homens que te foderam. Como você coloca? Homens que te foderam até ficar estúpida. Homens que te deram orgasmos alucinantes. Não nega.

— Querida, sou grato que você não jogou seu histórico sexual na minha cara, mas é óbvio. Não estive à altura. Não consigo fazer você sentir como aqueles outros.

Ele hesitou, dor fluindo pelo rosto. — Sei que não tenho o maior equipamento do mundo. Você provavelmente transou com caras maiores que eu.

Era isso que incomodava ele? Sempre tive muito cuidado pra não dizer nada sobre o pau de dez centímetros dele. Nem uma insinuação. — Tamanho não tem nada a ver com isso, Júlio. — Bom, meio que tem. Essa não era hora de atingir ele com algo que não tinha controle. — É sua atitude. Você ainda não aprendeu a me dar prazer. Mais provável, não vai aprender. Você fez uma escolha. Enfia seu pau dentro de mim, goza, depois dorme. Não serve.

Olhei pra ele, garantindo que encontrasse meu olhar. — Eu. Preciso. De. Mais.

— Tô tentando.

— Não, não tá. Acabamos de provar.

— Você não me deu uma chance!

— Papo furado. Admite, Júlio. Você ia me foder bem antes de eu te parar, não ia?

— Ok, sim. E daí? É o que a gente faz!

— Você tem alguma ideia de o quão seca minha buceta tava? Tem?

Ele suspirou. — Um pouco, acho.

— É por isso que vou transar com outra pessoa. Quem, ainda tá pra ser determinado. Tenho certeza que terei muitas oportunidades.

Fiz uma pausa, esperando ele dizer algo. Ele não disse. Continuei.

— Júlio, você tá certo. Tive muitos parceiros sexuais. Mais do que você pensa. Muito mais.

Os olhos dele arregalaram com essa informação.

— Sempre me atraí pelos cafajestes. Homens irresponsáveis, beberrões, super confiantes. Esses eram os caras que eu queria na minha cama. Sabe por quê? Porque eles podiam me foder sem inibição. Tinham confiança incrível no quarto. Amavam minha buceta e os melhores me chupavam até orgasmos infinitos e depois me fodiam... até eu ficar estúpida. Eu quase desmaiava de puro prazer. Literalmente perdi a cabeça transando com homens. É um lado inteiro de mim que você nunca viu, nunca experimentou. Você não faz ideia do que perdeu.

— Os cafajestes são fáceis de identificar. São aqueles que seriam confiantes no quarto que eu procurava. Fiquei tão boa nisso que conseguia identificar eles numa multidão em sessenta segundos. Arrancava ele de quem quer que estivesse, colocava numa cama, e a gente literalmente fodia a noite toda. Horas e horas de sexo sem parar. Eu perdia a conta de quantas vezes gozava.

A expressão no rosto do Júlio era de desespero total, mas eu tava numa onda. Continuei.

— Mas também sabia outra coisa. Nunca casaria com um cafajeste. Cafajestes são má notícia e não quero futuro com eles. Fora do quarto, são babacas não confiáveis e movidos a ego.

— É por isso que quando te encontrei, um homem lindo que podia me fazer rir e ser minha alma gêmea, segurei com unhas e dentes e não te deixei ir. Me apaixonei por você, Júlio, e acredito verdadeiramente que sempre vou te amar.

— Mas não é suficiente. Preciso dos dois. Preciso de você, sua companhia, seu amor, e até seu sexo. Mas também preciso de paixão, e carinho e sim, preciso de orgasmos. Não quero um amante — preciso de sexo cru, bruto, de socar. Preciso me sentir desejada. Uma mulher precisa se sentir cobiçada. Não consigo isso de você.

— É por isso que vou achar um cafajeste, alguém com quem nunca ficaria de outra forma, e vou ser comida sem dó. Quero tudo. Quero pau grosso e enorme nos três buracos. Quero forte e longo e com pegada. E quando tiver toda fodida, vou voltar pra casa pra você e ser sua esposa. Todas as vezes.

— VOCÊ NÃO VAI!

Pelo menos ele tá mostrando alguma espinha dorsal. Já era hora.

— Por que não, Júlio? Por que não deveria?

— Bom, nossos votos de casamento, pra começar. Se você me amasse, não faria isso.

— Júlio, nosso casamento inteiro é baseado numa mentira. Se você me amasse, não agiria enojado quando imploro pra você chupar minha buceta.

— Se você me amasse, não teria mentido sobre por que seu primeiro casamento acabou.

— Se você me amasse, não me negaria o êxtase sexual que preciso desesperadamente pra me sentir completa. Pra me sentir uma mulher!

— Pensei que talvez você mudasse. Pensei que podia te treinar, te introduzir às alegrias do sexo oral mútuo. Agora percebo que isso é equivalente a "mudar seu marido". Não quero ser esse tipo de esposa. Então não vou tentar te mudar, Júlio. Acabou. Você é quem você é. Mas ainda tenho minhas necessidades.

— Por favor, deixa eu tentar de novo.

— Você tá se ouvindo? Quer tentar de novo? Tentar? Paixão não é sobre tentar. É sobre perder a cabeça de tesão pela sua mulher. É sobre se alimentar da paixão da sua mulher, ter prazer em fazê-la gozar pra você. Infinitamente.

— Admite. Você já perdeu a cabeça na cama alguma vez? Comigo? Com a Tânia? Isso já aconteceu com você? Já esteve tão perdido na luxúria que não conseguia pensar? Já ficou tão tarado por buceta que virou um lunático total?

Sem reação.

— Desculpa, amor. É isso. Um ponto de virada no nosso casamento. Não vou trair pelas suas costas. Se você disser não, vou te deixar. Por mais doloroso que seja, porque te amo desesperadamente. Mas você não vai me dar o que preciso. Isso não é falta de habilidade. É uma escolha. Você fez essa escolha. Então tenho que pegar o que preciso desesperadamente. Se não fizer isso, posso enlouquecer.

Ele ficou em silêncio. Eu tinha esgotado minhas palavras. Tinha feito minha proposta. Colocado todas as cartas na mesa. Dependia dele se esse nosso casamento ia funcionar ou não.

Finalmente, ele falou. — Você tem que admitir, Mariana, você é um pouco intimidadora pra um homem com muito menos experiência que você.

Cruzei os braços embaixo dos peitos. — De volta a isso de novo. Tá dizendo: "Não sou eu, é você"?

Ele não disse nada. Mas eu precisava deixar claro. — Então sua teoria é que como tive muitos parceiros sexuais, portanto você não consegue performar porque acha que tô sempre avaliando sua performance contra todos os outros? É isso que tá dizendo?

Ele assentiu. — Meio que sim.

— Bom, eu chamo isso de papo furado. A Tânia me deu tudo que preciso saber sobre essa teoria.

— Bom, é o que eu penso. Além disso, não é a história toda. Você é tão deslumbrantemente linda, Mariana. Quanto mais tempo ficávamos juntos, mais inadequado me sentia. Pesquisei sobre isso. Chamam de Síndrome do Impostor. Um diálogo interno tava constantemente rodando na minha cabeça quando namorávamos. "Não mereço essa garota linda." ou "Ela é tão perfeita." "Não tô no nível dela." "Ela pode conseguir alguém melhor que eu e logo logo, vai perceber exatamente isso."

Ele pausou, presumo, pra avaliar minha reação. Não dei nenhuma. Ele continuou. — Naqueles meses que namoramos, nunca transamos. Pensei comigo mesmo: por que não? O que ela tá esperando? Tem tão pouca fé em mim? Então quando finalmente fizemos, todo esse diálogo interno estava correndo pela minha cabeça.

A essa altura, minhas mãos estavam nos quadris. — Agora tá me dizendo que não consegue me foder porque sou sexy e linda demais? Isso é uma merda muito estranha.

Ele ficou em silêncio.

Tirei um momento pra pensar sobre tudo que dissemos. — Ok, talvez você esteja certo. Tô disposta a testar sua teoria. É justo. Se posso transar fora do nosso casamento, então você deveria ter essa opção também. Você quer isso?

Ele deu de ombros.

— Não sei o que fazer com isso, Júlio. Olha, se você quer foder outra pessoa, se acha que isso vai te devolver a confiança, posso arranjar. Posso te arrumar uma garota incrível que não vai querer casar com você, mas com minha bênção vai pular na chance de te colocar na cama dela. Talvez então você recupere sua confiança.

Peguei meu celular. — Quer que eu faça uma ligação?

— Eu quero você.

— Você me tem. Mas preciso de mais. Quer que eu faça essa ligação?

Uma pausa longa e torturada. Por fim, ele assentiu.

Ok.

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Comentários

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Na verdade Mariana só não pulou fora ainda pelo status q ela adquiriu ao estar do lado dele, ela era uma mulher promíscua e rodada, viu nele a chance de limpar sua imagem, mas não imaginava q ele disse tão fraco na cama como é, e agora quer voltar a ser promíscua sem perder o status de mulher direita, quer ser puta de outros enquanto mantém seu porto seguro, ela mesmo disse q teve diversos cafajestes em sua cama, mas não casaria com nenhum deles por não ver futuro, Mariana é a típica gostosona q deu pra meio mundo, mas no final queria um trouxa pra banca-la, mas quebrou a cara ao encontrar um q não gosta de buceta, só existem duas opções, ou ele aceita ser corno manso q si serve pra pagar as contas, ou ele se separa dela e deixa ela fazer o q quiser da sua vida, mas a primeira opção o fará definhar sexualmente ainda mais, se ele já não consegue dar seu máximo só por saber q no passado ela já passou no carroceu de rolas, imagina ela sendo sua esposa, aí já era de vez o restinho de masculinidade q ele tem, ou seja a melhor opção é a separação mesmo

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Continuo achando o cara um xarope do cacete, mas a Mariana já tá ficando errada também, dando moral aonde não tem nada de bom, aliás o cara e só uma casca física recoberta de presunção, cai fora enquanto é tempo Marianna. Kkkkk

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A essa altura do campeonato já tô torcendo pra Mariana pula e se salvar dessa canoa furada q é esse cara patético 🥹

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