Os dois lados da moeda.

Um conto erótico de Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 6554 palavras
Data: 08/01/2026 16:31:32

Os dois lados da moeda.

Meu nome é Pedro e tenho 37 anos. Até duas semanas atrás, eu achava que Mariane e eu tínhamos um casamento muito bom. Depois de 12 anos de felicidade conjugal e três filhos, de 10, 8 e 5 anos, nossa vida amorosa era um pouco previsível, mas repleta de muito amor e carinho.

Éramos dois adultos bonitos, embora não fôssemos modelos de revista, com certeza.

Eu tenho um pouco menos de 1,80 m de altura e peso 86 kg. Tenho um pouco de gordura na cintura, mas nada muito óbvio. Mariane tem 1,63 m e pesa 63 kg, com a mesma gordura extra que vem com nosso estilo de vida um tanto sedentário, e, no caso dela, ter dado à luz a três filhos também deixou suas marcas.

E já que estamos falando nisso, meu pênis tem comprimento (15 cm) e largura médios. Portanto, não há motivo para que minha esposa ache impossível fazer sexo oral profundo em mim, embora ela raramente tenha feito isso nos últimos 10 anos.

Ultimamente, Mariane tem estado um pouco distante, constantemente me importunando sem motivo algum, ficando irritada com as menores coisas e totalmente indiferente na cama. Já tivemos nossos períodos de seca no casamento, mas agora isso estava me preocupando. Isso sem mencionar os vários estímulos manuais que consegui por conta própria.

Ao ser confrontada com a situação certa noite, depois que as crianças foram dormir, Mariane negou inicialmente que algo estivesse errado. Mas, como insisti bastante, ela finalmente admitiu estar um pouco preocupada com um assunto sério no trabalho. Quando me ofereci para conversar sobre isso, como costumamos fazer quando estamos insatisfeitos com nossa vida profissional, ela simplesmente me dispensou, dizendo que os problemas se resolveriam com o tempo. Deixei para lá. Em retrospectiva, eu deveria ter insistido mais, mas agora é apenas uma ilusão.

Numa sexta-feira à noite, Mariane me perguntou se eu me importaria de ficar de olho nas crianças no dia seguinte, pois ela precisava trabalhar por algumas horas. Foi um pedido estranho. De vez em quando acontece de termos que trabalhar no sábado e o outro sempre acaba ficando responsável pelas crianças.

"Sem problema, querida!" Respondi. "Você volta na hora do almoço?"

"Não!", disse ela evasivamente. "Na verdade, irei trabalhar à tarde, não de manhã."

"Sim, claro!" Eu disse.

E o assunto foi encerrado. Mais tarde, tentei convencê-la a passar um tempinho a sós no quarto, mas Mariane estava muito cansada.

Dormimos até tarde na manhã seguinte, ou melhor, até onde nosso filho de 5 anos permitiu. Pouco antes do meio-dia, Mariane subiu para se arrumar para o trabalho. Quando desceu, tive uma surpresa. Em vez de entrar na cozinha, onde eu estava preparando um pequeno almoço para as crianças, ouvi-a ir direto para a porta da frente.

"Já estou a caminho, querido. Até mais!" Ela gritou, e ouvi a porta bater. Olhei pela janela da cozinha. Esticando um pouco o pescoço, dava para ver a entrada da garagem. A cena que me recebeu foi surpreendente. Normalmente, quando vamos trabalhar no sábado, nos vestimos casualmente: tênis, jeans, camiseta, suéter... Mariane estava usando um de seus lindos vestidos pretos justos que cobrem até o meio das cochas, que ela guarda principalmente para nossas saídas à noite, e uma meia-calça preta de renda. Que diabos!

Tentei contatá-la pelo celular, mas devia estar desligado, pois todas as ligações iam direto para a caixa postal. E eu fiquei preso em casa com as crianças. Mais tarde, depois de alimentar as crianças e dar tempo para ela dirigir até o trabalho, liguei para lá.

"Samuel, da Solaris, falando!"

Samuel era o novo gerente de escritório, vindo da sede há três meses. Eu ainda não o conhecia.

"Olá, Sr. Samuel. Sou Pedro Silva. Seria possível falar com minha esposa, por favor?"

Houve um breve silêncio na linha.

"Hum... Não há nenhuma Sra. Silva trabalhando aqui. Você deve ter discado o número errado. Desculpe!", disse ele finalmente antes de desligar.

Mas que droga...! Disquei de novo.

"Samuel, da Solaris, falando!"

"Sr. Samuel, é o Pedro Silva novamente! Sei que o senhor é novo no escritório, mas estou tentando falar com a Mariane. Ela trabalha na Solaris há 14 anos."

"Ah! Desculpe. Não, a Sra. Almeida ainda não chegou. Espero que ela chegue a qualquer momento", foi sua resposta simples, uma resposta que me deixou sem palavras. Agradeci e desliguei.

Eu não conseguia acreditar que Mariane estava usando seu nome de solteira no trabalho. O que significava isso? Ela era a Sra. Mariane Almeida Silva há 12 anos, pelo amor de Deus! Eu estava prestes a ligar pela terceira vez para o trabalho dela quando uma comoção começou no quintal. Nosso filho caçula, tinha caído e estava chorando, segurando a mão que havia amortecido a queda. Eu cuidei dele, certificando-me de que não era nada sério, e ele voltou para fora alguns minutos depois para brincar com as irmãs.

Quando liguei novamente para o trabalho, ninguém atendeu; a ligação foi encaminhada para a secretária eletrônica. Continuei ligando, com o mesmo resultado. Minha mente estava em turbilhão. Eu não conseguia me livrar da sensação de angústia que parecia pairar sobre meu casamento com Mariane.

Tive muitas horas para refletir sobre o estado do nosso casamento. A mudança de atitude de Mariane em relação a mim foi o que mais me intrigou. Eu tinha a sensação de que ela não me amava mais. Ela nunca disse uma palavra nesse sentido, mas levando em conta que agora ela usa o nome de solteira, que se vestiu de forma extremamente sensual para ir trabalhar no sábado e que não está onde deveria estar, eu tinha certeza de que ela estava tendo um caso e que eu estava prestes a sair da vida dela.

Fiquei arrasado! Minha vida com Mariane e as crianças era tudo para mim. Ao contrário de alguns colegas, meu trabalho vinha em segundo lugar nas minhas prioridades; minha esposa e meus filhos sempre vinham em primeiro lugar. Mas agora eu estava encarando a óbvia realidade de que meu casamento estava desmoronando.

Sim, nosso casamento não era perfeito, mas eu não conseguia entender como ela nos trairia, a mim e às crianças, daquele jeito. Pedir o divórcio era algo que eu até entenderia. Seria doloroso, mas eu vi acontecer com muitos casais ao longo dos anos. No entanto, me trair com um cara qualquer foi extremamente cruel e doloroso.

Eu não conseguia acreditar que ela faria isso. Juro pelo túmulo da minha mãe que Mariane ainda me amava. Precisava manter a calma. Tinha que haver alguma explicação, e eu exigiria, isso era óbvio. Só me restava cuidar das crianças e esperar.

Quando Mariane finalmente chegou em casa, por volta das 19 horas, sem nenhum telefonema para avisar que se atrasaria para o jantar, eu estava furioso. Só a presença dos nossos filhos me impediu de extravasar a raiva quando ela entrou pela porta da frente. Bastou um olhar para ela, sem maquiagem, rosto vermelho, com o cabelo despenteado e sem as meias, para perceber: ela tinha acabado de transar.

Ela parou abruptamente quando olhou para mim e viu a raiva estampada no meu rosto.

Eu me aproximei dela e disse, fora do alcance dos ouvidos das crianças: "Depois que as crianças dormirem, teremos uma conversa séria".

Ela não disse uma palavra, a culpa a cobria da cabeça aos pés, e correu para o quarto. Minutos depois, ouvi o chuveiro ligado. A porta do banheiro não estava trancada. Mariane estava no chuveiro e suas roupas estavam amontoadas no chão. Ou o que restava delas. Não havia sutiã — nem sei se ela estava usando um esta manhã — nem meia-calça, nem calcinha — também não sabia se ela estava usando calcinha esta manhã. Sem calcinha? Verifiquei o vestido novamente, e lá estava, manchando o preto do tecido: sêmen que havia escorrido de sua vagina, provavelmente enquanto ela dirigia para casa. Ainda por cima, transa sem proteção, que vagabunda faz isso?

Durante o resto da noite, pairou um silêncio gélido entre nós. Até as crianças perceberam que algo estava errado, pois também ficaram meio apáticas a noite toda. Às 22h as crianças foram para a cama e Mariane e eu acabamos sozinhos na sala.

Sentei-me na poltrona enquanto Mariane estava no sofá, olhando para mim com tristeza e culpa. Antes mesmo que eu dissesse uma palavra, ela começou a chorar.

"E daí?", perguntei friamente. "O que você tem a dizer em sua defesa?"

"Não sei o que você quer dizer?", murmurou ela.

"Ah, qual é! Você vai trabalhar num sábado vestindo sua melhor roupa, sutiã, calcinha e meia-calça. Não está no trabalho, onde deveria estar, e volta sem meia-calça, sem sutiã e sem calcinha, com porra no vestido, e corre para tomar banho", rosnei. "Você está se comportando como uma vadia imunda na frente das crianças, e temos sorte de que elas não sejam mais velhas para perceber o quão vadia é a mãe deles. Por que você fez isso comigo, com a gente?"

"Desculpe, Pedro!", disse ela apaticamente, com a cabeça baixa. "Tudo saiu do controle."

"Pelo amor de Deus, Mariane!" Gritei. "Você não podia ao menos levar em consideração nossos 12 anos juntos antes de sair por aí abrindo as pernas para outro? Não podia simplesmente me pedir o divórcio e me ajudar a preservar um pouco de dignidade em vez de agir como uma vadia? Você me odeia tanto assim?"

Ela ergueu a cabeça ao ouvir a palavra divórcio.

"Não, não! Não é o que você está pensando, Pedro!", disse ela. "Eu não quero o divórcio. Eu te amo, amo as crianças e não quero te perder."

"Você está brincando comigo!" eu disse. "Vai se foder e acha que eu não vou me divorciar de você? Acha que algum dia vou conseguir te abraçar sem ter vontade de esmagar sua traqueia? Acha que algum dia vou conseguir fazer amor com você, sabendo que você está me traindo? Você está louca?"

"Por favor, Pedro!" Ela respondeu. "Deixe-me explicar".

"Explicar o quê?" Gritei, pulando da cadeira. "Explicar que transa boa você teve? Explicar como minhas falhas te levaram para os braços de outro homem? Se não estivéssemos tão sem dinheiro, eu já estaria num quarto de motel em algum lugar, sua vadia traidora!"

"Eu estava apenas curiosa, Pedro, é que..." ela começou a dizer.

"Ah, sim! Isso vai aliviar minha dor", foi minha resposta sarcástica. "Eu estava curiosa para ver como seria transar com outros homens pelas suas costas. Mariane, você estava curiosa para ver minhas reações à sua prostituição? É isso?"

"Não, Pedro! Pelo amor de Deus. Não era para ter acontecido assim. Eu..."

"Sua louca, sua ESTUPIDA!" Gritei, fazendo Mariane recuar com meu acesso de raiva. "Como você pode dizer que não era para ter acontecido assim, depois de eu ter te visto se vestir de forma vulgar para ir trabalhar? Aconteceu porque você quis que acontecesse."

"Não, eu quis dizer que você não deveria ter descoberto...", disse ela.

"Ah, desculpe! Isso faz toda a diferença. Eu não deveria ter descoberto." Eu disse, fingindo um tom tranquilizador que não sentia. "Ufa! Que alívio saber que foi só a minha imaginação fértil que nos colocou nessa situação. Deveria ter sido tão mais fácil para você..." minha voz estava se elevando. "...aprontar sem que eu soubesse. Eu sou um atrapalhado mesmo!"

Ela apenas se encolheu no sofá.

"Meu Deus, que bagunça!" Exclamei, desanimado, recostando-me na cadeira. "Na segunda-feira, vou consultar um advogado e dar início ao processo de divórcio. Enquanto isso, vamos tentar facilitar as coisas para as crianças. Vou dormir no sofá e procurar um lugar fixo para morar..."

"NÃO!" Gritou Mariane. "Divórcio não. Eu não quero divórcio. Nós... nós temos uma vida boa juntos. Eu te amo. Eu te amo muito. Não faça isso com a gente, Pedro. Não faça isso com as crianças."

"Eu nunca imaginei que você fosse uma idiota dessas, Mariane. Eu não fiz nada. FOI VOCÊ! Por causa de um caso com qualquer um, você jogou fora 12 anos de casamento. Sua traição destruiu esta família, não eu", eu disse, balançando a cabeça, perplexo com o comportamento dela.

"Não, Pedro, não faça isso", ela implorou. "Não tem nada a ver com o meu amor por você e pelas crianças. Eu só estava curiosa sobre uma coisa, sobre... sobre..." Ela não conseguiu terminar a frase, cobriu o rosto com as mãos e começou a chorar. "Meu Deus!"

Bem, eu também estava começando a ficar curioso.

"SOBRE O QUE?", finalmente cuspi nela. Tive que prestar muita atenção no que ela disse em seguida. Foi menos que um sussurro.

"Sobre o tamanho do pênis...", ela disse. "O novo gerente teve um caso com a nossa secretária e ela nos contou que ele era grande, enorme, e... que ela nunca se sentiu tão preenchida em toda a sua vida. E eu fiquei muito curiosa. Não tem nada a ver com o meu amor por você."

"Ah, ótimo!", eu disse, com a voz carregada de ironia. "Me sinto muito melhor agora que você teve a chance de experimentar pelo menos uma vez na vida. Você agora poderá comparar meu pênis com o do seu amante, e isso com certeza é um bônus para o nosso casamento."

“Então se eu ficar curioso com os seios de alguma mulher ou com a bunda de outra, eu poderia sair transando só pra ver como seria? E depois voltar pra casa como se fosse a coisa mais normal do mundo. Se eu fizer isso estaríamos quites?”

Mariane olhou para mim novamente, esperançosa.

"Você está falando sério?", ela perguntou. "Você não está mais tão bravo assim?"

"Não se mexa! Fique aí onde está. Já volto", eu disse a ela.

Levantei-me e corri pro quarto. Voltei alguns minutos depois com uma mochila contendo tudo o que eu precisava para me hospedar em um hotel. Mesmo sem dinheiro, eu não queria mais ficar perto de Mariane.

Na porta, virei-me para Mariane e disse-lhe: "Gostaria de poder dizer 'Vai se foder', mas isso é uma coisa que nunca mais farei contigo."

E eu me fui!

***

(Mariane)

Eu não conseguia acreditar na bagunça que tinha feito. Perdi meu marido, uma pessoa que eu amava tanto, e tudo por causa de um pênis enorme. Que idiota!

Pouco tempo depois de Samuel começar a trabalhar no escritório, todas as garotas ficaram encantadas por ele. Ele era bonito para um homem de meia-idade e exalava confiança. Não demorou muito para que Ana fosse para a cama com ele. Ambos eram solteiros e era sexo sem compromisso, um fato deixado claro desde o início.

As coisas teriam continuado assim se Ana não tivesse se gabado tanto do sexo deles. Certa manhã, enquanto tomávamos café, quando o Sr. Samuel estava fora do escritório, descobrimos tudo sobre ele. Ana estava extasiada com o pênis dele. Tinha cerca de 25 centímetros de comprimento e quase 8 centímetros de diâmetro.

"Nunca me senti tão realizada em toda a minha vida", disse ela. Aos 42 anos, já era uma mulher experiente e divorciada duas vezes. "Foi o melhor sexo de todos os tempos!"

A partir daí o tamanho do pênis e os prazeres sexuais se tornaram os principais assuntos de conversa nos almoços e intervalos para o café. Quanto mais falávamos sobre isso, mais curiosa eu ficava sobre o pênis do Sr. Samuel. Era difícil não olhar para a virilha dele quando ele estava por perto. Bem, não dava para saber exatamente o que ele estava escondendo, mas isso me deixava pensando.

Não me interpretem mal! Eu ainda amo meu marido e não tenho do que reclamar da nossa vida sexual, mas eu tinha uma fixação pelo pênis do Samuel. Não é amor!

Era pura e simplesmente uma paixonite idiota pelo pênis grande de um homem.

Durante dois meses, não consegui parar de pensar nisso. Mesmo quando fazia amor com Pedro, eu ficava imaginando como seria se ele tivesse um pênis enorme. Como ele me preencheria. Tenho muita vergonha do meu comportamento. Isso, mais do que o próprio sexo com o Samuel, foi a minha traição ao amor incondicional de Pedro. Preciso encarar a triste realidade de que o privei de sexo por um mês inteiro antes que minhas necessidades sexuais fossem satisfeitas em uma transa casual com o Samuel.

Naquele fatídico sábado, eu estava escalada para uma simples hora extra no trabalho, sabendo que ficaria sozinha com o Samuel. Ele não fazia a menor ideia de que eu estava determinada a seduzi-lo e descobrir por mim mesma o motivo de tanto alvoroço. Devo ter sido muito óbvia em minhas intenções. Assim que ele me viu com meu vestido sexy, assobiou.

"Caramba, você está irresistível nesse vestido, Mariane!", disse ele.

"Para ser sincera, Samuel, eu gostaria que o senhor achasse que eu fico gostosa nesse vestido", respondi, sendo mais direta do que jamais fui em toda a minha vida, exceto com meu marido.

Samuel se levantou, veio até mim e me abraçou. Ele me deu um beijo de língua daqueles e disse: "Mariane, vamos para minha casa e passar a tarde toda explorando essa gostosura."

E foi isso que fizemos.

Sim, o pênis dele era enorme. E como a Ana disse, me preencheu como nunca antes, tocando lugares que eu nem sabia que existiam. Mas fiquei um pouco decepcionada porque ele não me fez sentir tão bem durante o sexo. Cadê o "melhor sexo de todos os tempos" de que a Ana falava?

Ele não foi bruto nem nada, só não foi muito delicado ou atencioso às minhas necessidades. Se não fosse pela minha tesão descontrolada e pelo fato de eu estar transbordando de desejo, ele poderia ter me machucado com seu pênis enorme. Ele me penetrou sem muita preliminar.

Não levou mais de 10 minutos para ele encher minha vagina com seu sêmen. Me senti realmente preenchida, foi muito mais fundo do que qualquer um já chegou, mas não cheguei ao orgasmo. Não podia ser só isso! É impossível que eu tenha traído meu marido à toa.

Nas cinco horas seguintes, eu estava determinada a experimentar tudo o que pudesse com o seu enorme membro. Tive que lhe fazer muitos boquetes para reanimá-lo e fazê-lo me foder até eu ter alguns orgasmos.

Ele finalmente se cansou de mim quando lhe neguei o sexo anal. Nunca dei o cu nem pro meu marido. Eu que não ia deixar ele arrebentar minha bunda sem nem ter me feito gozar como eu esperava.

Por volta das 6 horas, ele simplesmente me expulsou do apartamento dele. No caminho para casa, percebi que tinha esquecido de pegar meu sutiã, minha calcinha e minha meia-calça. E quando cheguei em casa, com a minha vagina ainda laceada e ardendo, perdi tudo. E tudo por uma transa que nem era tudo que a Ana falava. Foi só ilusão.

E agora, as crianças estão dormindo e eu estou sozinha na minha cama. Pedro está fora há duas semanas. No final da primeira semana, recebi os papéis do divórcio e o advogado de Pedro me disse que ele não queria falar comigo naquele momento. No entanto, tivemos que combinar algumas visitas às crianças.

Tudo estava saindo completamente do controle.

Eu queria muito que Pedro voltasse para mim.

(Pedro)

O primeiro mês longe de Mariane foi horrível. Não só a traição ao meu amor me feriu profundamente, como também o apetite dela por um pênis grande teve o efeito de me castrar. Quando alguém te rejeita por ser desatento, por não demonstrar amor suficiente ou por qualquer outro motivo, isso causa dor, mas nada que não possa ser resolvido. Quando você descobre que o tamanho do seu pênis não atende aos padrões dela, isso simplesmente destrói toda a sua autoconfiança.

Eu estava constantemente pensando no tamanho do meu pênis. Como um homem de tamanho médio, nunca dei muita atenção ao tamanho do meu pênis; na adolescência, eu tinha decidido que estava tudo bem nesse quesito. Depois disso, ouvi todos aqueles discursos reconfortantes: "Não é o tamanho, mas como você o usa". Mas agora, isso estava no centro de todos os meus pensamentos. Caramba, eu até fiz uma pesquisa na internet sobre aumento peniano e fiquei apavorado.

Em um nível básico, eu sabia que Mariane, tendo experimentado um pênis grande, jamais conseguiria evitar uma comparação com o meu. Por que ela simplesmente não pegava uma tesoura e cortava meu pênis fora? Pelo menos eu teria morrido sangrando! Não aquela dor constante na alma que eu estava sentindo agora.

No trabalho, logo perceberam que eu estava fora de mim. Depois de muita insistência da Sonia, minha assistente, finalmente expliquei minha situação conjugal e que estava me divorciando da Mariane. Estava um pouco receoso de contar isso a ela. Na verdade, ela sempre foi um pouco paqueradora comigo, e às vezes eu me sentia desconfortável com isso. Agora era pior, já que eu não tinha mais a aliança no dedo para manter uma distância adequada entre nós, um limite que ela sempre respeitou.

Sonia é 10 anos mais nova que eu, com 27 anos. Ela é uma jovem bastante atraente. Eu costumava admirar seu corpo bem torneado, suas pernas longas e seus seios fartos e bonitos. Sua reação ao saber que eu estava me divorciando de Mariane foi inesperada.

"Uau! Vamos comemorar!" Disse ela, visivelmente radiante.

"O que há para comemorar?" Perguntei. "Meu casamento acabou de desmoronar depois de 12 anos. Não há motivo para comemoração."

"Que nada, seu idiota!", disse ela, rindo. "Estou comemorando porque você está de volta ao mercado, um solteiro extremamente bonito, trabalhando bem aqui no escritório."

E então ela voltou para sua mesa, seus quadris balançando de um lado para o outro enquanto me lançava um sorriso diabólico.

Caramba! Aquela garota me fez sentir ótimo. Por cerca de 30 segundos.

Mas, claro, era apenas uma brincadeira amigável e, mais tarde naquela noite, a melancolia da minha nova vida retornou.

Através de nossos advogados, Mariane tem pedido para esquecermos o divórcio e fazermos terapia de casal. Na minha opinião, a terapia de casal teria sido uma ótima ideia antes que ela decidisse me trair. Depois disso, o estrago já estava feito. Recusei educadamente, mas com firmeza. Um mês intenso de introspecção foi suficiente para me fazer decidir: Mariane era passado e não tinha a menor chance de eu voltar para ela.

Achei mais difícil ficar longe das crianças. Consegui levá-las para passear no sábado ou domingo, mas o pequeno apartamento que encontrei não era grande o suficiente para que dormissem aqui em casa. E elas ficavam me pedindo para voltar para casa. Tive paciência para explicar que era impossível sem falar mal da mãe delas e magoá-las no processo. Mesmo assim, era sempre doloroso ver meus filhos voltando para casa da mãe chorando.

No começo, Mariane ficava me esperando no jardim da frente com as crianças quando ia buscá-las. Deixei bem claro, porém, que não queria ouvir uma palavra dela e que, se insistisse em ficar ali, que calasse a boca. Sim, eu disse isso na frente das crianças, e me envergonho disso. Mas ela entendeu o recado.

Levei dois meses para sair da minha fossa. Eu ainda não conseguia pensar em Mariane sem sentir mágoa, raiva e vergonha, mas aos poucos recuperei parte da confiança e do desejo de sair fortalecido do meu divórcio. Aos 37 anos, eu ainda era jovem e precisava planejar os próximos 40 ou 50 anos da minha vida.

A questão agora era: O que fazer para encontrar uma boa mulher? Eu estava fora do processo de namoro há 15 anos, desde que comecei a namorar a Mariane. Estava um pouco enferrujado e não sabia a quem recorrer. Comentei com um colega, que me deu algumas dicas, como bares famosos para conhecer mulheres solteiras ou até mesmo alguns sites de namoro. Nada me atraiu muito. Felizmente, Sonia veio em meu socorro.

"Oi, amigo!", disse ela ao entrar no meu escritório e sentar-se numa cadeira de frente para mim. "Ouvi você conversando com o Toni. Me desculpe se eu interromper, mas preciso te dizer que vocês estão fazendo tudo errado."

"Por quê?", perguntei.

"Bem! Primeiro, você falou como se estivesse procurando outra esposa", disse Sonia. "Isso é muito rápido! O que você deveria estar procurando é uma mulher bonita que simplesmente queira transar com você, sem compromisso. Uma amiga com benefícios, uma parceira sexual casual ou como você quiser chamar. Você pode encontrar a próxima, ou pode simplesmente encontrar um sexo bom e casual. É disso que você precisa para sair desse mau humor. Não se pressione demais nem pressione uma mulher indefesa que só quer te conhecer e aproveitar sua companhia."

Sonia tinha razão. Assim que decidi seguir em frente com a minha vida, já estava tentando descobrir como e onde encontrar minha próxima esposa. Se bem me lembro, namorei por mais de cinco anos antes de conhecer Mariane. Eu tinha certeza de que encontraria o próximo amor da minha vida mais rápido, mas tive que me preparar para ficar solteiro por um bom tempo.

"Escuta, cara!" Acrescentou Sonia. "Eu conheço a mulher perfeita para você. Sei que ela sempre teve uma quedinha por você, mas até agora você nem sequer lhe dava atenção sem mostrar sua aliança. Que tal um encontro às cegas? Topa?"

Levei apenas um segundo para me decidir e aceitei o encontro às cegas. Sonia me disse então para estar na casa dela por volta das 19h de sexta-feira e para me vestir casualmente.

Exatamente às 19h, toquei a campainha do apartamento dela. É normal ficar nervoso ao conhecer uma mulher nova em um encontro às cegas, mas eu estava um caco de nervos. O que aconteceria se eu acabasse na cama com ela? Será que ela riria de mim por causa do meu pênis de 15 centímetros? Será que eu conseguiria satisfazê-la? Cheio de insegurança, eu estava quase pronto para fugir e esquecer tudo quando ouvi a porta abrir.

Sonia abriu a porta. Uau! Ela estava deslumbrante num lindo conjunto azul claro — minissaia e regata — e por um segundo eu desejei que ela não tivesse marcado um encontro às cegas. Ela obviamente não estava usando sutiã por baixo da regata. Era uma visão estonteante para um homem recém-celibatário. Eu disse isso.

"Sonia, você está deslumbrante", eu disse. Então, decidi ser ousado. "Para ser sincero, eu queria que minha acompanhante mudasse de ideia e que fôssemos só nós dois esta noite."

E sim, corei! Juro que fiquei vermelho como um pimentão. Fazia anos que eu não elogiava uma mulher assim. Será que ela se incomodaria com a minha admiração tão evidente? Ela estava sorrindo quando abriu a porta. Agora, estava radiante. Parece que, afinal, eu ainda não perdi o jeito.

"Bem, muito obrigada pelo elogio", ela respondeu. "Mas deixe-me assegurar-lhe que o seu encontro ainda está de pé e que estou muito ansiosa para estar com você."

Ela me convidou para a sala de estar e me ofereceu uma bebida. Depois de 30 minutos de uma conversa agradável e aconchegante com Sonia, finalmente perguntei quando meu encontro às cegas chegaria.

"Você está ansioso?", disse ela, rindo baixinho. "Já são quase 19h30, então o encontro às cegas deve começar em breve. Acho que preciso te preparar um pouco!"

Havia um lenço sobre a mesa de centro dela. Ela estendeu a mão para pegá-lo e se aproximou de mim.

"Agora, você terá que confiar em mim. Quando eu disse encontro às cegas, eu estava falando sério. Vou amarrar este lenço sobre seus olhos, e seu encontro será com você vendado", disse ela.

Foi estranho. Já tinha ouvido falar muito sobre encontros às cegas, mas nunca de um encontro em que você tinha que estar cego. Mas era a Sonia e eu confiava nela completamente. Deixei que ela amarrasse o lenço sobre meus olhos.

"Agora espere só um puco", disse ela simplesmente.

Ouvi-a levantar-se e sair por trás de mim em direção à cozinha. Depois ouvi passos se aproximar. Ela parou à minha frente e então — pelo que pude perceber — ajoelhou-se à minha frente. Senti então as mãos dela nos meus joelhos. As mãos dela subiram lentamente pelas minhas coxas, pararam por uma fração de segundo sobre a minha ereção agora intensa e continuaram a subir pelo meu corpo.

Quem era? Por que eu tinha que estar vendado? Em meio à minha resposta corporal a esses carinhos, minha mente ainda tentava entender por que eu precisava estar vendado. Por alguns instantes, esses pensamentos foram afastados quando um par de mãos segurou minha cabeça e alguns lábios pressionaram os meus, dando início a um beijo. Eu correspondi.

As mãos estavam ficando mais intensas no meu corpo. Uma delas agarrou meu pênis e começou a acariciá-lo por cima do tecido da calça. E o beijo pareceu durar horas. Mas quem estava do outro lado daquele beijo? Essa pergunta não me saía da cabeça. Por que a venda? Algumas ideias estranhas começaram a surgir. Não pode ser um homem, né? Eu saberia a diferença. Então me atingiu como uma marreta na testa: será que Sonia me enganou e Mariane está aqui?

Inseguro, afastei minha boa beijadora e tirei a venda.

Soltei um suspiro! A mulher sentada no meu colo, me beijando e se divertindo à vontade com meu pau, era ninguém menos que a própria Sonia. Um sonho molhado realizado!

"Surpresa!", ela disse simplesmente.

Totalmente aliviado, voltei a beijá-la.

"E uma surpresa absolutamente incrível, se me permite dizer", eu disse quando interrompemos o beijo. "Mas por que tanto mistério?"

Sonia parecia um pouco desconfortável.

"Desculpe, Pedro!", disse ela. "Durante todos esses anos trabalhando juntos, eu realmente me apaixonei por você. Muito mesmo! Cada vez que eu flertava, você nem sequer dava a entender que estava interessado em mim. Eu me sentia muito insegura. Eu te queria. Surgiu inesperadamente uma chance de te conquistar, mas eu não sabia se você estava interessado."

Olhei para ela, peguei em seu rosto e lhe dei um beijo enorme.

"Sonia, você é uma mulher realmente linda", sussurrei. "Sempre achei você uma mulher muito atraente. Uma mulher capaz de virar minha vida de cabeça para baixo! Enquanto eu era casado, fiz de tudo para afastar esse sentimento."

Eu a beijei novamente.

"Mas agora, não quero resistir", eu disse. "Agora, só agradeço que você também possa se sentir atraída por mim."

Chegamos rapidamente ao quarto dela. Pela primeira vez em 15 anos, eu estava com outra mulher. Foi fantástico!

Eu tinha reparado nos seios maravilhosos dela. Eram bem maiores que os da Mariane, mesmo quando ela estava grávida. Até aquele momento, eu não sabia que tinha uma queda por seios. Em todas as preliminares, dedicamos muito tempo aos seios dela, acariciando-os, beijando-os, chupando seus mamilos. As suas auréolas redondinhas e grandes, a curvatura na medida certa, muito lindos mesmo, eu diria perfeitos.

Mas aquilo era apenas o começo de uma maravilhosa aventura sexual. Logo, eu estava na entrada da vagina dela que parecia uma bolacha recheada. Tinha sido bem lambida — depois de alguns orgasmos — e estava bem escorregadia. Quando meu pau entrou nela, foi uma revelação. Tive que ir bem devagar, com medo de machucá-la. Ela era tão apertada! Na medida do possível, tentei controlar meu próprio orgasmo. Foi difícil, tão apertado quanto ela era e exercendo muita fricção no meu pau. Quando senti que ela estava chegando ao clímax, finalmente ejaculei. Enchi-a com o equivalente a dois meses de sêmen, e a sensação foi ótima.

Foi tão bom que transamos o fim de semana inteiro. Eu não sabia que conseguiria gozar tantas vezes seguidas, mas a Sonia garantiu que eu recuperasse minhas forças e energia. Pela primeira vez em dois meses, me senti muito bem comigo mesmo. Não só pelo sexo selvagem, mas porque me senti tão bem na companhia da Sonia .

Nos despedimos no domingo, prometendo um ao outro que isso não interferiria na nossa relação de trabalho e que nos reencontraríamos no fim de semana seguinte. E nos reencontramos! E nos fins de semana seguintes também.

Um mês depois, recebi uma ligação da Mariane. Estávamos a poucas semanas da audiência marcada para o nosso divórcio.

"Pedro", ela começou. "Tenho estado em terapia. E uma coisa que preciso fazer é pedir desculpas pelo que fiz. Nada mais! Só quero que saiba que me sinto muito culpada pelo que fiz. Poderia me encontrar? Sei que não estou em posição de lhe pedir nada, mas, pelo bem dos nossos filhos, poderia se dispor a me encontrar e me ouvir?"

Refleti sobre isso por alguns segundos. Estava decidido a prosseguir com o divórcio e começar minha vida sem Mariane. No entanto, precisávamos trabalhar juntos para sermos cordiais um com o outro, mesmo que fosse apenas para amenizar a dor que nossos filhos enfrentariam. Eu ainda sentia muita raiva dela, mas precisava deixar isso para trás. Acho que algum tipo de pedido de desculpas ajudaria nesse sentido.

"Está bem!" eu disse. "Estarei aí depois do jantar, por volta das sete."

***

(Mariane)

Mandei as crianças para a casa da mãe e do pai naquela noite. Mesmo que eu quisesse que Pedro as visse comigo, em nosso ambiente familiar, na esperança de que ele fizesse a coisa certa para a família, eu estava envergonhada demais para tê-las por perto quando fosse me desculpar com ele.

Ele chegou alguns minutos depois das 19:00, com um atraso típico da época. Eu estava um caco.

O clima estava um pouco tenso. Ele parecia tão distante quanto em todas as vezes que o vi desde que me deixou. Isso não estava facilitando as coisas para mim.

Senti um impulso de me ajoelhar, rastejar em sua direção e pedir-lhe perdão.

Seguindo o roteiro elaborado com a ajuda do meu analista, contei tudo a ele. Nada do meu comportamento horrível ficou por dizer. Também lhe disse o quanto me sentia mal por ter feito aquilo com ele, o quanto estava arrependida pela dor que lhe causei. Ele continuava em silêncio. Longos minutos se passaram até que eu parasse de chorar e retomasse meu pedido de desculpas.

"Não sei se todo o meu remorso será suficiente para te convencer de que ainda te amo e desejo que você possa me perdoar", eu disse. "Mas é tudo o que posso oferecer... porque não posso desfazer o que fiz."

Pedro pigarreou, um sinal claro de que estava prestes a dizer algo sério.

"Mariane, ainda não sei se consigo superar o que você fez. Por enquanto, é uma possibilidade muito remota", disse ele, como se estivesse despejando chumbo no meu estômago. "Há duas coisas que quero dizer antes de ir embora."

Aquilo não estava de acordo com o planejado. Depois de abrir meu coração, assumir toda a culpa pela situação e declarar meu amor, Pedro deveria ter se acalmado um pouco. Ele deveria ter percebido que nosso casamento tinha uma chance e que nossos filhos, em jogo, mereciam que eu tentasse voltar para eles.

"Primeiro", disse ele, "ainda tenho muita dificuldade em lidar com todas as semanas em que você mentiu para mim."

Fiquei sem palavras sobre isso. O que significa mentir por semanas? Eu menti para ele naquele dia fatídico, mas nunca o havia traído antes. O que ele disse em seguida me fez perceber que eu não havia contado tudo para minha analista.

"Quando te perguntei o que havia de errado, você me contou uma mentirinha", disse Pedro. "Você disse que era algo relacionado ao trabalho, o que era verdade. Não é uma mentirinha qualquer como quando você me perguntou se sua calça azul te deixava gorda. Eu disse: 'De jeito nenhum, querida! Você está fantástica nessa calça'. Bom, agora que não me importo com a sua reação, posso te dizer: Essa calça te deixa gorda. Não! Você escondeu o fato de que estava a fim do pau de outro homem. Isso eu ainda não consigo perdoar."

Meu Deus! Eu usei essas calças muitas vezes no trabalho, com clientes e para o Samuel. Como ele pôde fazer isso? Mas meus pensamentos foram interrompidos quando Pedro continuou a falar sem parar.

"Em segundo lugar, mas não menos importante", disse ele. "Finalmente entendi o que você quis dizer com o tamanho do órgão sexual do seu chefe. Agora sei que isso faz toda a diferença."

Fiquei completamente perdida! Ele deveria estar absolutamente magoado com aquela questão do tamanho do pênis. Gastei mais de 4.000 reais com minha analista por causa disso — 4 sessões. E agora ele estava me dizendo que fazia diferença? Eu não sabia o que dizer, mas isso não impediu Pedro. O que ele disse em seguida me devastou.

"O que eu quero dizer é que finalmente descobri que não podemos mais ficar juntos", disse ele, uma declaração que simplesmente me deixou sem palavras. "Sinto muito por isso, Mariane, mas descobri sozinho que tamanho importa, sim."

Será que ele ia me absolver? Será que ele ia me entender e me perdoar? Será que ele se tornou gay e começou a namorar um cara?

"Preciso ser sincero com você, algo que você achava que eu não tinha o direito de dizer. Estou dizendo isso porque conheci uma mulher recentemente. Conheci uma mulher com seios maiores que os seus. Foi incrível! Por anos eu disse que seus seios eram ótimos, mas agora sei que estava me iludindo. O tamanho dos seus não é suficiente. Não é o bastante na mão e quase não cabe na minha boca, são muito moles. Além disso, ela nunca teve filhos. Então a vagina dela era bem apertada. Nunca senti nada parecido desde nossos primeiros anos juntos, desde que você teve nossos filhos. Eu não me lembrava de como era bom transar com uma mulher com a buceta apertada. Tenho vergonha de dizer que nunca conseguiria voltar para uma buceta frouxa como a sua. Eu não conseguia parar de pensar em como era maravilhoso com a minha amante comparado à sua buceta dilacerada. Agora eu entendo sua necessidade de um pau grande. Sua buceta é muito frouxa para um pau comum como o meu. E sua buceta é muito mole para satisfazer um cara como eu, um cara que já experimentou algo melhor. Me desculpe, mas não temos futuro. Juntos. O tamanho importa, pelo menos para mim."

Fiquei sentada, atônita, e não disse nada quando ele saiu de casa. Nada saiu como planejado. Suas palavras me atingiram em cheio, parece que fui atropelada por um caminhão. A ficha caiu no mesmo instante, ele achou alguém melhor, como fui burra, eu permiti isso, eu provoquei isso e eu paguei por isso. BURRA.

***

(Pedro)

Não me senti muito bem depois de ver Mariane. Claro que as poucas alfinetadas que dei nela valeram a pena! Não, ela não estava tão mal de calça azul! E sim, eu senti que nunca conseguiria transar com ela sem pensar numa buceta gostosa e apertadinha, como a que Sonia me ofereceu.

Mas, nas semanas seguintes, tudo melhorou. Mariane assinou os papéis do divórcio e logo eu tinha carta branca para namorar e transar com Sonia. Sua aparência me dizia que ela tinha envelhecido uns 20 anos, estava um trapo.

Peso na consciência acaba com a pessoa, remorso mais ainda. Arrependimento então nem se fala.

Não sei o que o futuro nos reserva entre Sonia e eu, mas no momento estou amando cada instante. Ela não pode ter filhos, mas se dá muito bem com os meus, e eles finalmente começaram a gostar dela também. Sim, a vida pode ser boa depois do divórcio.

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Comentários

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Que loucura dessa mulher! Simplesmente fcou curiosa com o tamanho do pau de outro,teve uma trepada de merda,e acabou uma relação de mais de uma década por uma curiosidade idiota! Puta merda!

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Boa Astrogildo

Infelizmente isso é mais comum donque parece .

Perde uma vida estável por uma foda ou uma fantasia

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Conto muito bom. A adúltera desejou tanto o pau imenso do chefe e ele nem sabia fazer as coisas, ela não gozou uma vez sequer. Foi muito bem feito. E o corno agiu bem. Percebeu logo os sinais e já confrontou. E tomou a atitude certa de se divorciar. E pega a gatinha da Sonia agora. Agora, muitas vezes na vida dá vontade de se vingar e tal, mas deu pena da adúltera quando ele estraçalhou a auto-estima dela kkkk

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Muito bom!!!

Os defensores e isso corninhos vão odiar.

Kkkkkk

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muito bom conto e isso não ha explicação para a traição

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Ela é amiga da minha mulher pois é pois é .

A esposa foi procurar um calibre maior e não percebeu que a cavidade dela ja estava grande rs .

Esse final foi de roer as unhas rs

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