Entre irmãos - A Tentação - Parte 3

Da série Entre irmãos
Um conto erótico de pcamargo
Categoria: Heterossexual
Contém 1682 palavras
Data: 08/01/2026 12:07:37

Eu deslizei os dedos mais devagar ainda, quase sem tocar, só o peso da ponta deles por cima da calcinha encharcada, sentindo o calor que saía dali como se fosse uma fornalha. O tecido tava grudado nos lábios dela, transparente de tanto molhado, e cada vez que eu passava de leve no clitóris inchado ela dava um solavanco pequeno, as coxas tremendo, abrindo mais sem eu precisar pedir. "Não fecha... fica assim, aberta pra mim", sussurrei no ouvido dela, a voz baixa e rouca, mordendo de leve o pescoço suado, sentindo o gosto salgado da pele, o cheiro forte dela subindo direto pro meu cérebro.

Ela obedeceu, as pernas escancaradas agora, o quadril se mexendo devagarinho contra minha mão, pedindo mais, mas eu não dava. Tirei os dedos toda vez que sentia ela pulsar mais forte, chegando perto, deixando ela vazia, ofegante, os olhos implorando no escuro. "Por favor...", ela murmurou tão baixo que mal saiu som, a voz chorosa, as mãos apertando o lençol dos lados do corpo, os peitos subindo rápido debaixo da camisola fina, os bicos duros marcando como se quisessem furar o tecido.

Eu voltei a tocar, dessa vez puxando a calcinha pro lado devagar, expondo a pele molhada, os lábios inchados brilhando no escuro, o clitóris vermelho pedindo pressão. Enfiei só um dedo, bem na entrada, sentindo o calor apertado, o molhado escorrendo pela minha mão, mas não mexi, só deixei ali parado, sentindo ela contrair em volta, tentando sugar mais fundo. "Não se mexe... deixa eu sentir você assim", mandei, e ela congelou, o corpo inteiro tenso, suor escorrendo entre os peitos, pingando na barriga, a respiração saindo em suspiros curtos contra meu pescoço.

Circulei o clitóris com o polegar bem devagar, molhado de tudo que escorria dela, pressão leve, quase nada, só o suficiente pra ela arquear as costas e morder o próprio braço pra não gemer alto. O cheiro era insuportável agora, doce, salgado, forte, enchendo o quarto inteiro, misturado com o suor dos dois, o calor dos corpos colados. Toda vez que ela chegava pertinho do gozo, as coxas tremendo forte, o quadril rebolando sem controle, eu parava tudo, tirava a mão, soprava de leve ali embaixo, o ar frio fazendo ela arfar e se contorcer.

"Você quer gozar, né? Quer que eu te deixe gozar...", sussurrei, a boca pertinho da virilha dela, sentindo o calor bater no rosto, "mas se eu deixar, você vai tremer demais, vai fazer barulho... e se a mãe ouvir? Se ela abrir a porta agora e nos ver assim, eu com os dedos dentro de você, você escancarada na minha cama...". Ela choramingou baixinho, os olhos marejados, o corpo implorando, mas obedecendo, quietinha, deixando eu judiar o quanto eu quisesse, os dois perdidos nesse fogo lento que não apagava, só crescia, com o risco de tudo desmoronar a qualquer rangido no corredor.

Ela tava ali deitada de costas, pernas abertas obedientes, o corpo inteiro tremendo de expectativa, a calcinha puxada pro lado, tudo exposto no escuro, molhado brilhando com o pouco de luar que entrava pela fresta da janela. Eu me posicionei devagar entre as coxas dela, sentindo o calor irradiar antes mesmo de encostar, o cheiro doce e forte dela me batendo no rosto, me deixando tonto de tesão. "Não fecha as pernas... não faz barulho nenhum, deixa eu te comer com a boca devagar", sussurrei rouco no ouvido dela antes de descer, mordendo de leve o pescoço suado, sentindo o pulso dela acelerado na língua.

Primeiro foi só o hálito quente, soprando de leve nos lábios inchados, fazendo ela arquear as costas e soltar um suspiro tremido que abafei com a mão na boca dela. "Shhh... quietinha", murmurei contra a pele da virilha, beijando devagar a parte interna da coxa, lambendo o suor salgado ali, traçando uma linha lenta com a língua até chegar pertinho, mas sem tocar ainda onde ela mais queria. Ela rebolava o quadril devagar, pedindo, as mãos apertando o lençol dos lados, os peitos subindo rápido, os bicos duros roçando na camisola fina.

Aí sim encostei a boca, só os lábios de leve nos dela, sentindo o molhado escorrer na minha boca, o gosto doce e salgado ao mesmo tempo, quente pra caralho. Lambi devagar de baixo pra cima, a língua achatada, pressionando nos lábios inteiros, subindo até o clitóris inchado e circulando bem devagar, sentindo ele pulsar na ponta da língua. Ela tremeu inteira, as coxas querendo fechar em volta da minha cabeça, mas eu segurei firme com as mãos, abrindo mais, "não fecha... deixa eu te chupar direito".

Comecei a sugar devagar o clitóris, puxando ele pra dentro da boca quente, a língua rodando em volta, lambendo forte agora, mas ainda lento, ritmado, sentindo cada contraçãozinha dela, o molhado escorrendo pelo queixo, pingando no lençol. Enfiei a língua mais fundo, lambendo a entrada apertada, sentindo ela contrair em volta, tentando sugar pra dentro, e voltei pro clitóris, chupando mais forte, a boca toda envolta, o barulhinho baixo de sucção que a gente tentava abafar no silêncio da casa.

Ela tava quase lá, o corpo inteiro tenso, suor escorrendo entre os peitos, as mãos agora no meu cabelo, puxando de leve, o quadril rebolando contra minha boca sem controle. Eu não parei, continuei o ritmo lento mas intenso, a língua pressionando forte no clitóris, circulando rápido agora, chupando como se quisesse sugar a alma dela. Ela gozou devagar, um tremor que começou na barriga e desceu, as coxas apertando minha cabeça apesar do meu mando, o corpo arqueando inteiro, um gemido abafado no travesseiro que ela mordeu forte, o molhado escorrendo mais ainda, pulsando na minha boca, quente e doce.

Fiquei ali lambendo devagar enquanto ela descia, sentindo os espasmos finais, o corpo dela mole agora, ofegante, os olhos vidrados no escuro olhando pra mim como se eu tivesse roubado algo precioso dela. "Porra... nunca foi assim...", ela sussurrou tremendo, puxando meu rosto pro dela, beijando com gosto de si mesma na minha boca, os dois colados, suados, perdidos, sabendo que isso era só o começo de noites que a gente não ia mais conseguir evitar.

Eu subi devagar do meio das coxas dela, o rosto ainda molhado, o gosto dela grudado na boca, o cheiro forte no nariz. Ela tava mole na cama, pernas abertas, peito subindo e descendo rápido, os olhos vidrados em mim, a camisola embolada na barriga, os peitos subindo livres, os bicos duros e vermelhos de tanto tesão acumulado. Eu peguei a mão dela, puxei devagar pra cima, sentando ela na beirada da cama de novo, os dois cara a cara no escuro.

"Pega em mim de novo... mas devagar, como eu te ensinei", sussurrei rouco, guiando a mão dela pro meu pau que latejava forte, duro pra caralho, a cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Ela pegou obediente, os dedos ainda tremendo do gozo dela, molhados de saliva e do próprio molhado, apertando a base devagar, subindo e descendo lento, o punho fechado perfeito agora, aprendendo o ritmo que eu gostava. Eu gemi baixinho no pescoço dela, mordendo a pele suada, sentindo o cheiro dos dois misturado.

Eu tirei a camisola dela devagar, puxando por cima da cabeça, deixando os peitos livres, redondos, suados, os bicos pedindo boca. Inclinei ela um pouquinho pra trás, apoiada nos cotovelos, os peitos empinados pra mim, e continuei guiando a mão dela no meu pau, mais rápido agora, mas ainda controlado, sentindo o gozo subindo de novo, a pressão no saco crescendo gostoso. "Não para... olha pra mim enquanto você faz", mandei, e ela olhou, os olhos grandes, cheios de tesão e culpa, a boca entreaberta respirando pesado.

Eu sentia tudo: a mão dela quente, escorregadia, subindo e descendo ritmado, o pau pulsando forte no punho dela, a cabeça inchada roçando na barriga dela toda vez que descia, o cheiro de sexo forte no ar, o suor escorrendo pelo meu peito pingando nos peitos dela. Quando chegou perto, quase lá, eu tirei a mão dela devagar, peguei eu mesmo, batendo rápido agora mas ainda tentando não fazer barulho, mirando nos peitos dela, sentindo o gozo subir quente, forte.

Gozei devagar no começo, o primeiro jato grosso e quente saindo forte, caindo no peito dela, escorrendo devagar pelo vale entre os peitos, pingando nos bicos. O segundo veio logo, mais forte, jorrando no outro peito, branco e viscoso marcando a pele bronzeada, escorrendo devagar pro umbigo. Ela soltou um "ah..." baixinho, os olhos fixos ali, vendo tudo, a mão dela indo instintiva tocar o gozo quente, espalhando devagar nos peitos, sentindo a textura grudenta, quente, o cheiro subindo mais ainda.

Fiquei ali ofegante, o pau ainda pulsando nos últimos espasmos, pingando o resto na barriga dela. Ela me puxou pra um beijo lento, molhado, gosto dos dois na boca, os corpos colados, suados, gozo grudando entre nós. Ficamos assim um tempo, abraçados no escuro, respirando pesado, sabendo que tinha cruzado a linha de vez.

Depois de um tempo, ela pegou a camisola, limpou devagar os peitos, o gozo escorrendo no tecido, e sussurrou "amanhã... a gente finge que tá tudo normal, tá?". Eu assenti, beijei a testa dela suada, e ela saiu do quarto tão devagar quanto entrou, porta fechando com clique leve, deixando o quarto com o cheiro dos dois, o lençol bagunçado, eu deitado ali, corpo mole, cabeça girando.

No dia seguinte, acordamos com o sol batendo forte na janela, barulho da mãe na cozinha fazendo café. A gente desceu um depois do outro, eu primeiro, ela uns minutos depois, cabelo molhado do banho rápido. Na mesa do café, mãe falando do dia, pai lendo jornal, e a gente sentado lado a lado de novo, pernas roçando de leve debaixo da mesa, olhares rápidos que ninguém percebia. Ela tava de blusinha fina, sem sutiã, os bicos marcando de leve, e eu sentia o pau endurecer só de lembrar da noite, do gozo escorrendo nos peitos dela. Ela me olhou de canto, mordeu o lábio disfarçado, e sussurrou quando a mãe virou pra pia: "hoje à noite... de novo?".

Eu só assenti, o coração já acelerando pro próximo risco.

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Foto de perfil genéricapcamargoContos: 50Seguidores: 49Seguindo: 3Mensagem Eu sou, de fato, um mestre das palavras que dançam no limite do proibido, um tecelão de narrativas onde o desejo se entrelaça com a carne, e os fetiches emergem das sombras mais profundas da alma humana. Minha pena – ou melhor, meus dedos ágeis no teclado – já explorou os abismos do prazer explícito em incontáveis contos, inspirados não só em fantasias alheias, mas em vivências pessoais que me marcaram como ferro em brasa na pele. Já me perdi em noites de látex sussurrante, em cordas que mordem a pele com ternura cruel, em sussurros de submissão que ecoam como sinfonias eróticas. Fetichismo? Ah, eu vivo isso: o cheiro de couro novo, o som de saltos altos ecoando em corredores escuros, o gosto salgado de suor misturado a lágrimas de êxtase.

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