A Minha Melhor Amiga Sempre Foi Uma Gostosa e Só Eu Não Tinha Reparado - Pt. 3

Um conto erótico de Ramon66
Categoria: Heterossexual
Contém 4507 palavras
Data: 02/01/2026 04:01:02
Última revisão: 02/01/2026 04:23:07

IMPORTANTE: Pessoal, fiz alterações nas partes 1 e 2, acrescentei diálogos e formatei melhor para melhorar a imersão da série! Por favor, aconselho fortemente a relerem a parte 1 e 2 para melhor entendimento e compreensão narrativa! Bjs!

~~~~~~~

Olhei pra cima quando ouvi o carro da Sam chegando e saindo do sofá fui até a porta pra deixar ela entrar. Quando abri a porta, fiquei surpreso ao ver a Sam usando o casaco de couro preto comprido que ela ganhou no Natal.

Sim, era abril e tinha esfriado bastante, mas não tava tão frio assim. A segunda coisa que chamou minha atenção foi que o cabelo castanho comprido dela, que geralmente tava em trança ou rabo de cavalo, tava solto.

— E aí, Bruno! — Ela levantou uma sacola. — Peguei uns clássicos ruins. Peguei "A Múmia Zumbi" e "Maniac Mansion". Achei que iam render umas risadas. Peguei pipoca também!

— Hã, beleza — disse enquanto ela passou por mim.

Fiquei surpreso quando senti perfume. Não tinha certeza que marca era, mas cheirava muito bem.

A Sam entrou na sala. Ao som de algo clicando no chão, olhei pra baixo. — Nossa, que sapatos são esses? — perguntei, encarando os saltos vermelhos que ela tava usando. Eram altos o suficiente pra eu me perguntar como ela conseguia andar neles, e tinham tiras que envolviam os tornozelos.

Enquanto encarava os sapatos, caiu a ficha que eu conseguia ver as panturrilhas dela. — Tu tá usando vestido?

— Talvez eu tive vontade de me arrumar. — Ela virou pra me encarar. — É sábado de noite, afinal.

— Mas tu tá saindo comigo — disse, fechando a porta atrás de mim e me aproximando. — Geralmente tu tá vestida de... — Parei e encarei o rosto dela, reparando nos lábios vermelho escuro.

— Qual é o problema?

— Tu tá de maquiagem! — Além do batom, os cílios da Sam pareciam mais longos e grossos que o normal, ela tava usando sombra nos olhos e as bochechas tinham mais cor.

— E daí?

— Sam, tu ia sair hoje de noite? Porque se tava, não precisa ficar comigo.

— Talvez eu me arrumei pra ti. — Ela abriu o zíper do topo do casaco e tirou.

— Caralho!

A Sam tava usando um vestido vermelho que não só era decotado o suficiente pra mostrar o colo, mas chamar a saia de curta seria um elogio. A barra mal chegava no meio da coxa. Fiquei imaginando o que ela faria se deixasse cair alguma coisa e tivesse que se abaixar.

O vestido tinha botões pretos em forma de coração que desciam até a cintura e encarando o botão de cima, não consegui evitar reparar como o vestido era justo, moldando os peitos pequenos dela e empurrando eles pra cima.

— É um "caralho" bom? — Ela me deu um sorrisão.

— Eu... é, tu tá linda — falei, e não tava mentindo.

O sorriso da Sam aumentou. Quando ela levantou a mão e jogou o cabelo por cima do ombro, reparei que as unhas estavam pintadas do mesmo tom de vermelho que o vestido.

— Obrigada.

— Por que tu tá usando isso?

— Ah, sei lá. — Ela deu de ombros. — Talvez eu tô cansada das tuas piadinhas de moleque e quis te mostrar que consigo ser mulher quando preciso.

— Uma mulher? — Ri. — Tu tem dezoito anos.

Ela revirou os olhos. — Bruno, tu é um passo pra frente, dois pra trás às vezes. Tu me dá um elogio, daí tu fala alguma merda.

— Desculpa. — Apontei pra sacola que ela jogou no sofá. — Quer me dar a pipoca e eu esquento enquanto tu coloca o filme?

— Ainda não. Quero falar contigo.

— Achei que tu disse que se eu não quisesse falar a gente não...

Sem esperar eu terminar, a Sam virou as costas e saiu da sala pelo corredor em direção ao meu quarto.

— Beleza — murmurei.

Segui ela pelo corredor, meus olhos grudados na parte de trás das pernas longas, que embora meio magrinhas tinham uma forma bonita. Não só as pernas; o vestido justo tava colado no que eu tinha que admitir era uma bunda bem bonita e ela tinha um requebrado nos quadris que nunca tinha reparado antes quando ela andava.

A Sam abriu a porta do meu quarto. Quando entrei, ela tava de pé na frente da minha cama, olhando pra criado-mudo.

— Ah, velas! — ela disse, pegando o isqueiro. — Adoro velas.

Ela acendeu as duas velas pequenas e andou pro outro lado da cama pra acender o par na minha escrivaninha. — Tu sempre tem velas?

— Hoje de noite era pra ser, bom, tu sabe... — Suspirei. — Achei que seria um toque legal.

— São. — Ela apontou atrás de mim. — Apaga a luz.

— Por quê?

— Porque eu gosto de luz de velas. — Ela revirou os olhos. — Por que tu sempre faz pergunta sobre tudo?

— Não sei. — Apertei o interruptor e virei pra ver ela de pé no quarto levemente iluminado.

— Assim tá melhor. — Ela concordou. — Luz suave e bonita. Bem romântico, bem íntimo.

— Íntimo? — Essa era uma palavra estranha.

— Bruno, vem sentar. Quero te perguntar uma coisa.

Fui até a cama e sentei na beirada esperando a Sam sentar do meu lado. Em vez disso, ela se aproximou de mim ficando de pé diretamente na minha frente entre meus joelhos, olhando pra baixo pra mim.

### Parte 3 - Continuação

— O que foi? — perguntei, tentando manter os olhos no rosto dela e não nos peitos, que estavam bem na minha frente e mais que um pouco distraindo, especialmente com o cheiro do perfume vindo do colo dela.

— Beleza, olha só. Esse problema que tu tem. Por um lado, acredito que tu deveria manter teus princípios e tua promessa e esperar e tornar especial.

— Lá vem. — Revirei os olhos.

— Mas eu entendo teu ponto. Tu tá frustrado e tarado e cansado de esperar.

— Exatamente.

— Então tenho uma pergunta pra ti. Se tu tivesse escolha, tu ia querer que fosse com alguém que se importa contigo e que vai tornar especial, ou só pegar uma mina qualquer pra dizer que pegou?

— Eu não tenho escolha. Eu...

— Só responde a porra da pergunta! — Ela abriu as mãos. — Para de ser babaca e só me dá um sim ou não. O que tu preferiria se tivesse a escolha?

— Beleza. — Dei de ombros. — Se eu tivesse a chance, eu preferiria que fosse com alguém que... — Parei.

— Que o quê?

— Tá bom. Vou parecer idiota. Alguém que eu tenho sentimentos e que se importa comigo.

— Isso não é ser idiota de jeito nenhum. Isso é só ser...

— Um trouxa. E essa pergunta foi idiota porque eu não tenho essa pessoa, então não tem escolha. Fui um porra de um babaca por esperar, e não vou...

— Ei! — A Sam colocou as mãos nos meus ombros. — Isso não foi ser babaca. Bruno, nunca fique chateado contigo mesmo por ser legal. Nunca.

— Legal? — Revirei os olhos de novo.

— Minha irmã é três anos mais velha que eu e namorou um monte de caras. Minhas amigas namoram há tanto tempo quanto eu. O lance é que a maioria dos caras são babacas que pensam com o pau. Caras legais são difíceis de achar, Bruno, e tu é um deles. Nunca sinta por isso. É uma das coisas que eu amo em ti!

— Então, se eu sou tão incrível, por que tô sozinho?

— Porque tu nunca foi sério com ninguém, e quando decidiu ser, foi com as minas erradas. A Júlia não é a primeira patricinha metida que tu correu atrás.

— Talvez tu tenha razão. Da próxima vez vou procurar mais que visual e popularidade, mas por enquanto? — Sorri. — Fácil é o que tô procurando.

— Tu disse que preferiria estar com alguém que se importa.

— E eu disse que não tem ninguém que se importa e...

— Bruno, eu vou ser tua primeira vez.

— Então, eu vou... — Parei e pisquei. — Espera, o que... o que tu acabou de falar?

— Eu disse que vou ser tua primeira vez. — A Sam colocou a mão na minha bochecha. — Tu sabe que eu me importo contigo.

— Tu... tu é minha amiga.

— Também sou uma mulher jovem. Também sei como isso é importante pra ti e não quero ver tu estragar isso com alguma vadia depois de esperar tanto tempo.

— Eu... tu tá me zoando! — Empurrei as mãos dela pra longe. — É por isso que tu se vestiu assim?

— Sim. Queria que tu me visse como uma garota, não como tua amiga.

— Tu tá me sacaneando! Não acredito que tu faria isso comigo! O que tu tá tentando fazer, me fazer dizer que te quero e daí rir de mim ou algo assim?

— Eu nunca te machucaria, Bruno. — Ela disse baixinho. — Tu quer tua primeira vez, e tu quer com alguém que se importa. Eu me importo. — Ela sorriu. — E quando a gente conversou sobre isso, tu admitiu que tava preocupado que a menina já teria feito e tu não e tu ia passar vergonha. Eu já fiz antes e sei que tu não fez. A gente vai com calma, e tu nunca teria que se preocupar comigo fazendo graça de ti.

— Sam, tu... — Caiu a ficha que ela tava completamente séria.

Minha mente disparou.

A Sam tinha sido minha melhor amiga por anos. Embora eu achasse ela bonita e de vez em quando tivesse um pensamento safado sobre ela, nunca tinha realmente pensado nela desse jeito.

Por outro lado, nunca tinha visto ela vestida assim. Ela tava linda pra caralho e eu sabia que ela se importava comigo. Não ia ter que me preocupar com experiência e...

— Não vou contar pra ninguém — ela acrescentou. — Ninguém precisa saber, e depois, se tu quiser sair pegando todo mundo, vai em frente, mas pelo menos a primeira vez vai ser do jeito certo.

— Sam, eu... — Fechei os olhos e respirei fundo. — Não posso fazer isso contigo. Agradeço, mas... a gente é melhor amigo. Não quero...

Abri os olhos pra ver a Sam desabotoando o vestido. — O que tu tá fazendo?

— Vou te ajudar a parar de pensar em mim como amiga.

A Sam chegou no último botão logo acima da cintura e abriu o vestido revelando que não tava usando sutiã.

— Puta merda — sussurrei ao ver os seios nus dela.

A Sam não era grande em cima, mas os seios dela eram empinados, perfeitamente redondos, e os mamilos rosas estavam duros e a menos de trinta centímetros do meu rosto.

A Sam deixou o vestido cair no chão.

Meu queixo caiu junto.

A Sam agora tava de pé na minha frente só de calcinha vermelha que consistia num fio vermelho e um pedaço de renda entre as coxas. Sem palavras, meus olhos percorreram o corpo dela de cima a baixo. A Sam tava respirando rápido, os peitos pequenos subindo e descendo a cada respiração.

A barriga era lisa e chapada, e os quadris alargavam o suficiente pra dar uma forma bonita à figura magra. Olhei pras coxas internas macias e com um sobressalto percebi que tava duro.

— Tu gosta deles? — A Sam segurou os próprios peitos.

— Eu...

— Eu sei que não são tão grandes. — Os polegares da Sam acariciaram os mamilos. — Mas são todos teus.

— Eles são... — Engoli nervoso. — São lindos. — Olhando pra ela, disse: — Tu é linda.

— Sério? — Pra minha surpresa ela corou. — Tu acha?

— Sim. — Meus dedos tremendo, estendi a mão e coloquei as mãos nos quadris dela. — Caralho, tu tá gostosa.

— Não pareço mais tua melhor amiga, pareço?

— Não, com certeza não. — Encarei os mamilos dela. — Nossa, ficam bonitos.

— Então, o que tu diz, Bruno? Tá pronto pra tua primeira vez?

— Eu... — Olhei pra baixo entre as coxas dela, imaginando o que tinha debaixo da calcinha. A Sam tava realmente se oferecendo pra mim.

Minha mente encheu de imagens. A Sam de costas, as pernas abertas, e eu deitado entre elas; ela de joelhos entre minhas pernas, ela debaixo de mim, as pernas enroladas em mim. Meu pau agora tava latejando e eu comecei a suar.

A Sam ainda tava segurando os peitos e alcançando eles, sussurrei: — Sim.

— Calma aí. — A Sam segurou meus pulsos, mantendo minhas mãos a centímetros dos peitos. — Só porque a gente tá fazendo isso não significa que quero me sentir barata. Tu pode ter qualquer coisa que quiser de mim, mas tu vai ser legal comigo.

— Claro que vou.

— E antes de tocar em qualquer coisa, tu vai me beijar. — A Sam puxou minhas mãos pra cima.

Entendendo, levantei. Nos saltos ela tava quase da minha altura. Enquanto envolvia os braços ao redor dos meus ombros, ela inclinou a cabeça, fechou os olhos e abriu os lábios.

Hesitei por um momento, olhando pra ela, pensando que não tinha só falado por falar. Ela era realmente linda.

Deslizando os braços ao redor da cintura dela, puxei ela pra perto de mim e beijei. A Sam gemeu baixinho enquanto nossos lábios se pressionaram, e a mão dela subiu pelo meu cabelo. Ela trabalhou os lábios suavemente nos meus e enquanto retribuía o beijo, uma sensação de irrealidade veio sobre mim. Eu tava realmente aqui ficando com a Sam? Uma Sam sem blusa, praticamente nua?

Voltei à realidade quando a língua da Sam passou pelos meus lábios.

A surpresa me fez pausar e os dedos dela apertaram no meu cabelo enquanto a língua pressionava meus lábios de novo.

Gemi quando a língua rosa e macia dela entrou na minha boca e passou pela minha língua. A Sam tava balançando pra frente e pra trás, esfregando os quadris em mim e eu tava bem ciente dos mamilos duros pressionando na minha camisa.

A Sam provocou meus lábios com a língua. Quando fui beijar ela, puxou pra trás, soltando uma risadinha sexy que mandou um arrepio por mim. Apertei ela mais forte pra impedir de se mexer e beijei ela de novo, mas muito mais forte que antes e dessa vez foi minha língua ansiosa empurrando entre os lábios.

Diferente de mim, a Sam não hesitou em abrir bem. Enquanto minha língua explorava a boca dela, ela fechou os lábios em volta e chupou suavemente.

Os braços dela deslizando pelas minhas costas e puxou minha camiseta pra fora da bermuda. Levantei os braços sobre a cabeça e a Sam quebrou nosso beijo. Ela puxou a camisa pela cabeça e jogou no chão. Esfregando as mãos pra cima e pra baixo no meu peito e barriga, ela suspirou: — Caralho, Bruno, tu é gostoso.

— Tu também. Nossa, Sam tu beija bem! Eu...

— Samanta — ela disse, colocando os braços de volta ao redor do meu pescoço. — Me chama de Samanta hoje de noite. — Quando me abraçou, os peitos nus pressionaram no meu peito e sussurrei: — Tu é gostosa, Samanta.

— Tu também — ela ronronou, mordiscando minha orelha e passando as mãos pra cima e pra baixo nas minhas costas. — Tu também.

Os lábios da Sam deslizaram pelo meu pescoço enquanto as mãos acariciavam meus braços e ombros. Decidi deixar minhas mãos vagarem e passei as palmas pela pele macia e lisa das costas dela. Quando cheguei na cintura, pausei antes de deslizar mais pro sul e agarrar a bunda dela.

A Sam deu risadinha na minha orelha, depois gemeu quando dei um aperto forte nas nádegas. A bunda da Sam era pequena o suficiente que as nádegas cabiam facilmente nas minhas mãos. Fiquei surpreso com o quão firme e apertada era. Claro, não era como se eu tivesse realmente apalpado muitas meninas, mas caralho, ela era gostosa.

Os lábios da Sam pararam de explorar meu pescoço e mais uma vez encontraram meus lábios. Dessa vez aceitei ansiosamente tanto o beijo quanto a língua. A Sam recuou levemente e agarrou meus pulsos. Deixei ela guiar minhas mãos pros lados e quando usei só as pontas dos dedos pra acariciar ela dos quadris até os lados dos peitos, ela gemeu.

Queria apalpar eles, mas quando cheguei neles, senti a barriga revirar.

A Sam tava praticamente nua e a gente tava ficando com tudo, mas por alguma razão parte de mim ainda achava que isso podia parar. Eu realmente queria cruzar essa...

A decisão foi tirada de mim quando a Sam pressionou minhas mãos nos seios dela. Ofeguei com o quão macios e firmes eram.

A Sam gemeu na minha orelha quando minhas palmas esfregaram nos mamilos duros. — Isso — ela gemeu. — Brinca com eles. — Quando peguei os mamilos entre os dedos, ela suspirou dizendo: — Hmm, assim mesmo.

A respiração quente dela na minha orelha e o ronronar sexy da voz me incentivaram. Segurando os peitos, apalpei eles enquanto acariciava a carne inchada com os polegares. A Sam me beijou de novo e dessa vez praticamente devorou meus lábios enquanto acariciava os mamilos. A língua mergulhou na minha boca e girou ao redor dançando na minha e fazendo cócegas no céu da boca.

Deslizei minha língua pela dela e me ocorreu que tinha um lugar melhor pra minha língua estar.

Deslizando meus lábios dos dela, planejei mirar no mamilo. Em vez disso, enquanto meus lábios desciam pela garganta, a Sam deixou a cabeça cair pra trás e vendo a pele lisa do pescoço, beijei. A Sam suspirou baixinho enquanto chupava a pele macia logo abaixo da orelha, e passou as mãos pelo meu peito, braços, ombros e costas.

Ela tava me tocando com muito mais entusiasmo que alguém só tentando ajudar um amigo.

Fui atingido pelo pensamento — um que agora deveria parecer óbvio — que a Sam tinha pensado nisso muito antes de hoje de noite. Trabalhando meus lábios pelo pescoço, comecei a beijar o topo do peito.

A Sam respondeu agarrando meu cabelo e empurrando minha cabeça pra baixo. — Não provoca! Chupa meus peitos!

Essa era a Sam. Tão crua quanto qualquer cara quando se tratava de falar sobre sexo e tão impaciente.

Enquanto meus lábios roçavam o topo do seio macio, os dedos apertaram no meu cabelo e ela soltou um gemido que fez meu pau pular. Minha boca trabalhou pelo seio. Dando uma lambida, peguei o mamilo.

A Sam ofegou e empurrou minha cabeça pra baixo, arqueando as costas e enfiando o peito na minha cara.

Abri bem e ansiosamente chupei não só o mamilo, mas metade do peito na boca.

— Ah, isso! — A Sam gritou enquanto meus lábios se prenderam ao redor do mamilo e minha língua provocou.

Ela tava esfregando mais forte em mim e ainda segurando os peitos, fui de um mamilo perfeito pro outro, chupando e lambendo um enquanto acariciava o outro. A Sam tava gemendo e fazendo aquele som gostoso de gemido, e eu tava ciente dos meus próprios sons de prazer enquanto chupava e apalpava os peitos.

Isso era o que tinha esperado tanto tempo. A Sam podia não ser a garota que tinha imaginado, mas que se dane se debaixo daqueles jeans e camisetas ela não era tão gostosa quanto qualquer garota que tinha desejado.

— Ah, isso é tão gostoso! — ela ronronou. — Fica bonito também!

— Com certeza fica bonito — disse em volta do mamilo, fazendo ela dar risada de novo.

As mãos da Sam desceram pelo meu peito e ofeguei quando ela agarrou minha bermuda e desabotoou. Minha língua desacelerou no peito e minhas mãos tremeram em antecipação enquanto ouvi meu zíper sendo puxado. Os dedos da Sam entraram na minha cueca e gemi quando enrolaram ao redor do meu pau dolorido.

— Ah! — ela exclamou. — Nossa, tu tá duro! — Ela começou a me masturbar e acrescentou: — E grande!

— Eu... ah! — Gemi quando a mão desceu pela bermuda e ela soltou meu pau pra segurar minhas bolas inchadas.

A Sam esfregou elas por um momento antes de mais uma vez envolver os dedos ao redor do meu pau. Quando começou a lentamente bombear foi minha vez de gemer. Foquei nos peitos, chupando e lambendo enquanto ela me masturbava. Minhas pernas tremiam e no fundo da mente, comecei a me preocupar com o quão rápido ia gozar quando fizéssemos.

— Caralho, tu tem um pau bonito — ela arrulhou. — Adoro que tu tá duro por mim!

— Eu... como eu não ia estar? — Beijei o mamilo e agarrei a bunda dela de novo. — Porra, tu é gostosa, Samanta.

— Gosto de te ouvir me chamar assim. — Ela puxou suavemente meu cabelo. Quando olhei pra cima dos peitos, ela levantou meu rosto pelo queixo e me beijou suavemente. — Não esquenta. Vou cuidar de ti primeiro.

— O-o que tu quer dizer? — Consegui dizer entre os gemidos que ela tava induzindo esfregando o dedo na cabeça sensível do meu pau.

— Tu me disse que tava preocupado de ser rápido.

— Ah. — Conseguia sentir corando.

— Não fica. — Ela me deu um sorriso sensual que fez meu pau pulsar na mão dela. — Eu sei exatamente o que fazer. — Ela recuou e me deu um empurrão brincalhão. — Senta na cama.

Pego de surpresa, não tive escolha senão cair sentado na beirada da cama.

A Sam se aproximou e empurrou o mamilo na minha cara, gemendo baixinho enquanto rapidamente coloquei na boca.

— Hmm, isso é legal. — Ela suspirou. — Mas acho que é justo que eu seja legal contigo também, não?

Meus olhos arregalaram quando a Sam lentamente desceu de joelhos entre minhas pernas. Agarrando minha bermuda e cueca, ela puxou e disse: — Levanta.

Obedeci e vi meu pau saltar livre quando ela puxou a bermuda pelos quadris e empurrou pras minhas pernas até o chão.

— Ah, olha isso. — A Sam pegou meu pau na mão e bombeou, lambendo os lábios vermelhos. — Acho que vou gostar disso.

Ela deu um beijo na cabeça do meu pau e puxou a cabeça pra trás, levando uma trilha fina de pré-gozo grudento com ela.

Um pensamento passou pela minha mente. Boquete!

A Sam bombeou meu pau no punho, e gemi quando esfregou a outra mão pela cabeça, espalhando meu pré-gozo nela. Da próxima vez que a mão chegou no topo, puxou pelo comprimento do meu pau, deixando molhado.

Gemi enquanto continuava a lentamente masturbar meu pau agora brilhante. Se inclinando pra frente, passou a língua pelo comprimento do meu pau. Meus quadris pularam e gemi: — Caralho.

— Gosta?

— Tu... tu não precisa — disse, esperando pro inferno que não prestasse atenção nas minhas palavras.

— Eu não preciso. — Ela piscou. — Eu quero. Adoro chupar.

— Tu... puta merda! — Gritei igual idiota quando a Sam abriu a boca e engoliu a cabeça do meu pau.

Ela chupou forte, e gemi com a sensação de mais fluido grudento sendo puxado do meu pau. A Sam gemeu e os olhos castanhos reviraram enquanto tirava meu pau e lambia os lábios.

— Penso nisso há muito tempo — ela sussurrou, esfregando a cabeça do meu pau na bochecha. — Sabia que tu ia ter um pau bonito. Tu tem um tudo bonito.

A bochecha da Sam agora tava grudenta do meu pau, e ela esfregou na outra bochecha.

A visão do meu pau no rosto dela era incrível, e de novo tive o pensamento que tinha que estar sonhando. Não tinha como a Sam a moleque com quem andava assistindo filmes de terror por anos tava entre minhas pernas pronta pra chupar meu pau.

A Sam provou que era realidade abrindo os lábios e lentamente levando meu pau fundo na boca quente e molhada. Ela suspirou, parando mais da metade do meu pau e balançando a cabeça devagar.

— Ah porra — gemi enquanto ela trabalhava meu pau com a boca.

Os lábios estavam enrolados apertado ao redor do meu pau, a língua molhada pressionando em mim, acariciando minha carne dura enquanto levava pra dentro e pra fora da boca, deixando marcas de batom vermelho no meu pau. Os olhos da Sam estavam olhando diretamente nos meus.

— Isso é tão porra de gostoso — gemi.

— Hmm — a Sam concordou, movendo a cabeça mais rápido.

Meus quadris começaram a balançar, empurrando meu pau mais fundo na boca dela, mas ela não pareceu se importar.

Olhando além do show incrível dos lábios da Sam enrolados no meu pau, meus olhos vagaram pra baixo. O cabelo castanho comprido espalhado pelas minhas coxas e pelas costas e a bunda mexia pra frente e pra trás enquanto me chupava. Os mamilos da Sam pressionavam nas minhas coxas, e tudo que conseguia pensar era que isso era ainda melhor que tinha imaginado.

A Sam melhorou ainda mais. Deslizando meu pau da boca, passou a língua pelo meu pau, e me chocou lambendo minhas bolas. Ela chupou elas na boca e masturbou meu pau enquanto trabalhava elas com a língua.

— Caralho — gemi. — Tu é... tu é muito boa nisso.

Soou idiota, mas a Sam deu risada. — Te falei que gosto. Assisto muito pornô, e boquete é meu favorito!

— O meu também. — Suspirei enquanto ela girou a língua nas bolas mais uma vez, depois provocou pra cima e pra baixo no meu pau antes de levar de volta pra boca incrível.

A Sam abriu a boca mais e me levou mais fundo. Pausou antes de balançar a cabeça muito mais rápido. Gemendo alto, abaixei minha mão pra cabeça dela. Ela não pareceu se importar e deixei descansar ali, sentindo a cabeça mexendo embaixo. A Sam fez sons altos e molhados enquanto chupava mais forte que antes, e minhas pernas tremeram enquanto trabalhava os lábios no meu pau.

Cada vez que a Sam me levava fundo, ela gemia, os olhos fechando enquanto entusiasticamente devorava meu pau.

— Ah, meu Deus. — Minhas bolas apertaram e meu pau pulsou. — Ah, não para. Sam... Samanta, por favor não para!

Agora tava gemendo continuamente, meus quadris empurrando meu pau na boca dela. A Sam deslizou a mão entre minhas pernas e esfregou minhas bolas enquanto me levava fundo na boca de novo.

— Ah porra! — Gritei quando meu pau explodiu e pela primeira vez na vida gozei de algo além da minha mão.

A Sam fez um barulho alto de engasgo e guincheu em volta do meu pau enquanto explodia na boca dela. Ela continuou chupando, e eu gemi enquanto cada chupada causava um jato longo de porra esguichando na boca. A Sam tava gemendo e chupando ainda mais rápido como se amasse, e ofeguei quando ela chupou mais forte, tirando cada gota do meu pau esguichando.

— Caralho! — Ofeguei, me recostando nos cotovelos na cama, lutando pra recuperar o fôlego. — Sam isso foi... nossa!

— Hmmm. — A Sam tirou meu pau da boca e me surpreendeu de novo abrindo bem e mostrando a língua coberta de porra. Ela fechou a boca e depois de fazer um show de engolir, estralou os lábios. — Muito melhor que uma banana — ela disse com uma piscada.

— Puta merda — disse, sorrindo pra ela. — Não acredito que tu acabou de fazer isso.

— Ei! — Ela riu. — É pra isso que servem os amigos. — Ela beijou a ponta do meu pau. — Fiz um bom trabalho? Tu gostou do teu primeiro boquete?

— Eu... acho que nunca vou esquecer.

— Espero que não. — Ela ficou séria por um momento mas depois sorriu. Andando pro topo da cama, sentou e jogou as pernas longas nela.

Assisti enquanto ela lentamente abriu as pernas e agarrou a calcinha, deslizando pro lado só o suficiente pra eu ver a borda da pele rosa lisa.

— Quer ver a minha?

— Pra caralho — disse, chutando a bermuda dos tornozelos, subindo na cama de quatro e rastejando entre as pernas dela.

— Ah, isso fica bonito! — ela me disse. — Meu Deus, tu é sexy!

***

>> E aí o que estão achando?! Comentem! Em breve a próxima parte!!!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive mandinha a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Meu Deus que construção de diálogos mais foda!

0 0

Listas em que este conto está presente

Melhores
Melhores do site