Minha Namorada e As Amigas Dela Tem Uma Regra Estranha - PARTE 10B

Da série A Estranha Regra
Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 2219 palavras
Data: 08/01/2026 01:27:21
Última revisão: 08/01/2026 03:06:34

*Continuação direta da Parte 10A...*

Aproveitem a leitura seus safados! Haha, e não esqueçam de comentar, por favor! Deixe seu voto também se curtir!

Lá vamos nós.

***

"Isso foi só o começo, querida," a Clara disse, e a voz dela tinha aquela calma perigosa que eu tinha aprendido a reconhecer. "A noite ainda é longa."

A Andréia ainda estava de joelhos ao lado da cama, a boca vermelha e inchada, um fio de saliva misturado com a minha porra escorrendo pelo queixo até pingar nos peitos enormes dela. Ela limpou com as costas da mão, mas deixou uma mancha branca no canto do lábio que brilhava na luz fraca do abajur.

Ver aquilo — a Andréia, a porra da ANDRÉIA, a garota que tinha me humilhado na frente de todo mundo meses atrás, agora marcada pela minha porra, de joelhos, obedecendo cada ordem da minha namorada — fez meu pau dar um espasmo mesmo tendo acabado de gozar.

O cheiro no quarto estava insuportável no melhor sentido possível. Sexo. Suor. Esperma. O perfume caro da Andréia — Chanel alguma coisa — misturado com o hidratante de baunilha da Clara e aquele cheiro metálico de buceta molhada. Era tão denso que eu podia praticamente sentir o gosto no ar.

"Levanta," a Clara ordenou, ainda passando os dedos pelos cabelos escuros da Andréia num gesto quase carinhoso. Quase.

A Andréia obedeceu, mas as pernas estavam tremendo tanto que ela quase caiu. Se apoiou na beirada da cama, os peitos subindo e descendo pesadamente. Ela ainda estava usando aquele conjunto de lingerie preta — sutiã que mal segurava os peitos DD e uma calcinha fio-dental que estava tão molhada que o tecido grudava na buceta dela, marcando os lábios inchados perfeitamente.

"Você gostou?" a Clara perguntou, começando a circular ao redor dela. Tipo predador avaliando a presa.

"Sim," a Andréia respondeu, a voz saindo rouca e quebrada.

"Sim o quê?" A Clara parou atrás dela.

"Sim, senhora." A voz dela era puro veludo agora. Submissa. "Eu adorei."

Eu ainda estava deitado na cama, completamente nu, o pau mole mas latejando, coberto de saliva e restos de porra. Tentei me sentar mas a Clara fez um gesto com a mão.

"Fica aí," ela disse pra mim. Depois voltou a atenção pra Andréia. "Liam, você acha que ela merece mais?"

Olhei pra Andréia. Os olhos castanhos dela estavam fixos em mim, desesperados, implorando silenciosamente. Ela mordeu aquele lábio carnudo, esperando.

"Ela dirigiu a madrugada toda," eu disse, sentindo minha voz sair mais grossa. "Acho que merece."

"Hmm." A Clara colocou as mãos na cintura fina da Andréia, subindo devagar até cobrir os peitos por cima da renda. Apertou com força. "É verdade. Mas ela ainda tá vestida demais pro meu gosto."

Num movimento brusco, a Clara desfez o fecho do sutiã.

Os peitos da Andréia se libertaram e... porra. PORRA. Eram maiores do que pareciam com roupa. Pesados. Perfeitos. Redondos mas com aquela leve queda natural que provava que eram reais. As aréolas eram grandes, castanho-escuro, os mamilos duros como pedras apontando pra frente.

A Clara pesou eles nas mãos, uma expressão de aprovação misturada com algo mais sombrio no rosto.

"Olha isso, Liam," ela disse, apertando a carne macia, fazendo os mamilos ficarem ainda mais duros. "Maiores que os da Carla. Maiores que os meus. Mas no final, todos acabam do mesmo jeito — implorando."

Ela beliscou os dois mamilos ao mesmo tempo, com força.

A Andréia gritou — um som agudo e desesperado — e os joelhos dela cederam. A Clara segurou ela pelos peitos, mantendo de pé.

"Tira a calcinha," a Clara sussurrou no ouvido dela, mas alto o suficiente pra eu ouvir. "Agora."

A Andréia obedeceu com as mãos tremendo. Enganchou os polegares nas laterais finas da renda e desceu, revelando a buceta completamente depilada, os lábios inchados e brilhando de tão molhados. Chutou a calcinha pra longe — ela voou e caiu no meu rosto. Peguei. Estava encharcada. Absolutamente ensopada. Joguei pro lado.

"Na cama," a Clara ordenou. "De quatro. Bunda pra mim, rosto pro Liam."

A Andréia subiu no colchão, engatinhando até ficar no centro. A visão daquele corpo — a bunda absurda, grande e redonda balançando, os peitos pendendo pesados, a buceta rosada exposta entre as coxas grossas — fez meu pau começar a acordar de novo. Não era possível. Eu tinha gozado há tipo cinco minutos.

Mas estava acontecendo.

A Clara subiu na cama atrás dela, completamente nua também, o corpo pequeno e pálido contrastando com as curvas exageradas e morenas da Andréia.

"Abre mais," a Clara disse, dando um tapa forte na bunda esquerda da Andréia.

PLAFT!

O som ecoou pelo quarto. Uma marca vermelha apareceu instantaneamente na pele caramelo.

A Andréia gemeu e abriu mais as pernas, empinando a bunda ainda mais alto.

"Liam," a Clara olhou pra mim com aquele sorriso diabólico. "Você sempre quis foder essa bunda, né? Desde antes da Carla, antes de tudo isso começar."

Engoli seco. "Sempre."

"E essa buceta?" A Clara deslizou dois dedos pela fenda molhada da Andréia, esfregando devagar, coletando os fluidos. A Andréia gemeu alto, empurrando contra a mão. "Olha como tá encharcada. "Ela tá vazando por você. Você me disse que a Carla ficou molhada também. E a Dani EU vi. Mas essa aqui... essa implorou diferente."

Meu pau estava completamente duro agora, apontando pro teto. Impossível mas real.

"Eu quero foder ela," admiti, porque mentir seria ridículo naquele ponto. "Agora."

"Calma." A Clara pegou o frasco de lubrificante na mesinha de cabeceira. "Primeiro vamos ver se ela aguenta."

Ela despejou uma quantidade generosa na mão e, sem aviso nenhum, enfiou dois dedos direto no cu da Andréia.

"AAHHH! CARALHO!" A Andréia gritou, o corpo inteiro se contraindo.

"Shhh," a Clara sussurrou, empurrando mais fundo, até os nós dos dedos desaparecerem. "Relaxa. Você disse que faria tudo. Que aguentaria tudo que eu mandasse."

"Não... não, senhora..." a Andréia choramingou, a testa encostando no colchão, as mãos agarrando os lençóis.

"Sim... sim..." a Andréia choramingou, a testa encostando no colchão, as mãos agarrando os lençóis.

A Clara começou a bombear. Devagar no início, depois aumentando o ritmo. Slch-slch-slch. O som obsceno de dedos entrando e saindo do cu lubrificado. Com a outra mão ela começou a esfregar o clitóris da Andréia, fazendo círculos rápidos.

A Andréia estava presa — dor no cu, prazer na buceta. Ela gemia e soluçava ao mesmo tempo, o corpo suado tremendo.

"Olha pra ela, Liam," a Clara disse, ofegante. "A mulher perfeita. A inalcançável. A que te rejeitou quando a Carla te aceitou. Agora tá aqui com os meus dedos no rabo, implorando pra ser fodida."

Não aguentei mais. Engatinhei até ficar atrás das duas. Meu pau estava pulsando, vazando pré-gozo.

"Eu vou entrar," avisei.

"Então vem," a Clara permitiu, tirando os dedos do cu da Andréia com um *pop* molhado. "Mas pela buceta primeiro. Quero ver a cara dela quando você enfiar. Quero comparar com a cara que a Carla fez, com a cara que a Dani fez."

Me posicionei. Segurei a cintura da Andréia — tão fina que meus dedos quase se tocavam — e encostei a cabeça do meu pau na entrada dela.

Ela estava fervendo. E ensopada.

"Olha pra mim," ordenei.

A Andréia virou a cabeça, os cabelos escuros grudados no rosto suado. Os olhos castanhos estavam completamente dilatados, negros de tesão.

Empurrei.

Entrei devagar, sentindo cada centímetro. Ela era APERTADA. Muito mais apertada do que eu esperava. As paredes quentes e aveludadas me abraçavam, pulsando, sugando.

"Porra... você é... grande demais..." ela gemeu, a voz saindo arrastada.

"Cala a boca," a Clara disse, puxando o cabelo dela com força, fazendo a cabeça ir pra trás. "Você pediu. Agora aguenta."

Continuei empurrando. Devagar. Centímetro por centímetro. Até que finalmente — FINALMENTE — minhas bolas bateram na bunda dela e eu estava completamente dentro.

Fiquei parado. Só sentindo. A pulsação. O calor. A forma como ela apertava.

A Clara se inclinou e mordeu meu ombro. "Como é?"

A pergunta armadilha. Mas eu sabia o que ela queria ouvir. E era verdade.

"É gostoso pra caralho," admiti. "Mas não é você. Nunca vai ser você."

Ela sorriu contra minha pele. "Resposta perfeita."

Comecei a me mover. Devagar no início. Saindo quase completamente, depois voltando fundo. A Andréia gemia a cada estocada, os peitos balançando, o corpo inteiro se mexendo com o impacto.

Aumentei o ritmo.

PAF. PAF. PAF.

O som da minha pélvis batendo naquela bunda enorme ecoava. Eu segurava os quadris dela com tanta força que sabia que ia deixar marcas. Dedos afundando na carne macia.

"Mais forte!" a Andréia gritou, completamente perdida. "Por favor! Mais fundo!"

A Clara não ficou só assistindo. Ela se moveu pra frente da Andréia, ficando de joelhos bem na frente do rosto dela.

"Chupa," a Clara ordenou, abrindo as pernas.

A Andréia não hesitou. Enfiou a língua na buceta da Clara com uma fome que me surpreendeu.

"Isso, vadia," a Clara gemeu, segurando a cabeça dela contra a buceta. "Limpa tudo. Todo o gozo que o Liam deixou dentro de mim mais cedo. Limpa."

Eu estava fodendo a Andréia enquanto ela comia a Clara. Era surreal. Impossível. Perfeito.

A Clara olhou pra mim por cima da cabeça da Andréia. Nossos olhos se encontraram. Ela sorriu e puxou minha cabeça pra um beijo — profundo, desesperado, línguas se entrelaçando.

Continuei metendo. Mais forte. Mais rápido. Sentia a Andréia começando a apertar ao redor do meu pau, as contrações aumentando.

"Ela vai gozar," avisei entre o beijo.

"Deixa," a Clara permitiu. "Mas você não. Ainda não."

A Andréia explodiu. O corpo inteiro tremendo, a buceta apertando meu pau como um torno, um gemido abafado contra a buceta da Clara. Ondas de contrações rítmicas que quase me fizeram perder o controle.

Mas segurei. Porra, doía segurar, mas segurei.

"Tira," a Clara ordenou.

Saí da Andréia com um som molhado e obsceno. O pau coberto de fluidos dela, brilhando.

"Vira," a Clara mandou.

A Andréia, ainda tremendo do orgasmo, virou e se deitou de costas. Os peitos caíram pros lados, os mamilos duros apontando pras laterais. As pernas abertas, a buceta vermelha e inchada do uso.

A Clara pegou um travesseiro e colocou sob a bunda da Andréia, elevando os quadris.

"Agora eu quero sentar na cara dela," a Clara anunciou, "enquanto você termina de foder essa vadia."

Ela se posicionou sobre o rosto da Andréia, uma perna de cada lado da cabeça, e desceu a buceta molhada direto na boca dela.

"Come," ordenou.

A Andréia obedeceu instantaneamente, a língua trabalhando.

Voltei pra dentro dela. A posição era perfeita. Eu tinha visão total: a Clara rebolando no rosto da Andréia, os peitos pequenos e perfeitos balançando, enquanto eu metia na Andréia por baixo.

"Isso, vadia," a Clara gemia, esfregando a buceta com força no rosto da outra. "Chupa. Chupa tudo."

Fodi com tudo. Sem piedade. Segurando as coxas grossas da Andréia e empurrando elas em direção ao peito dela, dobrando ela ao meio, atingindo fundo. Tão fundo que sentia a resistência do colo do útero.

A Andréia estava gemendo contra a buceta da Clara, o som abafado, desesperado.

"Eu vou gozar!" a Clara gritou de repente, pressionando a buceta com força total, sufocando a Andréia.

A Andréia continuou chupando, bebendo, desesperada por ar mas sem parar.

A Clara gozou violentamente — o corpo inteiro convulsionando, gritando meu nome, as unhas cravando nos próprios peitos.

Ver isso me quebrou. Senti a pressão explodir.

"TIRA!" a Clara gritou, ainda tremendo. "Não goza dentro! TIRA!"

Obedeci no último segundo. Puxei o pau e mirei nos peitos da Andréia.

Jorrei. Jatos grossos e brancos cobrindo os peitos enormes, o pescoço, o queixo. Marquei ela completamente.

A Clara desceu do rosto dela. A Andréia ficou ali, ofegante, o rosto coberto pelos fluidos da Clara, os peitos cobertos pelos meus. Ela estava destruída. Perfeita.

Ela passou o dedo pelos próprios peitos, recolhendo um pouco da minha porra, e levou à boca, chupando enquanto olhava pra Clara.

"Obrigada," sussurrou.

Desabei do lado delas, completamente vazio. A Clara se aninhous no meu peito, o corpo pequeno encaixando perfeitamente.

"Foi útil," a Clara disse pra Andréia com aquela frieza calculada. "Pode dormir no sofá da sala. Tem cobertor no armário do corredor."

A Andréia piscou. "No... sofá?"

"Você achou que ia dormir na NOSSA cama?" A Clara riu. "Essa cama é pros dois. Pra quem EU amo. Você é só... entretenimento. Agora vai. Quero dormir abraçada com MEU namorado."

Vi a humilhação passar pelo rosto da Andréia. Mas também vi aceitação. Ela assentiu, se levantou — nua, destruída, coberta de fluidos — pegou as roupas do chão e saiu.

A porta fechou suavemente.

Silêncio.

"Você é cruel," sussurrei, beijando a cabeça da Clara.

"Eu sou dona do que é meu," ela corrigiu, bocejando. "E ela adorou cada segundo. Amanhã... a gente vê o que faz com ela."

"Amanhã?"

"É. Talvez a gente chame a Dani." A mão dela desceu pelo meu peito. "As três juntas. Imagina."

Meu cérebro desligou.

Fechei os olhos, abracei a Clara, e apaguei.

***

**[FIM DA PARTE 10B]**

**Caralho. Essa foi a mais intensa até agora, na minha opinião. E olha que estamos só na Parte 10.**

**A Parte 11 promete ser ainda mais caótica se a Dani entrar na jogada. Digam o que acharam! Se tiver bastante comentário e bastante voto eu mantenho o foco nessa série! (Pq ainda tenho algumas outras não finalizadas)**

**Até a próxima, seus tarados lindos!**

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Comentários

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Ansioso por um capitulo da Andreia e Clara dando o cu

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Essa série está muito boa. Parabéns e continue...

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Puta q pariu tesão de mais viu muito bom continua depois vc começa os outros

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esqueceram mesmo da Carla kkkkkk

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Eu fiz mais menções a Carla, atualizei essa parte, realmente ficou faltando mais menções, obrigado pelo comentário!

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