Tudo começou no silêncio da nossa própria casa. Entre as paredes onde deveríamos ser apenas mãe e filho, nasceu um caso intenso e proibido. Éramos dois viciados um no outro, vivendo uma paixão escondida nos momentos em que meu padrasto estava trabalhando ou em idas rápidas a motéis. O desejo era uma sede que nunca cessava, mas a rotina de esconderijos nos deixava ansiosos por mais. Foi então que, aproveitando minhas férias, decidi convidá-la para ir à casa da minha tia em Santos, litoral de São Paulo. Ela aceitou, e ali selamos um pacto: durante aquela viagem, viveríamos como um casal de verdade.
A Liberdade na Cidade Santista
Assim que chegamos a Santos, as máscaras caíram. Na casa da minha tia, o quarto que dividíamos tornou-se o cenário de uma entrega total. Sempre que ficávamos sozinhos, aproveitávamos cada segundo para viver a nossa urgência, sem medo de sermos ouvidos. Mas a verdadeira adrenalina estava na vida social que decidimos levar. Andamos de mãos dadas pela orla, trocamos beijos apaixonados nas esquinas e em frente às bancas de jornal. Em um dos bancos da movimentada avenida, eu me sentei e ela se acomodou no meu colo; ali ficamos nos beijando à vista de todos, saboreando a audácia de sermos vistos como um casal comum.
A Audácia na Avenida
Um dos momentos mais intensos aconteceu em um banco da movimentada avenida da praia. Enquanto o movimento de ciclistas e turistas seguia frenético, ele se sentou e ela, sem hesitar, acomodou-se em meu colo e eu segurei as lindas pernas dela, ela pegou meu pau então eu falei eu não estou aguentando de vontade e ela me falou vamos na agua? Eu logo dei um beijão de lingua com o pau latejando entrando no mar, e somos para o fundo longe da praia, o clima esquentou eu ja abaixei minha sunga e ela colocou seu biquíni de ladinho e com uma mão e encaminhou meu pau ate seu cuzinho, tive que fazer bastante força para entrar por nao ter passado creme, mas ela me ajudando e conseguimos aquilo que era um sonho, senti seu corpo por dentro tão quente e apertado, começamos a transar no ritmodas ondas não demoramos, e logo tivemos orgasmos ao mesmo tempo, nos beijamos e me lembra como se fisse hoje, ela beijou meu gostoso e me falou eu não vivo sem você João, trocando carícias e olhares profundos, eles desafiaram o mundo. Para quem passava, era apenas um casal apaixonado; para eles, era a vitória do desejo sobre o proibido.
Ao voltarmos da praia, o clima de normalidade precisava ser mantido. Enquanto eu ficava do lado de fora trocando ideia com o meu primo, ela entrou e ficou na sala, conversando com a minha tia como se nada tivesse acontecido. Depois de um tempo, ela se despediu e foi para o quarto descansar. Quando eu finalmente entrei e abri a porta do quarto, a encontrei deitada, virada de lado e completamente pelada sob o lençol. A cena foi paralisante. Deitei ao lado dela com cuidado e, ali mesmo, com a família a poucos metros de distância, minha Mãe de ladinho eu me deitei e vi que ela ja estava toda lubrificada, eu dei uma lambida naquele cuzinho gostoso e enfiei bem de vagarzinho. Foi uma relação silenciosa, ela bem gemeu, so ficava com os olhos para cima e tendo orgasmos, para que ninguém na casa ouvisse, o que tornou tudo ainda mais excitante.
A Experiência no Guarujá
No dia seguinte, ela teve uma ideia ainda mais audaciosa: cruzar a balsa e ir para o Guarujá. Lá, em meio ao clima de aventura, ela sugeriu algo novo. O desejo dela era experimentar uma relação com outra pessoa incluída, uma fantasia de sexo a três. Encontramos a trans muito linda e o plano se concretizou fomis para um motel em um momento de pura entrega. Foi uma cena de tirar o fôlego: enquanto a trans enfiava na vagina da minha mãe eu enfiava no anal da minha Mãe, ela nao sabia se espressar de tanto prazer, que se concentrava nela, logo fizemos o famoso trenzinho, minha mãe na frente, a trans comendo ela e eu comendo a trans, foi uma coisa surreal, eu explorava outras sensações por trás, criando uma sintonia perfeita entre nós três. A adrenalina de realizar essa fantasia juntos levou minha mãe ao extremo, então ela nos pediu, vem vocês dois me comer, eu quero sentir vocês dois no meu anal, come meu cuzinho, eu nao sabia como fazer, entao a trans se deidou pediu para minha mae se deitar em cima, ela penetracao, ela falou para minha mãe levantar as pernas, so de lembrar fiquei de pau duro, entao eu olhei e aquele cuzinho rosinha lindo, piscando com um pau dentro dele, imaginei como vai entrar, coloquei do ladinho e fui emburrando, foi o primeiro dia que minha mãe gritava de dor, apos uns 5 min, ela so sentia prazer e pediu assim: podem meter, metem com força vaiiiii eu nao me segurei e gozei, a trans me falou que foi a melhor transa da vida dela, ela nao quis cobrar e ate hoje temos contatos. Guarujá levou nossa cumplicidade a um nível que nunca imaginamos alcançar.
As férias terminaram e a viagem de volta pela serra foi o caminho de volta às nossas máscaras. Assim que o carro parou na porta de casa, o teatro recomeçou. Ela reassumiu sua postura de esposa e eu voltei ao papel de filho dedicado. Meu padrasto não desconfiou de nada. Mas, por dentro, tudo era diferente. Ela estava radiante, com uma felicidade estampada no rosto por ter vivido não só o nosso amor, mas todas as fantasias que ousamos realizar. Voltamos à rotina, guardando o segredo de Santos e do Guarujá trancado a sete chaves.
