Aniversário de casamento de Bella

Da série Bella
Um conto erótico de O Libertino
Categoria: Grupal
Contém 3800 palavras
Data: 08/01/2026 00:28:27

Bella chegou em casa após uma tarde revigorante no salão de beleza, sentindo-se renovada e irresistível. Seus cabelos loiros recém-tingidos caíam em ondas perfeitas sobre os ombros, emoldurando o rosto com um brilho dourado que realçava seus olhos castanhos e lábios carnudos. O vestido vermelho justo abraçava suas curvas voluptuosas – seios fartos, quadris largos e uma bunda redonda que balançava sedutoramente a cada passo nos saltos altos. Ela esperava encontrar o marido no hall, mas a casa estava silenciosa, exceto pelo som distante de uma música suave vindo do quarto.

Sobre a mesa da entrada, um bilhete escrito à mão chamou sua atenção. Ela o pegou, reconhecendo a caligrafia familiar do marido. "Feliz aniversário de casamento, meu amor", lia-se. "Siga para o quarto. Lá, você encontrará o seu presente." Bella sentiu um arrepio de excitação percorrer sua espinha, o coração acelerando. Será que o marido atendera o seu mais profundo desejo? Ela caminhou pelo corredor, o corpo já formigando de antecipação.

Ao entrar no quarto principal, o aroma doce de baunilha das velas e o perfume das pétalas de rosas a envolveu. A cama king-size estava coberta por lençóis de seda preta, velas acesas espalhadas pelas mesinhas, pétalas vermelhas pelo chão e uma garrafa de champanhe gelado com taças reluzindo na luz baixa. Bella sorriu, sentindo a umidade crescer entre as pernas. Ela desabotoou o vestido devagar, deixando-o cair no chão, revelando a lingerie preta rendada por baixo: sutiã push-up que mal continha seus seios DD, mamilos rosados endurecendo no ar fresco; calcinha fio-dental expondo a bunda redonda; meias arrastão subindo pelas coxas grossas. Sua pele branca macia contrastava com os fios loiros, e sua buceta depilada já molhada de expectativa.

Ela se deitou na cama, espalhando pétalas sobre o corpo, imaginando o marido no escritório, olhos fixos nas telas das câmeras escondidas no quarto – uma no teto, outra na parede, capturando cada ângulo. "Meu amor, isso é perfeito", murmurou ela para si mesma, sabendo que ele ouvia através do áudio.

Um toque na campainha ecoou pela casa. Bella sentiu o pulso acelerar – eles haviam chegado. Ela ouviu a porta da frente se abrir sozinha, graças ao sistema eletrônico que o marido controlava remotamente. Momentos depois, cinco homens negros entraram no quarto, altos e musculosos, suas peles escuras reluzindo sob a luz das velas. Eles vestiam roupas casuais justas que destacavam seus corpos impressionantes – braços definidos como troncos, peitos largos e volumes evidentes nas calças, prometendo paus pretos grossos e viris. Ela nem quis saber os seus nomes; eles eram simplesmente os homens de sua fantasia, uma massa de testosterona focada nela.

O primeiro, o mais musculoso de todos, com abdômen tanquinho marcado por veias salientes, se aproximou com um sorriso predatório. "Você é ainda mais linda do que as fotos, gata", disse ele com voz grave e rouca, pegando uma taça de champanhe e oferecendo a ela. Bella bebeu, o líquido borbulhante descendo pela garganta, enquanto sentia os olhos dele devorando seu corpo seminu.

O segundo, alto e esguio mas com ombros largos, piscou: "Pronta para a diversão? Vamos tratar você como merece, enquanto o Maridão assiste." Ele estendeu a mão, ajudando-a a se levantar, enquanto os outros se aproximavam, formando um círculo apertado ao redor dela. O terceiro, com barba aparada e olhos penetrantes, beijou sua mão: "Vamos te fazer gozar como nunca." O quarto, tatuado no peito, sorriu: "Mal posso esperar para sentir você apertando." O quinto, elegante e tonificado, acenou: "Seu prazer é nossa prioridade."

Eles brindaram coletivamente, o tilintar das taças preenchendo o ar carregado de tensão sexual. Bella sentiu um formigamento intenso entre as pernas, sua buceta pulsando ao ver os volumes crescentes nas calças deles, imaginando aqueles paus pretos grossos esticando-a. Ela sabia que o marido via tudo, talvez masturbando-se no escritório, o que só aumentava sua excitação.

A música intensificou, um ritmo lento e pulsante de R&B erótico ecoando pelo quarto. O primeiro homem negro foi o pioneiro: ele a puxou para um beijo faminto, sua língua grossa invadindo a boca dela, explorando cada canto enquanto mãos grandes e calejadas apertavam seus seios, os polegares roçando os mamilos endurecidos através da renda do sutiã. Bella gemeu alto, arqueando as costas, sentindo o pau dele endurecer contra sua barriga. O segundo se posicionou atrás dela, mãos firmes nas nádegas, apertando e separando as bandas carnudas, roçando os dedos pela fenda úmida da calcinha. "Tão molhada já, safada", murmurou ele, deslizando um dedo grosso por baixo do tecido e circulando seu clitóris inchado, fazendo-a tremer. O suco da buceta dela escorria pelas coxas, brilhando à luz das velas.

O terceiro e o quinto se juntaram: o terceiro beijou seu pescoço, chupando a pele sensível com dentes afiados, deixando marcas vermelhas, enquanto o quinto ajoelhava e lambia suas coxas internas, subindo devagar até a borda da calcinha, inalando o cheiro almiscarado de sua excitação. O quarto observava por um momento, então removeu o sutiã dela com um puxão, libertando os seios pesados que balançaram livres. Ele sugou um mamilo com força, mordiscando levemente, a língua rodopiando enquanto a outra mão massageava o outro seio, apertando até doer de prazer.

Bella estava no centro do furacão, mãos explorando os corpos deles – sentindo o pau duro do primeiro através da calça, o do segundo pulsando contra sua bunda. Eles a deitaram na cama, removendo a lingerie restante com urgência. Agora completamente nua, pernas abertas obscenamente, buceta exposta e brilhando de umidade, o clitóris protuberante implorando por toque. Ela olhou diretamente para uma das câmeras, piscando: "Meu amor, olha o que eles vão fazer comigo."

O primeiro se despiu primeiro, revelando seu pau enorme, preto como ébano, veias salientes e grossas, a glande inchada e pingando. Ele se posicionou entre as pernas dela e começou a lamber sua buceta vorazmente, a língua larga varrendo do ânus apertado ao clitóris, sugando o botão sensível com sucção forte. Bella gritou: "Oh, porra, sim! Me come com essa língua!"

O segundo e o terceiro chuparam seus seios, línguas rodopiando nos mamilos eretos, mordendo e puxando até ela arquejar. O quarto e o quinto masturbavam seus paus ao lado, ocasionalmente roçando nos braços dela, deixando trilhas de pré-gozo na pele.

O ar estava carregado de gemidos roucos, cheiro de suor e sexo. O primeiro penetrou Bella primeiro: seu pau grosso esticando sua buceta apertada como uma luva, entrando centímetro por centímetro, as paredes vaginais se contraindo ao redor dele. "Tão apertada, caralho", grunhiu ele, começando a bombear devagar, cada estocada profunda fazendo os seios dela balançarem e batendo no colo do útero, enviando ondas de prazer elétrico.

O segundo se posicionou atrás: lubrificando o pau com saliva e o suco dela, ele pressinou contra o cu dela. "Relaxe, puta gostosa", disse, entrando devagar, o anel apertado se abrindo para acomodar sua grossura. Bella urrou de prazer e dor misturados, sentindo-se completamente cheia com dois paus pretos pulsando dentro dela – um na buceta, outro no cu. Eles sincronizaram os movimentos, um saindo enquanto o outro entrava, o atrito fazendo-a ver estrelas. O terceiro se ajoelhou ao lado da cabeça dela, oferecendo seu pau longo. Bella o engoliu ansiosamente, chupando da base à ponta, a língua rodopiando na glande sensível, saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto ela o engolia, gargalhando em torno da carne grossa. O quarto e o quinto alternavam: o quarto fodia sua boca em seguida, pau grosso forçando sua garganta até as bolas tocarem o queixo, enquanto o quinto usava as mãos para estimular seu clitóris, dedos mergulhando na umidade ao redor do pau do primeiro, circulando e pinchando até ela gozar pela primeira vez – um jorro quente de squirt molhando os lençóis e os corpos deles.

Eles rotacionavam posições fluidamente, como uma dança primal, sabendo que o Maridão via cada detalhe: O primeiro a fodia em missionário, pernas dela sobre seus ombros largos, pau batendo fundo, fazendo-a gozar novamente, as unhas cravando nas costas dele. O segundo a montava com Bella quicando com força no pau curvado, bunda batendo nas coxas musculosas, enquanto o terceiro fodia seu cu por trás em dupla penetração, os paus roçando um no outro através da parede fina, enviando choques de prazer. O quarto a pegava de quatro, penetrando o cu dela com mãos puxando seus cabelos loiros, enquanto o quinto fodia sua buceta por baixo, os corpos suados colidindo. O quinto a levantava, fodendo em pé com o quarto penetrando por trás, paus pretos esticando-a ao limite, enquanto os outros masturbavam ao redor, esperando a vez.

Pausas breves ocorriam: eles bebiam água, checavam se estava tudo bem. Bella olhava para as câmeras ocasionalmente, gemendo: "Meu amor, você está gostando do show?"

Mas Bella, com o corpo ainda tremendo de prazer e suor escorrendo pelos seios fartos, não estava satisfeita. Seus cabelos loiros desgrenhados colavam no rosto corado, e ela se sentou na cama, pernas abertas, exibindo a buceta vermelha e inchada, o cu dilatado pingando sucos misturados. Com um sorriso provocador nos lábios pegajosos, ela olhou para os cinco homens negros ao redor, seus paus pretos ainda semi-eretos, brilhando de saliva e fluidos dela. "É só isso que vocês têm a oferecer, seus safados? Achei que iam me destruir de verdade. Vamos, me mostrem o que esses paus grossos podem fazer de pior!"

As palavras dela foram como gasolina no fogo. Os olhos dos homens escureceram de luxúria selvagem, e um grunhido coletivo ecoou pelo quarto. O primeiro, o mais musculoso, avançou com fúria, agarrando os cabelos loiros dela e puxando sua cabeça para trás. "Sua puta branca safada! Você quer pior? Vamos te tratar como a vadia que você é!" Ele cuspiu nas palavras, forçando o pau enorme de volta na boca dela, empurrando fundo até as bolas baterem no queixo, fazendo-a engasgar e lágrimas escorrerem pelos olhos. Saliva grossa escorria pelo queixo dela enquanto ele fodia sua garganta como um pistão, sem piedade, os músculos dos braços flexionando a cada estocada.

O segundo, atrás dela, a jogou de bruços na cama, espalmando a bunda redonda com força, deixando marcas vermelhas na pele branca. "Cala a boca, sua cadela loira! Toma isso no cu, sua piranha!" Ele cravou o pau curvado e veioso no cu dela sem cerimônia, esticando o anel apertado ao limite, bombando com violência, cada entrada fazendo um som molhado e obsceno. Bella urrou em torno do pau na boca, o corpo arqueando de dor e êxtase, mas ela empurrou a bunda para trás, convidando mais, gemendo: "Mais forte, seus filhos da puta!"

O terceiro e o quarto se juntaram à loucura: o terceiro ajoelhou ao lado e enfiou três dedos grossos na buceta dela, fodendo-a com a mão enquanto xingava: "Olha só essa buceta branca gulosa! Você é uma puta no cio, né? Toma, sua vagabunda!" Seus dedos circulavam o clitóris inchado, pinchando e torcendo, fazendo-a jorrar novamente, jatos quentes molhando os lençóis. O quarto, tatuado, montou no peito dela, esmagando as tetas com as coxas musculosas, e começou a foder entre eles, o pau grosso deslizando no vale suado, a glande batendo no queixo dela. "Toma leite preto nos peitos, sua loira safada! Você pediu por isso!"

O quinto, elegante mas agora feral, pegou uma das meias arrastão rasgadas e usou como improvisada algema, amarrando os pulsos dela atrás das costas. "Você é nossa agora, sua cadela branca! Vamos te encher até não aguentar mais!" Ele se posicionou debaixo dela, erguendo os quadris e penetrando a buceta com o pau reto e firme, sincronizando com o segundo no cu – uma dupla penetração brutal, paus pretos roçando um no outro através da parede fina, esticando-a como nunca. Bella gritava, o corpo convulsionando em orgasmos sucessivos, as unhas cravando nas próprias palmas, mas ela provocava mais: "É isso? Me fodam! ME FODAM!!!"

Eles enlouqueceram de vez, rotacionando com fúria animalesca: um no cu, outro na buceta, um na boca, mãos por toda parte – apertando mamilos até doerem, espancando a bunda até ficar roxa, xingando sem parar: "Puta branca! Vadia loira! Toma pau preto, sua safada!" O quarto gozou primeiro, jatos quentes cobrindo os seios dela, leite cremoso escorrendo pelos mamilos eretos. O terceiro seguiu, puxando os dedos da buceta e gozando na boca aberta dela, forçando-a a engolir o sêmen salgado e espesso enquanto ela tossia e lambia os lábios.

O primeiro explodiu no rosto dela, fios grossos pintando as bochechas, nariz e cabelos loiros como uma máscara de luxúria. O segundo, no cu, encheu o ânus com gozo quente, transbordando e escorrendo pelas coxas. O quinto, por último, gozou na barriga lisa, marcando-a como propriedade. Bella gozou uma última vez, o corpo tremendo violentamente, squirtando em arco sobre a cama, gemendo para as câmeras: "Meu amor, olha como eles me destruíram... mas eu quero mais!"

Depois deles gozaram em Bella, corpos suados colapsando ao redor, em vez de saírem, eles ficaram pelo quarto, paus amolecendo mas olhos ainda famintos e cruéis. Eles conversavam, riam enquanto comentavam a foda que acabaram de ter. O primeiro pegou o celular, viu as últimas mensagens e abriu um sorriso sádico: "Isso foi só o aquecimento, gata. O Maridão te deu um presentão, e quer assistir a noite toda. Vamos te foder até o amanhecer, sua puta." O segundo riu rouco: "Só o começo, vadia. Prepara esse cu e essa buceta, porque vamos te encher de novo... e de novo, até você não andar amanhã."

A campainha da porta da sala tocou, um som agudo cortando o ar carregado de cheiro de sexo, suor e gozo. Bella, ainda ofegante e coberta de fluidos pegajosos, piscou surpresa, mas um sorriso malicioso se formou em seus lábios. Os homens se entreolharam, rindo baixinho. "Mais convidados?", murmurou o terceiro, limpando o pau na coxa dela. A porta da frente se abriu remotamente – controlada pelo marido via app, sem dúvida – e passos pesados ecoaram pelo corredor. Entraram outros cinco homens negros, todos altos, musculosos e famintos, peles escuras brilhando, paus já endurecendo nas calças ao avistarem Bella esparramada na cama como uma oferenda suja.

Um dos homens do novo grupo, um gigante com braços tatuados e um pau visivelmente monstruoso pulsando no jeans, sorriu predatório: "Recebemos o convite do Maridão. Disseram que tem uma puta loira aqui precisando de mais pau preto. Pronta pra rodada dois, vadia?" Os outros assentiram, despindo-se rapidamente, revelando paus grossos, veiosos e pretos.

Enquanto o novo grupo avançava, o primeiro se recompunha: três deles foram para o banheiro adjacente, tomando banho rápido sob o chuveiro quente, lavando o suor e o gozo dos corpos musculosos, rindo e comentando sobre Bella e o marido. Os outros dois, sem se importar, andaram nus pela casa, paus balançando semi-eretos, indo até a cozinha onde o marido havia deixado lanches preparados – sanduíches, frutas e energéticos em uma bandeja, com uma nota: "Para os comedores". Eles devoravam vorazmente, nus e sem pudor, enquanto câmeras escondidas capturavam tudo para o prazer remoto do marido.

No quarto, o caos recomeçava com intensidade redobrada. O líder do novo grupo a pegou pelos tornozelos, arrastando-a para a beira da cama e cravando o pau monstruoso na buceta dela sem preliminares, esticando-a como se fosse rasgá-la: "Toma, sua vadia! Sente esse pau te abrindo ao meio!" Outro forçou a boca dela, fodendo a garganta enquanto xingava: "Engole, vadia! Mostra pro Maridão como você ama ser usada!" Os demais se juntavam, enfiando dedos no cu dela, mãos espancando e apertando, o ar cheio de gemidos guturais, tapas e xingamentos sujos: "Porra, que vadia gulosa!"

Bella gritava de êxtase, o corpo convulsionando novamente, enquanto o primeiro grupo voltava aos poucos, revigorados, juntando-se à orgia em um mar de paus pretos, corpos suados e prazer imundo, a noite se estendendo em um inferno de luxúria sem fim, tudo para as câmeras e o marido distante.

O novo grupo de cinco homens continuava a devastar Bella no quarto – paus pretos grossos e veiosos martelando sua buceta inchada, cu dilatado escorrendo gozo antigo como uma cachoeira gosmenta, boca engasgada com carne pulsante e xingamentos ecoando como "Toma mais, sua puta branca! Engole esse pau, vadia!". Os outros cinco do primeiro grupo voltavam revigorados da cozinha e do banho. Alguns ainda nus, paus balançando semi-eretos e pingando água do chuveiro, carregando restos de sanduíches nas mãos sujas; outros vestindo apenas calças soltas, corpos musculosos reluzindo. Eles riam ao ver a cena, juntando-se brevemente para tapas extras na bunda roxa de Bella ou cuspidas no rosto dela, chamando-a de todos os nomes imagináveis enquanto o novo grupo a fodia como animais em fúria, squirts espirrando pelos lençóis encharcados.

Mas um deles, o líder musculoso do primeiro grupo – o mesmo que havia iniciado a loucura – ergueu a mão, sinalizando uma pausa. Seu pau ainda duro e gosmento balançava enquanto ele ria, olhos cruéis brilhando. "Ei, rapazes, tenho uma ideia pra um presente especial pra essa puta e pro Maridão dela. Algo que eles vão lembrar pros próximos 10 anos de casamento, hein?" Ele gargalhou, a voz grave ecoando pelo quarto. Os outros pararam aos poucos, paus saindo das entradas dilatadas de Bella com sons molhados e obscenos, deixando-a ofegante na cama, corpo marcado por tapas roxas, gozo escorrendo de todos os orifícios.

Ele se aproximou de Bella, estendendo a mão com uma delicadeza fingida, pegando a dela como se ela fosse uma princesa frágil, mas era puro deboche, um contraste sádico com o caos anterior. "Vem, minha rainha... deixa eu te levar pra um passeio especial", disse ele com voz melosa e falsa, puxando-a para fora da cama. Bella, pernas trêmulas e coxas pegajosas de fluidos, riu alto, o som rouco e excitado misturando-se aos xingamentos dos outros homens que a seguiam: "Olha só a vadia achando graça! Anda logo, sua puta, antes que a gente te foda de novo no chão!" "Rainha? Essa é rainha de porra, isso sim!" Eles riam, paus endurecendo novamente, formando um séquito de comedores nus ou semi-nus atrás dela, corpos pretos musculosos contrastando com a pele branca e marcada dela. O marido acompanhava tudo do seu escritório, pelas câmeras.

Ele a conduziu até a sala de estar, o ar mais fresco ali contrastando com o fedor do quarto. A sala era acolhedora, com sofás macios, uma estante cheias de fotos e paredes com quadros: retratos do casamento de Bella, ela de vestido branco imaculado ao lado do marido sorridente; fotos da família reunida, com os dois filhos – um menino e uma menina – na praia ou em um piquenique familiar.

O líder parou no centro da sala, ainda segurando a mão dela com falsa gentileza, e ergueu a voz em um tom exageradamente formal: "Parabéns pelos 10 anos de casamento, Bella! Que família linda vocês têm – olha só para esse casal diante do altar, tão lindos! Olha esses filhos fofos, tão inocentes, crescendo com uma mãe tão... dedicada." Ele apontava as fotos uma a uma, a mão livre já no pau, masturbando devagar, pré-gozo pingando no tapete. Os outros se juntaram, circundando-a, paus em punho, bombando com movimentos lentos e sádicos. "Dedicada? Essa vadia é dedicada a pau! Olha pro marido coitado nas fotos – ele nem imagina o quanto a esposinha dele fede a porra agora!" "Família perfeita? Com uma mãe com o cu arrombado desse jeito?!"

Bella ria o tempo todo, o corpo nu tremendo de excitação perversa, buceta pulsando ao ver a profanação se aproximar. O líder continuou, voz misturando elogios falsos e humilhações cruéis: "Olha essa foto do casamento – você tão pura, de branco... mas agora tá coberta de gozo, né? E esses filhos... que orgulho, crescendo com uma mãe que ama ser fodida como uma porca suja por estranhos!" Os homens aceleravam as punhetas, grunhindo, olhos fixos nas fotos enquanto xingavam Bella: "Puta imunda! Mãe de família, o caralho!" Logo, o clímax veio – um por um, eles gozaram em jatos quentes e espessos sobre os retratos. O líder mirou no quadro do casamento, fios grossos cobrindo o rosto sorridente de Bella e o vestido branco de casamento; outro espirrou na foto da família na praia, leite cremoso escorrendo sobre as carinhas inocentes dos filhos; os demais sujaram os outros quadros, gozo pingando nos vidros e molduras, marcando tudo com luxúria suja. Bella assistia tudo rindo histericamente, mãos nos joelhos, lágrimas de riso misturando-se ao gozo seco no rosto.

Eles deixaram os retratos esporrados exatamente onde estavam, gosma escorrendo devagar por cima dos móveis e pelas paredes. Um deles pegou um dos quadros menores – a foto da família no piquenique – e o estendeu para Bella: "Agora, lambe, sua vadia. Lambe a porra de cima da sua família perfeita, mostra pro Maridão como você é uma puta obediente." Os outros gritavam: "Lambe! Lambe! Lambe!" Bella, ainda rindo, obedeceu, se ajoelhou e lambeu avidamente, língua rodopiando no vidro pegajoso, engolindo o sêmen salgado e almiscarado por cima das molduras, gemendo de prazer pervertido enquanto eles filmavam com celulares para guardar de recordação.

Satisfeitos, eles se vestiram devagar, paus amolecendo dentro das calças sujas, deixando o cheiro de sexo pairando na sala. Eles ainda fizeram Bella ir até a cozinha e buscar o resto do lanche e servir para eles na sala, comendo sem cuidado algum sujando o estofado do sofá, o tapete caro da sala, apoiando xícaras de café ou copos com refrigerante ao lado dos retratos ainda sujos de porra, assim como Bella ainda carregava no corpo as marcas da sua degradação.

Bella os acompanhou até a porta de casa, ainda nua e pegajosa, beijando cada um com um selinho na boca, murmurando: "Obrigada, volte sempre." Eles saíram rindo, dando os parabéns pelo aniversário de casamento, um último tapa na bunda dela ecoando na noite.

Logo que a porta se fechou, Belle desabou no sofá, ao lado da confusão de pratos, xícaras, copos e migalhas – e esperma. O marido apareceu do escritório, olhos vidrados de excitação, pau duro visível na calça. Bella se jogou nele, dando um beijo apaixonado, língua invadindo a boca dele, o gosto de gozo e saliva alheia misturando-se. "Meu amor... foi o melhor presente. Você viu tudo?", sussurrou ela, mordiscando o lábio dele. Ele gemeu: "Vi tudo, amor. Você foi... Incrível... uma vadia perfeita." Após o breve diálogo, ela piscou: "Agora, vou tomar um banho quente pra limpar essa bagunça fedida. Te vejo na cama?" Ele assentiu, beijando-a mais uma vez.

Enquanto Bella desaparecia no banheiro, o som da água correndo ecoando, o marido pegou um pano macio e produtos de limpeza da cozinha – spray desinfetante, lenços umedecidos. Ele foi até a sala, olhando os retratos profanados: gozo seco endurecendo nos vidros, escorrendo sobre as imagens inocentes do casamento e da família. Ele começou a limpar meticulosamente, esfregando cada mancha pegajosa, o coração acelerado com memórias da noite insana. Enquanto limpava o retrato na parede, a foto do beijo dos dois no altar, agora marcada pela degradação, o marido não aguentou: tremendo todo, sozinho, ele gozou nas calças.

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