Eu cheguei em casa mais cedo do que o combinado e encontrei a cena que já vinha imaginando há semanas: minha esposa branquinha, de shortinho jeans curtíssimo, sentada no sofá ao lado daquela pretinha deliciosa que ela tinha adicionado no Instagram há um tempo. Bárbara, o nome dela. Pele negra brilhante, cabelo cacheado volumoso, corpo curvilíneo do caralho – peitões firmes, cintura fina, bunda redonda que mal cabia na saia jeans que ela usava nas fotos.
As duas riam baixinho, vinho na mão, o clima já quente. Minha esposa me viu na porta e sorriu safada: “Amor, essa é a Bárbara… a gente tava te esperando.”
Eu nem falei nada, só fechei a porta e já senti o pau endurecendo. Sentei do outro lado dela, apertando aquela pretinha no meio de nós dois. Conversa foi rápida – minha esposa logo começou a acariciar a coxa dela, subindo devagar, enquanto eu passava a mão nas costas, sentindo a pele quente e macia.
Bárbara corou, mas não recuou. “Vocês são loucos…”, sussurrou, mas já estava ofegante quando minha esposa beijou o pescoço dela e eu peguei na nuca, virando o rosto dela pra me dar um beijo molhado, língua entrando fundo naquela boca carnuda.
Em minutos estávamos no quarto. Roupa voando. Bárbara pelada no meio da cama, corpo preto brilhando de tesão, bucetinha depiladinha já molhada. Minha esposa ajoelhou entre as pernas dela, abriu aquelas coxas grossas e desceu a boca direto no grelo inchado, lambendo devagar enquanto Bárbara gemia alto, agarrando os lençóis.
Eu fiquei atrás da minha esposa, metendo o pau preto grosso na buceta branquinha dela enquanto via ela chupando aquela pretinha com vontade. “Chupa ela gostoso, amor… faz essa vadia preta gozar na sua boca.”
Bárbara tremia toda, peitões balançando, gemendo “ai, que delícia… continua…”. Minha esposa enfiou dois dedos fundo na buceta dela, fodendo rápido enquanto lambia, até Bárbara gozar forte, esguichando na cara da minha branquinha.
Aí trocamos. Eu deitei Bárbara de bruços, empinei aquela bunda preta perfeita e meti devagar no cuzinho apertado dela – ela gritou de dor e prazer, o cu piscando louco em volta do meu pauzão. Minha esposa sentou na cara dela, esfregando a buceta molhada na boca da pretinha: “Lambe, sua puta… lambe enquanto meu marido arromba seu cu.”
Bárbara obedeceu, língua fundo na buceta da minha esposa, chupando com desespero enquanto eu socava forte no cuzinho, sentindo aquele aperto quente me ordenhar. Gozei enchendo o cu dela de porra quente, jatos grossos escorrendo pela bunda preta.
Depois minha esposa deitou de pernas abertas e mandou Bárbara chupar ela até gozar de novo, enquanto eu recuperava o fôlego vendo as duas se comendo – branquinha e pretinha, línguas se misturando, dedos enfiados, gemidos altos.
No final, os três suados, ofegantes, corpos colados. Bárbara no meio, marcada por nós dois, sorrindo cansada: “Vocês são pervertidos… mas eu volto quando quiserem.”
E eu, com o pau já endurecendo de novo só de olhar praquele corpo preto todo melado de porra e gozo, só pensei: vamos chamar ela toda semana. Minha esposa branquinha e eu comendo essa pretinha gostosa juntos é o melhor prazer que existe.
P.s.: Os nomes utilizados no texto são ficticios para preservar a identidade dos envolvidos, mas todos os fatos narrados são reais.