Patricinha Mimada, Virei Puta do Job 2

Um conto erótico de BunnyBlond
Categoria: Heterossexual
Contém 1666 palavras
Data: 07/01/2026 13:42:51
Última revisão: 07/01/2026 13:43:39

Era um dos meus primeiros eventos que consegui trabalhando como modelo. Uma feira de automóveis que varias meninas se matavam pra conseguir uma vaga ali. Meu agente tinha me colocado nesse trabalho. O mesmo agente que me comeu no conto anterior.

Ele me prometia trabalhos e alimentava o meu sonho de ficar famosinha. Em troca, eu fazia uns agradinhos de piranha no pau dele. A patricinha mimada tava virando puta do job. E pior que eu tava gostando disso rs...

Eu estava em pé, num stand de vendas de uma marca de pneus. Eu usava um shortinho branco de lycra super apertado, desses estilo shortinho de academia. Mas propositalmente pequenininho, pra ficar atolado no meu rabo, com as poupinhas da minha bunda aparecendo.

Uma blusinha branca com a marca da patrocinadora. Sem soutien. Com os biquinhos do meu peito marcando na lycra do top branco que ficava quase transparente. Também curtinho, deixando o meu umbiguinho de fora.

23 aninhos, baixinha, loirinha, filhinha de papai. Rostinho de patricinha mimada, usando aquela roupa de PUTA. Sorrindo pros tarados que passavam em volta. O meu pai nem sonha que a filhinha dele tava ali fazendo papel de vadia dando xauzinho com a mão.

As minhas coxas roliças brilhando na luz. A cinturinha fininha contrastando com uma raba de 98 de quadril apertada naquele shortinho de lycra. Por mais que eu puxasse pra desenterrar da minha bunda, ele voltava a ficar atolado no meu rabo.

Vou postar uma foto no meu telegram @bunnycontos nesse stand. Com esse shortinho indecente. De costas mostrando o quanto ele tava enterrado. Com carinha de piranhazinha sonsa sorrindo e tirando foto pros coroas que me olhavam querendo comer a novinha.

Posso mandar também vídeos peladinha e de sexo dos contos, pros leitores que quiserem. No meu telegram ou no email bunnycontos@gmail.com gosto de me exibir e provocar pros meus safadinhos também rs.

Um monte de coroa parando pra tirar foto e meu trabalho era sorrir e fazer papel de putinha troféu. Quebrando o quadril de lado, empinadinha com chamando atenção dos tarados com o rabo de patricinha do job.

O meu agente passava por ali, pra ver se tava tudo ok. E sempre me dava uns abracinhos e tirava alguma casquinha. Alisando as minhas coxas e apertando a minha bunda discretamente. Dando tapinha de safado na minha bunda e falando que me esperava no camarim, no final do evento.

Eu era a protegida dele. Mas eu sabia muito bem o preço que aquele tarado me cobrava. E no fundo, eu adorava pagar... Adorava me sentir uma PUTA chupando rola no camarim. Adorava me sentir uma PUTA sendo exibida naquele shortinho de lycra enfiado.

A patricinha mimada tinha virado PUTA...

No final do evento, meu agente bateu na porta do meu camarim. Com pressa e com tesão. Me agarrando toda e falando que eu tava gostosa naquele shortinho. Me mandando dar uma giradinha sem sair do lugar. Pra me olhar com calma.

Me deixando parada, de costas. Encarando o meu rabo igual um lobo mal querendo comer a chapeuzinho do shortinho de lycra.

PLAFT!!!

Um tapa estalado na minha bunda.

- Piranha gostosa... Olha o tamanho desse rabo...

PLAFT!!!

Ele me contava que alguns empresários no evento perguntaram sobre mim. Um monte de coroa casado querendo passar a pica na novinha. Consultando o meu agente se eu era do job. E o meu agente começou a plantar a sementinha que eu poderia fazer muito dinheiro atendendo esses coroas.

A minha bucetinha babando de tesão só de pensar em virar puta de verdade. Ele falava isso me alisando e me apertando toda. Agarrando o meu rabo e me empurrando empinada num sofazinho velho que tinha ali.

Com os joelhos na poltrona e os cotovelos apoiada no braço do sofá. Semi de quatro. Com a bundinha empinada pra fora do sofá. De costas pro tarado do meu agente, que agarrava e puxava o meu shortinho pra baixo.

PLAFT!!!

Me dando mais um tapa estalado, que deixava a pele da minha bunda toda vermelhinha.

O tarado esfregando os dedos na minha bucetinha e me contando sobre os coroas do evento. Ele me dedava e me incentivava a atender os clientes. Ele me dedava e me incentivava a virar PUTA.

Eu já tinha virado puta há muito tempo rsss....

Com jeito de safado mandão, abrindo as bandas da minha bunda com as mãos e passando o dedinho na entrada do meu cuzinho. Me encarando com olhar de tarado. Ar de dominador. De sádico!

- Você tava uma delicia nesse shortinho...

Eu apenas sorria sem graça e sem saber o que falar. Ele apertava com força as carnes do meu bundão.

- Brigada...

- Empina esse rabo que eu to tarado pra te foder todinha!

A burguesinha dondoquinha ficou parada alguns segundos raciocinando o que ele havia acabado de pedir. Até aquele dia, nunca tinha rolado anal com ele. Mas depois de tanto tempo sendo fudida por aquele FDP, parece que só a bucetinha já não agradava mais nos meus agradinhos.

A verdade é que eu não tinha mais nada pra oferecer. Meu cuzinho era a última coisa que me restava.

- Na bunda?

- É vadia, vira essa bunda gostosa que eu to afim de te pegar por trás

- É que eu não sei se é o melhor momen...

- Que momento sua cachorra? Você fica com essa bunda enorme na minha cara todo dia. Não tem momento que eu não queira te pegar por trás. Anda, vai ser rápido...

Com carinha de patricinha assustada e respirando fundo, fui aceitando as ordens e me empinei de quatro naquele sofá. Eu gostava da ideia, me dava tesão sem tratada assim. Mas o anal me deixava com medo.

Ali naquela posição humilhante, parada igual uma idiota, enquanto ele colocava a camisinha na pica. Eu me sentia usada. Abusada. Me sentia sendo feita de puta. Mais do que isso, e me sentia uma idiota. Pela maneira submissa que ele me colocava.

E o foda é que isso me dava 15 vezes mais tesão!!!

Debruçadinha naquela posição vergonhosa, ele foi caminhando pra trás e deu um tapa estalado na bunda da loirinha burguesinha. Uma das mãos segurando na minha cinturinha e a outra ajeitando a cabeça da piroca na entrada do meu cuzinho.

- Quer ser famosa, vadia? Então vai ter que aguentar uma pica na bunda...

Meu dominador falava com um risinho sádico na boca. Não era só o sexo anal. Ele queria perverter a menina de família. Era poder e sadismo. Ver até quando a patricinha dondoca aceitaria e se rebaixaria pra se tornar uma modelinho famosa.

Era muito mais que um cuzinho, era a depravação da minha dignidade....

- Piranha gostosa, to afim de te enrabar desde o primeiro dia que te vi!

- Pera... Pega um creminho

- Quer creminho, sua putinha fresca?

- Quero... Tem na minha bolsa

- Já trás na bolsa, ne? Vadia da bunda grande que já vem pronta pra levar no rabo hahaha

Entreguei o tubinho de lubrificante e a minha dignidade na mão do tarado dominador, que foi lambuzando um dedo de creme, entrando no meu cuzinho apertado de filhinha de papai. Aquele dedo do meio, de fazer sinal de mandar alguém tomar no cu.

A patricinha dondoca estava toda empinada com os cotovelos na mesa e um dedo do meio enterrado no meio do cuzinho. Ela já não estava mais tão empoderada naquela posição...

Não demorou muito e o dedo virou uma pica no rabo avantajado da menina que sonhava em ser blogueira. Sem muito carinho ou cerimônia, o safado foi empurrando metade do cacete castigando meu rabo.

- Que rabo gostoso, vadia... Fala que é uma vadia, fala!

- Ainnn... Que...?

- Fala que é uma vadia, sua gostosa

- Ainn ainnn... Eu... Eu sou uma vadia

- isso vadia gostosa... Vadia da bunda grande! Ta gostando vadia?

- Ainnn Ainnnn ainnnnn

- Isso putinha, leva uma pica nessa bunda... Quer ser famosa então aguenta...

A essa altura ele já enterrava a pica até as bolas, deslizando no cuzinho apertado da patricinha. Dando trancos de fazer o sofá balançar a cada cravada. Era barulho do sofá rangendo, barulho dos tapas na bunda da loirinha, barulho dos meus gritinhos e barulho dos xingamentos do tarado pervertendo a princesinha do papai.

Não tinha mais volta, a partir daquele dia, eu estava marcada. Tinha botado o cu na reta pela fama. Aguentando uma rola na bunda por likes e seguidores no instagram e eventos famosos.

E crew crew crew crew crew de quatro no sofá. Eu fazia careta de patricinha chorona com uma piroca na bunda. Dava gritinhos, gemidinhos de dondoquinha tomando no cu. Descabelada levando trancos, toda ofegante, encarando por trás uma vara no rabo.

O pau dele não era grande, mas o tarado socava com força. Com raiva, enterrando tudo até as bolas. Seco, direto, curto. Em movimentos de fúria e tesão.

Crew crew crew. Tirando metade da pica e enfiando tudo de uma vez, de novo, de novo, de novo e de novo... Eu tomava no cu com pose e elegância de uma piranha. Toda empinada e manhosa, uma verdadeira cachorra de família.

- Toma no cu, sua vadia! Toma! Toma no cu, Toma! toma no cu!

Foram uns 10 minutos de castigo e gritinhos naquele camarim. Até os 2 se saciarem e lembrarem que ainda estávamos no evento e tava cheio de gente lá fora daquele camarim.

Eu precisava me vestir. Andando toda torta e com o cuzinho ardido. Saindo do camarim puxando a barra da saia do meu vestidinho pra baixo e com carinha de patricinha chorona. Mas me sentindo uma PUTA que eu tinha sido transformada naquele mundo de modelagem.

E ainda teria um monte de coroas tarados pra atender como clientes. Era uma decisão que eu precisava tomar e tava gostando da ideia. Mas isso eu escrevo nos próximos contos.

Espero que tenham gostado e gozado com o conto de hoje. E quem quiser as minhas nudes ou vídeos de sexo dos contos, é só mandar mensagem nos meus contatos.

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