S&M: Tatuagem

Um conto erótico de Yumi Submissa
Categoria: Heterossexual
Contém 3888 palavras
Data: 07/01/2026 11:18:03
Última revisão: 08/01/2026 16:20:30

"Trair nunca mais" era meu pensamento mais constante desde aquele magnífico oral com meu namorado. Eu o amava e ele claramente era mais "habilidoso" do que se poderia pensar. Eu o havia subestimado. Na verdade, quando o traía nunca foi por qualquer característica dele, tenho que ser franca. Os motivos eram complexos, mas sempre tive consciência que ele era inocente e a culpa era minha.

Não tínhamos tido oportunidade de ficar a sós desde aquele oral maravilhoso em que ele me empurrou contra a parede e fudeu na minha boca como se ela fosse minha buceta.

Será que era disso que eu gostava? Da truculência, de ficar sem opção? Sim, definitivamente eu gostava da pegada firme, mas e todas as vezes que fiz amor carinhoso com ele? Eu gostei também e gostei muito. Mas tudo muda e eu, definitivamente, tinha mudado. Será que nunca mais ia curtir o amorzinho de madrugada, carinhoso e olhando um no olho do outro? Sim... eu sorri quando lembrei que gostava daquilo e conclui que haveria momentos em que seria bom. Mas não era isso que eu planejava para agora.

Estava "vestida para matar" e ia pegar ele de jeito. Quer dizer, não é bem eu que ia pegar ele de jeito, mas ia fazê-lo ficar louquinho quando me visse e provocar os instintos mais animalescos nele. Eu sabia como fazer isso, como manipular o desejo de um homem. Me sentia muito confiante que ia dar certo.

Eu estava vestida quase como num cosplay de estudante japonesa. Blusa branca de botão apertando meus seios, saiazinha abajur que deixava a mostra uns dois terços das minhas coxas... A saia não era tão curta, mas eu tinha enrolado a cinturinha, encurtando o comprimento. Tinha caprichado na maquiagem, mas sem exagerar, para deixar aquele arzinho de inocência que enlouquece os homens.

Agora que eu tinha saído da escola, tinha aberto um botão da camisa para ficar mais provocante.

Ia chegar de surpresa na casa dele, pois eu sabia que os pais não estariam lá e nesse horário ele estava estudando sozinho em seu quarto.

Meus pensamentos foram interrompidos pelo carro sedã de vidros escuros que parou bem na minha frente e baixou o vidro, minha tia sorriu pra mim do banco do passageiro.

-Entra aí atrás. Vamos fazer um passeio.

Fiquei em pânico. Encarei Saori... olhei pra porta de trás do carro. E se eu saísse correndo? Não... nem precisava fazer isso. Era só dizer não. Tentei ver o rosto do Roger e me abaixei um pouco pra isso, mas não foi suficiente. Minha tia tirou os óculos escuros e me olhou com impaciência.

Não era um convite. Era uma ordem. Eu tinha decidido não mais trair meu namorado e desconfiava que se entrasse no carro seria arrastada para situações fora do meu controle. Mas era uma ordem e meu espírito submisso fez o que se espera dele: obedeceu.

Entrei calada e me sentei lá atrás.

Repassei meu plano para depois da aula... ia enlouquecer meu namorado com esse visual. Já tinha tudo planejado. Ia dar um jeito de prender ele na cama e fazer uma gulosa de respeito nele. Ele ia ficar louco com minha sainha e com os botões desabotoados da minha camisa branca, mas tudo que ele teria seria minha boquinha, que ele tinha adorado "estrear", como narrei no último episódio. Mas agora o plano precisaria ser refeito já que Saori e Roger tinham me "sequestrado".

-Está tudo bem com você, Yumi? - Perguntou minha tia

-Sim, claro. Tudo bem. Por que a pergunta? - eu disse e subitamente fiquei preocupada de eles saberem de alguma coisa.

-Calma. Só estou sendo simpática e quebrando o gelo. Já estão melhores as marcas nas suas nádegas?

-Sim, melhoraram - Isso era meia verdade... Elas tinham desaparecido quase totalmente. O "calma" no início da frase mostrou que minha tia percebeu meu nervosismo. Será que ela sabia da maravilhosa sessão oral que concedi ao meu namorado? Fiquei preocupada... Às vezes achava que ela podia ler minha mente.

-Estamos indo para um lugar e conto com sua discrição e obediência, ok? - ela disse

-Como assim? Que lugar?

-Shhhh! Apenas me obedeça e tudo vai terminar bem.

Paramos em uma garagem subterrânea. Pegamos um elevador, andamos por um corredor e entramos num estúdio de tatuagem. Todo mundo me olhava e cheguei a conclusão que minha roupa estava mesmo provocante. Parece que as pessoas tem muitas taras reprimidas com japonesinhas rsrs

No estúdio fomos para uma sala reservada e fecharam a porta. Apenas eu, Roger e minha tia estávamos na sala.

Minha tia usava uma roupa de couro preta, blusa e saia muito apertadas e calçava uma sandália de salto alto. Ela era sempre extremamente linda e elegante. Roger estava sisudo, usando um paletó cinza e tão logo entrou na sala se sentou num sofá que tinha lá, abriu um notebook e começou olhar planilhas e digitar. Aparentemente ele tinha coisas importantes a resolver.

-Tire a roupa, Yumi - Ordenou minha tia

-O que? Aqui? pode entrar alguém!

Ela franziu a testa e aquilo significava que estava impaciente.

- Eu não gosto de castigar escravas em público, mas farei isso se questionar minhas ordens mais uma vez!

Comecei desabotoar os botões da minha blusa e meus peitos, que estavam apertados lá dentro, se soltaram, mostrando meu sutiãzinho cor-de-rosa, meticulosamente escolhido pra transbordar inocência e enlouquecer o Naldo, meu namorado querido. Me despia muito lentamente pois me sentia insegura. Saori perdeu a paciência:

-Não te pedi um showzinho de strip tease, Yumi! Acelera isso!

Joguei minha blusa sobre um dos sofás e despi minha saia sem mais demora.

Parei, colocando uma mão sobre meus seios, ainda de sutiã, e outra sobre o volume da minha bucetinha, ainda sob a calcinha.

-Yumi.... Você não está nua...

Era pra tirar tudo...meus olhos ficaram vermelhos de vergonha. Eu não parava de olhar para a porta, com medo de alguém entrar. Mas não ousei desobedecer. Soltei o sutiã e em seguida tirei a calcinha, morrendo de vergonha. Roger parecia nem ligar e continuava teclando no notebook, indiferente a tudo que acontecia. Terminei de me despir. Coloquei de novo uma mão na frente dos seios e outra em frente da bucetinha, tentando me cobrir minimamente.

-Não é assim que uma escrava deve se portar, Yumi. Suas mãos devem ficar rentes ao corpo ou para atrás do corpo. Você não tem o direito de cobrir nenhuma parte do seu corpo!

Ela falou ríspida, quase gritando. Obedeci e coloquei as mãos para trás.

A porta se abriu e entrou um homem todo tatuado. Imediatamente minhas mãos voltaram a cobrir minhas "vergonhas", mas o homem nem pareceu me notar na sala.

-Boa tarde Saori.. Roger - ele cumprimentou os dois.

Pareciam se conhecer, falaram algumas amenidades e ele finalmente olhou pra mim

-E essa menininha tímida, quem é?

-Ela veio fazer umas tatuagens - respondeu minha tia

-O que? Eu? Não... eu...

-Silêncio Yumi! Quando eu quiser que você fale, eu te aviso - Disse Saori e deu uma olhada dardejante para minhas mãos que cobriam meus seios e xoxotinha. Coloquei imediatamente as mãos para trás.

-Pode nos trazer o catálogo que combinamos e nos deixar a sós? Vou ajudá-la a escolher as gravuras - Disse Saori para o tatuador, que não pareceu nem um pouco abalado com o que tinha acabado de testemunhar. Ele provavelmente estava acostumado com aquilo.

Ele abriu um gavetão e retirou uns livros com diversas gravuras e entregou para Saori, saindo em seguida.

-Quando definirem só me chamar que estarei ali fora - ele disse e saiu.

Minha tia me convidou a ver o livro que ela colocou sobre a mesa.

-O que você acha dessa aqui? Perguntou apontando para uma bonita gravura de beija flor.

- Senhora Saori... Eu não quero fazer uma tatuagem...

-Mas vai fazer - e deu um simulacro de sorriso, só esticando a boca para os lados, sem que o resto do rosto acompanhasse a expressão.

- O que aconteceu com nosso acordo de não ter marcas permanentes?

Ela riu. Agora de um jeito gostoso, como se voltasse a ser minha tia e não minha "senhôra".

- Conseguimos te assustar, não foi? Me desculpe. Não resisti a deixar para te contar no último momento - e riu de novo.

Fiquei sem saber se ria junto ou se perguntava o que estava havendo. Então não haveria tatuagem, era isso? Eu não estava entendendo.

-Então não vou fazer tatuagem? - perguntei

-Ah... vai sim... Mas serão tatuagens de henna. Em alguns dias elas desaparecerão. Ou até antes, se você quiser lavá-las.

-Mas porquê?

-Só posso dizer que é para o seu bem. Até poderia contar antes, mas acho que vai ser melhor se você descobrir na hora certa.

-Mas o que eu vou dizer pro meu namorado?

-Não deixe ele ver a tatuagem. E isso também é para o seu bem!

Eu estava entendendo... Acho que era um plano pra me impedir de me despir pra ele. Agora que as manchas estavam sumindo, queriam outra forma de me manter vestida.

-Isso é para garantir que eu não vou me despir pra ele? - Precisei de muita coragem pra perguntar isso.

Ela riu, mas não respondeu.

-Apenas escolha as tatuagens. Serão no mínimo duas. E se eu não gostar, tenho poder de veto. Uma delas será no seu peito, por aqui - disse apontando a região que fica entre meus seios e meu pescoço e olhou nos meus olhos para medir meu estado de espírito.

-A outra será nas costas. Pensei numa serpente ou dragão, que descesse pelas suas costas e se enrolasse no seu corpo, indo até o umbigo, o que acha?

A ideia não me agradava. Mas não era algo sujeito a discussão. Minha tia mesma não tinha tatuagens. Porque eu deveria me sujeitar a isso? Cogitei usar a palavra-senha, que interrompe tudo numa masmorra, e ia argumentar nesse sentido, quando ela colocou os dedos nos meus lábios e disse:

-Você pode parar tudo agora. Pode usar a senha para interromper meu controle sobre você - ela falou como se lesse minha mente - Você vestirá suas roupas e te levo para casa ou para o lugar que te peguei, mas se fizer isso perderá algo grandioso que essas tatuagens vão lhe proporcionar.

Isso me deixou em dúvida. Eu era curiosa. O que aquelas tatuagens poderiam significar?

"Não interessa" - pensei - "ela está me enrolando".

Como assim "algo grandioso que as tatuagens proporcionariam? Mágica agora? Isso não existia". A resposta óbvia é que queriam me impedir de ficar nua na frente do Naldo. Era isso. E o tempo todo, durante os longos segundos que elaborei os pensamentos ela seguia olhando dentro dos meus olhos e tive medo de ela estar mesmo lendo meus pensamentos. Olhei nos olhos dela também. Eram muito escuros como costumam ser os olhos japoneses. Mas os dela tinham umas raias de cor mais clara, esverdeado talvez, e me peguei pensando em identificar que cor era aquela.

"Não! Para!" - pensei - "Se concentra".

Minha tia nunca tinha mentido pra mim, e falava de algo grandioso. Não adiantaria perguntar e pedir mais detalhes. O que poderia ser grandioso e precisar de uma tatuagem? Não conseguia pensar em nada! E se tem uma coisa que eu sou é curiosa.

Por fim tomei coragem e falei:

-Tudo bem. Confio no seu bom gosto. Pode escolher o desenho!

Ela sorriu e folheou o catálogo. Sua expressão não mostrava regozijo por me vencer no jogo mental. Parecia mais o alívio de alguém feliz que constata que uma pessoa em uma situação vulnerável tomou uma decisão correta. Isso me tranquilizou e me fez crer que tinha feito a melhor escolha.

Me mostrou alguns desenhos e conversamos, como duas amigas que escolhem produtos numa loja.

Por fim ela encontrou uma tatuagem de uma cobra com uma maçã na boca.

-Essa aqui - ela disse - a cabeça da serpente com a maçã na boca ficaria aqui, sobre seus seios - disse riscando com seus dedos o local na minha pele - A maçã na boca dela sobre o seu coração. O corpo da serpente sobe pelo seu ombro e desce nas suas costas, dando uma volta pela sua cintura, passando sobre seu ventre e dando a volta de novo, terminando nas suas costas. Enrolada no seu corpo. Entendeu?

Não fiquei empolgada... Pra começo de conversa eu não queria nem fazer a tatuagem, quanto mais uma enorme assim.

-A senhora acha que vai ficar bem?

-Vamos perguntar ao tatuador?

Concordei e ela foi chamá-lo.

Explicou a ideia do desenho e ele disse que teria que adaptar um pouco, mas que dava para fazer. Ia demorar cerca de duas horas ou um pouco mais. Não era um desenho complicado, mas era grande. E demoraria mais de 4 horas para secar completamente, mesmo ele simplificando ao máximo.

Ele realmente parecia nem notar que eu estava nua.

Mandou que eu me deitasse numa maca, vestiu uma luva e começou o trabalho.

Deitei de bruços e ele desenhou as costas primeiro para eu ficar mais confortável. Até cochilei um pouco.

Depois veio pra frente e tive que ficar sentada. Me assustei quando ele apoiou as mãos nos meus seios pra fazer os traços e depois colorir. Ninguém nunca tinha tocado nos meus seios, exceto minha tia, Roger e meu namorado. O desenho avançou rapidamente. Foi tranquilo e a mão dele, suave, me deixou um pouco excitada. Demorou um pouco e cheguei a cochilar. Quando terminou caminhei até um espelho e pude contemplar a obra. Tinha ficado bonita. Não era espalhafatosa nem nada, era simples, mas era bem visível na minha pele branca.

-Vai demorar algumas horas pra secar. Não é comum ter uma tatuagem de henna tão grande. Gostaria de enriquecer o desenho com algumas tonalidades, mas para isso eu precisaria de mais uma sessão amanhã. Minha tia olhava o desenho e ignorou completamente o comentário dele, deixando o meio sem graça.

Ficamos no estúdio por um bom tempo. Nos serviram chá e torradas. Conversamos muito. E quando o tatuador achou que estava ok, minha tia tirou da bolsa um hobby de cetim e me mandou vestir, para irmos embora. Não era bom vestir roupas que pudessem remover o desenho.

Fomos para o apartamento deles. Logo que entramos me mandaram tirar o hobby e ficar nua. Havia espelhos num canto e vi que estava mesmo bonita a tatuagem.

-Mais tarde nós vamos sair, mas por hora, vou te deixar confortável - ela disse.

Ela me levou até um dos quartos e prendeu meus pulsos em algemas de couro. Fui pendurada por eles, mas de braços abertos. Na verdade, meus pés tocavam o chão, mas depois de algum tempo eu dobrei os joelhos, me pendurando e me sentindo mais confortável. Para algumas pessoas podia soar um castigo, mas eu gostava disso.

O Roger finalmente parecia ter terminado o trabalho e olhava desejoso pra mim. Mas por alguma razão não se aproveitou de me ter amarrada. Saiu e depois voltou nu, trazendo minha tia Saori de quatro numa coleira.

Colocou ela de joelhos e a fez chupar sua rola. Deixou-a se divertir até quase ele estar gozando e então começou a foder a boca dela com truculência. Minha tia estava completamente nua com seu corpo invejável. Fiquei tão excitada que senti minha buceta latejar. Ele não chegou a ejacular na boca dela. A fez se levantar e beijou-lhe a boca. Depois a fez vir até mim. Ela soltou meus pulsos e se sentou num banquinho alto, deixando sua buceta maravilhosa a disposição para mim e eu sabia que era minha vez de servi-la, coisa que fiz com prazer.

Causei muitos espasmos nela, e então o Roger se aproximou por trás de mim e começou a apalpar minha buceta e colocar o dedo. Me empinei toda pra ele, sem deixar de lado a minha tia. Ele colocou os dedos lambuzados que tirou da minha buceta em minha boca e eu os limpei. Aí ele segurou no meu cabelo e me penetrou com suavidade, me arrancando ronronados enquanto entrava bem devagar. A rola dele era muito grossa e comprida e me preenchia inteira, bem fundo em mim. Mas ficou parado enquanto beijava minha nuca e masturbava meu clitóris, evitando encostar na minha recém-tatuada costa. Minha xoxota contraia e expandia, se sentindo ocupada, mas não fodida... e querendo muito ser fodida, mas ele parecia querer somente me ocupar, me preencher.

Meu prazer era imenso por ele estar dentro de mim, mas eu queria muito que ele se mexesse e me fodesse. Comecei por em prática os ensinamentos que tinha recebido de pompoarismo, tentando apertar a rola dele, mastigando-a com minha xoxota, mas ele puxou meu cabelo me fazendo virar o rosto e deu um tapa na minha cara:

-Quieta, cadela! - ele ordenou e se aconchegou mais fundo dentro de mim.

Fiquei quietinha, sentindo a pulsação e a temperatura da rola. Ele fez uns discretos movimentos dentro de mim, que elevaram meu desejo a um nível de loucura e gemi alto. Era de certa forma uma tortura, como ele se movendo muito lento e bem pouco, me fazendo desejar, mas não me saciando. Não aguentei mais a expectativa e parei de chupar a buceta da Saori e acomodei meu rosto na coxa dela, gemendo muito e gemendo baixinho, choramingando praticamente. Pensei que ela pudesse me bater para eu voltar ao meu trabalho bucal, mas ela entendeu minha situação e, com os dedos, tirou o cabelo que cobria parcialmente meu rosto e começou acariciar meu rosto e meus cabelos. Me atrevi a olhar pra cima e implorei:

-Tia, fala pra ele...

Queria que ela mandasse ele me foder com força, arrombar minha buceta com movimentos bruscos e cessasse aquela tortura de ocupar minha xaninha e me causar desespero. Ela sorria e até pensei que ia ficar do meu lado, pedindo pra ele me foder. Mas sorriu e disse "Não goze, Yumi. Só pode gozar com nossa permissão"

Solucei um chorinho de desespero e apoiei minha testa nas coxas dela, abraçando-a apertado. A rola continuava indo ou voltando, mas muito pouco, ficando praticamente parada, e não havia nada que eu pudesse fazer. Empinei ainda mais o meu rabo, para meu cuzinho ficar exposto e mexi muito discretamente mostrando que eu era uma fêmea no cio, carente de um alfa, pra quem sabe fazer ele perder o controle e exercer seu papel de macho fodedor. A visão dele, da rola dele entrando em mim, meu cuzinho minúsculo, minha bunda branquinha e meus gemidos eram certamente uma arma poderosa de sedução. Ele colocou o polegar no meu ânus me enchendo de esperança, mas ele só massageou a entrada com seu polegar, sem enfiar, aumentando ainda mais meu tesão.

Mas pouco depois ele tirou a rola e me puxou, deixando-a disponível para chupar. Cai de boca sem demora e a limpei todinha. De novo ele interrompeu antes de ejacular.

Estava se preservando? Lembrei que algumas culturas indianas matriarcais ditam que o orgasmo do homem lhe drena muita energia e as mulheres mantêm seus homens sem ejacular por meses. Lembrei que tatuagem de henna é um traço da cultura hindu também e pensei que talvez minha tatuagem e abstinência de orgasmo do Roger estivessem de alguma forma ligadas.

Então ele me fez levantar e beijou minha boca. Um beijo rápido, mas ainda assim um beijo de língua. Me senti subindo na hierarquia.

-Não me decepcione, Yumi!

Ele falou cheio de mistérios e de repente me peguei sentindo remorso por ter feito o que fiz com meu namorado. Era tão bom se sentir importante pra ele.

-Vão se arrumar vocês duas. Sairemos em uma hora.

A brincadeira erótica tinha sido só um aquecimento ou ele queria afirmar sua autoridade comigo? Não tinha como saber agora.

Ele saiu e falei com minha tia:

-Aonde nós vamos? Não falei nada em casa e já devia ter voltado das aulas.

-Eu passei lá antes de te pegar na escola. Você não estava e avisei que ia te pegar na aula e te levar pra minha casa. Fiquei tranquila. Só te esperam de volta daqui alguns dias.

-Mas e meu namorado? Não falei nada pra ele.

-Quer ligar pra ele?

-Posso convidar ele pra ir conosco?

-Não, não pode.

Achei melhor não telefonar. Depois eu arranjaria alguma desculpa apropriada porque agora eu não conseguia pensar em nada.

Saori disse para eu fazer um enema mas não entrar embaixo do chuveiro para não molhar a tatuagem recém-concluída. Isso não era um problema, embora eu gostasse de tomar um banho depois do enema. Fui para o banheiro e comecei o processo de injetar água morninha no ânus, me sentar no vaso sanitário, expelir a água e repetir até a água sair limpinha. Já estava experiente no processo e conseguia concluir a higienização bem mais rápido do que nas primeiras vezes. Era excitante pensar que se me mandaram higienizar o rabinho é porque tinha planos para ele, embora nunca se pudesse afirmar com certeza. Já tinha tido outras vezes que fiz enema e não tinha sido "usada". Mas algo importante e erótico estava pra acontecer. Tudo indicava que sim.

Mal havia concluído o processo e minha tia entrou no banheiro, com um chicotinho de hipismo e usando um maiô de couro sintético muito sensual. Via-se que estava em meio a preparação para sairmos e tinha parado de vestir seu look para vir me inspecionar. Não foi preciso ela me mandar ir pra parede, apoiar as mãos na parede, afastar as pernas e ficar como alguém que vai receber uma revista policial. Ela bateu com o chicotinho na minha bunda e dei um gritinho com a gostosa ardência do chicotinho bem utilizado. Senti que aquela chicotadinha foi uma reação de empolgação e orgulho dele por me ver tão bem treinada e ja sabendo o que fazer. Ela pôs um dos joelhos no chão, segurou o chicotinho com a boca, espalmou uma das mãos na minha bucetinha pra me impedir de me afastar do toque de seu dedo no meu anus. Lubrificou com saliva e dedo e forçou para dentro do meu rabinho, girando para todos os lados e retirando, conferindo se vinha alguma sujeirinha. Sentia uma ardência boa no processo. O Dedo ia cada vez mais fundo e sempre saia limpinho.

Muito bem! - ela disse se levantando. - Está limpinha por trás e sua buceta está com os lábios inchados como convém a uma boa escrava vadia.

Eu não disse nada e ela encerrou aquele assunto com ordens para eu me vestir. Disse para eu vestir somente o hobby de cetim que usei quando saí do studio de tatuagens. E isso já me deixou bugada... Íamos sair e eu ia nua por baixo de um hobby? Isso me assustou, mas também disparou minha curiosidade. E aumentou minha excitação. Na verdade, ter sido penetrada da forma como fui e ser privada do orgasmo tinha me deixado totalmente acesa e molhada. Esse "mistério" só coroava minha excitação.

Já ela se arrumou como uma senhora do calabouço, com um espartilho lhe espremendo os peitos para cima e uma calça de couro muito apertada, parecendo a viúva negra da Marvel, mas muito mais sensual.

Em uma hora mais ou menos entramos no carro e saímos.

Me julguem, me xinguem de vadia se assim aprouver, uma vadia que começou o conto jurando fidelidade e termina embarcando para uma viagem com destino incerto, com pessoas luxuriosas. Essa era eu.

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Comentários

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Com todo respeito a sua história, mas vc escolheu ser submissa e até aqui muito infeliz. Vive de restos, não é amada, nem cuidada, só usada. Cuidar e usar são coisas diferentes. Tanto Roger quanto sua tia a usam e abusam da sua mente tb. Mas, como disse vc escolher já seu namorado não. Não é justo com ele. Separem e vá ser infeliz sozinha

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Mas não se esqueça que tudo isso ja aconteceu e não quero mentir ao contar. Para garimpar simpatia eu poderia escrever diferente... mas aí eu seria pior ainda do já fui naquela época

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A vagabunda das vagabundas. Dona dos melhores contos do site.

Sempre fico ansioso pelo proximo.

E tenho uma tara absurda por japonesas.

Adoraria te conhecer.

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Ai, de delicia rsrs

Fiquei ruborizada aqui. Pode parecer que não mas sou bem tímida até hoje rsrs

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Putz Yumi. Como sempre falo vc tem escolhas...tudo aconteceu de maneira consciente. O que deve acontecer agora vc entregar p outras pessoas que vc nunca viu na vida o que está sendo restrito para o seu namorado??

Vc é uma mercadoria p ser colocada a "venda" pela sua tia e o cara. Pq parece ser meio lógico o que vai acontecer e o por que das tatuagens...

Sinceramente fica realmente difícil te entender...mas...se essa é sua escolha...pena que o coitado não tenha nenhum tipo de escolha né??

3 estrelas.

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Calma manfizinho...

Não posso mudar o passado, mas tem algumas coisas bem interessantes que vão acontecer

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