Este conto erótico foi criado especialmente para você, meu VIP, como um pedido personalizado de paixão e fantasia. Que ele traga o prazer que você busca, inspirando suas próprias aventuras.
Davi era o tipo do homem irresistível: moreno como uma noite tropical, alto o suficiente para dominar qualquer espaço, com um cavanhaque bem aparado que roçava a pele das mulheres como uma promessa de pecado. Seu corpo era esculpido por anos de academia, músculos definidos que se contraíam sob a luz fraca do quarto, e seus olhos escuros queimavam com um fogo interno que fazia qualquer mulher se sentir desejada, possuída. Ele e sua namorada, A cat, eram um casal apaixonado, mas com um apetite voraz por exploração. A cat, com seus cabelos longos e ondulados caindo sobre ombros nus, olhos verdes que brilhavam como esmeraldas sob a lua, e curvas voluptuosas que faziam Davi salivar só de olhar, era a rainha das fantasias. Seus lábios carnudos eram feitos para beijos sujos, e seu corpo respondia a cada toque com um tremor de antecipação.
Uma noite, após um jantar romântico onde o vinho fluía como sangue quente, eles se deitaram na cama king-size, os lençóis de seda roçando suas peles nuas. A cat vestia apenas uma calcinha fina de renda preta, seus seios pesados subindo e descendo com a respiração acelerada. Ela se virou para Davi, mordendo o lábio inferior com força, deixando uma marca vermelha que ele queria lamber. "Davi, amor, lembra daquela fantasia que a gente conversou? Aquela de convidar alguém para se juntar a nós, para foder juntos, para sentir o gosto de outra boceta enquanto você me come?", ela sussurrou, sua voz rouca e carregada de luxúria. Seus dedos traçavam o peito dele, descendo pelo abdômen definido, parando logo acima do volume crescente em sua cueca.
Davi sentiu um arrepio percorrer sua espinha, seu pau endurecendo instantaneamente. Ele sabia exatamente do que ela falava – o fetiche deles era o compartilhamento total, o voyeurismo sujo onde assistiam um ao outro se perderem em prazer, trocando fluidos e gemidos como se fossem troféus. "Sim, A cat. Você quer mesmo? Quer ver eu fodendo outra mulher enquanto você assiste e depois se junta?", ele respondeu, a voz profunda e grave, ecoando no quarto como um trovão erótico. Ela assentiu, pressionando seu corpo contra o dele, esfregando seus mamilos duros contra o peito musculoso de Davi. "Chame a Ana. Ela é nossa amiga, e eu sei que você sempre olhou para aquela bunda dela, imaginando como seria lambê-la. Vamos realizar isso hoje. Quero ver você gozando dentro dela enquanto eu chupo seu pau depois."
Davi não hesitou. Seu coração batia forte, o sangue correndo para o sul, inchando seu membro até que ele mal conseguia pensar. Pegou o celular da mesa de cabeceira, os dedos tremendo ligeiramente de excitação. Ligou para Ana, uma mulher que eles conheciam há anos – uma morena curvilínea com cabelos cacheados, lábios cheios e um sorriso que prometia noites selvagens. "Ana, é o Davi. A cat e eu estamos pensando em você... Quer vir aqui agora? É uma noite especial, cheia de surpresas sujas." Ana, sempre aventureira e com um histórico de flertes ousados, aceitou imediatamente. "Estou a caminho, amor. Preparem-se para se divertir."
Enquanto esperavam, A cat não conseguia ficar parada. Ela se ajoelhou na cama, puxando Davi para si, beijando-o com fome. Sua língua invadiu a boca dele, dançando em um ritmo lascivo, enquanto suas mãos deslizavam para dentro da cueca dele, envolvendo seu pau grosso e quente. "Sente como eu estou molhada por isso?", ela gemeu, guiando a mão dele para sua calcinha encharcada. Davi sentiu o calor úmido, os lábios inchados de sua boceta pulsando contra seus dedos. Ele a penetrou com dois dedos, sentindo o aperto apertado, o suco escorrendo por sua mão. "Porra, A cat, você está pingando. Vai ser uma noite longa."
Ana chegou em menos de meia hora, batendo suavemente na porta. Davi abriu, ainda de cueca, seu pau semi-ereto visível através do tecido fino. Ana entrou com um vestido curto vermelho que abraçava suas curvas, seus olhos brilhando de antecipação. "Oi, pessoal. Prontos para brincar?", ela disse, sua voz sedutora, aproximando-se e beijando Davi nos lábios, mordendo levemente o lábio inferior dele. A cat observava da cama, tocando-se lentamente, seus dedos circulando o clitóris inchado.
Quando Ana entrou no quarto, o ar já estava carregado de tensão erótica, o cheiro de excitação pairando como um perfume proibido. A cat, deitada na cama com uma lingerie preta transparente que mal cobria seus seios fartos e sua boceta depilada, sorriu para ela com um olhar faminto. "Bem-vinda, amiga. Vamos tornar essa noite inesquecível. Tire esse vestido e mostre o que você trouxe para nós." Ana obedeceu, deslizando o vestido pelos ombros, revelando um corpo nu e perfeito – seios redondos com mamilos escuros, cintura fina e quadris largos que balançavam como um convite. Ela não usava calcinha, sua boceta já brilhando de umidade.
Davi, ainda de cavanhaque e com a camisa aberta revelando seu peito musculoso e tatuado, observava as duas, seu pau agora totalmente ereto, latejando contra a cueca. "Você é linda, Ana. Venha aqui, deixe-me provar você." Ana se aproximou da cama, e A cat a puxou para um beijo profundo, suas línguas se entrelaçando em um duelo molhado. As mãos de Ana deslizaram pelas curvas de A cat, apertando seus seios, beliscando os mamilos até que ela gemesse na boca dela. Davi se juntou, beijando o pescoço de Ana por trás, sua barba roçando a pele sensível, deixando arrepios. "Sente meu pau contra sua bunda?", ele murmurou, pressionando-se contra ela, esfregando-se lentamente.
A cat desceu beijos pelo corpo de Ana, lambendo seus seios, sugando os mamilos até que ficassem duros como pedras. "Deliciosa", ela sussurrou, descendo mais, abrindo as pernas de Ana e enterrando o rosto em sua boceta. Sua língua traçou os lábios inchados, provando o gosto doce e salgado, enquanto Ana gemia alto, segurando os cabelos de A cat. "Porra, A cat, você lambe tão bem... Continue, me faça gozar na sua boca." Davi assistia, masturbando-se lentamente, o pré-sêmen brilhando na ponta do pau. "Isso, amor, coma ela. Eu quero ver você engolindo o gozo dela."
O fetiche deles era o voyeurismo mútuo – assistir e ser assistido, trocando olhares intensos enquanto exploravam corpos, fluidos e desejos. Davi deitou Ana na cama, tirando lentamente sua cueca, revelando seu pau grosso, veias pulsando, a cabeça roxa e inchada. A cat observava, tocando-se com mais força, seus dedos mergulhando na boceta molhada, o som úmido ecoando no quarto. "Vem aqui, amor", ela chamou Davi. Ele se virou, penetrando A cat com um movimento lento e deliberado, sentindo o aperto quente e úmido envolver seu pau. "Ah, foda-se, você está tão apertada", ele gemeu, empurrando fundo, batendo contra seu clitóris a cada estocada.
Enquanto isso, Ana se aproximava, beijando os lábios de A cat, depois descendo para lamber seus seios, mordendo levemente os mamilos. Ela estendeu a mão, tocando o pau de Davi enquanto ele fodia A cat, sentindo-o deslizar para dentro e para fora, coberto de suco. "Deixe-me chupar você, Davi. Quero provar o gosto dela no seu pau." Davi saiu de A cat por um momento, e Ana tomou seu membro na boca, sugando com avidez, sua língua girando na cabeça, engolindo até a garganta. A cat assistia, gemendo, esfregando o clitóris enquanto Ana fazia barulhos sujos de sucção.
O quarto se encheu de gemidos e suspiros, o ar pesado com o cheiro de sexo – suor, fluidos e desejo puro. Davi alternava entre as duas, fodendo Ana de quatro, sua bunda balançando contra ele enquanto ele batia fundo, o som de pele contra pele ecoando. "Porra, Ana, sua boceta é tão molhada... Sente como eu te estico?" Ele puxava seus cabelos, cavanhaque roçando as costas dela, deixando marcas vermelhas. A cat se juntava, lambendo a boceta de Ana por trás, sua língua encontrando o pau de Davi a cada estocada, provando a mistura de sabores.
Então, eles trocaram: Ana montou Davi, cavalgando-o com paixão selvagem, seus seios saltando, mamilos duros. "Foda-me, Davi, me faça gritar", ela implorou, descendo com força, sentindo-o bater no fundo. A cat se posicionou sobre o rosto de Davi, abaixando sua boceta na boca dele. "Lamba-me, amor, enquanto ela te monta. Sinta meu gosto, meu suco escorrendo na sua barba." Davi chupava vorazmente, sua língua penetrando fundo, sugando o clitóris inchado enquanto Ana o fodia, seus gemidos abafados pela boceta de A cat.
O prazer crescia em ondas intensas. Ana gozou primeiro, seu corpo tremendo, boceta apertando o pau de Davi como um torno, jorrando suco que escorria pelas bolas dele. "Ah, porra, estou gozando!", ela gritou, cavalgando mais rápido. Davi sentiu o orgasmo dela, mas segurou, querendo prolongar. A cat, sentindo a língua dele trabalhar, veio em seguida, seu corpo arqueando, gozo inundando a boca de Davi. "Sim, amor, beba tudo... Eu sou sua puta hoje."
Agora era a vez de Davi. Ele virou Ana de costas, fodendo-a missionário, pernas abertas, enquanto A cat se ajoelhava ao lado, lambendo as bolas dele e a boceta de Ana alternadamente. "Goze dentro dela, Davi. Encha ela com seu leite quente", A cat sussurrou, sua voz suja e encorajadora. Davi acelerou, estocadas profundas, cavanhaque suado roçando o peito de Ana. "Porra, vou gozar... Toma tudo!", ele rugiu, explodindo dentro dela, jatos quentes enchendo sua boceta, transbordando e escorrendo pelas coxas.
Eles continuaram assim por horas, explorando cada centímetro, cada fantasia suja. A cat usou um vibrador que tirou da gaveta, inserindo-o na boceta de Ana enquanto Davi a fodia no cu, o som de gemidos e vibrações preenchendo o ar. "Sente isso, Ana? Duplo prazer, como uma vadia safada", A cat ria, beijando-a profundamente. Ana gozou novamente, seu corpo convulsionando, suco jorrando no vibrador.
Depois, eles se limparam com línguas, lambendo os fluidos uns dos outros – Davi provando seu próprio gozo na boceta de Ana, A cat chupando o pau dele limpo, Ana lambendo o clitóris de A cat até que ela tremesse de outro orgasmo. O quarto cheirava a sexo, lençóis manchados de suor e gozo, corpos entrelaçados em um emaranhado de satisfação.
No final, exaustos e satisfeitos, deitaram-se juntos, entrelaçados em um emaranhado de corpos suados. "Isso foi incrível", sussurrou A cat, beijando Davi e depois Ana, provando o gosto misto em seus lábios. Davi sorriu, seu cavanhaque ainda úmido dos beijos e lambidas. "Sempre que você quiser, amor. Sempre. Vamos fazer isso de novo, com mais surpresas." Ana concordou, traçando dedos preguiçosos pelo peito dele. "Eu topo. Vocês dois são viciantes."
E assim, a noite terminou com promessas de mais, o desejo ainda queimando como brasas, pronto para reacender.
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Espero que tenham gostado do conto, meus amores. 💋
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